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Descrição do produto

O Seguro Acidente do Trabalho (SAT) ocupa posição fundamental no financiamento da Previdência Social e na proteção dos trabalhadores diante dos riscos relacionados às atividades profissionais. Sua relação com o Fator Acidentário de Prevenção (FAP) envolve importantes discussões sobre tributação, responsabilidade empresarial, segurança jurídica e prevenção de acidentes.

Publicado pela Editora Mizuno, o livro reúne estudos organizados por Marcelo Borsio, Juliana Salgado Cavalhere Valadares de Assumpção e Davi Rios Cavalhere Valadares de Assumpção, apresentando diferentes perspectivas sobre o custeio previdenciário acidentário e seus desafios normativos, administrativos e jurisprudenciais.

📜 Sinopse

A obra Seguro Acidente do Trabalho (SAT) apresenta estudos aprofundados sobre o regime jurídico do custeio previdenciário acidentário e sua relação com o Fator Acidentário de Prevenção (FAP), examinando aspectos constitucionais, tributários, previdenciários e administrativos.

Os capítulos investigam a natureza jurídica do SAT, os critérios de incidência tributária, os mecanismos de apuração do FAP e as controvérsias relacionadas à metodologia de cálculo, à decadência tributária e aos processos administrativos de contestação.

Também são discutidos o Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário (NTEP), a duplicidade de registros acidentários, a retroatividade normativa e os desafios enfrentados pelos contribuintes diante da ausência de efeito suspensivo em determinadas impugnações administrativas.

A publicação contempla ainda propostas de aprimoramento da reabilitação profissional e de fortalecimento da cooperação entre poder público, empresas e instituições especializadas, relacionando prevenção de acidentes, reinserção laboral e sustentabilidade previdenciária.

📌 Tópicos Abordados

  • O Custeio Previdenciário Acidentário e o Fator Acidentário de Prevenção como Fatores de Equilíbrio: a Revitalização da Reabilitação Profissional Gerida pelo Poder Público e Executada pela Sociedade
  • Decadência da contribuição do SAT Ajustada pelo FAP Enquanto pendente Processo Administrativo no CRPS: análise sob a ótica fiscal e previdenciária
  • A Viabilidade de Harmonização da Presunção do NTEP nos Casos de Revisões Administrativas-Judiciais Diante de Mecanismos que Garantem a Segurança Jurídica para as Empresas em Eventos do FAP
  • Seguro de Acidentes do Trabalho à luz do Direito Previdenciário e do Direito Tributário: da nomenclatura correta e da hipótese de (não) incidência
  • Duplicidade Material Oneradora Indevida no FAP: a Recontagem do Índice de Frequência como Vício Metodológico na Apuração do Fator Acidentário de Prevenção
  • Patologias Metodológicas no Fator Acidentário de Prevenção (FAP): taxa de rotatividade, retroatividade normativa e a omissão decisória dos Tribunais Superiores na uniformização jurisprudencial
  • A Insegurança Jurídica do Fator Acidentário de Prevenção - FAP Diante da Ausência do Efeito Suspensivo nas Contestações e Recursos Administrativos aos que Buscam Sua Revisão

🔍 Detalhes Essenciais do Livro

A publicação desenvolve uma abordagem interdisciplinar que relaciona Direito Previdenciário, Direito Tributário e Direito do Trabalho, examinando fundamentos normativos e questões controvertidas do sistema de custeio acidentário.

Entre seus diferenciais estão os estudos sobre a metodologia de cálculo do FAP, a segurança jurídica das empresas, a aplicação do NTEP e os efeitos das decisões administrativas e judiciais.

A análise também contempla a reabilitação profissional e experiências internacionais, oferecendo fundamentos para reflexões sobre o aperfeiçoamento das políticas públicas previdenciárias.

🎯 Público-Alvo

O conteúdo destina-se a advogados previdenciaristas, tributaristas e trabalhistas, magistrados, procuradores, servidores públicos, consultores empresariais, profissionais de departamentos jurídicos, gestores de recursos humanos, especialistas em segurança e saúde do trabalho, pesquisadores e estudantes de pós-graduação.

Também constitui referência para profissionais que atuam com contribuições previdenciárias, gestão de riscos ocupacionais e processos de contestação do FAP.

