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Kit Delegado de Polícia

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SKU.: EM-KIT-DELPOL
Autor: Francisco Sannini, Eduardo Cabette
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    COLABORAÇÃO PREMIADA COMO TÉCNICA ESPECIAL DE INVESTIGAÇÃO CRIMINAL

    Sinopse: ?Nesta obra os autores exploram um tema complexo, qual seja, o acordo de colaboração premiada. Com o êxito esperado, não somente desvendam seus ?nós? discutidos nas academias, como também exploram sua aplicação prática, leia-se, o passo a passo que deve ser seguido no dia a dia do operador do Direito que atua na fase de investigação. E, como não poderia ser diferente, exploram o instituto de acordo com as recentes alterações trazidas pela Lei 13.964/19 (PACOTE ANTICRIME).
    A forma didática como explicam o assunto logo chama a atenção. Chama a atenção, também, a maneira elegante e respeitosa com que tratam a discussão sobre a legitimidade do Delegado de Polícia ou somente do Ministério Público para levar a termo a ?Colaboração Premiada?. É que a referida Lei 13.964/19 revisitou o instituto, acabando por requentar debate arrefecido no julgamento da ADI 5580 pelo Supremo Tribunal Federal, nosso legislador constitucional negativo.
    Nesse ponto, com a mesma sinceridade que sempre defendi o poder investigatório do Ministério Público, poder esse igualmente reconhecido pela nossa Corte Constitucional, sustentei, logo que nasceu a Lei 12.850/13, a legitimidade de o Delegado de Polícia celebrar acordo de colaboração premiada. E é com essa mesma sinceridade, sem qualquer vício corporativo, que me coloco entre os autores que hoje discutem como conciliar aquela conclusão com a nova ordem arquitetada pelo PACOTE ANTICRIME.
    Por isso, e vivendo esse conflito, é que eu li o livro na condição de eterno aluno. Li e reli a obra com a ajuda de marca texto, grifando palavras, rabiscando ideias. Ao final, confesso, fiquei seduzido pelos argumentos bem expostos pelos doutos professores. Mesmo persistindo saudáveis divergências, rendo-me ao brilhantismo dos argumentos?.
    Rogério Sanches Cunha
    Promotor de Justiça/SP. Professor da Escola Superior do Ministério Púbico do Estado de São Paulo, da Escola Superior do Ministério Público de Santa Catarina e da Fundação Escola do Ministério Público do Mato Grosso. Fundador do meusitejuridico.com.br . Autor de obras jurídicas.
    ------------------------------------
    ?Em Colaboração Premiada como Técnica Especial de Investigação Criminal, os autores introduzem suas lições com um exame detalhado acerca das funções da investigação criminal prévia ao processo. Buscando responder questionamentos sobre a finalidade e o escopo da investigação preliminar, os autores defendem a existência do que denominam funcionalismo da investigação criminal. No âmbito das diversas funções da investigação (preparatória; preservadora; reveladora do fato oculto; simbólica e restaurativa), bem anotam que os procedimentos investigatórios não podem mais se limitar à reunião de elementos que ?possibilitem a responsabilização penal do autor do crime, devendo cumprir um papel muito maior no intuito de mitigar os danos causados pela infração e, sobretudo, desarticular a estrutura criada com base na prática de atos ilícitos.?
    Acuradíssima a percepção dos autores. Deveras, com a introdução do confisco alargado em nosso ordenamento jurídico, quando cabível a providência, ao Ministério Público competirá realizar não apenas a tradicional imputação criminal (atribuição do fato criminoso a determinada pessoa), mas, também, a imputação patrimonial, com a indicação, na peça acusatória, dos bens a serem confiscados. Para tanto, fundamental será, agora ainda mais, a realização pela polícia da chamada persecução investigatória patrimonial.?
    VINÍCIUS MARÇAL
    Promotor de Justiça-GO; Ex-Delegado de Polícia-DF; Professor do G7 Jurídico e do VipJus; autor de obras jurídicas.

    Tópicos:
    ATUALIZADO DE ACORDO COM A LEI 13.964/2019 ? ?PACOTE ANTICRIME? ? ABORDAGEM TEÓRICA E PRÁTICA DO TEMA

    Autor(es): Eduardo Cabette; Francisco Sannini
    Edição: 1
    Ano: 2020
    Paginação: 256
    Acabamento: Brochura
    Formato: 17x24
    ISBN: 9786555260632


    DELEGADO DE POLÍCIA E O DIREITO CRIMINAL

    Sinopse: Prefaciar uma obra é motivo de orgulho e responsabilidade. Orgulho, pois significa que o autor desejou que você fosse o prefaciador da obra. Responsabilidade pois, é a abertura da obra para a comunidade de leitores.
    A obra Delegado de Polícia e o Direito Criminal é daquelas obras que representam um marco para os operadores do direito e o faz pelos mais diversos motivos.
    Em primeiro lugar pois a doutrina de há muito reclamava uma obra voltada para o delegado de polícia e o Direito Criminal. Precisamos avançar os estudos sobre a polícia judiciária e neste ponto é de se destacar o cuidado com que o autor cuida do tema.
    Avança de maneira firme pela doutrina, legislação e jurisprudência e com isso brinda o leitor com estudo analítico e prático sobre o tema. Assim, esta obra poderá servir tanto ao acadêmico, que pretende melhor conhecer o tema, quanto ao profissional que atua na prática do inquérito policial e demais formas de investigação preliminar.
    Em segundo lugar esta obra é um marco no direito brasileiro porque se trata de obra escrita por Delegado de Polícia. É preciso que mais e mais delegados de polícia escrevam e produzam conhecimento.
    Foi-se o tempo em que o conhecimento era produzido por um nicho restrito de intelectuais e que ditavam os rumos da ciência jurídica brasileira. Desta fase de faróis isolados avançamos em direção a uma fase que penso ser como a via láctea: várias estrelas buscando iluminar o caminho por onde trilhamos nossa jornada.
    Francisco Sannini é uma destas estrelas que ajuda a iluminar o caminho. Por estrela, vale registrar, não emprego este termo no sentido pejorativo.
    Estrela tem para mim o sentido empregado no parágrafo anterior: somos todos estrelas e juntos com nossas contribuições atuamos de forma a iluminar o caminho. Nós não somos o caminho mas juntos formamos o caminho.
    Justamente por isso se revela de importância fundamental o fato de o autor ser delegado de polícia. É importante que mais e mais delegados de polícia se inspirem no exemplo do autor e produzam o saber jurídico envolvendo sua atuação.
    Na obra o leitor perceberá o amor que o autor dedica a sua atividade e ao direito. Amor este que é cuidado com técnica e com a observância de, ao mesmo tempo, buscar proteger os direitos e garantias individuais e também um inquérito que seja efetivo.
    Sou muito grato ao autor por ter me dado o privilégio de ler esta obra em primeira mão e de ser seu prefaciador. Tenho certeza de que os demais leitores também irão apreciar esta obra jurídica.
    Guilherme Madeira Dezem

