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Descrição do produto

O livro Direito das Prestadoras de Serviços de Ativos Virtuais, publicado pela Editora Mizuno, apresenta uma análise abrangente do marco regulatório brasileiro, com destaque para a Lei nº 14.478/2022 e as Resoluções BCB nº 519, 520 e 521/2025.

Organizada por Rodrigo Caldas de Carvalho Borges e Courtnay Guimarães Jr., a obra coletiva reúne especialistas que examinam as exigências legais, os desafios operacionais e as perspectivas da criptoeconomia, conectando os fundamentos jurídicos às necessidades concretas das instituições e dos profissionais que atuam nesse mercado.

📜 Sinopse

O mercado brasileiro de ativos virtuais deixou a zona cinzenta: as prestadoras desses serviços passaram a operar sob autorização do Banco Central, requisitos prudenciais e supervisão contínua.

Esta obra coletiva examina o regime jurídico de custodiantes, corretoras e intermediadoras: a taxonomia dos ativos e dos agentes, as modalidades de PSAV e as atividades vedadas, a autorização e a supervisão pelo regulador, a governança, a segurança cibernética e a proteção de dados, as regras cambiais, tributárias e de PLD/FT, a responsabilidade de administradores e o horizonte das stablecoins, da tokenização e do DeFi.

Escrita por profissionais da linha de frente do setor, é fonte de consulta e instrumento de trabalho para a prática diária.

📌 Tópicos Abordados

O mercado brasileiro de ativos virtuais deixou a zona cinzenta: as prestadoras desses serviços passaram a operar sob autorização do Banco Central, requisitos prudenciais e supervisão contínua.

Esta obra coletiva examina o regime jurídico de custodiantes, corretoras e intermediadoras: a taxonomia dos ativos e dos agentes, as modalidades de PSAV e as atividades vedadas, a autorização e a supervisão pelo regulador, a governança, a segurança cibernética e a proteção de dados, as regras cambiais, tributárias e de PLD/FT, a responsabilidade de administradores e o horizonte das stablecoins, da tokenização e do DeFi.

Escrita por profissionais da linha de frente do setor, é fonte de consulta e instrumento de trabalho para a prática diária.

🔍 Detalhes Essenciais do Livro

O Direito das Prestadoras de Serviços de Ativos Virtuais oferece uma abordagem sistemática da regulamentação aplicável às PSAVs, contemplando as modalidades de intermediação, custódia e corretagem, além dos procedimentos de autorização e fiscalização pelo Banco Central do Brasil.

A obra analisa os impactos das novas disposições regulatórias na estruturação das empresas, na gestão de riscos e na definição das responsabilidades de administradores e controladores.

🎯 Público-Alvo

A obra é direcionada a advogados especializados em Direito Bancário, Direito Empresarial, Direito Digital e regulação financeira, além de consultores jurídicos que assessoram exchanges, instituições financeiras, custodiantes e intermediadoras de ativos virtuais.

Também atende profissionais de compliance, gestores de riscos, administradores de instituições financeiras, especialistas em segurança regulatória, pesquisadores e acadêmicos interessados na regulamentação dos criptoativos e nas transformações do sistema financeiro digital.

❓ Perguntas Frequentes (FAQs)

  1. Quais normas são analisadas no livro Direito das Prestadoras de Serviços de Ativos Virtuais?

A obra examina a Lei nº 14.478/2022 e as Resoluções BCB nº 519, 520 e 521/2025, além de outras disposições relacionadas à regulamentação dos ativos virtuais no Brasil.

  1. O livro explica os requisitos para autorização das PSAVs?

Sim. São abordados os procedimentos de autorização, os requisitos prudenciais, a estrutura societária, a governança e as obrigações decorrentes da supervisão do Banco Central.

  1. A publicação aborda compliance e prevenção à lavagem de dinheiro?

Sim. O conteúdo analisa programas de PLD/FT, identificação de clientes, monitoramento de transações, gestão de riscos e comunicação de operações suspeitas.

