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Descrição do produto

A implementação da Reforma Tributária inaugura um período de profundas mudanças para o agronegócio brasileiro, exigindo atenção às novas regras de tributação, aos custos de produção e à preservação do patrimônio rural.

O livro A Reforma Tributária e o Agro – A Nova Era da Tributação do Agronegócio, de Renaldo R. Junior, publicado pela Editora Mizuno, apresenta uma análise jurídica e prática das consequências da reforma para produtores rurais, empresas agroindustriais e profissionais que atuam no setor.

📜 Sinopse

A Reforma Tributária reescreveu as regras do jogo, e o agronegócio — que durante décadas conviveu com desonerações, diferimentos e regimes estaduais sob medida — está entre os setores mais expostos a essa transformação. Com a substituição de cinco tributos sobre o consumo por dois (o IBS e a CBS) e o fim da guerra fiscal entre os Estados, o produtor rural descobre, tarde, uma verdade incômoda: trocou tributos que praticamente não pagava por tributos que passará a pagar.

Nestas páginas, você descobrirá como a Reforma funciona na prática da porteira para dentro. A obra detalha a redução de 60% para os produtos in natura, o corte dos R$ 3,6 milhões que separa o produtor contribuinte do não contribuinte, e a regra-bomba que já apanhou milhares de produtores de surpresa: quem faturou acima do limite em 2024 já é contribuinte desde 1º de janeiro de 2026, independentemente de qualquer providência.

Mais do que doutrina, este livro é um guia de campo. Cada cadeia produtiva ganha tratamento próprio — da soja tributada ao feijão de alíquota zero, do gado ao queijo, das aves integradas à cana que se divide em açúcar, aguardente e o etanol no regime monofásico dos combustíveis. E enfrenta o que a Reforma fez à sucessão no campo: o ITCMD que entrou no pacote e a holding de gaveta que virou passivo fiscal.

Se você é produtor rural, contador, advogado ou gestor do agro e precisa atravessar essa transição sem ser apanhado de surpresa, esta obra não é leitura recomendada: é manual de sobrevivência para proteger o caixa da lavoura e o patrimônio de uma vida inteira.

📌 Tópicos Abordados

  • A troca que o produtor não pediu: cinco tributos que ele não pagava substituídos por dois que passará a pagar — e por que o agro perde onde a indústria ganha
  • A regra-bomba do faturamento de 2024: como o produtor que faturou acima de R$ 3,6 milhões virou contribuinte do IBS sem ser avisado, desde 1º de janeiro de 2026
  • In natura ou processado: a fronteira de 60% de redução que decide quanto cada cadeia vai pagar — da soja ao café, da uva ao vinho
  • O fim da guerra fiscal: a perda dos incentivos estaduais e os fundos (FUNDEINFRA, FUNDERSUL, FETHAB) que sobrevivem até 2043
  • A herança no campo: o ITCMD que entrou no pacote da Reforma e por que a holding de gaveta tornou-se um risco fiscal, não uma proteção
  • Caixa de ferramentas: fichas tributárias por cadeia produtiva, checklist do produtor e linha do tempo da transição

🔍 Detalhes Essenciais do Livro

Tributação do agronegócio, planejamento fiscal e sucessão rural

A Reforma Tributária e o Agro examina as particularidades tributárias de diferentes cadeias produtivas, incluindo soja, pecuária, leite, aves, café, uva, cana-de-açúcar e produções sazonais.

A obra também aborda os efeitos da não cumulatividade, do split payment, dos créditos tributários e das obrigações acessórias sobre a administração financeira da atividade rural.

Outro diferencial é a análise da tributação patrimonial, com atenção ao ITCMD, às holdings rurais e ao planejamento sucessório, temas fundamentais para a continuidade dos negócios familiares.

🎯 Público-Alvo

A publicação é direcionada a produtores rurais, advogados tributaristas, contadores, consultores fiscais, gestores de propriedades rurais, empresários do agronegócio e profissionais de cooperativas e agroindústrias.