    Tópicos:
    > Funcionalismo da Investigação Criminal
    > Investigação Prospectiva
    > Modelos de Investigação
    > Investigação Privada
    > Capacidade Postulatória do Delegado de Polícia
    > Indiciamento Policial

    ATUALIZADO COM:
    > Lei Anticrime (Lei nº 13.964/19) e jurisprudências

    Autor(es): Francisco Sannini
    Edição: 1
    Ano: 2021
    Paginação: 290
    Acabamento: Brochura
    Formato: 16x23
    ISBN: 9786555261462


    TRATADO DE LEGISLAÇÃO ESPECIAL CRIMINAL - CONTEÚDO APROFUNDADO E ABORDAGEM DE TEMAS POLÊMICOS E POUCO EXPLORADOS PELA DOUTRINA E JURISPRUDÊNCIA - 2ª EDIÇÃO

    O livro aborda os temas com muita doutrina e casos práticos:

    ESTATUTO DO DESARMAMENTO (LEI Nº 10.826, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2003)
    CRIMES HEDIONDOS (LEI N. 8.072, DE 25 DE JUNHO DE 1990)
    ESTATUTO DO DELEGADO DE POLÍCIA (LEI Nº 12.830, DE 20 DE JUNHO DE 2013)
    LEI DE TERRORISMO (LEI Nº 13.260, DE 16 DE MARÇO DE 2016)
    INTERCEPTAÇÃO TELEFÔNICA (LEI Nº 9.296, DE 24 DE JULHO DE 1996)
    LEI DE TORTURA (LEI Nº 9.455, DE 07 DE ABRIL DE 1997)
    LEI DAS ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS (LEI Nº 12.850, DE 02 DE AGOSTO DE 2013)

    Sinopse: A contribuição de Eduardo Cabette à doutrina com suas inúmeras obras e artigos está muito bem sedimentada e consolidada na comunidade jurídica. A qualidade desta obra não é novidade levando em consideração o seu histórico. A juntar-se com Francisco Sannini, um novo jurista que vem despontando na comunidade jurídica, estas páginas recebem ainda mais valor, pois Cabette como professor de Direito tem a oportunidade de escrever junto com seu aluno, agora jurista e professor também, e isto nada mais é do que fruto do trabalho de um excelente mestre que repassa sem censura seus conhecimentos e encontrando um aluno que assimila, podem juntos compartilhar impressões e em quatro mãos desenvolverem reflexões da envergadura desta obra. Como professores, os autores tratam de complexos temas com uma pedagogia adequada sem perder a seriedade que o tema demanda.
    Outro fator a ser considerado é que ambos os autores são Delegados de Polícia e este ponto deve ser observado com muita atenção. O domínio da técnica da tipicidade pelos Delegados de Polícia será observado prontamente nestas páginas que os leitores irão percorrer. Além disso, é importante ressaltar o cuidado especial dos autores em relação à estrita observância do Estado Democrático de Direito.
    Escrever sobre as Leis Penais Especiais é uma das tarefas mais difíceis das Ciências Penais. Há que conjugar conhecimentos multidisciplinares, sem descuidar do domínio do Direito Penal e Processual Penal. Elucidar e, muitas vezes, desvendar os conflitos entre as normas, nos inúmeros diplomas legais, exige uma concentração e domínio extraordinário, pois o legislador dispõe o conjunto normativo frequentemente de forma confusa e contraditória. Além de muitas horas de estudo para compreender todo o sistema é necessária a prática penal para atingir a excelência no domínio da matéria, requisitos preenchidos por ambos os autores.
    Os autores abordam as diversas normas postas nesta obra dissecando desde aspectos referentes à parte geral do Código Penal até casos práticos, algo completamente vanguardista e enriquecedor neste tipo de doutrina.
    O leitor que se debruçar sobre essas páginas certamente será recompensado com o aumento do conhecimento jurídico tão necessário tanto para concursos públicos como para o exercício das profissões jurídicas.
    Luiz Flávio Gomes

    Autor(es): Eduardo Cabette; Francisco Sannini
    Edição: 2
    Ano: 2020
    Paginação: 918
    Acabamento: Brochura
    Formato: 17x24
    ISBN: 9786555260892
    COLABORAÇÃO PREMIADA COMO TÉCNICA ESPECIAL DE INVESTIGAÇÃO CRIMINAL

    CAPÍTULO I
    FUNCIONALISMO DA INVESTIGAÇÃO CRIMINAL
    1. Introdução
    2. Função Preparatória
    3. Função Preservadora (Filtro Processual)
    4. Função Reveladora do Fato Oculto (Redução das “Cifras Negras”)
    5. Função Simbólica
    6. Função Restaurativa ou Satisfativa
    7. Colaboração Premiada e Funcionalismo da Investigação Criminal

    CAPÍTULO II
    COLABORAÇÃO PREMIADA: ÉTICA, JUSTIÇA E EVOLUÇÃO LEGAL DO INSTITUTO
    8. A normatização da conduta humana
    9. Ética e Direito
    10. Ética e Moral
    11. A utopia de uma ética universal e o Direito
    12. Conclusões
    13. Colaboração Premiada: origem e conceito

    CAPÍTULO III
    LEGITIMIDADE PARA O ACORDO DE COLABORAÇÃO PREMIADA
    14. Considerações Gerais
    15. Legitimidade do Delegado de Polícia para realizar acordo de colaboração premiada diante das inovações provocadas pelo Pacote Anticrime: a polêmica continua?