  1. O livro apresenta questões relacionadas a stablecoins e finanças descentralizadas?

Sim. A obra examina stablecoins, tokenização, DeFi, Web3 e governança descentralizada, incluindo os desafios regulatórios dessas tecnologias.

🏁 Conclusão

Uma referência para compreender a regulamentação dos ativos virtuais no Brasil

O livro Direito das Prestadoras de Serviços de Ativos Virtuais reúne conhecimentos jurídicos, regulatórios e técnicos para auxiliar na interpretação das normas que disciplinam a atuação de exchanges, custodiantes e intermediadoras.

Com uma abordagem voltada às exigências do mercado financeiro digital, a publicação da Editora Mizuno contribui para decisões juridicamente fundamentadas, fortalecimento das práticas de conformidade e compreensão dos desafios da inovação financeira.

Rodrigo Caldas de Carvalho Borges

Courtnay Guimarães Jr.

Especificações do produto

  • Autor(es) Rodrigo Caldas de Carvalho Borges , Courtnay Guimarães Jr.
  • AssuntoEmpresarial
  • Idioma Português
  • Edição 1
  • Mês Outubro
  • Ano 2026
  • Marca Editora Mizuno
  • Tipo Impresso
  • Encadernação Brochura
  • Paginação 513
  • Formato 16x23
  • Comprimento (cm) 23
  • Largura (cm) 16
  • Altura (cm) 3,08
  • ISBN 9786561991940

Sumário

Sumário
A Evolução das Fintechs e a Nova Fronteira dos Ativos Virtuais
Diego Perez
Introdução
1. A gênese do ecossistema fintech brasileiro
1.1 O arranjo institucional anterior e seus limites
1.2 A Lei nº ./3 e o marco dos arranjos de pagamento
1.3 O Pix e a consolidação da infraestrutura de pagamentos instantâneos
1.4 Open Finance e a portabilidade de dados financeiros
2. A emergência dos ativos virtuais como nova fronteira
2.1 Continuidades estruturais com o movimento fintech
2.2 O papel das fintechs na adoção dos ativos virtuais
2.3 O LIFT e o sandbox regulatório como pontes institucionais
3. A regulamentação das PSAVs no contexto do ecossistema fintech
3.1 Lições aprendidas e incorporadas
3.2 Desafios específicos do universo cripto
4. Conclusão
Taxonomia dos Ativos Virtuais e das Prestadoras de Serviços no Marco Legal Brasileiro
Courtnay Guimarães Jr.
Introdução à nova ordem econômica e tecnológica
1. O “zeitgeist” da transformação: VUCA e a rebelião tecnológica
2. A precisão terminológica: o mito do blockchain
3. Fundamentos arquiteturais: ata e as quatro ciências
3.1 Ciência da computação: a estrutura lógica
3.2 Criptografia: a identidade e a verdade
3.3 Redes de computadores: a resiliência distribuída
3.4 Teoria dos Jogos (Mechanism Design): o incentivo à honestidade
4. Taxonomia das gerações e “religiões” blockchain
4.1 As quatro “religiões” da criptoeconomia
4.2 As gerações tecnológicas das blockchains
5. Dicionário taxonômico completo da criptoeconomia
6. O cenário jurídico brasileiro e o futuro regulatório
6.1 A estrutura regulatória dual: Bacen e CVM
6.2 Desafios fiscais e a “guerra regulatória”
7. Conclusão
8. Referências