Também constitui material de consulta para pesquisadores e estudantes de Direito Tributário interessados nas consequências da reforma para a economia rural brasileira.

❓ Perguntas Frequentes (FAQs)

  1. Quais mudanças da Reforma Tributária são examinadas no livro?

A obra analisa a implementação do IBS e da CBS, os regimes diferenciados do agronegócio, os créditos tributários e as novas exigências fiscais.

  1. O livro explica o limite de faturamento de R$ 3,6 milhões?

Sim. Examina o enquadramento do produtor rural como contribuinte e as consequências do faturamento registrado em 2024.

  1. A publicação aborda diferentes cadeias produtivas?

Sim. Apresenta análises específicas sobre grãos, pecuária, laticínios, avicultura, café, frutas, cana-de-açúcar e outras atividades rurais.

  1. O conteúdo inclui planejamento sucessório rural?

Sim. São examinadas as mudanças relacionadas ao ITCMD, à avaliação patrimonial e às estruturas de holdings utilizadas no agronegócio.

  1. O livro oferece ferramentas práticas de consulta?

Sim. Inclui materiais de apoio, como linha do tempo da transição, glossário tributário, dispositivos legais relevantes e checklist do produtor.

🏁 Conclusão

Prepare-se para a nova tributação do agronegócio

A adaptação às mudanças tributárias exige conhecimento técnico, organização financeira e compreensão das particularidades de cada atividade rural.

A Reforma Tributária e o Agro – A Nova Era da Tributação do Agronegócio reúne fundamentos jurídicos, análises setoriais e orientações práticas que auxiliam na avaliação de riscos, no cumprimento das obrigações fiscais e na proteção patrimonial.



Renaldo R. Júnior

Advogado. Mestre em Educação pela Universidade Tuiuti do Paraná. Especialista em Direito do Trabalho pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná – PUC/PR, em Direito Eleitoral pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais – PUC/MG, em Direito Constitucional pela Faculdade Damásio de Jesus, em Licitações e Contratos Administrativos pelo Centro Universitário UniBrasil e em Direito Público pela Faculdade Legale. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade de Taubaté – UNITAU. Professor universitário nas áreas de Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito do Trabalho, Direito Eleitoral e Gestão Pública. Coordenador do Núcleo de Educação a Distância, do Instituto Superior de Educação e do Núcleo de Pós-Graduação do Centro Universitário do Vale do Ribeira – UNIVR. Procurador Jurídico da Câmara Municipal de Ilha Comprida/SP e Procurador Institucional Auxiliar da UNIVR. Autor de diversas obras acadêmicas nas áreas jurídica e de gestão pública. Integrante do Grupo de Pesquisas em Políticas Públicas e Gestão da Educação da Universidade Tuiuti do Paraná. Com sólida atuação no Direito Público e experiência na docência superior, tem se dedicado ao estudo das reformas estruturantes do Estado brasileiro, com ênfase na modernização do sistema fiscal. É autor de artigos acadêmicos, pareceres e materiais didáticos voltados à simplificação e à justiça fiscal, contribuindo para o debate jurídico e contábil sobre os impactos da reforma tributária no Brasil.

Especificações do produto

  • Autor(es) Renaldo R. Júnior
  • AssuntoTributário
  • Idioma Português
  • Edição 1
  • Mês Outubro
  • Ano 2026
  • Marca Editora Mizuno
  • Tipo Impresso
  • Encadernação Brochura
  • Paginação 307
  • Formato 16x23
  • Comprimento (cm) 23
  • Largura (cm) 16
  • Altura (cm) 1,84
  • ISBN 9786561991476

Sumário

Sumário

PARTE I

O TERRENO

Capítulo 1

A promessa quebrada — simplificar, não aumentar, e por que o agro perde

A primeira promessa: simplificar

A segunda promessa: não aumentar a carga

A terceira promessa: desburocratizar

Por que começar pela promessa quebrada

Perguntas frequentes do Capítulo 1

“Se a Reforma é neutra, por que o agro pagaria mais?”