    CAPÍTULO IV
    DOS PRÊMIOS E DOS REQUISITOS LEGAIS
    16. Introito
    17. Do Perdão Judicial
    18. Da redução da pena privativa de liberdade
    19. Da progressão de regime
    20. Da substituição da pena privativa de liberdade por restritiva de direitos
    21. Requisitos da colaboração premiada
    22. Finalidades do acordo de colaboração premiada
    23. Da suspensão do prazo para o oferecimento da denúncia
    24. Acordo de Imunidade (Não Oferecimento de Denúncia)

    CAPÍTULO V
    DAS NEGOCIAÇÕES PARA O ACORDO DE COLABORAÇÃO PREMIADA
    25. Das tratativas do acordo de colaboração premiada e seu marco inicial: dever de lealdade entre as partes (Termo de Confidencialidade), direito subjetivo ao acordo e colaboração unilateral
    26. Da instrução do acordo de colaboração premiada
    27. Da proibição da participação do juiz nas tratativas do acordo e seu dever de supervisão

    CAPÍTULO VI
    DA HOMOLOGAÇÃO DO ACORDO DE COLABORAÇÃO E SEUS EFEITOS JURÍDICOS
    28. Da homologação do acordo de colaboração premiada
    29. Da retratação da proposta de colaboração premiada
    30. Direito ao Confronto na Colaboração Premiada
    31. Dos efeitos do acordo de colaboração premiada sobre a sentença

    CAPÍTULO VII
    FORMALIDADES DO ACORDO DE COLABORAÇÃO PREMIADA: OITIVA, REGISTROS, HIPÓTESES DE RESCISÃO, DIREITOS DO COLABORADOR E SIGILO LEGAL
    32. Oitiva do colaborador
    33. Registros da colaboração premiada
    34. Renúncia ao direito ao silêncio do colaborador
    35. Regras de corroboração
    36. Das Hipóteses Expressas de Rescisão do Acordo de Colaboração
    37. Dos Direitos do Colaborador
    38. Formalidades do termo de acordo de colaboração premiada
    39. Da sigilosidade do acordo de colaboração premiada
    40. Roteiro Prático para o Acordo de Colaboração Premiada

    ANEXOS

    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

    ÍNDICE ALFABÉTICO REMISSIVO


    DELEGADO DE POLÍCIA E O DIREITO CRIMINAL

    CAPÍTULO 1
    A IMPORT NCIA DA INVESTIGAÇÃO CRIMINAL DENTRO DE UM ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO
    1. Considerações Gerais
    2. Investigação Preliminar no Sistema Brasileiro: Inquérito Policial
    3. Investigação Criminal: uma ciência a serviço da Justiça

    CAPÍTULO 2
    FUNCIONALISMO DA INVESTIGAÇÃO CRIMINAL
    1. Função Preparatória
    2. Função Preservadora (Filtro Processual)
    3. Função Reveladora do Fato Oculto (Redução das “Cifras Negras”)
    4. Função Simbólica
    5. Função Restaurativa ou Satisfativa

    CAPÍTULO 3
    INVESTIGAÇÃO CRIMINAL PROSPECTIVA

    CAPÍTULO 4
    MODELOS DE INVESTIGAÇÃO CRIMINAL: JUIZ INSTRUTOR, PROMOTOR INVESTIGADOR E POLÍCIA INVESTIGATIVA
    1. Modelo do Juiz de Instrução
    1.1. Vantagens do Juizado de Instrução
    1.2. Desvantagens do Juizado de Instrução
    2. Modelo do Promotor Investigador
    2.1. Vantagens do Promotor Investigador
    2.2. Desvantagens do Promotor Investigador
    3. Modelo da Polícia Investigativa (Sistema Inglês)
    3.1. Vantagens da Polícia Investigativa
    3.2. Desvantagens da Polícia Investigativa
    4. Conclusão

    CAPÍTULO 5
    INVESTIGAÇÃO CRIMINAL CONDUZIDA PELO MINISTÉRIO PÚBLICO E SUA (I)LEGALIDADE

    CAPÍTULO 6
    INVESTIGAÇÃO CRIMINAL PRIVADA
    1. Considerações Gerais
    2. Investigação Criminal Defensiva

    CAPÍTULO 7
    POLÍCIA JUDICIÁRIA ESTÁ FUNCIONALMENTE VINCULADA AO SISTEMA DE JUSTIÇA CRIMINAL
    1. Segurança Pública como dever de concretização de um Estado Democrático de Direito
    2. Da Segurança Pública como um direito fundamental
    3. Da atividade de Polícia Judiciária

    CAPÍTULO 8
    DELEGADO DE POLÍCIA E SUAS FUNÇÕES MATERIALMENTE JUDICIAIS
    1. Persecução Penal no Brasil
    2. Delegado de Polícia: o Juiz da Fase Pré-Processual
    3. Delegado de Polícia e o Controle de Constitucionalidade

    CAPÍTULO 9
    PRINCÍPIO DO DELEGADO DE POLÍCIA NATURAL E A LEI 12.830/13
    1. Introdução
    2. Princípio da Inamovibilidade Relativa do Delegado de Polícia

    CAPÍTULO 10
    PODER REQUISITÓRIO DO DELEGADO DE POLÍCIA
    1. Introdução
    2. Requisição de Dados Cadastrais
    3. Requisição de Dados Telefônicos

    CAPÍTULO 11
    DA CAPACIDADE POSTULATÓRIA DO DELEGADO DE POLÍCIA
    1. Considerações Gerais
    2. Representação do delegado de polícia e sua (des)vinculação ao parecer do Ministério Público

    CAPÍTULO 12
    INVESTIGAÇÃO CRIMINAL, CONTRADITÓRIO (POSSÍVEL) E AMPLA DEFESA

    CAPÍTULO 13
    INQUÉRITO POLICIAL E SEUS RÓTULOS: UMA REVISÃO NECESSÁRIA

    CAPÍTULO 14
    INVESTIGAÇÃO CRIMINAL E O SIGILONECESSÁRIO AO ESCLARECIMENTO DA NOTITIA CRIMINIS
    1. Introdução
    2. Investigação Criminal em Sentido Estrito e em Sentido Lato