CAPÍTULO I
CONTEXTO E EVOLUÇÃO
O Mercado de Ativos Virtuais no Brasil e No Mundo
Courtnay Guimarães Jr.
Resumo executivo
A estrutura de mercado: taxonomia dos agentes econômicos
1. Criadores de redes (network creators)
2. Validadores (miners e stakers)
2.1 Emissores de ativos (asset issuers / tokenizadoras)
3. Intermediadores (brokers e exchanges)
4. Gestores de ativos e portfólios (asset managers)
5. Serviços essenciais (Essential Service Providers)
6. DeFi (Decentralized Finance)
7. Redes fechadas (permissioned networks / consórcios)
8. Investidores finais (End Investors)
9. Investimento direto via exchanges e DEXs
. Produtos passivos (ETFs e Fundos)
. Gestão ativa líquida
. Gestão ativa ilíquida (Venture Capital e Hedge Funds)
. Referências
Evolução Legislativa e Regulatória
Rodrigo Caldas de Carvalho Borges
Introdução: o Direito que chegou depois
1. O período anterior à Lei nº ./2: vácuo normativo e regulação por analogia
1.1 Os primeiros posicionamentos da Receita Federal
1.2 O Banco Central e a postura de “não proibição”
1.3 A CVM e a regulação dos ativos virtuais como valores mobiliários
1.4 O COAF e as obrigações de PLD/FT
2. O processo legislativo: da iniciativa ao marco legal
2.1 Os projetos de lei precursores
2.2 O papel dos escândalos na aceleração do processo
2.3 A Lei nº ./2: estrutura e fundamentos
2.4 O Decreto nº ./3 e a atribuição de competências ao BCB
3. A regulamentação infralegal: as Resoluções BCB nos , e de 5
3.1 O processo de construção regulatória
3.2 A Resolução BCB nº /5: autorização e condições de funcionamento
3.3 A Resolução BCB nº /5: atividades, governança e conduta
3.4 A Resolução BCB nº /5 e a integração ao mercado de câmbio
4. Articulação com o ordenamento jurídico existente
4.1 Lei nº ./3 e o marco das instituições de pagamento
4.2 Lei nº ./1 e o novo marco cambial
4.3 Lei nº 9./8 e o regime de PLD/FT
4.4 LGPD e a proteção de dados pessoais
5. Perspectivas e desafios do marco regulatório
Ativos Virtuais no Mercado de Câmbio
Thiago Sarandy
Introdução
1. Liquidez global vs. fragmentação local
1.1 A dinâmica do “order book” global
1.2 Os riscos da geolocalização forçada
2. O embate regulatório – da Consulta Pública nº à Resolução BCB nº /5
2.1 O custo alto da conformidade: a taxonomia dos reportes ao regulador

CAPÍTULO II
REGIME JURÍDICO E MODALIDADES DAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS
Modalidades de PSAVS
Gabriel Abreu | Juliana Russo
Introdução
1. As modalidades de atuação das PSAVs e a lógica regulatória da Resolução BCB nº /5
2. Intermediação, custódia e corretagem como categorias jurídicas orientadas por risco
2.1 A delimitação do perímetro funcional e suas consequências jurídicas
2.2 As modalidades de PSAV como instrumento de supervisão prudencial e organização do mercado
3. PSAVs intermediárias de ativos virtuais
4. PSAVs custodiantes de ativos virtuais
5. PSAVs corretoras de ativos virtuais
6. Estruturas operacionais, terceirização e modelos de negócio
Prestação de Serviços Por Outras Instituições Autorizadas
Erik Frederico Oioli
Introdução
1. Conceitos fundamentais do novo marco
2. A arquitetura regulamentar recente
3. Prestação de serviços de ativos virtuais por outras instituições autorizadas
4. Atuação no mercado de câmbio, ativos virtuais e a Resolução BCB nº /5
5. Impactos sistêmicos e competitivos da prestação de serviços de ativos virtuais por instituições autorizadas
6. Análise crítica e pontos de atenção
Atividades Permitidas e Restrições
Bruno Balduccini | Catharina Fávero Mirandola
Introdução: o marco regulatório das prestadoras de serviços de ativos virtuais
1. As operações de staking e o limite da regulamentação pelo Banco Central
1.1 Principais requisitos e vedações
1.2 O limite da regulamentação pelo Banco Central: o risco de caracterização da operação de staking como valor mobiliário
2. Operações de conta margem de ativos virtuais
2.1 Principais regras e restrições estabelecidas ao mercado
2.2 O que ficou de fora da regulação das operações de conta margem com ativos virtuais?
3. Os formadores de mercado e provedores de liquidez de ativos virtuais
3.1 Especificidades na contratação formadores de mercado
3.2 Principais regras aplicáveis à contratação de provedores de liquidez
3.3 Principais lacunas das regras de formadores de mercado e provedores de liquidez
4. Comentários finais
Obrigações de Registro e Transparência
Cassiane Oliveira
Introdução
1. Marco normativo das obrigações de registro e transparência
1.1 Lei nº ./2: fundamentos e diretrizes
1.2 Resoluções do Banco Central aplicáveis às PSAVs
2. Transparência na fase pré-contratual
2.1 Divulgação de tarifas
2.2 Divulgação de condições contratuais
3. Registro de operações
3.1 Registro como dever operacional e probatório
3.2 Rastreabilidade, supervisão e integração regulatória
4. Prova de reservas
4.1 Conceito, finalidade e limites da prova de reservas
4.2 Prova de reservas no contexto regulatório brasileiro
5. Auditoria independente
5.1 Auditoria como instrumento de governança e transparência
5.2 Tipologias e expectativas regulatórias
6. Desafios práticos de implementação
7. Conclusão
8. Referências

