15%
OFF!
Promoção
Compartilhe nas Redes Sociais

Kit Perícias

Produto: Em estoque
Avaliações:
0 opiniões
0.00
SKU.: JHKITPERICIAS
Autor: Jorge Paulete Vanrell, Maria de Lourdes Borborema, Moisés Ponce Malaver, Jorge Alejandro Paulete Scaglia
Continuar lendo...

De: R$ 695,00

Por: R$ 590,00

em até 10x de R$ 59,00 s/ juros
no cartão de crédito
R$ 560,50 à vista no boleto ou cartão de débito
Clube de Fidelidade ganhe 59 pontos na compra deste livro
Outras formas de pagamento
Calcule o frete Preços e prazos de entrega
    Na compra do "KIT PERÍCIAS" LEVE GRÁTIS o livro "Manual de Entomologia Forense" de R$ 65,00.

    MANUAL DE MEDICINA LEGAL - TANATOLOGIA

    Sinopse: Na área abordada por esta obra ? diferentemente do que acontece em muitas outras ? os avanços do atual estado da técnica se sucedem com significativa rapidez. A cada edição, portanto, exige-se a inclusão de novos conceitos, temas ou questões. Nesta 5ª edição, além das divisões temáticas que constavam das quatro edições anteriores, por serem tópicos palpitantes do nosso dia a dia ? por exemplo: Conceito Jurídico de Morte, Transplantes de Órgãos e Tecidos, Protocolos de Necrópsias Especiais, O Exame Necroscópico nos Casos de Morte por Tortura, As Exumações etc. ?, algumas novidades advieram e alguns conceitos se avolumaram, passando a permear as mais diversas atividades e nos obrigando a algumas atualizações, não na forma de apresentação dos temas, e sim atentando para as exigências da sociedade. O autor, Médico-Legista (aposentado) do Estado de São Paulo, e Professor de Medicina Legal em Cursos de Graduação e de Pós-Graduação, no Brasil e na Europa, com mais de trinta anos dedicados a perícias no âmbito da Medicina Legal e Ciências Afins, reúne nesta obra uma série de conceitos fundamentais, que serão úteis para aqueles que começam a trilhar seus árduos caminhos ou necessitam de conhecimentos mais amplos, para implementar as exigências programáticas das provas preambulares de ingresso às denominadas Carreiras Jurídicas. Assim sendo, neste trabalho, além dos conceitos clássicos, amplia-se o leque com a inclusão da Bioética e da Ética, aplicadas aos trabalhos periciais nos cadáveres e às conclusões aplicáveis ao Direito, extraídas dos trabalhos médico-legais. Em menos de dois anos, a Editora J.H. Mizuno manifestou seu interesse em obter material para uma quinta edição, em que se incluíssem alguns tópicos específicos, os quais sempre parecem apresentar-se como tabus na nossa área de atuação, área essa em que o médico-legista cada vez quer enxergar menos, para não se ver envolvido demais. A Editora J.H. Mizuno aceitou o desafio de investir em uma área na qual existem poucos textos no mercado nacional, confiante em que nosso trabalho preencheria as exigências de um público restrito mas exigente. Não mediu esforços para, com a excelência de trabalho que lhe é peculiar, entregar em tenpo recorde esta quinta edição da obra pronta, com uma qualidade que só vem a valorizá-la.

    Autor(es): Jorge Paulete Vanrell
    Edição: 5ª
    Ano: 2016
    Paginação: 879
    ISBN: 978-85-7789-242-6
    Acabamento: Capa Dura


    SEXOLOGIA FORENSE

    Sinopse: A violência é cada vez mais assustadora, as razões cada vez mais banais, os resultados cada vez mais desconcertantes.
    Em meio a este panorama, os delitos sexuais espocam nas mídias reclamando medidas mais efetivas contra esta criminalidade específica, notadamente contra os feminicídios que têm crescido de forma exponencial.
    A matéria se insere em um intrincado carrefour de conhecimentos anatômicos, funcionais, psicológicos e comportamentais, sem contar com fatores mesológicos e culturais, que não podem ser ignorados pelo médico forense.
    A morbosidade popular transforma esses episódios do cotidiano em casos de grande repercussão, quando o profissionalismo do legista é exigido ao máximo, já que de suas respostas tanto poderá ficar livre um monstro como, alternativamente, condenar-se um inocente ? situações, ambas, que infelizmente já tivemos oportunidade de comprovar.
    Para que se faça justiça, nesta matéria as decisões hão de ser tomadas de forma rápida, sem titubeios e com elevado grau de discernimento, que somente se consegue com uma
    formação profissional esmerada.

    Autor(es): Jorge Paulete Vanrell
    Edição: 3ª
    Ano: 2020
    Paginação: 674
    ISBN: 978-85-7789-318-8
    Acabamento: Brochura


    TORTURAS: SUA IDENTIFICAÇÃO E VALORAÇÃO MÉDICO-LEGAL

    Sinopse: A prática de tortura nos Centros de Detenção do País é algo ?endêmico? e ocorre de forma frequente, reiterada e constante. Inspeção feita pelo Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas (ONU) em vários Centros de Detenção, divulgados em 14.08.2015,  confirmam  este  fato.
    De acordo com o relator especial do conselho, Juan Méndez, apesar de o Poder Público combater e condenar a tortura, o problema persiste nos Centros de Detenção, impulsionado  pela  impunidade  e  pela  superlotação  dos  mesmos.
    Se, por um lado, são elogiáveis as medidas já adotadas pelo Brasil, como o Mecanismo Nacional de Prevenção à Tortura, a instalação da Comissão Nacional da Verdade e da Comissão Nacional de Prevenção e Combate à Tortura ?, por outro lado, apesar de os detentos relatarem às organizações de direitos humanos os maus-tratos sofridos, dificilmente têm condições de oficializarem as denúncias nos órgãos públicos.
    Isso ocorre por medo de represálias e também porque os detentos têm certeza de que os torturadores não serão punidos. ?As pessoas relutam em oficializar as denúncias de tortura. E essa é uma cultura arraigada que, se não for combatida, tende a se tornar ainda  pior.?
    ?Pari passu?, os profissionais de Direito, aos quais incumbe acompanhar os casos dos seus clientes, na maioria das vezes não dispõem, data maxima venia, de embasamento técnico para poder alicerçar quaisquer petições de procedimentos investigativos complementares sobre os mesmos, para caracterizar os maus-tratos sofridos.
    O escopo desta obra é, justamente, oferecer subsídios mínimos para que saibam como, o que e quando quesitar ante a suspeita de que um detento, de alguma forma, tiver sido submetido a torturas ou quaisquer outros tratamentos ou penas cruéis, desumanas  ou  degradantes.

    Autor(es): Jorge Paulete Vanrell, Moisés Ponce Malaver, Jorge Alejandro Paulete Scaglia, Maria de Lourdes Borborema
    Edição: 1ª
    Ano: 2016
    Paginação: 460
    Acabamento: Brochura
    ISBN: 978-85-7789-264-8


    VADE MECUM DE MEDICINA LEGAL & ODONTOLOGIA LEGAL - 3ª EDIÇÃO

    Sinopse: "Este livro vem preencher uma lacuna, na área prática dos Operadores do Direito, dos médicos e dos odontólogos, quando chamados para auxiliar à Justiça.
    Em face dos avanços do atual estado da técnica, da evolução dos procedimentos e da moderna orientação jurisprudencial, esta 3ª edição, incorporou novidades.
    Os Médicos Legistas e os Odonto-legistas, nas suas respectivas áreas, como membros técnicos da Polícia Judiciária, têm a obrigação de saber o quê, como e onde pesquisar os fatos nos corpos que examinam. E o Estado responde, por culpa, quando o Vistor Oficial, deixa de ver, deixa de registrar ou deixa de prestar a informação que faz parte do seu dever de ofício.
    O extenso conteúdo da matéria foi simplificado, para torná-lo útil, de fácil consulta, para recordar e não para estudar... A maioria dos capítulos práticos, contam com sugestões para a elaboração de quesitos, tarefa que se mostra às vezes um pouco complexa para os Operadores de Direito.
    Para tanto, além de dividir seu conteúdo de acordo com os temas mais momentosos nas especialidades, foi de interesse incluir conceitos bioéticos - que devem nortear o dia-a-dia pericial ? e noções de Auditoria Médica e de Auditoria Odontológica que complementam a avaliação dos casos e a atribuição das responsabilidades.
    Oxalá este texto ?vade tecum? !"

    Autor(es): Jorge Paulete Vanrell | Maria de Lourdes Borborema
    Edição: 3
    Ano: 2019
    Paginação: 704
    ISBN: 978-85-7789-243-3
    Acabamento: Brochura
    MANUAL DE MEDICINA LEGAL - TANATOLOGIA

    DOUTRINA

    CAPÍTULO 1
    Introdução à Tanatologia

    CAPÍTULO 2
    Conceito Médic
    o de Morte
    Introdução
    A morte cerebral e os transplantes de órgãos
    Método para o diagnóstico de morte cerebral (para maiores de 5 anos)
    Declaração de morte por critério cerebral
    O problema dos transplantes de órgãos
    Do desperdício de órgãos
    O volume das perdas

    CAPÍTULO 3
    Conceito Jurídico de Morte
    Morte e interesse
    Pretenso conceito de morte

    CAPÍTULO 4
    As Formas de Morte
    Introdução
    Classificação médico-legal das formas de morte
    Conceito de morte real
    Morte aparente
    Morte rápida e morte lenta
    a) Docimasia hepática química de Lacassagne e Martin
    b) Docimasia hepática histológica de Meissner
    c) Docimasia suprarrenal química de Leoncini e Cevidalli
    d) Docimasia suprarrenal histológica de Veiga de Carvalho
    Morte natural
    Morte violenta
    Morte súbita
    Causas médicas de morte natural súbita e inesperada
    a) Sistema cardiovascular
    b) Sistema neural central
    c) Sistema respiratório
    d) Sistema digestivo
    e) Sistema geniturinário
    f) Miscelânea
    Morte sem assistência
    Morte suspeita

    CAPÍTULO 5
    A Cessação da Vida
    Introdução
    Provas de Cessação da Vida
    Provas químicas
    Provas dinamoscópicas
    Provas neurológicas
    Método para o diagnóstico de morte cerebral
    Declaração de morte por critério cerebral

    CAPÍTULO 6
    Morte Súbita na Infância
    Noções gerais sobre a morte súbita
    Importância sanitária e clínico-patológica
    Aspectos médico-legais da morte súbita
    A morte súbita na infância
    Definições
    Epidemiologia da morte súbita infantil
    Importância médico-legal
    Síndrome da morte súbita do lactante (SMSL)
    Fatores de risco e fatores protetores
    a) Variáveis dependentes da criança
    b) Variáveis dependentes da mãe e da família
    c) Variáveis dependentes da gravidez
    d) Variáveis Ambientais
    Teorias etiopatogênicas da SMSL
    Investigação médico-legal da morte súbita infantil
    Exame do local dos fatos
    A revisão da história clínica
    A autópsia na SMSL
    Estudos complementares
    a) Estudos bioquímicos, toxicológicos e metabólicos
    b) Estudos microbiológicos
    c) Radiologia
    d) Autópsia molecular
    Principais causas de morte súbita infantil
    Mortes naturais
    a) Mortes explicadas
    b) A zona cinza
    c) SMSL
    Mortes violentas