    CAPÍTULO 15
    PORTARIA INAUGURAL DO INQUÉRITO POLICIAL
    1. Introdução
    2. Inquérito Policial: contextualização
    3. Formas de Instauração de Inquérito Policial
    4. Requisitos da Portaria
    5. Procedimento de Verificação Preliminar de Informações (VPI)
    6. Conclusão

    CAPÍTULO 16
    INDICIAMENTO POLICIAL
    1. Introdução
    2. Indiciamento: momento e consequências jurídicas
    3. Ato privativo do delegado de polícia
    4. Sujeito Passivo do Indiciamento
    5. Indiciamento e o Artigo 17-D da Lei de Lavagem de Capitais
    6. Indiciamento e infrações de menor potencial ofensivo
    7. Espécies de indiciamento
    7.1. Indiciamento Material (Criptoindiciamento?)
    7.2. Indiciamento Formal
    7.3. Indiciamento Coercitivo
    7.4. Indiciamento Indireto
    7.5. Indiciamento Complexo
    8. Indiciamento e o Princípio da Presunção de Inocência

    CAPÍTULO 17
    VALOR PROBATÓRIO DO INQUÉRITO POLICIAL
    1. Considerações Gerais
    2. Valor Probatório do Inquérito Policial
    3. Provas e elementos de informações
    4. Confissão Extraprocessual e seu Valor Probatório

    CAPÍTULO 18
    POLÍCIA MILITAR E AS ATIVIDADES DE POLÍCIA INVESTIGATIVA E JUDICIÁRIA: CONSTITUCIONALIDADE
    1. Introdução
    2. Polícia Federal, Polícia Civil e Polícia Militar
    3. Da Ilegalidade do Cumprimento de Mandado de Busca e Apreensão pela Polícia Militar
    4. Da ilicitude da prova oriunda de diligências investigatórias realizadas pela Polícia Militar
    5. Do crime de usurpação de função pública

    CAPÍTULO 19
    TERMO CIRCUNSTANCIADO E SUA NATUREZA JURÍDICA
    1. Introdução
    2. Termo Circunstanciado é um Procedimento Simplificado de Investigação Criminal

    REFERÊNCIAS

    ÍNDICE ALFABÉTICO REMISSIVO


    TRATADO DE LEGISLAÇÃO ESPECIAL CRIMINAL - CONTEÚDO APROFUNDADO E ABORDAGEM DE TEMAS POLÊMICOS E POUCO EXPLORADOS PELA DOUTRINA E JURISPRUDÊNCIA - 2ª EDIÇÃO

    CAPÍTULO I
    ESTATUTO DO DESARMAMENTO (LEI Nº 10.826, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2003)
    1 INTRODUÇÃO: UMA REFLEXÃO SOBRE O (DES)ARMAMENTO DA SOCIEDADE CIVIL
    2 DO SISTEMA NACIONAL DE ARMAS
    2.1 Do Registro das Armas de Fogo
    2.2 Dos Requisitos para Aquisição de Arma de Fogo
    2.3 Do Porte de Arma de Fogo
    3 DO BEM JURÍDICO TUTELADO PELO ESTATUTO DO DESARMAMENTO
    4 DA NATUREZA JURÍDICA DOS TIPOS PENAIS
    5 DA COMPETÊNCIA PARA JULGAMENTO DOS CRIMES
    6 DOS OBJETOS MATERIAIS DOS CRIMES
    6.1 Arma de Fogo
    6.2 Munição
    6.3 Acessórios
    6.4 Princípio da Insignificância e os Crimes do Estatuto do Desarmamento
    7 POSSE IRREGULAR DE ARMA DE FOGO DE USO PERMITIDO
    7.1 Conduta
    7.2 Sujeito Ativo e Passivo
    7.3 Elemento Normativo do Tipo
    7.4 Elementos Espaciais do Tipo
    7.5 Elemento Subjetivo do Tipo
    7.6 Consumação e Tentativa
    7.7 Concurso de Infrações
    7.8 Destaques finais
    7.9 Classificação
    8 OMISSÃO NA CAUTELA DE ARMA DE FOGO
    8.1 Conduta (Art. 13, Caput)
    8.1.1 Conduta (Art. 13, Parágrafo Único)
    8.2 Sujeitos dos Crimes
    8.3 Consumação e Tentativa
    8.4 Concurso de Crimes
    8.5 Destaques Finais
    8.6 Classificação
    9 PORTE ILEGAL DE ARMA DE FOGO DE USO PERMITIDO
    9.1 Conduta
    9.2 Elemento Normativo do Tipo
    9.3 Sujeitos do Crime
    9.4 Consumação e Tentativa
    9.5 Concurso de Crimes
    9.6 Destaques Finais
    9.7 Classificação
    10 DISPARO DE ARMA DE FOGO
    10.1 Conduta
    10.2 Elementos Espaciais do Tipo
    10.3 Sujeitos do Crime
    10.4 Consumação e Tentativa
    10.5 Concurso de Crimes
    10.6 Destaques Finais
    10.7 Classificação
    11 POSSE OU PORTE ILEGAL DE ARMA DE FOGO DE USO RESTRITO
    11.1 Conduta
    11.2 Sujeitos do Crime
    11.3 Consumação e Tentativa
    11.4 Concurso de Crimes
    11.5 Destaques Finais
    11.6 Classificação
    12 FIGURAS EQUIPARADAS
    12.1 Adulteração de Sinal Identificador
    12.1.1 Conduta
    12.1.2 Sujeitos do Crime
    12.1.3 Consumação e Tentativa
    12.1.4 Concurso de Crimes
    12.1.5 Classificação
    12.2 Modificação das Características da Arma de Fogo
    12.2.1 Conduta
    12.2.2. Sujeitos do Crime
    12.2.3 Consumação e Tentativa
    12.2.4 Concurso de Crimes
    12.2.5 Classificação
    12.3 Posse, Detenção, Fabrico ou Emprego de Artefato Explosivo ou Incendiário
    12.3.1 Conduta
    12.3.2 Sujeitos do Crime
    12.3.3 Consumação e Tentativa
    12.3.4 Concurso de Crimes
    12.3.5 Classificação
    12.4 Posse ou Porte de Arma de Fogo com Sinal de Identificação Suprimido
    12.4.1 Conduta
    12.4.2 Sujeitos do Crime
    12.4.3 Consumação e Tentativa
    12.4.4 Concurso de Crimes
    12.5 Classificação
    12.6 Venda, Entrega ou Fornecimento de Arma de Fogo, Acessório, Munição ou Explosivo a Criança ou Adolescente
    12.6.1 Conduta
    12.6.2 Sujeitos do Crime
    12.6.3 Consumação e Tentativa
    12.6.4 Concurso de Crimes
    12.6.5 Classificação
    12.7 Produção, Recarregamento, Reciclagem Ilegal e Adulteração de Munição ou Explosivo
    12.7.1 Conduta
    12.7.2 Sujeitos do Crime
    12.7.3 Consumação e Tentativa
    12.7.3.1 Classificação
    12.8 Posse ou Porte de Arma de Fogo de Uso Proibido (Figura Qualificada)
    12.8.1 Conduta
    12.8.2 Sujeitos do Crime
    12.8.3 Consumação e Tentativa
    12.8.4 Concurso de Infrações
    12.8.5 Natureza Hedionda
    12.8.6 Classificação
    13 COMÉRCIO ILEGAL DE ARMA DE FOGO, ACESSÓRIO OU MUNIÇÃO
    13.1 Conduta
    13.2 Sujeitos do Crime
    13.3 Consumação e Tentativa
    13.4 Concurso de Crimes
    13.5 Classificação
    13.6 Do Agente Policial Disfarçado
    14 TRÁFICO INTERNACIONAL DE ARMA DE FOGO
    14.1 Conduta
    14.2 Sujeitos do Crime
    14.3 Consumação e Tentativa
    14.4 Concurso de Crimes
    14.5 Classificação
    14.6 Do Agente Policial Disfarçado
    15 CAUSAS DE AUMENTO DE PENA (arts. 19 e 20)
    16 LIBERDADE PROVISÓRIA