CAPÍTULO III
AUTORIZAÇÃO E SUPERVISÃO REGULATÓRIA
Requisitos Para Autorização
Rodrigo Caldas de Carvalho Borges | Gabriel Abreu
Introdução
1. Classificação das modalidades de operação
2. Requisitos prudenciais e metodologia de capital mínimo
3. Composição do cálculo de capital
4. O processo de autorização e a avaliação da administração
5. Condições para exercício de cargos e controle societário
6. Regime de transição e autorização bifásica
6.1 Comunicação de ingresso para instituições elegíveis
6.2 Governança corporativa e estrutura de responsabilização
6.3 Transparência e canais de comunicação
6.4 Segregação de recursos financeiros
6.5 Segregação de ativos virtuais e prova de reservas
7. Segurança cibernética e custódia técnica
7.1 Protocolos de custódia e tipos de carteira
8. Integração com o mercado de câmbio e limites operacionais
9. Limites de valor para transferências internacionais
. Capitais estrangeiros e crédito externo
. Obrigações de reporte e monitoramento
. Elegibilidade e seleção de ativos virtuais
.1 Critérios de seleção (arts. e )
.2 O papel do regulador na suspensão de ativos
. Conflito de interesses e práticas de mercado
. Implicações para o setor e conclusão
Procedimentos de Autorização e Alterações Societárias
Rodrigo Caldas de Carvalho Borges | Juliana Russo
1. O novo Marco Regulatório e a centralidade do controle prévio
2. O processo de constituição e a estrutura societária
3. Alterações societárias: transferências e controle e reorganizações
4. Ampliação de escopo e o modelo de autorização derivada
5. Cancelamento e descontinuidade da autorização
6. Governança e estabilidade
Supervisão e Relacionamento com o Banco Central
Gabriel Abreu | Juliana Russo Alexandre
Introdução
1. O dever de sustentação contínua do modelo autorizado e seus efeitos na governança
2. Comunicação obrigatória e reporte periódico
3. Cooperação Interinstitucional e Articulação entre o Banco Central do Brasil, a Comissão de Valores Mobiliários e o Conselho de Controle de Atividades Financeiras
4. Supervisão baseada em risco e uso de suptech
5. Transparência, accountability e maturidade institucional no regime das PSAVs