    CAPÍTULO 7
    Os Mecanismos da Morte
    Introdução
    Circulatórios
    Choque
    a) Choque cardiogênico (assistolia e fibrilação ventricular)
    b) Choque hipovolêmico
    c) Choque distributivo
    d) Choque anafilático
    e) Choque traumático-neurogênico
    f) Choque obstrutivo
    g) Choque endócrino
    Síncope
    Respiratórios
    Asfixia
    Depressão ou paralisia respiratória
    Neurais
    Traumatismo Cranioencefálico
    Traumatismo Raquimedular
    Sistêmicos
    Envenenamento

    CAPÍTULO 8
    O Modo ou Maneira da Morte
    Introdução
    Forma de apresentação do cadáver
    O tipo do instrumento utilizado
    Sinais de violência no cadáver
    Características dos ferimentos
    Local do ferimento
    Número de ferimentos
    Variedade dos ferimentos
    Direção dos ferimentos
    Lesões de defesa
    Espasmo cadavérico
    Identificação da arma
    O exame do acusado
    Quadro sinótico das diagnoses jurídicas da “causa mortis”

    CAPÍTULO 9
    As Lesões Associadas – Lesões “intra vitam” e lesões “post mortem”
    Diagnóstico diferencial entre as lesões vitais, perimortais e pós-mortais
    A reação vital
    Diagnóstico da vitalidade das lesões
    Indicadores da vitalidade
    Exame macroscópico
    a) Coagulação do sangue
    b) Hemorragia
    c) Infiltração sanguínea dos tecidos
    d) Retração dos tecidos
    Exame microscópico
    a) Resumo da resposta inflamatória
    b) Reação leucocitária
    c) Desintegração dos glóbulos vermelhos
    d) Mudanças na hemoglobina
    e) Mudanças na trama capilar
    f) Alterações no tecido conjuntivo
    g) Exame de um Gânglio Linfático correspondente a uma Zona Traumatizada
    h) Exame das bordas do ferimento
    Atividades enzimáticas
    Marcadores bioquímicos
    a) As aminas vasoativas
    Outras provas
    a) Cogumelo de espuma
    b) Fuligem nas vias respiratórias
    c) Aspiração de materiais
    d) Embolias gasosas e gordurosas
    e) Formação de bossas linfáticas (galos)
    f) Monóxido de carbono (CO) no sangue
    g) Espasmo cadavérico
    h) Leite no estômago do recém-nascido
    i) Inflamação na região peri-umbilical
    j) Existência de ar nos pulmões do recém-nascido
    Resumo

    CAPÍTULO 10
    Fenômenos Cadavéricos Abióticos
    Introdução
    O fim do ciclo vital. O cadáver e seu valor na órbita forense
    As transformações do corpo inerte: Os fenômenos cadavéricos
    Classificação dos Fenômenos Cadavéricos
    Fenômenos abióticos no cadáver
    1. Sinais imediatos de morte
    2. Sinais consecutivos de morte
    a) Desidratação cadavérica
    b) Esfriamento do cadáver
    c) Livores hipostáticos
    d) Rigidez cadavérica

    CAPÍTULO 11
    Fenômenos Destrutivos do Cadáver
    Fenômenos destrutivos
    a) Autólise
    b) Maceração
    c) Putrefação
    c1) Fases da putrefação
    1º - Período cromático (período de coloração, período das manchas)
    2º - Período enfisematoso (período gasoso, período deformativo)
    3º - Período coliquativo (período de redução dos tecidos)
    4º - Período de esqueletização

    CAPÍTULO 12
    Fenômenos Conservadores do Cadáver
    Saponificação
    Mumificação
    Congelação ou congelamento
    Petrificação
    Corificação ou coreificação

    CAPÍTULO 13
    Fenômenos Cromáticos Cadavéricos: Os Dentes Rosados na Perícia Odontolegal
    Introdução
    Quadros discrômicos dentários
    Classificação das discromias dentárias
    Tinções intrínsecas
    A) Gerais
    1. Doenças sistêmicas
    a) Alterações hepáticas
    b) Alterações hemolíticas
    c) Alterações metabólicas
    d) Alterações endócrinas
    2. Displasias dentárias
    a) Amelogênese imperfeita
    b) Dentinogênese imperfeita
    3. Ingestão de substâncias
    a) Tetraciclinas e outros antibióticos ou fármacos
    b) Fluorose
    c) Déficit vitamínico e de outras substâncias
    4. Alterações por calor
    5. Envelhecimento e cor post mortem
    B) Locais
    1. Processos polpares e traumatismos
    a) Hemorragias
    b) Calcificações
    c) Necrose
    2. Patologias dentárias
    a) Cárie
    b) Reabsorção radicular
    c) Hipoplasias do esmalte
    d) Dente de Turner
    3. Materiais de obturação, endodontia e outros
    a) Materiais de obturação
    b) Materiais de endodontia
    c) Outros materiais
    Tinções extrínsecas
    1. Alimentos e hábitos sociais
    a) Alimentos
    b) Tabaco
    c) Clorexidina
    2. Tinções metálicas
    3. Tinções bacterianas
    a) Matéria alba e sarro
    b) Depósitos de cor verde
    c) Depósitos de cor laranja
    d) Depósitos de cor preta
    O fenômeno dos dentes rosados: seu valor na prática pericial

    CAPÍTULO 14
    Cronotanatognose
    Técnicas cronotanatognósticas
    Estimativa do momento da morte recente
    1. Esfriamento do cadáver (“algor mortis”)
    2. Rigidez cadavérica (“rigor mortis”)
    3. Manchas de hipóstase (“livor mortis”)
    4. Crescimento dos pelos
    5. Mobilidade dos espermatozóides
    6. Nível de potássio no humor vítreo
    7. Alterações oculares
    Volumes de líquido introduzidos em ml
    Tempo decorrido em horas
    8. Conteúdo Gástrico
    Estimativa do momento da morte não recente
    1. Putrefação
    2. Cristais de Westenhöfer – Rocha – Valverde
    3. Fauna entomológica
    Estimativa do tempo de morte fetal “intra utero”
    Estimativa do tempo de sobrevivência do recém-nascido
    Provas de vida extrauterina
    a) Docimasias Respiratórias Diretas
    b) Docimasias Respiratórias Indiretas
    c) Docimasias Não Respiratórias
    d) Docimasias ocasionais
    O lapso entre as lesões e a morte
    1. Premoriência
    2. Comoriência
    3. Sobrevivência
    4. Hipermortalidade

    CAPÍTULO 15
    As Sucessões Entomológicas
    Introdução
    A Sucessão Entomológica
    Legiões – Sucessões de Mégnin
    Legiões – Sucessões na prática

    CAPÍTULO 16
    Cálculo do “Post Mortem Interval”
    Introdução
    Como calcular a idade dos ovos, das larvas, das pupas e dos adultos de uma mosca varejeira
    Método prático
    Comparação do tamanho das amostras
    Comparação dos ciclos de desenvolvimento
    Estimativa do limite de tempo máximo de PMI
    Estimativa do limite de tempo mínimo do PMI
    Caso prático 1
    Caso prático 2

    CAPÍTULO 17
    A Ética do Perito no Exame Necroscópico
    Introdução
    Ética e moral
    Caracteres psicoéticos
    Requisitos jurídico-formais
    Conceito
    O Perito como agente público
    Os princípios éticos envolvidos na perícia
    O Perito e os fundamentos éticos no CEM
    Qualidades essenciais do perito
    Perfil do perito
    I) Conhecimentos médico-legais ou odonto-legais essenciais
    II) Conhecimentos jurídicos
    III) Conhecimentos de lógica formal e aplicada
    IV) Português instrumental
    Os deveres de conduta do Perito Judicial necroscopista
    Conclusão

    CAPÍTULO 18
    O Exame Necroscópico “In Abstracto”
    Conceito
    Enquadramento jurídico da necrópsia médico-legal
    Finalidade da necrópsia médico-legal
    a) Identificação do cadáver
    b) Determinação da causa mortis médica
    c) Determinação da causa mortis jurídica
    d) Determinação da data provável da morte

    CAPÍTULO 19
    O Exame Necroscópico “In Concreto” – A Necrópsia Médico-legal
    Normas gerais para a realização da necrópsia
    a) Que a necrópsia seja completa
    b) Que a necrópsia seja metódica
    c) Que a necrópsia seja feita sistematicamente
    d) Que a necrópsia seja ilustrativa
    Exame externo
    Exame interno
    Necrópsia do crânio
    1. Incisões cutâneas
    2. Abertura do crânio
    3. Retirada do encéfalo
    4. Abertura do tronco (tórax e abdome)

    CAPÍTULO 20
    O Exame Necroscópico
    Conceito
    Sinonímia
    a) Que a necrópsia seja completa
    b) Que a necrópsia seja metódica
    c) Que a necrópsia seja efetuada sistematicamente
    d) Que a necrópsia seja ilustrativa
    Tanatognose
    Cronotanatognose
    Identificação
    Exame externo
    Exame interno
    Recomposição do cadáver
    A necrópsia oral
    A classificação das técnicas
    a) Segundo a região a abordar
    b) Segundo a possibilidade de extração dos maxilares
    A técnica inframandibular de Keiser Nielsen
    A técnica de Luntz (1972)
    A técnica de Morlang (Stimpson e Morlang, 1977 e 1982)
    A técnica de Correa Ramírez (1990)
    A técnica de Tavernier (1996)
    A técnica de Ferreira (1997)
    A técnica de Nakayama (2000)
    A técnica Subângulo Mandibular de Heit (2007)
    As recomendações do ABFO e da IDF (2006)

    CAPÍTULO 21
    Exames Necroscópicos Peculiares
    Necrópsias Peculiares
    1. Necrópsia do recém-nascido
    a) Exame externo
    b) Exame do crânio
    c) Exame do pescoço
    d) Exame do tórax
    e) Exame do abdome
    f) Exame das extremidades
    2. Necrópsia de crianças maltratadas ou negligenciadas
    3. Necrópsia em casos de crime de aborto
    I. Perícia na vítima
    II. Perícia no concepto
    4. Necrópsia em casos de morte súbita
    5. Necrópsia dos intoxicados ou envenenados
    I. Comportamento pré-necrópsia
    II. Necrópsia
    a) exame externo
    b) Exame interno
    c) Material para exame toxicológico
    d) Material para exame histológico
    6. Necrópsia das vítimas de artefatos explosivos
    7. Necrópsia nos crimes de conotação sexual
    8. Necrópsia dos esquartejados
    9. Necrópsias em casos de AIDS