❓ Perguntas Frequentes (FAQs)

  1. O que é abordado no livro Seguro Acidente do Trabalho (SAT)?

A obra examina o regime jurídico do SAT e do FAP, incluindo custeio previdenciário, incidência tributária, metodologia de cálculo, contestações administrativas e segurança jurídica.

  1. O livro explica a relação entre SAT e FAP?

Sim. Os estudos analisam como o Fator Acidentário de Prevenção interfere na contribuição previdenciária acidentária e discutem seus fundamentos normativos e critérios de apuração.

  1. A obra aborda questionamentos administrativos sobre o FAP?

Sim. São examinadas controvérsias relacionadas à contestação do FAP, aos recursos administrativos, à decadência tributária e à ausência de efeito suspensivo.

  1. O conteúdo apresenta discussões sobre o NTEP?

Sim. A publicação investiga a aplicação do Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário e as repercussões de sua utilização no cálculo do FAP, especialmente diante de revisões administrativas e judiciais.

  1. O livro trata da reabilitação profissional?

Sim. Um dos capítulos examina propostas para fortalecer a reabilitação profissional, incluindo experiências nacionais e internacionais e mecanismos de cooperação institucional.

🏁 Conclusão

Amplie seus conhecimentos sobre o Seguro Acidente do Trabalho (SAT)

Com estudos jurídicos especializados e discussões sobre questões relevantes do sistema previdenciário brasileiro, Seguro Acidente do Trabalho (SAT) oferece fundamentos para aprofundar a compreensão das relações entre tributação, prevenção de acidentes, reabilitação profissional e segurança jurídica.

A publicação da Editora Mizuno representa uma contribuição para o estudo das controvérsias que envolvem o SAT e o FAP, auxiliando na análise de normas, procedimentos administrativos e entendimentos jurisprudenciais.

Marcelo Fernando Borsio

Professor Titular do UDF no Curso de Mestrado em Direito das Relações Sociais e Trabalhistas, nos créditos de Direito da Seguridade Social e Previdenciário. Pós-Doutor em Direito da Seguridade Social e Professor Visitante, sob a orientação do Prof. José Luís Tortuero Plaza, pela Universidade Complutense de Madrid (2014). Pós-Doutor em Direito Previdenciário e Professor Visitante, sob a orientação do Professor Giuseppe Ludovico, pela Universidade de Milão (2017). Doutor (2013) e Mestre (2007) em Direito Previdenciário pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Especialista em Limites Constitucionais da Investigação pela Univ. Santa Catarina. Graduação em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Professor Convidado da Pós-Graduação da PUC-SP (COGEAE). Professor de Direito Previdenciário da Pós-Graduação em Direito Previdenciário e Preparatório para Magistratura do Trabalho e Procurador do Trabalho na ATAME -DF. Professor convidado na Pós-Graduação de Direito Previdenciário na Faculdade Baiana - Salvador. Editor Assistente da Revista Direito das Relações Sociais e Trabalhistas da Faculdade de Direito do UDF. Avaliador de artigos da Revista Jurídica da Presidência da República. Membro da Asociación Española de Salud y Seguridad Social. Membro fundador da Academia Brasileira de Direito da Seguridade Social, titular da cadeira n 15. Presidente do Conselho de Recursos da Previdência Social desde fevereiro de 2019. Integrante do Comitê de Avaliação da CAPES - Área do Direito (Stricto Sensu). E-mail: marcelo.borsio@hotmail.com

Juliana Salgado Cavalhere Valadares de Assumpção

Professora, congressista internacional, advogada sênior, mestranda em Direito das Relações Sociais pelo Centro Universitário do Distrito Federal, graduada pelo Instituto Brasileiro de Mercado e Capitais - IBMEC-RJ, especialista em Direito Previdenciário pelo Instituto de Formação Continuada vinculado ao Instituto Nacional de Ensino Superior e Pesquisa de São Paulo; possui especialização internacional (LLM) em Direito previdenciário e processo previdenciário pelo Instituto Connect de Direito Social (ICDS) e especialização em regime próprio de previdência pelo Regime Próprio de Previdência Social pela Escola de Magistratura Federal do Paraná (ESMAFE-PR); extensão em teses revisionais e regulamentares em Direito Previdenciário pelo Notório Saber Jurídico, Academia de Direito Previdenciário e o Instituto Jurídico Previdenciário do Brasil; extensão em processo civil pela Escola de Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (EMERJ); extensão em prática empresarial previdenciária; Além disso, é associada ao referendado Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário IBDP. Foi debatedora no I Congresso Internacional de Direito Previdenciário realizado na Universidade de Lisboa. Foi agraciada pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro com o título Chiquinha Gonzaga, maior honraria concedida as representantes femininas, fruto do reconhecimento pelo seu trabalho atrelado à melhoria ocasionada na previdência social.