    CAPÍTULO II
    CRIMES HEDIONDOS (LEI N. 8.072, DE 25 DE JUNHO DE 1990)
    1 INTRODUÇÃO
    2 SISTEMAS DE DEFINIÇÃO DO CARÁTER HEDIONDO DO CRIME
    3 ROL DOS CRIMES HEDIONDOS (ART. 1º, CAPUT, DA LEI 8.072/90)
    3.1 Homicídio (simples?) praticado em atividade típica de grupo de extermínio e homicídio qualificado
    3.2 Lesão corporal funcional gravíssima e lesão corporal funcional seguida de morte
    3.3 Roubo como crime hediondo
    3.4 Extorsão como crime hediondo
    3.4.1 Sequestro relâmpago qualificado pela morte
    3.5 Extorsão mediante sequestro
    3.6 Estupro
    3.7 Estupro de vulnerável
    3.8 Epidemia com resultado morte
    3.9 Falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais
    3.10 Favorecimento da prostituição ou outra forma de exploração sexual de criança, adolescente ou de vulnerável
    3.11 Genocídio
    3.12 Porte ou Posse Ilegal de Arma de Fogo de Uso Restrito ou Proibido
    3.13 O furto como crime hediondo
    3.14 O crime de Organização Criminosa como crime hediondo
    4 CRIMES EQUIPARADOS OU ASSEMELHADOS AOS HEDIONDOS
    4.1 Tortura (Lei nº 9.455/97)
    4.2 Tráfico de Drogas (Lei nº 11.343/06)
    4.3 Terrorismo
    5 PROIBIÇÃO DE ANISTIA, GRAÇA E INDULTO
    6 PROIBIÇÃO DE SAÍDA TEMPORÁRIA NOS CRIMES HEDIONDOS COM RESULTADO MORTE
    7 LIBERDADE PROVISÓRIA
    7.1 Liberdade Provisória Restrita e Liberdade Provisória Plena (artigo 321, CPP)
    7.2 Proibição de Liberdade Provisória Mediante Fiança na Lei dos Crimes Hediondos (art. 2º, inciso II, da Lei 8.072/90)
    8 CUMPRIMENTO DE PENA EM REGIME INICIAL FECHADO
    9 PROGRESSÃO DE REGIME
    10 DIREITO DE RECORRER EM LIBERDADE
    11 PRISÃO TEMPORÁRIA
    11.1 Conceito e Natureza Jurídica
    11.2 Fundadas razões de autoria ou de participação do investigado nos crimes listados no artigo 1°, inciso III da Lei 7.960/89
    11.3 Prisão temporária e os crimes hediondos e equiparados
    12 ESTABELECIMENTOS PENAIS FEDERAIS DE SEGURANÇA MÁXIMA
    13 LIVRAMENTO CONDICIONAL
    14 ASSOCIAÇÃO CRIMINOSA PARA A PRÁTICA DE CRIMES HEDIONDOS E EQUIPARADOS
    15 DELAÇÃO PREMIADA
    15.1 Colaboração Premiada: origem e conceito
    15.2 Delação Premiada e a Lei dos Crimes Hediondos
    16 DO CARÁTER NÃO HEDIONDO DOS CRIMES MILITARES
    17 DOS AUMENTOS DE PENA PREVISTOS NO ARTIGO 9º DA LEI DOS CRIMES HEDIONDOS E DO PROBLEMA DA REVOGAÇÃO OU DA CONTINUIDADE NORMATIVA
    18 DESTAQUES FINAIS