    CAPÍTULO 22
    Exame Necroscópico nos Acidentes de Trânsito Terrestres
    Introdução
    Fatores humanos como causa de acidentes de trânsito terrestre
    Padrão das lesões
    Lesões externas
    Lesões cranioencefálicas
    Lesões raquimedulares
    Aumento estatisticamente significativo no tamanho do tórax no homem e na mulher, de um grupo controle versus o grupo com fraturas
    Lesões torácicas
    Lesões dos órgãos abdominais
    Lesões da pelve
    Lesões das extremidades superiores
    Lesões das extremidades inferiores
    Lesões produzidas pelo cinto de segurança e o air bag
    Atropelamento
    Tipos de veículos atropeladores
    a) Veículos com rodas desprovidas de pneumáticos
    b) Veículos de rodas pneumáticas
    Lesões do atropelamento
    Fases do atropelamento
    Tipos de lesões do atropelamento
    Mecanismo da morte
    Investigação médico-forense
    Diagnóstico do atropelamento como tipo de violência
    Diagnóstico do tipo de veículo
    Identificação do veículo
    Diagnóstico etiólogico de atropelamento
    Amostras para o laboratório

    CAPÍTULO 23
    O Exame Necroscópico nos Casos de Morte Pós-tortura
    Definição
    Recomendações em perícias de casos de tortura
    A morte por tortura ou pós-tortura
    A necrópsia nos casos de morte por tortura ou pós-tortura
    a) O exame externo do cadáver ou ectoscopia
    a.1) Sinais relativos à identificação do morto
    a.2) Sinais relativos às condições do estado de nutrição, conservação e da compleição física
    a.3) Sinais relativos aos fenômenos cadavéricos
    a.4) Sinais relativos ao tempo aproximado de morte
    a.5) Sinais relativos ao meio ou às condições em que o cadáver se encontrava
    a.6) Sinais relativos à causa da morte
    a.6.1) Lesões traumáticas
    a.6.2) Processos patológicos naturais
    b) Exame interno do cadáver
    b.1) Lesões cranianas
    b.2) Lesões cervicais
    b.3) Lesões toracoabdominais
    b.4) Lesões raquimedulares
    b.5) Lesões de membros superiores e inferiores
    c) Respostas aos quesitos

    CAPÍTULO 24
    O Exame Criminalístico nas Mortes Pós-tortura e Execuções Sumárias
    Introdução
    Conceitos
    Perícia
    Local de crime
    Local Idôneo ou Preservado
    Local inidôneo ou não preservado
    Cena de crime
    Tortura
    Custodiado
    Prova
    Vestígios
    Indício
    Modificação
    Simulação
    Montagem
    Reprodução
    Alteração
    Adulteração
    Características que evidenciam a Tortura
    Generalidades da Perícia Oficial, nos casos de tortura
    Dificuldades no levantamento de local, nos casos de tortura
    Modelo de Programa Operacional Padrão (POP)
    1. Objetivo
    2. Glossário
    3. Solicitação de perícia
    4. Designação da direção
    5. Composição da equipe
    6. Informações preliminares ao exame de local
    7. Deslocamento ao local
    8. Procedimentos preliminares no local
    9. Procedimentos técnicos no local
    10. Procedimentos de liberação do local
    11. Registro do atendimento

    CAPÍTULO 25
    O Exame Necroscópico nas Exumações
    Definição
    Objetivos
    Disposições legais
    Quem participa de uma exumação?
    Prazo-limite para exumação
    Procedimento formal da exumação
    A necrópsia pós-exumação
    Modelo de um auto de exumação e reconhecimento

    CAPÍTULO 26
    O Exame Necroscópico de Ossadas
    Introdução
    Orientações para o Exame Antropológico Forense
    Planejar a perícia a partir de dados disponíveis
    Exame sequencial
    Checklist para perícias de antropologia forense
    A confirmação dos assertos

    CAPÍTULO 27
    O Exame Necroscópico nas Exumações nas Mortes Pós-tortura
    Definição
    As situações que se podem encontrar durante a exumação
    a) Quanto à precedência de exames
    b) Quanto ao estado de destruição/conservação
    Recomendações nos reexames necroscópicos em casos de tortura
    A 2ª necrópsia nos casos de morte suspeita de tortura ou pós-tortura
    a) O exame externo do cadáver ou ectoscopia
    a.1) Sinais relativos à identificação do morto
    a.2) Sinais relativos às condições do estado de nutrição, conservação e da compleição física
    a.3) Sinais relativos aos fenômenos cadavéricos
    a.4) Sinais relativos ao tempo aproximado de morte
    a.5) Sinais relativos ao meio ou às condições onde o cadáver se encontrava
    a.6) Sinais relativos à causa da morte
    a.6.1) Vestígios e indícios de lesões traumáticas
    a.6.2) Processos patológicos naturais
    b) Exame interno do cadáver
    b.1) Lesões cranianas
    b.2) Lesões cervicais
    b.3) Lesões toracoabdominais
    b.4) Lesões raquimedulares
    b.5) Lesões de membros superiores e inferiores
    c) Facilidades no exame de cadáveres conservados
    d) Respostas aos quesitos

    CAPÍTULO 28
    Os Desastres em Massa
    Introdução
    Conceituação de desastre
    O Gerenciamento de um local de desastre
    O Gerenciamento de um desastre
    A participação da odontologia legal
    Protocolo de trabalho dos legistas em um local de desastre
    Tratando-se de ossadas
    Checklist em antropologia forense prática

    CAPÍTULO 29
    A Identificação pelo DNA em Desastres em Massa
    Introdução
    Identificação de cadáveres
    Materiais para coleta
    Amostra questionada ou material cadavérico
    Qualidade
    Quantidade e conservação
    Tecidos, órgãos e ossos
    Etapas da análise forense do DNA
    Protocolo para extração de DNA de ossos
    Protocolo para extração de DNA de dentes (Hochmeinter, Rubim e Ambach, 1998)

    CAPÍTULO 30
    A Experiência de Desastres em Massa no Peru
    Introdução
    A identificação de cadáveres NN em desastres
    A experiência peruana no manejo de cadáveres em situação de desastre
    a) Incêndio em “Mesa Redonda” - 29 de dezembro de 2001 – Lima/Peru
    b) Desastre aéreo de Chachapoyas
    c) Terremoto, Departamento de Ica, Província de Pisco
    O que significou o Terremoto de Pisco para os peruanos ?

    CAPÍTULO 31
    O Papel da Antropologia Forense: Uma Introdução

    CAPÍTULO 32
    Os Arcos Dentários na Identificação
    Identificação pelos dentes
    Espécie
    Grupo racial
    Sexo
    Altura
    Individualidade
    Elementos congênitos
    Estigmas resultantes de profissões e hábitos pessoais
    Ação mecânica
    Ação química
    Estigmas patológicos
    Traumas dentários
    As patologias fetais e da infância
    Os tratamentos odontológicos

    CAPÍTULO 33
    Identificação Craniométrica
    Introdução
    Pontos craniométricos
    Estimativa do sexo
    Pela constituição do crânio
    Pelas medições convencionais
    O índice de Boudoin
    O índice dos diâmetros do forame magno
    Estimativa do grupo étnico
    Índices cranianos
    a) Índice cefálico horizontal (índice horizontal)
    b) Índice sagital (vertical lateral ou perfil)
    c) Índice transversal (vertical posterior)
    d) Índice facial superior (índice prosopométrico)
    e) Índice nasal
    f) Ângulo facial
    Tipos de prognatismo
    Estimativa da idade
    Pelas suturas cranianas
    Pela mandíbula
    1. O ângulo mandibular
    Determinação da idade pelo ângulo mandibular
    2. O forame mentoniano
    3. A redução da cavidade pulpar
    Estimativa da altura

    CAPÍTULO 34
    A Estimativa da Estatura
    Introdução
    Os estudos dos séculos XIX e XX
    As medições diretas do esqueleto
    Para as medições da pelve
    Para as medições dos ossos longos
    Alguns cálculos trigonométricos
    Estimativa da estatura através de uma fotografia

    CAPÍTULO 35
    A Antropologia Forense Brasileira
    Introdução
    Espécie
    Sexo
    Aspectos morfológicos
    A metodologia estatística
    Regressão logística
    Pela média e intervalo de confiança
    Por análise de função discriminante
    Diagnóstico do sexo pelo exame quantitativo do crânio
    Método de Galvão (1994 – I)
    Método de Galvão (1998 – II)
    Método de Adas Saliba (1999)
    Método de Sampaio (1999)
    Diagnóstico do sexo pelo exame quantitativo de vértebras
    Método de Vitória (2001)
    Método de Pompa & Galvão (2000)
    Diagnóstico do sexo pelo exame quantitativo da mandíbula
    Método de Galvão et al (1998)
    Método de Galvão & Silva (2000)
    Método de Oliveira (1995)
    Diagnóstico do sexo pelo exame quantitativo da pelve
    Método de Rabbi (2000)
    Diagnóstico do sexo pelo exame quantitativo dos ossos longos
    Úmero – Método de Galvão & Rocha (2000)
    Ulna – Método de Galvão & Castro (2000)
    Rádio – Método de Galvão & Azevedo (2000)
    Fêmur (Cabeça do) – Método de Galvão & Vitória (1994)
    Tíbia – Método de Galvão, Almeida Júnior & Rocha (2000)
    Diagnóstico do sexo pelo exame quantitativo dos ossos do pé
    Tálus – Método de Galvão, Almeida Júnior & Rocha (2000)
    Calcâneo – Método de Soares (1999)
    O fenótipo cor da pele
    Pelo estudo do esplacnocrânio
    Através dos dentes
    Estimativa da estatura
    Estimativa da idade
    Orientações para o exame antropológico forense
    Planejar a perícia a partir de dados disponíveis
    Exame sequencial
    Checklist em Antropologia Forense prática

    CAPÍTULO 36
    Técnicas Auxiliares
    Finalidades
    Manchas de saliva
    Manchas de sangue
    Presença de esperma
    Manchas de esperma
    Manchas de secreções vaginais

    CAPÍTULO 37
    As Manchas de Sangue: Sua Interpretação em Locais de Morte Violenta
    Introdução
    1. Breve histórico
    2. O sangue
    3. Classificação de manchas de sangue
    3.1. Classificação conforme a velocidade
    3.1.1. Manchas de sangue de baixa velocidade
    a) Manchas de sangue formadas por gotejamentos
    b) Cálculo do ângulo de impacto
    c) Conceitos gerais – Área de convergência e área de origem
    d) Outras manchas de baixa velocidade
    3.1.2. Manchas de sangue de média velocidade
    3.1.3. Manchas de sangue de alta velocidade
    3.2. Classificação taxonômica
    4. A morte violenta e as manchas de sangue
    Conclusão