CAPÍTULO IV
GOVERNANÇA CORPORATIVA E GESTÃO DE RISCOS
Estrutura Organizacional e Governança Mínima
Luiz Calado
Introdução: o rito de passagem
1. Contexto histórico: da especulação à reserva de valor
2. Tokenização
3. Arquitetura organizacional
4. A tríade de defesa: compliance, PLD/FT e gestão de riscos
5. Conclusão
6. Referências
Segurança Cibernética e Continuidade de Negócios
Caio Telles | Bruno Telles
1. Padrões técnicos de segurança e certificações
1.1 Enquadramento regulatório e contexto operacional
1.2 Governança de segurança: papel da alta administração
1.3 Frameworks e normas de referência
1.4 Controles técnicos essenciais
1.4.1 Gestão de identidades e acessos
1.4.2 Criptografia e gestão de chaves
1.4.3 Segmentação de ambientes e proteção de endpoints
1.4.4 Registro e auditoria
1.5 Segurança de aplicações e APIs
1.6 Gestão de terceiros críticos
1.7 Conscientização e treinamento de colaboradores
1.8 Certificações e evidências de maturidade
2. Gestão de vulnerabilidades e incidentes
2.1 Política integrada e aprovação pela alta administração
2.2 Ciclo de gestão de vulnerabilidades
2.3 Fontes de identificação de vulnerabilidades
2.4 Critérios de severidade e prazos de correção
2.5 Monitoramento e detecção de incidentes
2.6 Processo de resposta a incidentes
2.6.1 Preparação
2.6.2 Detecção e análise
2.6.3 Contenção
2.6.4 Erradicação
2.6.5 Recuperação
2.6.6 Pós-incidente e lições aprendidas
2.7 Integração com PLD/FT e LGPD
2.8 Playbooks para cenários típicos
2.9 Preservação de evidências digitais
2. Cooperação com autoridades e comunicação de incidentes ao Banco Central
2. Melhoria contínua e atualização de processos
2. Considerações finais sobre gestão de vulnerabilidades e incidentes
3. Planos de contingência e comunicação de incidentes ao Banco Central
3.1 Fundamentos da continuidade de negócios para PSAVs
3.2 Identificação de funções essenciais e análise de impacto nos negócios
3.3 Objetivos de recuperação: RTO e RPO
3.4 Estrutura de plano de continuidade de negócios alinhada à ISO
3.5 Plano de Recuperação de Desastres: componentes técnicos
3.6 Gestão de crises e comunicação estruturada
3.7 Comunicação de incidentes ao Banco Central: requisitos e materialidade
3.8 Coordenação com outras autoridades
3.9 Testes, validação e melhoria contínua dos planos
3. Desafios específicos do setor de ativos virtuais
3. Integração com outras disciplinas de segurança e governança
3. Considerações finais sobre continuidade de negócios e comunicação ao BCB
4. Conclusão geral
Proteção de Dados e Privacidade (LGPD)
Adriane Loureiro Novaes | Lucas Oliveira Balsamão Magela
Resumo
Introdução
1. Natureza dos dados circulantes no mercado de criptoativos e requisitos da LGPD aplicáveis ao setor
1.1 Caracterização dos dados pessoais no ecossistema cripto
1.2 Bases legais aplicáveis ao tratamento de dados no setor
1.3 Princípios norteadores e direitos dos titulares
1.4 Direitos dos titulares
2. Interoperabilidade e compartilhamento de dados entre plataformas de cripto e instituições financeiras
2.1 Cenários de compartilhamento e necessidades técnicas
2.2 Fundamentos jurídicos para o compartilhamento
2.3 Instrumentos contratuais e responsabilidades
3. Transferência internacional de dados: requisitos jurídicos
3.1 O regime de transferência internacional na LGPD
3.2 Mecanismos de adequação e salvaguardas legais
3.3 Transferências baseadas em consentimento, obrigação legal, execução de contrato e outras situações
4. Tendências regulatórias e cenários futuros
4.1 Convergência regulatória e iniciativas internacionais
4.2 Tecnologias emergentes de preservação de privacidade
4.3 O papel das sandboxes regulatórias e ambientes controlados de teste
4.4 Perspectivas para o marco regulatório brasileiro
5. Conclusão
6. Referências