“Mas o produtor não tem várias reduções e isenções?”

“Então não há nada de bom na Reforma para o campo?”

Capítulo 2

A avalanche normativa — da Emenda aos Regulamentos

O encadeamento das normas

A inversão que gerou a insegurança

Por que dois regulamentos, e não um

O que esperar dos próximos anos

Perguntas frequentes do Capítulo 2

“Se o sistema entrou em vigor sem regulamento, o que eu seguia em janeiro de 2026?”

“A LC 227 mudou tanto assim a LC 214?”

Capítulo 3

Cinco que saem, dois que entram — IBS, CBS e a troca que o produtor não pediu

Os cinco que saem

Os dois que o produtor passará a pagar

O Imposto Seletivo e por que ele importa para o agro

A não cumulatividade: a contrapartida da troca

Perguntas frequentes do Capítulo 3

“Se eu não pagava os cinco tributos, por que diziam que o agro era muito tributado?”

“IBS e CBS são a mesma coisa?”

“O Imposto Seletivo vai incidir sobre a minha produção?”

PARTE II

A MOLDURA DO AGRO

Capítulo 4

Soja e feijão — in natura, redução de 60% e a produção híbrida

As três camadas do tratamento alimentar

O que é, afinal, “in natura” — e a vitória da segurança jurídica

A soja de exportação: o salvo-conduto das tradings

O feijão e a produção híbrida

O crédito presumido e o produtor não contribuinte

Perguntas frequentes do Capítulo 4

“Se a soja e o feijão saem da mesma fazenda, por que pagam diferente?”

“Secar e ensacar a soja faz eu perder a redução?”

“Vendi para a trading e ela não exportou. Eu pago o imposto?”

“Sou pequeno e não sou contribuinte. A cooperativa perde o crédito ao comprar de mim?”

Capítulo 5

Gado de corte e leiteiro — o limite dos R$ 3,6 milhões e o contribuinte

Quem é, juridicamente, produtor rural

A linha dos R$ 3,6 milhões

As duas armadilhas do limite: o grupo e o desenquadramento

A regra-bomba: quem faturou em 2024 já é contribuinte

Entrar por opção: o produtor que escolhe ser contribuinte

O não contribuinte também emite nota — e o gado bubalino

Perguntas frequentes do Capítulo 5

“O limite de R$ 3,6 milhões é sobre o lucro ou sobre o faturamento?”

“Vendi um trator e um pedaço de terra. Isso conta para o teto?”

“Tive uma única safra excepcional em 2024. Estou mesmo preso ao novo regime?”

“Se sou não contribuinte, preciso emitir nota?”

“Vale a pena optar por ser contribuinte mesmo abaixo do teto?”

 

Capítulo 6

Quem vai mexer no meu queijo? — a cadeia láctea, do leite ao processado

O leite cru e a tentação de classificá-lo como alimento básico

A transformação rudimentar: até onde o produtor continua produtor

A zona cinzenta: o que é “equipamento usual” da atividade rural

Quando o leite vira queijo: as camadas de tributação do derivado

O coração econômico da cadeia: o crédito presumido do laticínio

A contra-nota e a fórmula do crédito

A cooperativa de leite: o mesmo direito da grande indústria

O retrato da cadeia: quem mexe no quê

Perguntas frequentes do Capítulo 6

“Se eu pasteurizo o leite na minha fazenda, viro indústria?”

“E se eu fizer queijo artesanal na fazenda?”

“O leite tem alíquota zero. O queijo também?”

“Sou pequeno produtor e vendo para o laticínio. Ele perde crédito ao comprar de mim?”

“Minha cooperativa é não contribuinte. Isso é garantido?”