    CAPÍTULO 38
    O Exame Toxicológico nos Restos Humanos: Análises Toxicológicas em Material Biológico com Finalidade Forense
    1. Introdução
    2. Análises toxicológicas em material biológico proveniente de necrópsia e exumação
    2.1. Aspectos pré-analíticos
    2.1.1. Seleção e coleta das amostras
    2.1.2. Acondicionamento e conservação das amostras
    2.1.3. Segurança e cadeia de custódia
    3. Aspectos analíticos
    3.1 Análises presuntivas
    3.1.1. Gases
    3.1.2. Compostos voláteis
    3.1.3. Fármacos e drogas de abuso
    4. Pré-tratamento das amostras
    4.1. Extração dos analitos
    4.1.1. Metais
    4.1.2. Praguicidas
    4.1.2.1. Triagem subclasse específica
    a) Inseticidas organofosforados
    b) Carbamatos
    c) Clorados
    d) Piretrinas e piretróides
    e) Herbicidas
    f) Raticidas
    g) Fungicidas
    4.1.3. Cátions e ânions
    5. Análises dirigidas e/ou confirmatórias
    6. Interpretação dos resultados

    CAPÍTULO 39
    Alguns Modelos de Relatórios e Pareceres
    Introdução
    Projéteis de arma de fogo (homicídio)
    Projétil de arma de fogo (suicídio)
    Asfixia mecânica por obstrução
    interna da via aérea superior (acidente)
    Instrumento perfurante iatrogenia (acidente)
    Instrumento perfurocortante (homicídio)
    Instrumento perfurocortante (suicídio)
    Meio físico-químico. Enforcamento (suicídio)
    Exumação (ação indenizatória)
    Exame antropológico (encontro de ossada)

    APÊNDICE

    APÊNDICE 1
    Lei nº 9.434, de 4 de fevereiro de 1997

    APÊNDICE 2
    Lei nº 10.211, de 23 de março de 2001

    APÊNDICE 3
    Medida provisória nº 2.083-32, de 22 de fevereiro de 2001

    APÊNDICE 4
    Lei n° 8.501, de 30 de novembro de 1992

    APÊNDICE 5
    Lei n° 9.455, de 7 de abril de 1997

    APÊNDICE 6
    Documentos sobre transporte de cádaveres e conservação do corpo humano

    APÊNDICE 7
    Conservação do corpo humano: embalsamamento
    1. Finalidades
    2. Formalidades
    2.1. Técnicas
    a) O embalsamamento endoarterial
    b) O equipamento
    c) As soluções
    d) A técnica
    e) O embalsamamento pelo método espanhol
    Modelos
    Termo de autorização para embalsamamento do corpo
    Ata de embalsamamento

    APÊNDICE 8
    Resolução nº 335, de 3 de abril de 2003

    APÊNDICE 9
    Portaria IML/SP nº 001/2009, de 05 de outubro de 2009 (DOE 07.10.2009)

    APÊNDICE 10
    Resolução CFM nº 1.931/2009 (D.O.U. de 24 de setembro de 2009, seção I, p. 90)

    Código de Ética Médica

    REFERÊNCIAS

    ÍNDICE ALFABÉTICO REMISSIVO



    SEXOLOGIA FORENSE

    Parte I
    O SEXO. O SEXO E O DIREITO
    Uma Introdução à Sexualidade Humana

    Capítulo 1
    Sexo
    Determinação do sexo e desenvolvimento normal
    O sexo biológico: sexo cromossômico
    Sexo cromatínico
    Sexo gonadal
    Sexo morfológico (anatômico ou fenotípico)
    Sexo endócrino ou hormonal
    Sexo germinal
    Sexo hipotalâmico
    Sexo psicológico
    Sexo jurídico (legal ou civil)

    Capítulo 2
    Sexo Ambíguo
    Estados intersexuais
    Etiologia e classificação
    Diagnóstico
    Tratamento

    DISTÚRBIO DE IDENTIDADE SEXUAL NA INFÂNCIA
    TRANSEXUALISMO
    Transexuais masculinos
    Transexuais femininos

    Capítulo 3
    Coito Anorretal ou Contranatura
    A.- ANATOMIA DO ÂNUS
    Conduto anal
    Margem anal
    Linha pectínea
    Glândulas anais
    Relações anatômicas
    Fossa isquiorretal
    Assoalho da pelve
    Anel anorretal
    Esfíncter interno
    Esfíncteres anais
    B. FISIOLOGIA DO ÂNUS
    C. O AGENTE AGRESSOR: O PÊNIS
    D. EXAME DO ÂNUS: TÉCNICA
    Exame do ânus
    Ânus normal, sem lesões
    Tato retal
    Lesões por violência sexual
    Apagamento das pregas por edema (inchaço)
    Equimoses
    Rágades (lesões que seguem a direção das pregas anais)
    Sinal de wilson johnston (lesão triangular às vi horas)
    Cicatrizes de lesões antigas
    Apagamento das pregas (ectropion) (sinal de “vaginização” do ânus)
    Hipotonia do esfincter anal (sinal de tunelização do ânus)
    Paralisia do esfincter anal
    Ordem de apresentação dos sinais de coito anorretal
    Coito anorretal recente
    Coito anorretal antigo
    E. DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL
    Higiene inadecuada
    Erosões por higiene inadequada
    Prolapso retal
    Prurido anal
    Lesões e/ou traumatismos em períneo
    F. INSTRUMENTO PARA A AVALIAÇÃO

    Parte II

    FUNCIONALIDADE SEXUAL

    Capítulo 1
    O Instinto Sexual
    Genitalidade
    Sexualidade
    Personalidade
    Conduta
    Comportamento ou Conduta Sexual
    Os Quatro Parâmetros do Comportamento Sexual Normal
    NORMALIDADE SEXUAL
    Os Confins da Sexualidade
    Função reprodutiva
    Função erótica
    As quatro fases da resposta sexual
    Resposta genérica, extragenital, da função erótica
    Resposta dos genitais femininos
    Respostas dos genitais masculinos

    Capítulo 2

    Variações do Instinto Sexual
    TRANSTORNOS QUANTITATIVOS DO INSTINTO SEXUAL
    Disfunções sexuais da fase apetitiva
    Hiperestesias ou exaltações genésicas
    Hipoestesias ou debilitações genésicas
    Disfunções sexuais da fase excitatória
    Causas da impotência
    Disfunções sexuais da fase ejaculatória
    Disfunções sexuais da fase orgástica
    Disfunções sexuais da sensibilidade
    TRANSTORNOS QUALITATIVOS DO INSTINTO SEXUAL
    Homossexualidade
    Homossexualidade masculina
    Homossexualidade feminina
    Inversões
    Pedofilia
    Inversão sexo-estética
    Por um excitante anômalo
    Por conduta consumatória não idônea
    Por conduta normal treinada

    Capítulo 3

    Homossexualidade x Homoafetividade
    À guisa de justificativa
    O reconhecimento da situação
    Definição
    A homossexualidade na história
    Incidência e prevalência da homossexualidade
    A homoafetividade – um dos extremos do continuum bissexual
    A homossexualidade nas salas de aula
    A diferenciação dos tipos homossexuais
    Os pseudo-homossexuais
    ALGUNS TIPOS HOMOSSEXUAIS MASCULINOS
    ALGUNS TIPOS HOMOSSEXUAIS FEMININOS

    Parte III

    OBSTETRÍCIA FORENSE

    Capítulo 1
    Obstetrícia Forense
    LEGISLAÇÃO
    INSEMINAÇÃO
    Inseminação artificial
    FECUNDAÇÃO
    REPRODUÇÃO ASSISTIDA
    Fecundação humana extracorpórea
    GRAVIDEZ
    Diagnóstico da gravidez
    Localização da gravidez
    Duração da gravidez
    Cálculo do tempo de gravidez
    Superfecundação
    Superfetação
    A data provável de parto (DPP)
    PARTO
    Fisiologia Do Parto
    CONTRAÇÕES UTERINAS
    Desaparecimento do colo e dilatação
    Crânio fetal
    Canal do parto
    MECANISMO DO PARTO
    Expulsão da placenta (alumbramento, dequitação, delivramento, secundinas)
    Nascimento vivo
    Óbito fetal
    PUERPÉRIO
    Recenticidade de parto ou puerpério
    A PERÍCIA NO PARTO E NO PUERPÉRIO
    Existência de parto e recenticidade do parto
    ANTIGUIDADE DO PARTO
    Número de partos
    Provas de laboratório

    Capítulo 2

    Restrições Contra a Procriação
    A população e o planejamento familiar
    Dinâmica das populações
    Controle da natalidade
    A CONTRACEPÇÃO
    Métodos e agentes contraceptivos
    Métodos cirúrgicos
    A esterilização cirúrgica masculina (Vasectomia)
    A esterilização cirúrgica feminina
    Indicações
    Métodos
    Técnicas
    ABORTAMENTO
    Infibulação
    Métodos não cirúrgicos
    Barreiras mecânicas
    Aparelhos oclusivos cervicais (sin.: diafragma)
    Barreiras químicas
    Contraceptivos esteróides (orais e injetáveis)
    Dispositivos Contraceptivos Intra-Uterinos (sin: DIU)
    Outros métodos
    Eficácia e segurança relativas dos métodos contraceptivos
    Os métodos cirúrgicos
    Os métodos não cirúrgicos
    Eficácia dos diversos tipos de contraceptivos, expressa em número de gravidezes/100 anos mulher
    Abortamento
    Mutilação genital feminina
    Em que consiste?
    Conseqüências da mutilação genital feminina para a saúde
    Quem realiza a mutilação genital feminina, com que idade e por quais razões?
    Prevalência e distribuição da mutilação genital feminina

    Capítulo 3

    O Abortamento
    O abortamento propriamente dito
    Classificação do abortamento
    O abortamento legal
    Abortamento terapêutico
    Abortamento sentimental
    Abortamento criminoso
    Conceito médico-legal de abortamento criminoso
    Meios usados para realizar o abortamento criminoso
    Complicações do aborto
    Perícia médico-legal em casos de abortamento
    Perícia na paciente “in vivo”
    Perícia na paciente “post mortem”
    Perícia no concepto