CAPÍTULO V
REGRAS OPERACIONAIS E DE CONDUTA
Prestação de Serviços no Mercado de Câmbio
Ray Nasser
Introdução
1. Operações com não residentes e moedas estrangeiras: enquadramento e restrições
1.1 Categorias de operações enquadradas como câmbio
1.2 Vedações e limitações fundamentais
1.3 Identificação de carteiras autocustodiadas: novo requisito de rastreabilidade
1.4 Operações com stablecoins de moeda estrangeira: limites severos
1.5 Operações com não residentes: requisitos especiais
2. Liquidação, reporte e limites operacionais
2.1 Mecanismos de liquidação de operações com stablecoins
2.2 Limites operacionais por tipo de instituição
2.3 Obrigações de reporte: o novo sistema de informações
2.4 Integração com sistemas de reporte do BCB
2.5 Classificação das operações por finalidade
3. Integração com instituições cambiais autorizadas
3.1 Modelos de integração: arquitetura de parcerias
3.2 Papel das instituições financeiras tradicionais
3.3 Requisitos para operação integrada
4. Conclusão
Aspectos Tributários dos Ativos Virtuais no Brasil: Princípios e Diretrizes Gerais
Guilherme Peloso Araujo
Introdução
1. Direito tributário: os aspectos formais da sua estruturação
2. Princípios básicos para os impostos
3. A importância da interpretação na aplicação do direito
4. Direito tributário e criptoativos
5. Conclusão
6. Referências
Compliance e PLD/FT
Maria Zelner
Resumo
Introdução
1. Governança de PLD e estrutura organizacional
2. Conhecimento do cliente, parceiros e colaboradores (KYC, KYP e KYE)
3. Monitoramento de transações
3.1 Como funciona?
3.2 Regras de risco
3.3 Calibração de thresholds
3.4 Monitoramento de endereços (KYW)
3.5 Address whitelisting
3.6 Triggers de alto risco e procedimentos de análise
4. Casos de risco elevado
4.1 Transações transfronteiriças (cross-border)
4.2 Mixers, tumblers ou serviços de anonimização
4.3 Finanças descentralizadas (DeFi) e desafios regulatórios
5. Comunicação e reporte de operações suspeitas
6. Conclusão
7. Referências
Boas Práticas Internacionais de Conduta
Francisco Carvalho
Introdução
1. O papel dos padrões internacionais de governança num mercado financeiro digital baseado em blockchain
1.1 Governança de mercado em ecossistemas descentralizados
1.2 Desafios práticos para mercados emergentes
2. Convergência regulatória: a atuação transnacional na governança de mercados digitais
2.1 A atuação da OECD no ecossistema de criptoativos e na governança internacional
2.2 IOSCO e a integridade dos mercados
2.3 GAFI e a integridade financeira global
2.4 BIS, estabilidade financeira e infraestruturas de mercado
3. Interoperabilidade e coordenação jurisdicional
3.1 Autorregulação como complemento regulatório
3.2 Riscos associados à ausência de alinhamento
4. Caminhos para a maturidade institucional
4.1 Implicações estratégicas para o ecossistema de blockchain
5. Conclusão
6. Referências


CAPÍTULO VI
RESPONSABILIZAÇÃO, PENALIDADES E REGIMES ESPECIAIS
Responsabilidade de Administradores e Controladores
Marilia Milani
Introdução
1. Responsabilidade de administradores e controladores nas sociedades prestadoras de serviços de ativos virtuais
2. A insolvência e as sociedades prestadoras de serviços de ativos virtuais
Penalidades e Regimes Especiais
Pedro Ivo Gricoli Iokoi | Bruno Lambert Mendes de Almeida
Introdução
1. Evolução do arcabouço normativo brasileiro
2. Das obrigações impostas pela Resolução BCB nº /5
2.1 Tratamento de dados pelos prestadores de serviço de ativos virtuais
2.2 Administradores responsáveis perante o BACEN
2.3 Extensão das obrigações às prestadoras de serviço
2.4 Compartilhamento de programas e políticas com o BACEN
2.5 Controle e monitoramento das operações
2.6 Elegibilidade dos ativos virtuais
3. Das consequências da regulação
4. Referências