Capítulo 7

Aves — o produtor integrado e o crédito não cumulativo

A integração vertical: a positivação de um modelo histórico

O integrado é não contribuinte — e de forma absoluta

O que vai na nota: a remuneração, não o frango

A outra avicultura: o produtor por conta própria e a não cumulatividade

O trunfo escondido: as aves como ativo que se deprecia

O retrato da cadeia avícola

Perguntas frequentes do Capítulo 7

“Sou avicultor integrado. Pago IBS sobre o que recebo do frigorífico?”

“Minha receita de integração conta para o limite de R$ 3,6 milhões?”

“Se sou integrado e não pago imposto, preciso emitir nota?”

“É verdade que posso ter crédito sobre as próprias galinhas?”

“E se as aves morrerem antes de depreciar tudo?”

Capítulo 8

Café — beneficiamento, in natura e a fronteira do processamento

O café in natura e o conceito ampliado de beneficiamento

Quando o café é torrado e moído: a passagem para o industrial

O elo seguinte: a cafeteria e o regime de serviços

O crédito presumido do café: por que é menor que o da soja

O ressarcimento: para o crédito não virar “crédito podre”

O retrato da cadeia do café

Perguntas frequentes do Capítulo 8

“Secar e descascar o café faz perder a redução de 60%?”

“Montei minha marca de café torrado. Mudou meu regime?”

“Por que dizem que o café gera menos crédito que a soja?”

“Exporto café. Recupero os créditos acumulados?”

Capítulo 9

Uva e seus derivados — uva, suco, vinho e espumante: regimes de uma fruta

A uva in natura: a fruta no regime favorecido

O suco de uva: a primeira bifurcação

O vinho e o espumante: a queda para o regime das bebidas alcoólicas

A contrapartida: o vinícola é industrial pleno e credita

O cashback não alcança o vinho

O retrato da vitivinicultura

Perguntas frequentes do Capítulo 9

“Vendo uva de mesa. Pago imposto?”

“E se eu fizer suco de uva?”

“Por que o vinho paga tão mais caro que a uva?”

“Se o vinho paga tanto, ao menos eu me credito dos insumos?”

“Meu vinho entra no cashback para o consumidor de baixa renda?”

Capítulo 10

Cana — açúcar, aguardente e o etanol no regime monofásico

A cana in natura e o primeiro destino: o açúcar

O segundo destino: a aguardente e o regime das bebidas alcoólicas

O terceiro destino: o etanol e o regime monofásico dos combustíveis

Por que isso importa para o produtor e para a usina

O retrato da cadeia da cana

Perguntas frequentes do Capítulo 10

“Vendo cana para a usina. Em que regime estou?”

“Por que o etanol é tributado tão diferente do açúcar, se vêm da mesma cana?”

“O que é ‘regime monofásico’ do etanol?”

“Minha cachaça artesanal paga o mesmo que o vinho?”

“Minha usina faz açúcar e etanol. Como fica a apuração?”

Capítulo 11

As produções sazonais: pinhão, caqui e mexerica, e a tirania do calendário mensal

A sazonalidade contra a apuração mensal

O pinhão e a particularidade do extrativismo

Perguntas frequentes do Capítulo 11

“Pinhão, caqui e mexerica pagam imposto?”

“Se vendo quase tudo em dois meses, como fica a apuração mensal?”

“Coleto pinhão da araucária. Preciso me preocupar com algo além do imposto?”

“Sou pequeno coletor de pinhão. Aproveito os benefícios?”

 

Capítulo 12

A banana do Vale do Ribeira: da fruta ao produto industrializado

Perguntas frequentes do Capítulo 12

“Vendo banana fresca. Pago imposto?”

“E a banana passa e a desidratada, perdem o benefício?”

“Doce de banana e bala de banana são tributados como fruta?”

“Banana chips conta como fruta, já que é feita de banana?”

“Como sei em que regime cai cada produto da minha linha?”