Davi Rios Cavalhere Valadares de Assumpção

Professor de pós-graduação em Direito e Processo Previdenciário Advogado Sênior, congressista internacional, sócio fundador do escritório Assumpção e Cavalhere Advogados Associados, com mais de 11 anos de experiência exclusiva no direito previdenciário consultivo e contencioso. Mestrando em Direito das Relações Sociais pelo Centro Universitário do Distrito Federal, Possui graduação pela Faculdade de Direito de Campos, com pós-graduação lato sensu em direito previdenciário, frente ao Instituto de Formação Continuada vinculado ao Instituto Nacional de Ensino Superior e Pesquisa de São Paulo. Possui Master of Law (LL.M) em Direito e Processo Previdenciário pelo Instituto Connect de Direito Social. Possui pós-graduação lato sensu em Regimes Próprios de Previdência Social pela Escola de Magistratura Federal do Paraná (ESMAFE-PR). Possui curso de extensão em Direito Processual Civil pela Escola de Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (EMERJ). É parecerista em RGPS, RPPS e RPC. Éautor de diversos artigos jurídicos. Foi agraciado pela Câmara Municipal;do Rio de Janeiro com a Medalha de Mérito Pedro Ernesto, maior honraria concedida pelo parlamento carioca, em decorrência dos reconhecidos serviços prestados à Casa e à sociedade fluminense, no campo do direito.

Especificações do produto

  • Autor(es) Marcelo Fernando Borsio , Juliana Salgado Cavalhere Valadares de Assumpção , Davi Rios Cavalhere Valadares de Assumpção
  • AssuntoPrevidenciário
  • Idioma Português
  • Edição 1
  • Mês Janeiro
  • Ano 2027
  • Marca Editora Mizuno
  • Tipo Impresso
  • Encadernação Brochura
  • Paginação 302
  • Formato 16x23
  • Comprimento (cm) 23
  • Largura (cm) 16
  • Altura (cm) 1,81
  • ISBN 9786561992169

Sumário

Sumário


CAPÍTULO 1
O Custeio Previdenciário Acidentário e o Fator Acidentário de Prevenção como Fatores de Equilíbrio: a Revitalização da Reabilitação Profissional Gerida pelo Poder Público e Executada pela Sociedade
Marcelo Borsio | Juliana Salgado Cavalhere Valadares de Assumpção
Davi Rios Cavalhere Valadares de Assumpção | Igor Batista Coimbra
1. Introdução
2. Fontes de Financiamento da Seguridade Social
2.1 O Custeio da Seguridade Social
2.2 O Custeio da previdência social
2.3 A sinistralidade do trabalho e sua contributividade
2.4 A criação do fator acidentário de prevenção (FAP) como vetor de pesquisa
2.5 2.5 A Extrafiscalidade e o Fator Acidentário de Prevenção.
3. A Reabilitação Profissional como Outro Vetor de Pesquisa Científica
3.1 O trabalho e os aspectos de incapacidade laboral
3.2 Breves Apontamentos do Histórico da Reabilitação no Brasil
3.3 A Política Pública de Reabilitação Profissional e os Desafios de Reintegração de Pessoas no Mercado de Trabalho
3.4 A ausência de cadastro nacional de reabilitados e a “prova diabólica” do artigo 93 da Lei nº 8.213/91
3.5 Um excerto da prática de reabilitação profissional em uma agência do INSS em Goiás
4. A Revitalização da Reabilitação Profissional no Brasil e seus Impactos Fiscais perante o Fator Acidentário de Prevenção — A Confluência dos Vetores Estudados
4.1 Diagnósticos do atual modelo
4.2 O Acordo de Cooperação Técnica entre INSS e Empresas Catarinenses: a experiência de Videira/SC
4.3 O modelo caterpillar
4.4 O Programa de Reabilitação Ampliada (PRA) e a Experiência do CEREST-Piracicaba
4.5 O Modelo Alemão da DGUV
4.6 O Modelo Italiano do INAIL
5. A criação dos Centros de Serviços Compartilhados em Reabilitação Profissional: reflexos econômicos positivos para empresa e ente sem fins lucrativos participantes
6. Conclusão
7. Referências