CAPÍTULO VII
PERSPECTIVAS FUTURAS E DESAFIOS
Tendências Regulatórias Internacionais
Rodrigo Caldas de Carvalho Borges
Introdução: por que o direito comparado é indispensável para o advogado de PSAVs
1. O Regulamento MiCA: a Europa como paradigma de regulação abrangente
1.1 Origem e lógica de design
1.2 O regime dos Crypto-Asset Service Providers (CASPs)
1.3 O papel da ESMA e da AMLA na supervisão
1.4 Implicações para PSAVs brasileiras com operações na Europa
2. O GENIUS Act e a regulação americana de stablecoins
2.1 O vácuo legislativo americano e a mudança de postura
2.2 Estrutura e conteúdo do GENIUS Act
2.3 O contexto mais amplo: FIT e a disputa SEC-CFTC
3. Modelos asiáticos: diversidade de abordagens em mercados maduros
3.1 Singapura: o modelo de regulação proporcional e favorável à inovação
3.2 Hong Kong: a reconquista do status de hub cripto
3.3 Japão: o pioneirismo e seus limites
4. Padrões do GAFI e do BIS: o substrato multinacional do marco brasileiro
4.1 A Recomendação do GAFI como parâmetro obrigatório
4.2 A agenda BIS e a tokenização de ativos
5. Implicações para a prática regulatória brasileira
Inovação e Competitividade
Rodrigo Batista
Introdução: a tensão constitutiva entre inovação e regulação
1. O modelo de sandbox regulatório: conceito, tipologia e fundamentos Jurídicos
1.1 Conceito e características essenciais
1.2 Tipologia dos modelos de sandbox
1.3 Base jurídica no ordenamento brasileiro
2. A experiência brasileira com o sandbox regulatório no mercado cripto
2.1 O LIFT e a construção de inteligência regulatória
2.2 O sandbox das Resoluções BCB nº /0 e Conjunta BCB/CVM nº 1/0
2.3 O sandbox da CVM e a tokenização de valores mobiliários
3. O novo paradigma: da inovação tolerada à inovação supervisionada
3.1 A mudança de postura do regulador
3.2 O sandbox como instrumento permanente de calibração
3.3 Recomendações práticas para PSAVs e seus assessores
4. Conclusão: o regulador como parceiro de construção institucional
Stablecoins, Tokenização e CBDCS
Thomaz Teixeira
Introdução
1. Preâmbulo brasileiro: DREX, sandbox e interoperabilidade
2. Gatekeepers institucionais de infraestrutura de mercado financeiro
3. Stablecoin como “CBDC sintética” – com soberania e responsabilidade
4. Riscos e percepções incorretas
5. Brasil: de usuário de tecnologia a referência institucional
6. Promessa, risco e escolha histórica
7. Conclusão: oportunidade brasileira
DEFI, WEB3 e Governança Descentralizada
Nathaly Diniz
Introdução
1. Web3 como nova arquitetura institucional
2. DeFi e a reorganização funcional do sistema financeiro
3. Governança descentralizada e organizações autônomas descentralizadas (DAOs)
4. DApps, DAOs e riscos jurídicos
4.1 DApps e smart contracts: implicações jurídicas
4.2 Falhas de código, exploits e responsabilidade
4.3 Tornado Cash e os limites da descentralização
5. Desafios de enquadramento regulatório e supervisão
5.1 Regulação por entidade versus regulação por atividade
5.2 Brasil
5.3 Estados Unidos
5.4 União Europeia
5.5 Malta: reconhecimento legal de DAOs
6. Limites e possibilidades da supervisão estatal
7. Considerações finais
8. Referências