    Capítulo 4

    A Autópsia em Casos de Abortamento

    Capítulo 5

    Morte do Recém-Nascido
    Nascimento com vida
    Provas de vida extra-uterina
    ESTIMATIVA DO TEMPO DE MORTE FETAL INTRA ÚTERO
    ESTIMATIVA DO TEMPO DE SOBREVIVÊNCIA FETAL
    INFANTICÍDIO
    Legislação
    Matar
    Sob a influência do estado puerperal
    O próprio filho
    Durante o parto ou logo após
    PERÍCIA MÉDICO-LEGAL NO INFANTICÍDIO
    Perícia na criança
    Reação Vital
    Sinais Macroscópicos
    Hemorragia
    Coagulação sangüínea
    Retração dos tecidos
    Reação Inflamatória
    Reação Vascular
    Miscelânea
    Existência de ar nos pulmões do recém-nascido
    PROVAS MICROSCÓPICAS
    Prova de Verderau
    Prova histológica
    Avaliação histopatológica
    Outros exames histopatológicos
    Exame de um gânglio linfático correspondente a uma zona traumatizada
    Exame das bordas do ferimento
    Exame das fibras elásticas
    Exame da pele contundida
    Exame das queimaduras no cadáver
    Exame do sulco nas compressões do pescoço
    Alterações histoquímicas enzimáticas
    Provas bioquímicas
    Bossa serossaguínea ou “tumor de parto”
    Atividade Respiratória
    Docimasia Otológica de Wreden-Wendet-Gelé
    A ausculta de batimentos cardíacos fetais
    Perícia na mãe
    Morte violenta do recém-nascido
    Morte súbita do recém-nascido
    Dificuldades diagnósticas
    A história clínica
    Ambiente da morte
    ACHADOS MACROSCÓPICOS TÍPICOS
    Exame externo
    Exame interno
    Lesões iatrogênicas
    Achados microscópicos típicos

    Parte IV

    OS CRIMES SEXUAIS

    Capítulo 1
    Assédio Sexual
    Introdução
    Conceito
    Críticas
    Da pena e da ação penal
    Conclusão
    Capítulo 2
    Violência Sexual
    Anatomia da genitália feminina
    Formações labiais
    O espaço interlabial
    O aparelho erétil
    Anatomia da região anal
    Considerações médico-legais sobre o hímen
    Hímen complacente
    O EXAME GINECOLÓGICO EM SEXOLOGIA FORENSE
    As Roturas Himenais
    Roturas vs. entalhes
    A consolidação das roturas
    CONJUNÇÃO CARNAL
    Legislação
    Lei do Divórcio (Lei nº 6.515/77)
    Comemorativos sobre os fatos
    Estupro
    Elementos do crime de estupro
    Violência efetiva
    Violência física (vis physica ou vis corporalis)
    Violência Psíquica
    Violência Moral
    Violência Presumida
    Posse sexual da mulher mediante fraude
    Elementos do crime de posse sexual mediante fraude
    Perícia da conjunção carnal
    Sequência do exame pericial
    Inspeção ectoscópica da área lesional
    Exame com luz ultravioleta filtrada (lâmpada de Wood)
    Penteado dos pêlos pubianos da vítima
    Arrancamento de pêlos pubianos da vítima
    Exame da região genital
    Colheita de material vaginal
    Identificação de espermatozóides
    Tipagem dos espermatozóides
    Pesquisa de fosfatase ácida
    Pesquisa de proteína prostática p30
    Pesquisa de lubrificantes (esporos vegetais ou silicones)
    Identificação de DNA
    Colheita de material das regiões cutâneas com fluorescência positiva
    Colheita de material da pele, ao redor de marcas de mordida
    Tipagem sangüínea e identificação do perfil de DNA da vítima
    Colheita de sangue para exames sorológicos
    Provas indiretas de conjunção carnal
    Ato libidinoso diferente da conjunção carnal
    Comemorativos sobre os fatos
    Considerações doutrinárias
    Pudor
    Atentado violento ao pudor
    Elementos do crime de atentado violento ao pudor
    Atentado ao pudor da mulher honesta mediante fraude
    Elementos do crime de atentado ao pudor da mulher honesta mediante fraude
    Atentado público ao pudor
    Sequência do exame pericial
    Inspeção ectoscópica da área lesional
    Exame com luz ultravioleta filtrada (lâmpada de Wood)
    Exame da região anal
    Aplicação da solução de azul de toluidina
    Colheita de material anorretal
    Colheita de material das regiões cutâneas
    Tipagem sangüínea e identificação do perfil de DNA da vítima
    Colheita de sangue para exames sorológicos
    Provas indiretas do coito anal
    Novíssimo e insólito colofão

    Capítulo 3

    Violência sexual como forma de tortura institucional
    Conceito
    Agressão sexual física
    Agressão sexual psicológica

    Capítulo 4

    Impacto psicológico da tortura
    Impacto psicológico da tortura
    Transtorno do Estresse Pós-Traumático – TEPT
    Depressão
    Abuso sexual
    Paranoia e outras dissociações
    Dor
    Culpa, vergonha e humilhação
    Apoio e reinserção social
    Considerações finais

    Capítulo 5

    Impacto da tortura sexual
    Zombarias e humilhações sexuais de caráter verbal
    Chantagem sexual
    Introdução de objetos
    Obrigar a realizar atos sexuais humilhantes
    Obrigar a práticas sexuais com outros presos
    Violência sexual
    Estupro, coito forçado ou violação
    Considerações médico-legais
    Mutilação genital feminina
    Consequências da mutilação genital feminina para a saúde

    Capítulo 6

    Os locais de crimes sexuais
    Introdução
    Definições e conceitos
    Procedimentos
    Cadáver com lesões por arma de fogo
    Cadáver com lesão por arma branca
    Cadáver enforcado
    Cadáver afogado
    Cadáver asfixiado
    Cadáver sem lesões
    A coleta de provas
    Coleta de material vivo
    Coleta de outros materiais
    Manchas de Sangue
    Manchas de Sangue Secas
    Amostra de Sangue ‘Padrão’
    Amostras de Autópsias
    Amostras de Sangue em vivo
    Manipulação e Armazenamento de Fluídos Fisiológicos
    Líquidos (Geralmente o Padrão)
    Sangue
    Saliva
    Mancha Seminal
    Cabelo e Pêlos
    Fibras têxteis e Linhas
    Vidros
    Coletando a Evidência
    Padrões de Confronto
    Faróis traseiros e dianteiros dos veículos
    Pintura
    Atropelamento
    Furtos e Roubos
    Fluidos ou Líquidos inflamáveis
    Evidências adquiridas em armas de fogo
    Armas de fogo
    Projéteis
    Cartuchos ou Cápsulas (estojos)
    Munição
    Tatuagem de Pólvora
    Resíduos de Pólvora
    Marcas de Ferramentas
    Natureza da Evidência
    Preservação e Empacotando das Ferramentas
    Não faça testes com as Ferramentas
    Preservação das Marcas
    Substâncias controladas e Preparações Médicas
    Impressões digitais latentes
    Marcação da Evidência
    Preservação das Impressões digitais
    Acondicionamento
    Identificação das amostras
    Cadeia de custódia

    Capítulo 7

    A identificação odontológica nos crimes sexuais
    Introdução
    Mecanismo de produção das mordeduras
    Análise das impressões de mordidas
    Inspeção
    Registro fotográfico
    Moldagem da mordida
    Mordidas sobre objetos
    Colheita de amostras do suspeito
    Comparação das marcas de mordida com as moldagens do(s) suspeito(s)
    Roteiro para o exame sistemático das mordeduras
    Critérios para identificação por meio das mordeduras
    Capítulo 8
    Perfil criminológico do agressor nos crimes sexuais
    Introdução
    A cegueira para as coincidências
    Identificando as evidências comportamentais
    Tipologia e tema da fantasia
    Inferências significativas na investigação
    Características Físicas
    Inteligência
    Educação
    Residência
    Emprego
    Hobbies e Interesses
    Escolha do local
    Escolha da vítima
    Capítulo 9
    As falsas denúncias de abuso sexual
    Um alerta importante
    Algumas condições que agravam a situação
    A agreste localização geográfica
    As denúncias anônimas
    A Autoridade Policial e a necessidade de mostrar resultados
    O despreparo técnico dos Conselhos Tutelares
    A pusilanimidade de Gerentes e Diretores Técnicos
    As abissais diferenças etológicas regionais
    As falsas alegações de abuso sexual
    A atualização e o alerta da jurisprudência

    Parte V

    AS VÍTIMAS DA VIOLÊNCIA SEXUAL

    Capítulo 1
    Prevenção e tratamento dos agravos resultantes da violência sexual
    Normas técnicas
    I -. Apresentação
    II - Introdução
    Considerações sobre a violência sexual
    Iii -.............. Organizando a atenção às mulheres que sofreram violência sexual
    IV -.................................................................. Normas gerais de atendimento
    Atendimento clínico
    V - Atendimento a mulheres que sofreram violência sexual
    Cuidados médicos e de enfermagem
    Documentos e Procedimentos Obrigatórios
    Documentos Recomendados
    Procedimentos para a interrupção da gravidez
    Idade Gestacional até 12 semanas
    Idade Gestacional entre 13 a 20 semanas
    Idade Gestacional acima de 20 semanas
    Observações gerais importantes
    Alta Hospitalar
    Profilaxia e controle da dor

    Capítulo 2

    Programa de apoio às vítimas da violência sexual. Atendimento Integrado às Vítimas de Violência Sexual na cidade de São Paulo. “Programa Bem-me-Quer”
    Histórico
    Estatística de Atendimentos
    Interpretação dos dados e conclusões

    Capítulo 3

    Projeto de assistência às vítimas de violência sexual
    Introdução
    O Projeto “Viver”
    Objetivo Geral
    Objetivos Específicos
    Público-alvo
    Equipe
    Estatísticas

    Capítulo 4

    Programa de atendimento às vítimas de violência sexual. Serviço de Sexologia Forense – DML – Porto Alegre
    Histórico
    Objetivos
    Estrutura da Equipe Interdisciplinar
    Dinâmica de atendimento
    Comentários gerais
    Estatísticas
    Resultados dos exames de conjunção carnal
    Resultados dos exames de ato libidinoso diverso da conjunção carnal (atentado violento ao pudor)
    Crescimento do serviço
    Pacientes examinados e perícias realizadas a partir da permanência dos médicos-legistas no CRAI (julho de 2003 a outubro de 2006)

    Capítulo 5

    Contágio Venéreo
    Legislação
    DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS (D.S.T.)
    DOENÇAS PROVOCADAS POR VÍRUS
    Herpes simples genital
    Condiloma acuminado (HPV)
    Molusco contagioso
    Hepatite B
    AIDS
    DOENÇAS PROVOCADAS POR LEVEDURAS E BACTÉRIAS
    Candidíase vulvovaginal
    Gonorréia
    Oftalmia neonatal
    Cancro mole
    Granuloma inguinal
    Vulvovaginites
    Vaginose bacteriana
    Cervicite mucopurulenta
    Doença inflamatória pélvica (DIP)
    DOENÇAS PROVOCADAS POR PROTOZOÁRIOS
    Linfogranuloma venéreo
    Sífilis
    Sífilis congênita
    Tricomoníase genital
    Parasitoses
    Pediculose pubiana
    Posfácio
    Apêndice
    Procedimentos laboratoriais
    Exames de líquidos e manchas
    Finalidades
    Manchas de saliva
    Manchas de sangue
    Manchas de esperma