CAPÍTULO 2
Decadência da contribuição do SAT Ajustada pelo FAP Enquanto pendente Processo Administrativo no CRPS: análise sob a ótica fiscal e previdenciária
Marcelo Borsio | Davi Rios Cavalhere Valadares de Assumpção | Juliana Salgado Cavalhere Valadares de Assumpção
1. Introdução
2. As particularidades do SAT e do FAP
2.1 O contexto histórico
2.2 Natureza jurídica do SAT e FAP
3. A decadência tributária e o SAT: o regime do art. 173 do CTN
4. O CRPS e o processo administrativo de contestação do FAP
5. Interface entre o processo administrativo no CRPS e o prazo decadencial: a tese central
6. Considerações Finais
7. Referências


CAPÍTULO 3
A Viabilidade de Harmonização da Presunção do NTEP nos Casos de Revisões Administrativas-Judiciais Diante de Mecanismos que Garantem a Segurança Jurídica para as Empresas em Eventos do FAP
Fernanda Aparecida Alves Doriguetto | Gyslaine Ferreira Almeida
1. Introdução
2. Os Problemas Existentes na Aplicação Antecipada do NTEP no Cálculo do FAP
2.1 O Problema da Computação de Eventos do FAP em Contestação do NTEP Pendente de Respostas: Uma Atuação Recorrente do INSS
2.2 A Aplicação Indevida do NTEP Pelo CID-CNAE sem Análise do Caso Concreto: uma ampliação do problema em casos de contestações pendentes
3. A Viabilidade de Harmonização da Presunção do NTEP Nos Casos de Revisões Administrativas-Judiciais: uma análise para a garantia da segurança jurídica das empresas
3.1 A Viabilidade da Delegação ao Poder Executivo na Regulamentação Metodológica do Cálculo do FAP
3.2 A Possibilidade de Revisão Judicial da Metodologia de Cálculo das Variáveis do FAP Garante a Segurança Jurídica Nos Casos Pendentes de Resposta do NTEP
3.3 Da Necessidade de Aplicação de Mecanismos que Minimizem a Cobrança de Eventos no Fap Enquanto Pendente de Resposta da Contestação do NTEP
4. Conclusões
5. Referências


CAPÍTULO 4
Seguro de Acidentes do Trabalho à luz do Direito Previdenciário e do Direito Tributário: da nomenclatura correta e da hipótese de (não) incidência
Arthur Pereira de Souza | Thiago Castro da Silva
1. Introdução
2. Da Contrubuição
2.1 Evolução histórico-normativa do seguro contra acidentes do trabalho
2.2 A nomenclatura juridicamente adequada: SAT como tributo, GIILRAT como critério de gradação
3. Regra-matriz de incidência do SAT e distinção em relação à contribuição previdenciária patronal ordinária
3.1 Legalidade tributária, justiça e FAP: constitucionalidade da graduação da alíquota e da atividade preponderante
4. Da base de cálculo das contribuições da empresa e equiparados para o SAT nos Tribunais Superiores: verbas passiveis de incidência do SAT frente natureza remuneratória, indenizatória e frente a habitualidade
4.1 Da movimentação jurisprudencial
4.2 Das horas pagas e não trabalhadas: reflexos do aviso prévio indenizado e o Tema 1.170/STJ
4.3 Da divergência principiológica: primazia do aspecto tributário
5. Conclusão
6. Referências