    CAPÍTULO III
    ESTATUTO DO DELEGADO DE POLÍCIA (LEI Nº 12.830, DE 20 DE JUNHO DE 2013)
    1 INTRODUÇÃO
    2 INVESTIGAÇÃO CRIMINAL CONDUZIDA PELO MINISTÉRIO PÚBLICO E SUA (I)LEGALIDADE
    3 FUNCIONALISMO DA INVESTIGAÇÃO CRIMINAL
    3.1 Função Preparatória
    3.2 Função Preservadora
    3.3 Função Reveladora do Fato Oculto (Redução das “Cifras Negras”)
    3.4 Função Simbólica
    3.5 Função Restaurativa ou Satisfativa
    4 OBJETO DA LEI 12.830/13
    5 DELEGADO DE POLÍCIA E SUAS FUNÇÕES
    5.1 Da natureza jurídica das funções exercidas pelo delegado de polícia
    5.1.1 Da capacidade postulatória do delegado de polícia
    5.2 Da essencialidade das funções exercidas pelo delegado de polícia
    5.3 Da exclusividade das funções exercidas pelo delegado de polícia: princípio da oficialidade da investigação criminal
    5.3.1 Da Investigação Criminal Privada: Lei nº 13.432/2017
    6 A CONDUÇÃO DA INVESTIGAÇÃO CRIMINAL PELO DELEGADO DE POLÍCIA
    7 AUTORIDADE POLICIAL: DELEGADO DE POLÍCIA
    8 PODER REQUISITÓRIO DO DELEGADO DE POLÍCIA
    9 AUTONOMIA FUNCIONAL DO DELEGADO DE POLÍCIA
    10 PRINCÍPIO DO DELEGADO DE POLÍCIA NATURAL
    11 PRINCÍPIO DA INAMOVIBILIDADE RELATIVA DO DELEGADO DE POLÍCIA
    12 INDICIAMENTO
    12.1 Indiciamento: momento e consequências jurídicas
    12.2 Ato privativo do delegado de polícia
    12.3 Sujeito Passivo do Indiciamento
    12.4 Indiciamento e o Artigo 17-D da Lei de Lavagem de Capitais
    12.5 Indiciamento e infrações de menor potencial ofensivo
    12.6 Espécies de indiciamento
    12.6.1 Indiciamento Material (Criptoindiciamento?)
    12.6.2 Indiciamento Formal
    12.6.3 Indiciamento Coercitivo
    12.6.4 Indiciamento Indireto
    12.6.5 Indiciamento Complexo
    12.7 Indiciamento e o Princípio da Presunção de Inocência

    CAPÍTULO IV
    LEI DE TERRORISMO (LEI Nº 13.260, DE 16 DE MARÇO DE 2016)
    1 DA EVOLUÇÃO JURÍDICA DO TRATAMENTO DO TERRORISMO NO BRASIL A PARTIR DE 1988
    2 TERRORISMO E TRATADOS INTERNACIONAIS
    3 CONCEITO DE TERRORISMO
    4 CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE A LEI DE TERRORISMO
    5 ELEMENTO SUBJETIVO DO CRIME DE TERRORISMO
    6 DOS ATOS DE TERRORISMO (ELEMENTOS OBJETIVOS)
    7 DA CLÁUSULA OU NORMA DE CONTENÇÃO DO TIPO PENAL OU DE EXCLUSÃO DE TIPICIDADE
    8 CRIME DE PARTICIPAÇÃO EM ORGANIZAÇÃO TERRORISTA
    9 TERRORISMO E ATOS PREPARATÓRIOS
    10 FINANCIAMENTO AO TERRORISMO
    11 CAUSAS ESPECIAIS DE AUMENTO DE PENA
    12 DA APLICABILIDADE DO CÓDIGO PENAL AOS ATOS TERRORISTAS
    13 DA ATRIBUIÇÃO INVESTIGATIVA E DA COMPETÊNCIA PARA O JULGAMENTO
    14 DAS MEDIDAS ASSECURATÓRIAS
    14.1 O Juiz e o decreto de ofício de medidas assecuratórias: polêmica quanto ao sistema acusatório
    14.2 Dos legitimados para provocar a adoção de medidas assecuratórias
    14.3 Requisitos legais
    15 DA ALIENAÇÃO ANTECIPADA (ARTIGO 12, § 1º)
    15.1 Da liberação total ou parcial de bens onerados (art. 12, §§ 2º e 3º)
    16 MEDIDAS ASSECURATÓRIAS E REPARAÇÃO DE DANO DECORRENTE DE INFRAÇÃO PENAL ANTECEDENTE (ARTIGO 12, § 4º)
    17 DA ADMINISTRAÇÃO DOS BENS SUJEITOS ÀS MEDIDAS ASSECURATÓRIAS
    18 REGRAS DE COOPERAÇÃO INTERNACIONAL
    19 DA APLICABILIDADE DA LEI 12.850/13
    20 DO CARÁTER HEDIONDO DO CRIME DE TERRORISMO