    Referências Bibliográficas

    Índice Alfabético Remissivo



    TORTURAS: SUA IDENTIFICAÇÃO E VALORAÇÃO MÉDICO-LEGAL

    INTRODUÇÃO
    1. Conceito
    2. A nossa Lei nº 9.455/97
    3. A figura do torturador
    4. O perfil do Executor da Tortura: o transtorno da personalidade
    4.1. O que são transtornos da personalidade ?
    4.2. O que caracteriza o condutopata?
    5. O torturador

    CAPÍTULO 1
    A tortura e seus objetivos
    1. As semelhanças dos conceitos de tortura nos três documentos
    2. As diferenças na extensão dos conceitos de tortura nos três documentos
    3. A definição dos Crimes de Tortura no Brasil
    4. Objetivos da tortura

    CAPÍTULO 2
    Medo, estresse, homeostase e equilíbrio
    1. Introdução
    2. Definições
    2.1. Homeostase ou homeostasia
    2.2. Medo
    2.3. Estresse
    2.4. Equilíbrio
    2.5. Equilíbrio emocional
    3. Inter-relações
    3.1. O que é o medo e como funciona
    4. Luta ou fuga
    5. Condicionamento individual
    6. Condicionamento coletivo
    7. A extinção do medo crônico
    8. O auxílio medicamentoso

    CAPÍTULO 3
    O exame criminalístico nos locais de tortura e execuções sumárias
    1. Introdução
    2. Alguns conceitos necessários
    2.1. Adulteração
    2.2. Alteração
    2.3. Cena de crime
    2.4. Centros de detenção
    2.5. Custodiado
    2.6. Indícios
    2.7. Local de crime
    2.8. Local de tortura
    2.9. Modificação
    2.10. Montagem
    2.11. Perícia
    2.12. Prova
    2.13. Reprodução
    2.14. Simulação
    2.15. Tortura
    2.16. Vestígios
    3. Características que evidenciam a Tortura
    4. Generalidades da Perícia Oficial nos casos de tortura
    5. Dificuldades no levantamento de local de tortura
    6. O Procedimento Operacional Padrão (POP)
    6.1. Objetivo
    6.2. Glossário
    6.3. Solicitação de perícia
    6.4. Designação da direção
    6.5. Composição da equipe
    6.6. Informações preliminares ao exame de local
    6.7. Deslocamento ao local
    6.8. Procedimentos preliminares no local
    6.9. Procedimentos técnicos no local
    6.10. Procedimentos de liberação do local
    6.11. Registro do atendimento


    CAPÍTULO 4
    Os métodos de tortura usados no Cone Sul: Conceituação Geral
    1. Introdução
    2. O Protocolo de Istambul
    3. Os métodos de tortura segundo o Protocolo de Istambul
    4. As condições de incomunicável e de indefeso

    CAPÍTULO 5
    A tortura física: Principais procedimentos
    1. Introdução

    TÍTULO I
    Tortura física (Corporal)
    1. Introdução
    2. Posturas físicas forçadas
    2.1. Dormir no chão
    2.2. A agulha e a linha
    2.3. Agachado
    2.4. Mãos na nuca
    2.5. Mãos para trás
    2.6. Imobilização no mastro
    2.7. Restrição prolongada de movimento
    2.8. Considerações médico-legais
    3. Traumas bruscos
    3.1. Espancamento
    3.1.1. Disparos com “balas de borracha”
    3.2. Disparos por armas taser de contato (manuais)
    4. Traumas sistemáticos
    4.1. Pontapés (chutes)
    4.2. Pisões
    4.3. Considerações médico-legais
    4.4. Tapas
    4.5. Considerações médico-legais
    4.6. Socos
    4.7. Trauma específico, na palma da mão
    4.8. Trauma específico na sola dos pés (bastinado)
    4.9. Trauma específico cervical lateral
    4.10. Considerações médico-legais
    4.11. Trauma específico com chave de pescoço
    4.12. Considerações médico-legais
    4.13. Trauma específico, no quadril
    4.14. Considerações médico-legais
    5. Queimaduras locais
    6. Queimaduras térmicas com objetos
    7. Queimaduras térmicas com sólidos
    8. Queimaduras térmicas com líquidos
    9. Queimaduras químicas
    10. Choques térmicos sistêmicos
    11. Eliminação por meios térmicos
    12. Considerações médico-legais
    13. Choques elétricos
    13.1. De aplicação sistêmica
    • Banho elétrico
    • Cadeira do dragão
    13.2. De aplicação local
    • A picana elétrica nos dias de hoje
    • Considerações médico-legais
    14. Asfixia
    14.1. Submersão
    14.2. Afogamento
    14.3. Sufocação direta
    14.4. Sufocação indireta
    14.5. Considerações médico-legais
    15. Lesões penetrantes
    15.1. Colocação de objetos sob as unhas
    15.2. Arrancamento de unhas
    16. Lesões por esmagamento
    16.1. Esmagamentos de dedos
    16.2. Fratura e amputação de dedos
    16.3. Esmagamento de crânio
    16.4. Considerações médico-legais
    17. Restrição prolongada de movimentos
    17.1. Suspensão
    17.2. Suspensão indígena
    17.3. Considerações médico-legais
    17.4. Suspensão vertical
    17.5. Considerações médico-legais
    17.6. Suspensão invertida
    17.7. Considerações médico-legais
    17.8. Suspensão palestina
    17.9. Considerações médico-legais
    17.10. Suspensão chinesa (variante dorsal)
    17.11. Considerações médico-legais
    17.12. Suspensão genital
    17.13. Considerações médico-legais
    17.14. Suspensão poplítea
    17.15. Considerações médico-legais

    TÍTULO II
    Tortura odontológica
    1. Métodos de contenção extrínsecos
    1.1. Mordaça
    2. Métodos de ação direta
    2.1. Métodos Mecânicos
    2.1.1. Lesões traumáticas
    2.2. Procedimentos mecânicos
    2.2.1. Exodontia (extração dentária “a frigore”)
    2.2.2. Abertura de câmara pulpar sadia
    2.3. Procedimentos por estímulo elétrico
    • Labial
    • Sublingual
    • Periodontal
    2.4. Procedimento químico
    2.4.1. Mortificação fechada da câmara pulpar
    2.5. Considerações odontolegais

    TÍTULO III
    Tortura biológica
    1. Atos incongruentes
    1.1. Realizar alterações dos ritmos biológicos
    1.2. Alterar o sentido de orientação pessoal, temporal e espacial
    1.3. Modificações de costumes, atitudes, práticas e crenças sobre determinados fatos ou situações específicas
    2. Privações
    2.1. Sensorial (som, luz etc.)
    2.2. Da noção de tempo
    2.3. Das necessidades fisiológicas
    2.3.1. Privação do sono
    2.3.2. Privação de alimentação
    2.3.3. Privação de líquidos
    2.3.4. Privação da atividade motora
    2.3.5. Privação de meios de higiene e evacuação
    2.4. De contato social
    2.4.1. Isolamento dentro do local de detenção
    2.4.2. Incomunicabilidade com o mundo exterior
    2.5. De serviços de saúde
    3. Privação ou restrição sensorial
    4. Permanecer em condições higiênicas deploráveis
    5. Sobre-exposição a ruídos
    5.1. O sino
    5.2. Ruídos eletrônicos
    6. Sobre-exposição a luzes
    7. Tortura farmacológica
    8. Exposição a frio ou calor extremos
    9. Exposição a animais
    9.1. Exposição a animais ferozes (cães)
    9.2. Exposição a animais asquerosos (baratas) ou venenosos
    9.3. Exposição a ratos
    10. Condições de detenção
    10.1. Celas pequenas ou superlotadas
    10.2. Confinamento solitário
    10.3. Condições anti-higiênicas
    10.4. Não permissão de acesso a banheiros ou outros serviços
    10.5. Fornecimento irregular de comida ou de água
    10.6. Oferecimento de água contaminada
    10.7. Negação à privacidade

    TÍTULO IV
    Tortura sexual
    1. Zombarias e humilhações sexuais de caráter verbal
    2. Chantagem sexual
    3. Introdução de objetos
    4. Obrigar a realizar atos sexuais humilhantes
    5. Obrigar a práticas sexuais com outros presos
    6. Violência sexual
    7. Estupro, coito forçado ou violação
    8. Considerações médico-legais
    9. Mutilação genital feminina
    9.1. Consequências da mutilação genital feminina para a saúde

    TÍTULO V
    TORTURA PSICOLÓGICA
    1. Introdução
    2. Insultos permanentes
    3. Ameaças
    3.1. De futura tortura
    3.1.1. Contra a vida e integridade de seres queridos
    3.1.2. Execução fictícia ou simulada
    3.1.3. Execução tentada
    4. Castigos humilhantes e vexatórios
    5. Despir a pessoa em frente a outros
    6. Incomunicabilidade e isolamento em cela
    7. Violação de tabus
    7.1. Religiosos
    7.2. Morais
    8. Coerção de comportamento
    8.1. Forçar a práticas contrárias a religião
    8.2. Forçar a torturar outros presos, ou a práticas sexuais com outros presos
    8.3. Forçar a presenciar torturas ou outras violências

    CAPÍTULO 6
    A perícia na tortura física: O que buscar nas vítimas ?
    1. Introdução
    2. Recomendações gerais em perícias de casos de tortura
    3. Exame clínico em casos de tortura
    4. Efeitos físicos da tortura
    4.1. Sequelas precoces (imediatas ou recentes)
    4.2. Sequelas tardias (mediatas ou antigas)

    CAPÍTULO 7
    O exame necroscópico nos casos de morte pós-tortura
    1. Introdução
    2. A morte por tortura ou pós-tortura
    3. A necrópsia nos casos de morte por tortura ou pós-tortura
    3.1. A. O exame externo do cadáver ou ectoscopia
    3.1.1. Sinais relativos à identificação do morto
    3.1.2. Sinais relativos às condições do estado de nutrição, conservação e da compleição física
    3.1.3. Sinais relativos aos fenômenos cadavéricos
    3.1.4. Sinais relativos ao tempo aproximado de morte
    3.1.5. Sinais relativos ao meio ou às condições onde o cadáver se encontrava
    3.1.6. Sinais relativos à causa da morte
    3.1.6.1. Lesões traumáticas
    3.1.6.2. Processos patológicos naturais
    3.2. Exame interno do cadáver
    3.2.1. Lesões cranianas
    3.2.2. Lesões cervicais
    3.2.3. Lesões toracoabdominais
    3.2.4. Lesões raquimedulares
    3.2.5. Lesões de membros superiores e inferiores
    3.3. Respostas aos quesitos