CAPÍTULO 5
Duplicidade Material Oneradora Indevida no FAP: a Recontagem do Índice de Frequência como Vício Metodológico na Apuração do Fator Acidentário de Prevenção
Giovanna Maria Oliveira da Conceição Cordeiro | Sandra Aparecida Benevides
1. Introdução
2. O Fator Acidentário de Prevenção, o Fato Acidentário Originário e a Hipótese de Duplicidade Material Oneradora Indevida
2.1 O FAP como instrumento de individualização do custeio previdenciário acidentário
2.2 O fato acidentário originário e os eventos previdenciários dele decorrentes
2.3 Formulação da hipótese e critérios de falseabilidade
3. Fundamentos Normativos, Estrutura Metodológica e Categoria Dogmática da Duplicidade Material Oneradora Indevida
3.1 Regime jurídico do FAP: Lei nº 10.666/2003, Decreto nº 3.048/1999 e Resolução CNPS nº 1.347/2021
3.2 Os três eixos de mensuração: o índice de frequência como ponto de ruptura
3.3 A Categoria da Duplicidade Material Oneradora Indevida
3.4 Estado da Arte Jurisprudencial e a Lacuna de Julgamento
4. Teste Crítico da Hipótese: objeções, falseamento parcial e reformulação
4.1 Primeira Objeção: a Autonomia Jurídica dos Registros Previdenciários
4.2 Segunda Objeção: a Mensuração Superveniente do Risco e da Gravidade
4.3 Terceira Objeção: a Vinculação Administrativa à DDB e a Discricionariedade do CNPS
4.4 Síntese do Teste e Reformulação da Hipótese
5. Conclusão
6. Referências


CAPÍTULO 6
Patologias Metodológicas no Fator Acidentário de Prevenção (FAP): taxa de rotatividade, retroatividade normativa e a omissão decisória dos Tribunais Superiores na uniformização jurisprudencial
Pedro Eduardo Spitzner | Rayanne Illis Neiva Máximo
1. Introdução
2. Financiamento da Seguridade Social e os Riscos Ambientais do Trabalho
2.1 O Seguro Acidente do Trabalho (SAT) e a Tarifação Coletiva dos Riscos Ambientais do Trabalho
2.2 O Fator Acidentário de Prevenção (FAP) Como Instrumento de Modulação Tributária
2.2.1 Os limites do Poder Regulamentar: a construção infralegal da metodologia do FAP
2.2.2 FAP e a Estrita Legalidade: o embate entre discricionariedade administrativa e reserva de lei
3. Patologias Metodológicas no Cálculo do FAP e Sua Recepção Jurisprudencial
3.1 A Taxa de Rotatividade: entre a gestão de pessoal e ainstituição de barreira tributária sem lastro legal
3.2 A Retroatividade das Alterações Metodológicas do FAP: exclusão dos acidentes de trajeto e dos eventos sem concessão de benefício
4. A Omissão Decisória dos Tribunais Superiores e o Impasse na Uniformização Jurisprudencial
4.1 indicadores de atração da competência do STJ para apreciação da controvérsia
4.2 Aspectos constitucionais e a competência do STF
5. Conclusão
6. Referências


CAPÍTULO 7

A Insegurança Jurídica do Fator Acidentário de Prevenção - FAP Diante da Ausência do Efeito Suspensivo nas Contestações e Recursos Administrativos aos que Buscam Sua Revisão
Emilia Mirtes Albuquerque Escaleira | Luciana Souza de Oliveira
1. Introdução
2. A Evolução Normativa do FAP Como Fator que Gera Instabilidade Regulatória Impactando Financeiramente na Folha de Pagamento dos Contribuintes
2.1 A origem do fator acidentário de prevenção no sistema de custeio da seguridade social
2.2 A Base Normativa da Regulamentação do Fator Acidentário de Prevenção no Sistema de Custeio da Seguridade Social
2.3 A instabilidade regulatória impactando financeiramente na folha de pagamento dos contribuintes
3. A Ausência do Efeito Suspensivo nas Contestações e Recursos Administrativos do FAP Gera Insegurança Jurídica aos Contribuintes que Buscam Sua Revisão
3.1 O processo administrativo de contestação do FAP: uma análise da estrutura normativa do contencioso administrativo
3.2 A ausência histórica de efeito suspensivo nas contestações e recursos administrativos do FAP
3.3 A insegurança jurídico para o contribuinte como consequência jurídica da ausência do efeito suspensivo nas contestações e recursos administrativos do FAP
4. A Suspensão da Exigibilidade do Crédito Tributário Como Critério de Efetiva Garantia Jurídica nas Contestações e Recursos Administrativos do FAP
4.1 A Suspensão da Exigibilidade do Crédito Tributário e o FAP: uma análise do regime do Art. 151 do CTN
4.2 A garantia da segurança jurídica do custeio previdenciário pela suspensão da exigibilidade do crédito tributário
5. Conclusões
6. Referências