Capítulo 13

Mudas e produto — onde começa e termina a atividade rural

O conceito jurídico de atividade rural: a base de tudo

As cinco atividades nucleares

O parágrafo único e o cultivo de florestas

A muda como insumo agropecuário: a redução de 60%

A condicionante do registro no MAPA

O diferimento dos insumos: a mecânica detalhada do art. 214

As hipóteses de diferimento

A condição do produtor não contribuinte e a sua responsabilidade

O encerramento do diferimento

Diferimento, suspensão e a herança do ICMS

A muda como produto: o viveiro e a sua natureza

Quando o viveiro deixa de ser rural

A silvicultura e o cultivo de florestas para corte

A muda florestal: o encontro das duas faces

O ciclo florestal e a madeira energética

Floresta plantada e floresta nativa manejada

Os sistemas integrados: lavoura, pecuária e floresta na mesma área

A integração lavoura-pecuária-floresta e a produção combinada

A fronteira do Código Florestal: o que pode ser explorado

Os serviços ambientais e o crédito de carbono

O mercado de carbono e a compensação de emissões

O modelo cap and trade e os dois ativos do sistema

A posição do agronegócio: excluído do regulado, protagonista do voluntário

A compensação na prática: como o ciclo se fecha

O encontro do carbono com o tributário: o porquê desta seção no livro

O RenovaBio e o CBIO: o carbono que vem da cana

O CBAM europeu: o carbono como barreira de exportação

A natureza jurídica do crédito de carbono e o risco de tributação em cascata

REDD+ de projeto, REDD+ jurisdicional e as salvaguardas

A natureza jurídica dos créditos e a regulação da CVM

As fases de implantação e a governança do SBCE

A regulação setorial: RENASEM, cultivares e a interface com o benefício fiscal

A convergência entre conformidade regulatória e benefício tributário

A proteção de cultivares e os royalties

A fronteira mudas versus produto: síntese analítica

A produção híbrida do viveiro

Casos práticos de enquadramento

Caso 1 — O viveiro de mudas de café

Caso 2 — O cafeicultor que compra as mudas

Caso 3 — O silvicultor de eucalipto e a fábrica de celulose

Caso 4 — O viveiro que vira indústria de substratos

Caso 5 — O proprietário que vende crédito de carbono

Caso 6 — O silvicultor que produz carvão vegetal

Caso 7 — A usina de etanol e o CBIO

Caso 8 — O sistema integrado lavoura-pecuária-floresta

O retrato das fronteiras da atividade rural

Perguntas frequentes do Capítulo 13

“Produzir mudas é atividade rural?”

“A muda que eu compro para plantar tem o mesmo tratamento da que o viveiro vende?”

“O que é o diferimento da muda-insumo, na prática?”

“Plantar eucalipto para vender à fábrica de celulose me torna industrial?”

“Receita de crédito de carbono paga alíquota cheia de serviço?”

“Sou produtor rural. Tenho metas obrigatórias no mercado de carbono?”

“Meu viveiro produz mudas e também fabrica vasos plásticos. Como fica?”

PARTE III

ESTRUTURAS E CONTRATOS

Capítulo 14

Arrendamento, parceria e fomento mercantil

A armadilha do nome: arrendamento rural não é leasing

O arrendamento rural em profundidade

O arrendatário é produtor rural pleno

O nó górdio: o proprietário que arrenda é contribuinte?

O problema do redutor que não alcança a terra produtiva

Um exemplo numérico do arrendamento

A parceria rural: a partilha que muda tudo

A natureza associativa e seu reflexo tributário

A falsa parceria e a requalificação

Um exemplo numérico da parceria

O fomento mercantil e o financiamento da produção

O fomento mercantil propriamente dito

A venda para entrega futura e o adiantamento de safra

A CPR e os títulos do agro

Orientações práticas de planejamento

Para o proprietário que cede a terra

Para o produtor que explora terra alheia

Para ambos: a documentação como blindagem

O retrato dos arranjos

Perguntas frequentes do Capítulo 14

“Arrendei terra para plantar. Sou produtor rural ou inquilino?”