    CAPÍTULO V
    INTERCEPTAÇÃO TELEFÔNICA (LEI Nº 9.296, DE 24 DE JULHO DE 1996)
    1 INTRODUÇÃO
    2 PROCESSO PENAL E CONSTITUIÇÃO
    2.1 Breve Histórico
    2.2 Da invalidade das interceptações efetuadas antes da Lei 9.296/96
    2.3 Abordagem contextual da Lei 9.296/96
    3 ALGUNS CONCEITOS BÁSICOS (LEI 9.296/96)
    3.1 Gravação Clandestina Telefônica ou Ambiental
    3.2 Escuta Telefônica
    3.3 Interceptação ou Captação Ambiental
    3.4 Gravações Deliberadas e Consentidas
    4 INTERCEPTAÇÃO DE COMUNICAÇÕES TELEFÔNICAS
    4.1 Interceptação de comunicações telefônicas de qualquer natureza: delimitação técnica
    4.2 Quebra do Sigilo dos Dados Telefônicos
    4.3 Novos meios operacionais de investigação de dados, informações, cadastros e sinais trazidos pela Lei 13.344/16
    5 OBJETIVO LEGAL DAS INTERCEPTAÇÕES
    5.1 Prova em investigação criminal
    5.2 Prova em instrução processual penal
    5.3 A questão da “prova emprestada”
    6 PRESSUPOSTOS PARA DECRETAÇÃO DA INTERCEPTAÇÃO TELEFÔNICA
    6.1 Ordem Judicial e a Teoria do Juízo Aparente
    6.2 Segredo de Justiça (Contraditório Diferido ou Postergado)
    6.3 Da (in)constitucionalidade do artigo 1º, parágrafo único, da Lei 9.296/96
    7 REQUISITOS
    7.1 Indícios razoáveis de autoria ou participação em infração penal e a interceptação de Prospecção
    7.2 A prova não puder ser feita por outros meios disponíveis (princípio da subsidiariedade)
    7.3 O fato investigado constituir infração penal punida com pena de reclusão (crimes de catálogo)
    7.4 Descrição da situação objeto de investigação e dos sujeitos passivos
    7.5 Interceptação telefônica e encontro fortuito de provas (Teoria da Serendipidade)
    8 LEGITIMIDADE PARA POSTULAR A INTERCEPTAÇÃO TELEFÔNICA
    8.1 Da inconstitucionalidade do decreto de ofício pelo juiz
    8.2 Da legitimação do delegado de polícia para requerer (representar) pela decretação da interceptação telefônica
    8.3 Da legitimidade do Ministério Público e de outros personagens para requerer a interceptação telefônica
    9 PROCEDIMENTO
    9.1 Do pedido verbal
    9.2 Do prazo para a decisão judicial
    9.3 Da Fundamentação e da forma de execução da medida
    9.4 Do prazo de duração da interceptação telefônica e sua renovação
    9.5 Da execução do procedimento de interceptação telefônica
    9.5.1 Da possibilidade da requisição de apoio técnico-especializado às concessionárias de serviço público
    9.6 Dos necessidade da autuação do procedimento em apartado e do segredo de justiça
    9.6.1 Do momento da apensação dos autos
    10 DA INUTILIZAÇÃO DAS GRAVAÇÕES QUE NÃO INTERESSAM À PROVA
    11 DA INTERCEPTAÇÃO OU CAPTAÇÃO AMBIENTAL
    12 DOS CRIMES
    12.1 Introdução
    13 DO CRIME DE INTERCEPTAÇÃO ILEGAL DE COMUNICAÇÃO TELEFÔNICA, INFORMÁTICA OU TELEMÁTICA E ESCUTA AMBIENTAL
    13.1 Conceito e Objetividade Jurídica
    13.2 Sujeito Ativo
    13.3 Sujeito Passivo
    13.4 Tipo Penal Objetivo
    13.5 Tipo Penal Subjetivo
    13.6 Consumação e Tentativa
    14 DO CRIME DE CAPTAÇÃO AMBIENTAL ILEGAL
    14.1 Conceito e objetividade jurídica
    14.2 Sujeito Ativo
    14.3 Sujeito Passivo
    14.4 Tipo Penal Objetivo
    14.5 Tipo Penal Subjetivo
    14.6 Consumação e Tentativa
    15 CONFLITO ENTRE OS CRIMES DA LEI 9.296/96 E O CRIME DE ABUSO DE AUTORIDADE
    16 DA PENA E DA AÇÃO PENAL

    CAPÍTULO VI
    LEI DE TORTURA (LEI Nº 9.455, DE 07 DE ABRIL DE 1997)
    1 INTRODUÇÃO
    1.1 Conceito de tortura no âmbito internacional
    1.2 Formas de tortura
    2 DA IMPRESCRITIBILIDADE DO CRIME DE TORTURA
    3 DA COMPETÊNCIA
    4 DO BEM JURÍDICO TUTELADO
    4.1 Tortura e o Cenário da Bomba Relógio (Ticking Bomb Scenario Theory)
    5 DOS CRIMES DE TORTURA
    5.1 Formas de Execução
    5.2 Finalidades Especializantes da Tortura
    5.3 Tortura Probatória, Inquisitorial, Institucional, Política ou Persecutória (art. 1º, inciso I, “a”)
    5.4 Tortura Crime (art. 1º, inciso I, “b”)
    5.5 Tortura Discriminatória ou Preconceituosa (art. 1º, inciso I, “c”)
    5.6 Tortura-Castigo, Vingativa ou Intimidatória (art. 1º, inciso II)
    5.7 Da pena pelo crime de tortura
    5.8 Da tortura praticada de forma permanente
    5.9 Da materialidade do crime de tortura
    6 FIGURA EQUIPARADA OU TORTURA IMPRÓPRIA
    7 TORTURA POR OMISSÃO OU OMISSÃO PERANTE A TORTURA
    7.1 Da pena e demais benefícios
    8 TORTURA QUALIFICADA
    9 CAUSAS DE AUMENTO DE PENA
    9.1 Tortura praticada por agentes públicos
    9.2 Tortura praticada contra criança, gestante, portador de deficiência, adolescente ou maior de sessenta anos
    9.3 Tortura praticada mediante sequestro
    10 EFEITOS DA CONDENAÇÃO
    11 PROIBIÇÃO DE GRAÇA, ANISTIA E INDULTO
    12 REGIME INICIAL DE CUMPRIMENTO DE PENA
    13 EXTRATERRITORIALIDADE DA LEI DE TORTURA