    CAPÍTULO 8
    O sofrimento visto pelos exames complementares
    1. Introdução
    2. Correlação e causalidade
    3. Pode-se conhecer ou medir o sofrimento causado a uma vítima?
    3.1. Na tortura física
    4. Hematúria
    5. O sofrimento físico
    6. Os marcadores biológicos de sofrimento
    6.1. Tabela dos “marcadores biológicos do sofrimento”
    7. O recurso do diagnóstico por imagens
    8. O sofrimento psíquico
    9. Critérios de sofrimento (suspeita de tortura)
    10. Critérios diagnósticos
    11. Reflexões finais

    CAPÍTULO 9
    A tortura psíquica
    1. A tortura psíquica: finalidade e tipos
    1.1. Definição
    1.2. Objetivo
    1.3. Graus ou níveis ou tortura psíquica
    1.4. Tipos de tortura psíquica
    2. Consequências psíquicas da tortura
    3. Detecção das lesões psíquicas. Danos como consequências psíquicas da tortura
    4. Métodos de tortura psicológica
    5. Tortura predominantemente psicológica
    6. Reações psíquicas à tortura
    6.1. A síndrome de campo de concentração
    6.2. Consequências físicas da tortura
    6.3. Consequências psicológicas da tortura
    6.4. Uma forma especial da tortura psicológica: “A lavagem cerebral”
    6.4.1. Captação
    6.4.2. Doutrinamento
    6.4.3. Técnicas de indução hipnótica
    7. Princípios éticos para a proteção dos presos contra a tortura
    8. Consequências da tortura no campo da saúde mental
    9. Tortura e dano psicológico
    10. Síndrome pós-tortura
    11. Sequelas da tortura
    12. Transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) e tortura

    CAPÍTULO 10
    A perícia na tortura psíquica
    1. Introdução
    2. Recomendações gerais
    3. Exame clínico em casos de tortura
    4. O Protocolo

    CAPÍTULO 11
    Impacto psicológico da tortura
    1. Impacto psicológico da tortura
    2. Transtorno do Estresse Pós-Traumático – TEPT
    3. Depressão
    4. Abuso sexual
    5. Paranoia e outras dissociações
    6. Dor
    7. Culpa, vergonha e humilhação
    8. Apoio e reinserção social
    9. Considerações finais


    CAPÍTULO 12
    Perícia das sequelas psicológicas da tortura
    1. Com relação a alterações negativas em cognições e no humor associadas ao evento traumático – critério D
    2. Com relação a alterações marcantes na excitação e na reatividade associadas ao evento traumático – critério E

    CAPÍTULO 13
    Experiências de atenção psicológica aos diretamente atingidos pela violência, tortura e terrorismo de estado – Movimentos para desindividualização dos danos
    1. Introdução
    2. Tortura e violações: ontem e hoje
    3. Produzindo subjetividade hegemônica
    4. A tortura sempre afeta o corpo e a mente
    5. A tortura sempre leva a graves repercussões sociais
    6. Experiências de atenção psicológica aos diretamente atingidos e/ou a seus familiares e movimentos para desindividualização dos danos
    7. Conclusão

    POSFÁCIO
    1. Transtornos do binômio torturador–torturado
    1.1. Síndrome de Estocolmo
    1.2. Síndrome de Lima
    2. Possíveis transtornos do torturado
    2.1. Transtornos psicossomáticos
    2.2. Variações do Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT)
    2.3. Os efeitos transgeracionais

    ANEXO 1
    Seleção de casos
    Introdução
    Suspensão (dependurar)
    Ameaças
    Execução simulada
    Humilhações e vexames
    Nudez diante de outras pessoas
    Contemplar a tortura de outras pessoas
    Observar a morte de outra pessoa
    Violência sexual
    Privação ou interrupção do sono
    Exposição a temperaturas extremas
    Asfixias
    Desaparecimento forçado de familiares
    Detenção arbitrária

    ANEXO 2
    A tortura no cotidiano urbano recente: Dois casos
    Detenção e “punição apriorística”
    Detenção e politraumatismo fatal sem lesões de órgãos vitais
    Causa mortis médica
    RABDOMIÓLISE
    Patogenia
    Tipos e causas
    Sintomatologia e detecção
    Causa mortis jurídica

    REFERÊNCIAS

    ÍNDICE ALFABÉTICO REMISSIVO



    VADE MECUM DE MEDICINA LEGAL & ODONTOLOGIA LEGAL - 3ª EDIÇÃO

    CAPÍTULO 1
    A Medicina Legal
    1. Introdução
    2. Definição
    3. A Importância do Estudo da Medicina Legal
    4. Relação com as demais Ciências Médicas e Jurídicas

    CAPÍTULO 2
    A Odontologia Legal
    1. Introdução
    2. A denominação e o campo de atuação
    3. O Odontologia Legal nos seus primórdios
    4. O Odontologia Legal nos tempos atuais
    5. A preparação para o exercício da Odontologia Legal
    AS PERÍCIAS FORENSES

    CAPÍTULO 3
    Perícia e Peritos
    1. Perícia – Conceito
    2. Perito
    2.1. Oficiais (médicos-legistas e odontolegistas)
    2.2. Peritos não oficiais, louvados, nomeados, designados ou “ad hoc”
    2.3. Assistentes técnicos
    3. Diferenças entre o clínico e o perito
    4. Honorários dos peritos
    5. Aceitação do encargo de perito
    6. Impedimentos legais
    7. Falsa perícia
    8. A ética pericial

    CAPÍTULO 4

    A Prova Pericial
    1. Definições
    2. Classificação
    3. Objeto da perícia médico-legal
    4. Conteúdo no foro penal

    CAPÍTULO 5

    O Exame de Corpo de Delito
    1. Corpo de delito
    2. A prova documental e o método médico-legal
    2.1. Valor do prontuário
    2.2. Certeza legal
    2.3. Prova médico-legal

    CAPÍTULO 6

    A Ética do Perito nas Perícias Judiciais

    1. Introdução
    2. Ética e moral
    3. Caracteres psicoéticos
    4. Requisitos jurídico-formais
    5. Conceito
    6. O Perito como agente público
    7. Os princípios éticos envolvidos na perícia
    8. O Perito e os fundamentos éticos no CEM
    9. Qualidades essenciais do perito
    10. Perfil do perito
    10.1. Conhecimentos médico-legais ou odontolegais essenciais
    10.2. Conhecimentos jurídicos
    10.3. Conhecimentos de lógica formal e aplicada
    10.4. Português instrumental
    11. Os deveres de conduta do Perito Judicial
    12. Conclusão

    CAPÍTULO 7

    A Perícia Judicial no Erro Médico
    1. Objetivos
    2. Avaliação do dano
    3. Nexo de causalidade
    4. Circunstâncias do ato médico
    5. Erro médico
    6. Qual a definição de erro médico?
    7. Definição para o paciente?
    8. Paciente = consumidor

    CAPÍTULO 8

    A Perícia Judicial do Erro Odontológico
    1. Introdução
    2. Erros profissionais
    3. Da relação de causalidade entre a conduta e o resultado danoso
    4. Liquidação do dano odontológico
    4.1. Morte
    4.2. Lesões corporais
    5. Dano estético
    6. Quesitos

    CAPÍTULO 9

    Documentos Forenses (Médico-legais e Odonto-legais)
    1. Conceito
    2. Tipos de Documentos
    2.1. Notificação ou comunicação obrigatória
    2.2. Atestado
    2.3. Classificação
    2.4. Legislação
    2.5. Relatório
    2.6. Parecer
    2.7. Consulta
    2.8. Depoimento oral

    CAPÍTULO 10

    A Perícia em Odontologia Forense
    1. Ficha odontológica para a identificação forense
    2. Sistemas de numeração das peças dentárias
    3. Diagramas
    4. Seção para características especiais
    5. Formulário de achados dentais
    6. Peculiaridades da perícia em odontologia
    7. Valor estético, fonético e mastigatório dos dentes
    IDENTIFICAÇÃO

    CAPÍTULO 11

    Identificação: Princípios Gerais
    1. Introdução
    2. Conceitos
    3. Requisitos técnicos
    4. Identificação médico-legal

    CAPÍTULO 12

    Identificação Policial ou Judiciária
    1. Introdução
    2. Antropometria Científica
    3. Datiloscopia ou papiloscopia
    4. O sistema datiloscópico de Vucetich
    5. Fórmula datiloscópica
    6. Processo de identificação
    7. Atos de identificação
    8. Interpretação

    CAPÍTULO 13

    A Identificação Odonto-legal
    1. Individualidade
    2. Elementos congênitos
    3. Estigmas resultantes de profissões e hábitos pessoais
    3.1. Ação mecânica
    3.2. Ação química
    3.3. Estigmas patológicos
    4. Traumas dentários
    5. As patologias fetais e da infância
    6. Os tratamentos odontológicos

    CAPÍTULO 14

    Identificação pelo DNA
    1. Introdução
    2. A molécula de DNA
    2.1. DNA nuclear (DNA)
    2.2. DNA mitocondrial (mtDNA ou DNAmt)
    3. Utilidade do DNA
    4. Estabilidade do DNA
    5. Polimorfismos do DNA
    6. Métodos para exame do DNA
    6.1. A detecção dos RFLPs
    6.2. A técnica da PCR
    6.3. A sequenciação do DNA mitocondrial
    6.4. Em síntese
    7. Glossário

    CAPÍTULO 15

    Identificação pela Voz
    1. Definição
    2. Aplicações
    3. Momento de intervenção do perito
    4. Resultados
    4.1. Análise Perceptual
    4.2. Análise Instrumental
    4.3. Exemplos

    CAPÍTULO 16

    Identificação Grafoscópica
    1. Definição
    2. O Perito em Grafoscopia
    3. Razões da perícia
    3.1. Leis do grafismo
    3.2. Materiais
    3.3. Elementos de ordem geral
    3.4. Elementos de natureza grafocinética
    3.5. As falsificações ou defraudações gráficas
    3.6. Índices primários das imitações gráficas
    3.7. Índices de autenticidade gráfica
    3.8. Alguns casos reais para exemplificar
    3.8.1. Caso de assinatura autêntica questionada pelo próprio autor
    3.8.2. Caso de assinatura autêntica questionada pela autora
    3.8.3. Caso de assinatura falsificada por imitação servil com modelo à vista
    3.8.4. Caso de assinatura falsificada por imitação de memória
    4. Quesitos

    TANATOLOGIA

    CAPÍTULO 17

    Conceito de Morte
    1. Conceito jurídico de morte
    2. Pretenso conceito de morte

    CAPÍTULO 18

    Classificação dos Tipos de Morte
    1. Introdução
    1.1. Quanto à realidade
    1.1.1. Morte Real
    1.1.2. Morte Aparente
    1.2. Quanto à Rapidez
    1.2.1. Morte Rápida
    1.2.2. Morte Lenta
    1.3. Quanto à Causa
    1.3.1. Morte Natural
    1.3.2. Morte Violenta
    1.3.3. Morte Duvidosa: Morte Súbita
    1.3.4. Morte Duvidosa: Morte sem Assistência
    1.3.5. Morte Duvidosa: Morte Suspeita