“Arrendo minha terra. Viro contribuinte do IBS/CBS?”

“Tenho redução na tributação do arrendamento da minha fazenda?”

“Vale mais a pena arrendar ou fazer parceria?”

“Posso chamar de parceria um contrato em que recebo valor fixo?”

“Recebi adiantado por safra que entrego ano que vem. É receita agora?”

“Arrendamento rural é a mesma coisa que leasing?”

Capítulo 15

O produtor virou empresário — apuração mensal, nota a nota, fluxo de caixa

Do ciclo da safra à competência mensal

Quem é apanhado: a regra-bomba e a decisão de se tornar contribuinte

A regra-bomba do art. 243

O opt-in como decisão operacional

A lógica nota a nota e as três fases do crédito

As três fases do crédito: a apropriar, apropriado, utilizado

O split payment: o imposto que se recolhe sozinho

O que isso muda na prática

Um exemplo numérico do split payment

Procedimento padrão e procedimento simplificado

O impacto no fluxo de caixa: onde dói no bolso

Um exemplo do descasamento

As obrigações acessórias e o custo de conformidade

Orientações para a travessia

Diagnóstico e preparação

Gestão contínua

A mentalidade nova

O retrato da transformação

As produções sazonais: quando a safra cabe em dois meses, mas o imposto corre os doze

O descasamento levado ao extremo

O pinhão e a particularidade do extrativismo

Orientações para o produtor sazonal contribuinte

Perguntas frequentes do Capítulo 15

“Preciso mesmo apurar imposto todo mês? Não posso esperar a safra?”

“O que é split payment, na prática, para mim?”

“Por que meu caixa pode apertar mesmo eu tendo créditos?”

“O que são as três fases do crédito?”

“Sou pequeno e virei contribuinte. Como dou conta dessa burocracia?”

“Se sou não contribuinte, escapo de tudo isso?”

Perguntas frequentes — produções sazonais

“Pinhão, caqui e mexerica pagam imposto?”

“Se vendo quase tudo em dois meses, como fica a apuração mensal?”

“Coleto pinhão da araucária. Preciso me preocupar com algo além do imposto?”

“Sou pequeno coletor de pinhão. Aproveito os benefícios?”

Capítulo 16

O fim da guerra fiscal e os fundos de transição

O que era a guerra fiscal e por que ela acaba

A convivência dos dois sistemas: o septênio de transição

A gangorra fiscal: a troca escalonada de 2029 a 2032

O desafio dos créditos na gangorra

A extinção do ICMS e do ISS em 2033

O Fundo de Compensação de Benefícios Fiscais

O Fundo de Desenvolvimento Regional e o horizonte até 2043

O que tudo isso significa para o agro

Perguntas frequentes do Capítulo 16

“O que era a guerra fiscal e por que ela acaba?”

“Quando o ICMS e o ISS deixam de existir?”

“O que é a gangorra fiscal?”

“Minha agroindústria tem incentivo de ICMS. Vou perdê-lo de uma vez?”

“Se acaba a guerra fiscal, as regiões pobres perdem como atrair investimento?”

“Tenho saldo de crédito de ICMS. Vou perdê-lo na extinção?”

PARTE IV

PATRIMÔNIO E SUCESSÃO

Capítulo 17

O ITCMD entra no pacote — a tributação da herança no agro

O que é o ITCMD e por que ele importa para o agro

A progressividade obrigatória: o fim das alíquotas fixas

A elevação prática da carga

A base de cálculo: do valor venal ao valor de mercado

O alcance ampliado: novos bens no campo de incidência

O VGBL deixa de ser refúgio sucessório

A malha fina integrada: a omissão deixou de ser viável

Por que 2026 é o ano de agir

O retrato da herança no agro

Perguntas frequentes do Capítulo 17

“O que mudou no imposto sobre herança com a Reforma?”