    CAPÍTULO VII
    LEI DAS ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS (LEI Nº 12.850, DE 02 DE AGOSTO DE 2013)
    1 INTRODUÇÃO
    1.1 Conceito de Organização Criminosa
    1.2 Considerações gerais sobre o conceito de organização criminosa
    2 DO CRIME DE PARTICIPAÇÃO EM ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA
    2.1 Classificação
    3 DO CRIME DE OBSTRUÇÃO DA PERSECUÇÃO PENAL
    4 DAS CAUSAS DE AUMENTO DE PENA
    4.1 Organização criminosa armada
    4.2 Organização criminosa que se vale de menores de idade
    4.3 Organização criminosa que se vale de funcionário público (Teoria da Reconfiguração Cooptada do Estado)
    4.4 Organização criminosa e o proveito ou produto das infrações
    4.5 Conexão entre organizações criminosas
    4.6 Organização criminosa transnacional
    5 DA AGRAVANTE ESPECÍFICA PARA A LIDERANÇA DA ORGANIZAÇÃO
    6 DA MEDIDA CAUTELAR DE AFASTAMENTO DO AGENTE PÚBLICO SUSPEITO DE INTEGRAR ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA
    7 DOS EFEITOS DA CONDENAÇÃO POR CRIME DE PARTICIPAÇÃO EM ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA
    8 DA ATRIBUIÇÃO DE INVESTIGAR POLICIAIS ENVOLVIDOS EM ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA
    8.1 DAS INOVAÇÕES PROMOVIDAS PELO “PACOTE ANTICRIME”: RIGORES PENITENCIÁRIOS PARA O CRIME ORGANIZADO
    9 DAS TÉCNICAS ESPECIAIS DE INVESTIGAÇÃO CRIMINAL: MEIOS DE OBTENÇÃO DE PROVA
    10 COLABORAÇÃO PREMIADA
    10.1 A normatização da conduta humana
    10.1.1 Ética e Direito
    10.1.2 Ética e Moral
    10.1.3 A utopia de uma ética universal e o Direito
    10.1.4 Conclusões
    10.2 Colaboração Premiada: origem e conceito
    10.3 Legitimidade
    10.4 Dos Prêmios Legais
    10.4.1 Do Perdão Judicial
    10.4.2 Da redução da pena privativa de liberdade
    10.4.3 Da progressão de regime
    10.4.4 Da substituição da pena privativa de liberdade por restritiva de direitos
    10.5 Requisitos da colaboração premiada
    10.6 Finalidades do acordo de colaboração premiada
    10.7 Da suspensão do prazo para o oferecimento da denúncia
    10.8 Acordo de Imunidade (Não Oferecimento de Denúncia)
    10.9 Das tratativas do acordo de colaboração premiada e seu marco inicial: dever de lealdade entre as partes (Termo de Confidencialidade), direito subjetivo ao acordo e colaboração unilateral
    10.9.1 Da instrução do acordo de colaboração premiada
    10.9.2 Da proibição da participação do juiz nas tratativas do acordo e seu dever de supervisão
    10.10 Da homologação do acordo de colaboração premiada
    10.11 Da retratação da proposta de colaboração premiada
    10.11.1 Direito ao Confronto na Colaboração Premiada
    10.12 Dos efeitos do acordo de colaboração premiada sobre a sentença
    10.13 Oitiva do colaborador
    10.14 Registros da colaboração premiada
    10.15 Renúncia ao direito ao silêncio do colaborador
    10.16 Regras de corroboração
    10.16.1 Das Hipóteses Expressas de Rescisão do Acordo de Colaboração
    10.17 Dos Direitos do Colaborador
    10.18 Formalidades do termo de acordo de colaboração premiada
    10.19 Da sigilosidade do acordo de colaboração premiada
    11 CAPTAÇÃO AMBIENTAL DE SINAIS ELETROMAGNÉTICOS, ÓPTICOS OU ACÚSTICOS
    12 AÇÃO CONTROLADA
    12.1 Ação Controlada e o “Controle Judicial”
    12.2 Procedimento
    12.3 Ação Controlada Transnacional
    13 INFILTRAÇÃO DE AGENTES
    13.1 Conceito
    13.2 Da legitimidade para provocar a infiltração de agentes
    13.3 Do agente infiltrado
    13.4 Requisitos
    13.4.1 Requisitos da Infiltração Virtual de Agentes no Estatuto da Criança e do Adolescente
    13.4.2 Requisitos para a Infiltração Virtual na Lei de Organização Criminosa
    13.5 Modalidades de Infiltração: prazo de duração
    13.6 O Agente Infiltrado como Fonte de Prova
    13.7 Procedimento
    13.7.1 Da sigilosidade na distribuição do procedimento e interrupção da operação em caso de risco para o agente infiltrado
    13.8 Da Proporcionalidade da Infiltração de Agentes e da Licitude da Ação Policial
    13.9 Dos direitos do agente infiltrado
    13.10 Agente Infiltrado e Agente Disfarçado: distinções
    14 ACESSO A REGISTROS, DADOS CADASTRAIS, DOCUMENTOS E INFORMAÇÕES
    15 AFASTAMENTO DOS SIGILOS FINANCEIRO, BANCÁRIO E FISCAL
    16 COOPERAÇÃO ENTRE INSTITUIÇÕES E ÓRGÃOS FEDERAIS, DISTRITAIS, ESTADUAIS E MUNICIPAIS NA BUSCA DE PROVAS E INFORMAÇÕES DE INTERESSE DA INVESTIGAÇÃO OU DA INSTRUÇÃO CRIMINAL
    17 DOS CRIMES OCORRIDOS NA INVESTIGAÇÃO E NA OBTENÇÃO DE PROVA
    17.1 Crime de Violação do Sigilo sobre a Identidade do Colaborador
    17.2 Crime de Informações Falsas na Colaboração Premiada
    17.3 Crime de Inobservância do Sigilo de Investigação Envolvendo Ação Controlada e Infiltração de Agentes
    17.4 Crime de Recusa ou Omissão de Informações
    18 DO PROCEDIMENTO PREVISTO PARA OS CRIMES DA LEI 12.850/13
    19 DO DECRETO DE SIGILO JUDICIAL DAS INVESTIGAÇÕES E DO ACESSO DA DEFESA AOS AUTOS
    20 ALTERAÇÃO DO ARTIGO 288, CP (QUADRILHA OU BANDO)
    21 ALTERAÇÃO DO ARTIGO 342, CÓDIGO PENAL
    22 REVOGAÇÃO DA ANTIGA LEI DO CRIME ORGANIZADO

    REFERÊNCIAS

    ÍNDICE ALFABÉTICO REMISSIVO
    Francisco Sannini
    Francisco Sannini
    Delegado de Polícia do Estado de São Paulo, Titular do Setor Especializado no Combate à Corrupção, Organização Criminosa e Lavagem de Dinheiro, Mestre em Direitos Difusos e Coletivos, Pós-Graduado com Especialização em Direito Público, Professor da Pós-Graduação do UNISAL-Lorena, Professor Concursado da Academia de Polícia do Estado de São Paulo, Professor da Pós-Graduação em Segurança Pública do Curso Supremo, Professor do Damásio Educacional.
    Eduardo Cabette
    Eduardo Cabette
    Delegado de Polícia aposentado, Parecerista e Consultor Jurídico, Mestre em Direito Social, Pós - graduado em Direito Penal e Criminologia, Professor de Direito Penal, Processo Penal, Medicina Legal, Criminologia e Legislação Penal e Processual Penal Especial na graduação e na pós - graduação do Unisal e Membro do Grupo de Pesquisa de Ética e Direitos Fundamentais do Programa de Mestrado do Unisal.
    Especificações do Produto
    Assunto Concursos
    Idioma Português
    Mês Abril
    Ano 2021
    Marca Editora Mizuno
    Tipo Impresso
    Encadernação Brochura
    Altura (cm) 27
    Largura (cm) 20
    Profundidade (cm) 7.4
    Peso (kg) 2.221
    NCM 49019900
    Kit Delegado de Polícia

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