    CAPÍTULO 19

    Diagnóstico da Realidade da Morte
    1. Introdução
    2. Provas de Cessação da Vida
    3. Sinais Abióticos
    3.1. Provas Circulatórias
    3.2. Provas Respiratórias
    3.3. Provas Químicas
    3.4. Provas Dinamoscópicas
    3.5. Provas Neurológicas
    4. Mecanismo da Morte
    5. “Causa mortis” Médica
    6. “Causa mortis” Jurídica (de causa violenta)
    7. Lesões “intra vitam” e “post mortem”

    CAPÍTULO 20

    Fenômenos Cadavéricos
    1. Fenômenos abióticos do cadáver
    1.1. Sinais imediatos de morte
    1.2. Sinais consecutivos de morte
    1.2.1. Desidratação cadavérica
    1.2.2. Esfriamento do cadáver
    1.2.3. Livores hipostáticos
    1.2.4. Rigidez cadavérica
    2. Fenômenos transformativos do cadáver
    2.1. Fenômenos destrutivos
    2.1.1. Autólise
    2.1.2. Putrefação
    2.1.2.1. Fases da putrefação
    2.1.3. Maceração
    2.2. Fenômenos Conservadores
    2.2.1. Saponificação
    2.2.2. Mumificação
    2.2.3. Petrificação
    2.2.4. Coreificação
    2.2.5. Congelamento

    CAPÍTULO 21

    Cronotanatognose
    1. Técnicas Cronotanatognóticas
    2. Estimativa do Momento da Morte Recente
    2.1. Esfriamento do cadáver (“algor mortis”)
    2.2. Rigidez cadavérica (“rigor mortis”)
    2.3. Manchas de hipóstase (“livor mortis”)
    2.4. Crescimento do pelo
    2.5. Nível de potássio no humor vítreo
    2.6. Alterações oculares
    2.7. Conteúdo Gástrico
    3. Estimativa do Momento da Morte Não Recente
    3.1. Putrefação
    3.2. Fauna Entomológica
    4. Estimativa do Tempo de Morte Fetal “intra utero”
    5. Estimativa da Sobrevivência Fetal
    6. Provas da Vida Extrauterina
    6.1. Docimasias Respiratórias Diretas
    6.2. Docimasias Respiratórias Indiretas
    6.3. Docimasias ocasionais
    7. Sobrevivência, Hipermortalidade, Premoriência e Comoriência

    CAPÍTULO 22

    O Exame Necroscópico
    1. Conceito
    1.1. Sinonímia
    1.1.1. Que a necrópsia seja completa
    1.1.2. Que a necrópsia seja metódica
    1.1.3. Que a necrópsia seja efetuada sistematicamente
    1.1.4. Que a necrópsia seja ilustrativa
    1.2. Tanatognose
    1.3. Cronotanatognose
    1.4. Identificação
    1.5. Exame externo
    1.6. Exame interno
    1.7. Recomposição do cadáver
    2. A necrópsia oral
    2.1. A classificação das técnicas
    2.1.1. Segundo a região a abordar
    2.1.2. Segundo a possibilidade de extração dos maxilares
    3. A técnica inframandibular de Keiser Nielsen
    4. A técnica de Luntz (1972)
    5. A técnica de Morlang (Stimpson e Morlang, 1977 e 1982)
    6. A técnica de Correa Ramírez (1990)
    7. A técnica de Tavernier (1996)
    8. A técnica de Ferreira (1997)
    9. A técnica de Nakayama (2000)
    10. A técnica Subângulo Mandibular de Heit (2007)
    11. As recomendações do ABFO e da IDF (2006)

    CAPÍTULO 23

    A Exumação
    1. Definição
    2. Objetivos
    3. Disposições legais
    4. Quem participa de uma exumação?
    5. Prazo-limite para Exumação
    6. Procedimento formal da Exumação
    7. A Necrópsia Pós-Exumação

    CAPÍTULO 24

    A Declaração de Óbito
    1. Conceito
    2. O formulário de declaração de óbito
    3. Aspectos éticos referentes ao médico
    4. Responsabilidade médica no fornecimento da declaração de óbito (Resolução CFM nº 1.601/2000, de 09.08.00 – Excertos)
    4.1. Morte Natural
    4.2. Morte Fetal
    4.3. Mortes violentas ou não naturais
    5. Serviços de verificação de óbito
    6. Institutos médico-legais

    CAPÍTULO 25

    A Causalidade Jurídica da Morte (Homicídio, Suicídio ou Acidente)
    1. O local do crime
    2. Forma de apresentação do cadáver
    3. O instrumento utilizado
    4. Sinais de violência no cadáver
    5. Características dos ferimentos
    6. Local do ferimento
    7. Número de ferimentos
    8. Variedade dos ferimentos
    9. Direção dos ferimentos
    10. Lesões de defesa
    11. Espasmo cadavérico
    12. Identificação da arma
    13. Exame do acusado
    14. Quadro sinóptico das diagnoses jurídicas da “causa mortis”
    INFORTUNÍSTICA

    CAPÍTULO 26

    Infortunística e Medicina do Trabalho
    1. Conceito
    2. Medicina do trabalho
    3. Acidente de trabalho (acidente-tipo)
    4. Doença profissional
    5. Doença do trabalho
    6. Acidente de percurso (acidente de trajeto ou acidente “in itinere’)
    7. Incapacidade e benefícios
    7.1. Caracterização
    8. Benefícios previdenciários
    9. Quesitos para acidente de trabalho (modelo complexo)
    10. Quesitos apara acidente de trabalho (modelo simplificado I)
    11. Quesitos apara acidente de trabalho (modelo simplificado II)

    CAPÍTULO 27

    Infortunística e Odontologia do Trabalho
    1. Conceito
    2. Estigmas próprios de algumas profissões
    2.1. Ação mecânica
    2.2. Ação térmica
    2.3. Ação química
    3. Acidente de trabalho (acidente-tipo)
    4. Doença profissional
    5. Doença do trabalho
    6. Acidente de percurso (acidente de trajeto ou acidente “in itinere’)
    6.1. Caracterização
    6.2. Benefícios
    7. Quesitos para acidente de trabalho em odontologia

    CAPÍTULO 28

    Avaliação da Capacidade Laborativa
    1. Introdução
    2. Critérios de Avaliação de Incapacidade
    3. Quesitos

    CAPÍTULO 29

    A Simulação e outras Figuras Fraudulentas
    1. Conceito
    2. Modalidades
    3. Investigação em Casos de Simulação
    4. A Sinistrose (Brissaud)

    TRAUMATOLOGIA FORENSE

    CAPÍTULO 30

    Lesões Corporais
    1. Definição e Conceitos
    2. Lesões corporais
    2.1. Conceito
    3. Classificação das lesões corporais
    3.1. Lesões leves
    3.2. Lesões graves
    3.2.1. Incapacidade para as ocupações habituais por mais de 30 dias
    3.2.2. Perigo de vida
    3.2.3. Debilidade permanente de membro, sentido ou função
    3.2.4. Aceleração do parto
    3.3. Lesões gravíssimas
    3.3.1. Incapacidade permanente para o trabalho
    3.3.2. Enfermidade incurável
    3.3.3. Perda ou inutilização de membro, sentido ou função
    3.3.4. Deformidade permanente
    3.3.5. Abortamento
    4. Quesitos sobre as lesões

    CAPÍTULO 31

    Energias Lesivas
    1. Conceito
    2. Agentes lesivos
    3. Instrumentos
    4. Meios

    CAPÍTULO 32

    As Armas Brancas
    1. Introdução
    2. Definição
    3. Classificação
    3.1. Segundo o uso
    3.2. Segundo a finalidade
    3.3. Segundo a morfologia
    3.4. Segundo a tipologia
    4. Considerações finais

    CAPÍTULO 33

    Lesões Contusas
    1. Definição
    2. Modalidade das lesões
    3. Formas lesivas
    4. Localização
    5. Profundas
    6. Quesitos sobre o instrumento
    7. Quesitos sobre as lesões

    CAPÍTULO 34

    Lesões por Arma Branca
    1. Conceito
    2. Características das lesões
    2.1. Lesões punctórias
    2.2. Lesões incisas
    3. Lesões perfuroincisas
    4. Lesões cortocontusas
    5. Caracteres diferenciais
    6. Quesitos quanto ao instrumento
    7. Quesitos quanto às lesões

    CAPÍTULO 35

    Lesões por Arma de Fogo
    1. Definiçâo
    2. Balística
    2.1. Armas de Fogo
    2.2. Munição
    3. Lesões perfurocontusas
    4. Projéteis de baixa energia
    5. Trajeto do projétil
    6. Projéteis de alta energia
    7. Quesitos sobre o instrumento
    8. Quanto ao projétil de arma de fogo
    9. Quesitos sobre as lesões

    CAPÍTULO 36

    Energias Térmicas, Radiantes, Báricas e Elétricas
    1. Introdução
    2. Lesões por meios térmicos
    2.1. A ação do calor
    2.1.1. Termonoses
    2.1.2. Queimaduras
    2.2. Ação do frio
    2.2.1. Resfriamento ou hipotermia
    2.2.2. Geladuras
    3. Lesões por pressão atmosférica
    3.1. Hipopressão atmosférica (mal das alturas, síndrome de Cruchet e Moulíner)
    3.2. Hiperpressão atmosférica (doença dos “caixões”, síndrome de Poll e Watelle)
    4. Lesões por eletricidade
    5. Efeitos da eletricidade artificial (industrial)
    5.1. Eletroplessão
    5.2. Eletrocussão
    6. Efeitos da eletricidade natural
    6.1. Fulguração
    6.2. Fulminação
    7. Lesões por radiatividade
    8. Quesitos para lesões por eletricidade

    CAPÍTULO 37

    Lesões por Meios Físico-químicos: As Asfixias
    1. Introdução
    2. Classificação das asfixias
    3. Classificação médico-legal das asfixias
    3.1. Asfixias por falta de suprimento de oxigênio (sin.
    Especificações do Produto
    Assunto Medicina Legal
    Idioma Português
    Mês Maio
    Ano 2020
    Marca Editora Mizuno
    Tipo Impresso
    Encadernação Brochura
    Altura (cm) 27
    Largura (cm) 20
    Profundidade (cm) 15
    Peso (kg) 4.3
    NCM 49019900
    Kit Perícias

    Avaliações

    0.00 Média entre 0 opiniões
    Ainda não há comentários para este produto.

    Opiniões dos clientes

    0%
    Recomendaram esse produto
    0%
    0 avaliações
    0%
    0 avaliações
    0%
    0 avaliações
    0%
    0 avaliações
    0%
    0 avaliações

    Formas de Pagamento

    Parcele com os cartões de crédito
    Boleto Bancário

    no Boleto/Transferência

    Cartão de Crédito
    Nº de parcelas Valor da parcela Juros Valor do Produto