“Minha fazenda vai pagar mais imposto na herança?”

“O VGBL ainda protege minha sucessão do imposto?”

“É verdade que 2026 é o ano de organizar a sucessão?”

“Posso simplesmente não declarar alguns bens para reduzir o imposto?”

Capítulo 18

Holding não é registro na junta — a estrutura patrimonial do agro

O que é uma holding, de verdade

Para que a holding realmente serve

Planejamento sucessório e a separação herdeiro-sucessor

Proteção patrimonial lícita — e o que ela não é

O que a Reforma mudou na holding

A armadilha nova: a cessão gratuita virou fato gerador

A holding rural e a tributação das cotas

Quando a holding faz sentido — e quando não

O retrato da holding no agro

Perguntas frequentes do Capítulo 18

“A Reforma acabou com a holding?”

“Basta abrir o CNPJ da holding para me proteger?”

“Moro na casa da minha holding sem pagar aluguel. Tem problema?”

“As cotas da minha holding rural valem o valor contábil para o imposto?”

“Vale a pena montar uma holding agora, correndo, antes das regras novas?”

Capítulo 19

A base de cálculo em disputa — quanto vale o que se transmite

Por que a base de cálculo é o verdadeiro campo de batalha

O Tema 1.113 do STJ: a vitória do contribuinte

As três teses do Tema 1.113

Jurisprudências pertinentes:

A positivação na Reforma: o art. 38-A do CTN

O que isso significa para o produtor rural

Como se defender do arbitramento exagerado

O retrato da base de cálculo, e o fecho da Parte IV

Perguntas frequentes do Capítulo 19

“Por que a base de cálculo importa tanto, se todo mundo fala da alíquota?”

“O que o STJ decidiu no Tema 1.113?”

“Essa garantia está só na jurisprudência ou virou lei?”

“Comprei uma fazenda e o município quer cobrar ITBI sobre valor maior. Posso resistir?”

“Essa proteção vale também para o imposto sobre herança (ITCMD)?”

PARTE V

O BOLSO DE TODOS

Capítulo 20

Cashback — o imposto que volta para quem tem menos

O que é o cashback e por que ele existe

Quem tem direito

Quanto se devolve

O que fica de fora: a conexão com o Imposto Seletivo

Como funciona, na prática

Quando entra em vigor

O alcance e os limites

Por que isso interessa ao agro

Perguntas frequentes do Capítulo 20

O que é o cashback da Reforma Tributária?

“Quem tem direito e quanto recebe de volta?”

“A cesta básica gera cashback?”

“Bebida e combustível geram cashback?”

“Quando o cashback começa a valer?”

“Como a família recebe o dinheiro de volta?”

Capítulo 21

Consumo e preços — a comida vai ficar mais cara?

Quem paga, de verdade, o imposto sobre o consumo

O retrato cadeia por cadeia

As cadeias que tendem a baratear

As cadeias que tendem a encarecer

As cadeias que tendem a ficar estáveis

A internalização: por que o produtor sente mais que o consumidor

A promessa de neutralidade e o que dizer dela

Afinal, a comida vai ficar mais cara?

O retrato final do consumo

Perguntas frequentes do Capítulo 21

“No fim das contas, a comida vai ficar mais cara ou mais barata?”

“Se sou produtor, eu repasso o imposto para o consumidor?”

“Por que a banana barateia e a carne encarece?”

“A Reforma é mesmo neutra, como prometeram?”

“Os grãos não mudam nada, então?”

PARTE VI

SÍNTESE E FERRAMENTAS

Considerações Finais

O agro diante da maior transformação tributária em gerações

Uma palavra final

Anexos

Ferramentas de consulta rápida

Anexo I

Linha do tempo da transição

Anexo II

Glossário dos termos essenciais

Anexo III

Dispositivos-chave para o agro

Anexo IV

Checklist do produtor para 2026