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Descrição do produto

O livro 30 Anos da Internet Comercial no Brasil: Direito Digital – Vol. II, publicado pela Editora Mizuno, apresenta uma análise abrangente das transformações jurídicas decorrentes da expansão da internet, da inteligência artificial e das novas tecnologias.

Com organização executiva do Ministro Paulo Dias de Moura Ribeiro e organização de Guilherme Veiga, Eronides Aparecido Rodrigues dos Santos, Aline Gomes Caselato e Wilson Furtado Roberto, a coletânea reúne contribuições de especialistas para discutir legislação, jurisprudência e desafios contemporâneos do Direito Digital brasileiro.

A obra homenageia a Ministra Nancy Andrighi, destacando sua contribuição para a construção jurisprudencial relacionada à responsabilidade civil, à privacidade e à proteção dos direitos fundamentais no ambiente digital.

📜 Sinopse

Em três décadas, a internet comercial transformou a sociedade brasileira, redefiniu relações econômicas e levou aos tribunais conflitos que desafiam as categorias tradicionais do Direito. Com o avanço da inteligência artificial, essa transformação ganha novas dimensões e renova uma pergunta fundamental: como conciliar inovação, segurança jurídica e proteção da pessoa humana?

O Volume II de 30 Anos da Internet Comercial no Brasil: Direito Digital reúne contribuições de ministros de tribunais superiores, magistrados, professores, advogados e pesquisadores para examinar questões centrais dessa trajetória. Inteligência artificial e atividade jurisdicional, proteção de dados pessoais, responsabilidade das plataformas, provas digitais, contratos inteligentes, propriedade intelectual, relações de trabalho, crimes cibernéticos e herança digital integram um amplo diálogo entre doutrina, jurisprudência e novas tecnologias.

A obra presta homenagem à Ministra Nancy Andrighi, cuja atuação no Superior Tribunal de Justiça contribuiu decisivamente para a construção do Direito Digital brasileiro. Seus julgados constituem referências para compreender os desafios da tutela da personalidade, da privacidade e da efetividade da jurisdição no ambiente digital.

Ao combinar reflexão crítica e análise de problemas concretos, esta coletânea oferece subsídios para a pesquisa e a prática jurídica, convidando o leitor a participar da construção de um futuro em que o desenvolvimento tecnológico caminhe ao lado da dignidade humana, da liberdade e do acesso à Justiça.

✍️ Autores

Afrânio Vilela, Agamenilde Dias Arruda Vieira Dantas, Alina Rossi, Amália Rosa de Campos, Amaury Rodrigues Pinto Júnior, Ana Clara Figueirêdo Duarte, Ana Cláudia Redecker, Ana Paula Martini Tremarin, Antonio Baptista Gonçalves, Augusto Maciel Quaiotti, Beatriz Junque, Benedito Gonçalves, Breno Medeiros, Camile Sabino Bezerra Corrêa, Cássia Campos Almeida, Daniel Marchionatti, Daniela Akemi Prado Ifuki, Daniela Teixeira, Eduardo Morais da Rocha, Fabiana Favreto, Fabricio da Mota Alves, Fernando Brandariz, Gabriel Teixeira, Gisele Truzzi, Grégore Moreira de Moura, Greice Fonseca Stocker, Guilherme Guimarães Feliciano, Guilherme Veiga, Gustavo Afonso Sabóia Vieira, Gustavo Augusto Freitas de Lima, Humberto Martins, Izabel Christina Baptista Queiroz Ramos, João Paulo Santos Schoucair, João Vinícius Manssur, Jorge Antonio de Oliveira Francisco, José de Lima Ramos Pereira, Juliano Pozatti Moure, Leonardo Alves Canuto, Leonardo Marques Pereira, Leonardo Peteno Magnusson, Luana Steffens, Lucas dos Santos Ribeiro da Silva, Luciana Sabbatine Neves, Luciano Floridi, Luis Fernando Guerrero, Luiz Eduardo Trindade Leite, Luiz Fux, Marcello Andrade Santos, Maria Thereza de Assis Moura, Mariana Almofrey Nogueira, Messod Azulay Neto, Nelson Maciel Quaiotti, Newton Pereira Ramos Neto, Nícolas Gott Araújo, Otávio Augusto de Almeida Toledo, Paulo Salvador Ribeiro Perrotti, Pedro Storino Mendes Moura, Platon Teixeira de Azevedo Neto, Raquel Xavier Vieira Braga, Renata Fonseca Ferrari, Rennan Thamay, Reynaldo Soares da Fonseca, Roberto Carvalho Veloso, Rodrigo Casimiro Reis, Rosangela Lucia Martins, Saulo Medeiros da Costa Silva, Sérgio Ludmer, Simone dos Santos Lemos Fernandes, Sóstenes Marchezine, Tadeu Jayme, Talden Farias, Talita Musembani, Thiago Massicano, Virgínia Afonso de Oliveira Morais da Rocha, Vitória Santos Macêdo da Rocha, Weully Cordeiro Costa, Yanara Pessoa Leal, Yury Yoldi dos Reis

📌 Tópicos Abordados

O segundo volume contempla estudos sobre:

  • Inteligência artificial no Poder Judiciário e gestão processual.
  • Proteção de dados pessoais, LGPD e privacidade.
  • Responsabilidade civil de provedores e plataformas digitais.
  • Provas digitais, geolocalização e cadeia de custódia.
  • Contratos inteligentes (smart contracts) e assinaturas eletrônicas.
  • Crimes cibernéticos e Convenção de Budapeste.
  • Propriedade intelectual e novas tecnologias.
  • Direito à desconexão e inteligência artificial nas relações de trabalho.
  • Herança digital e transmissão de bens digitais.
  • Blockchain, auditabilidade algorítmica e regulação da inteligência artificial.
  • Justiça 4.0, acesso à Justiça e resolução on-line de conflitos.
  • Jurisprudência do STJ e contribuições da Ministra Nancy Andrighi.

🔍 Detalhes Essenciais do Livro

30 Anos da Internet Comercial no Brasil: Direito Digital – Vol. II integra estudos doutrinários, análises jurisprudenciais e discussões sobre os impactos da tecnologia em diferentes áreas jurídicas.

A obra examina questões relacionadas à inteligência artificial, segurança jurídica, responsabilidade digital e direitos fundamentais, com atenção aos precedentes dos tribunais superiores.

🎯 Público-Alvo

A publicação destina-se a advogados, magistrados, membros do Ministério Público, defensores públicos, professores, pesquisadores, estudantes de pós-graduação e profissionais especializados em Direito Digital.

Também constitui referência para especialistas em proteção de dados, inteligência artificial, direito empresarial, direito processual e responsabilidade civil que buscam aprofundamento jurídico sobre as transformações tecnológicas.

❓ Perguntas Frequentes (FAQs)

  1. Quais assuntos são abordados no Volume II de 30 Anos da Internet Comercial no Brasil?

A obra reúne estudos sobre inteligência artificial, proteção de dados, crimes cibernéticos, provas digitais, responsabilidade das plataformas, contratos inteligentes e outros temas relacionados ao Direito Digital.

  1. O livro apresenta análises de decisões dos tribunais superiores?

Sim. A coletânea examina precedentes do STJ, STF e de outros tribunais, relacionando a jurisprudência aos desafios jurídicos das novas tecnologias.

  1. A obra aborda a regulamentação da inteligência artificial?

Sim. São discutidos os limites jurídicos da automação, a transparência algorítmica, a supervisão humana e questões regulatórias relacionadas à inteligência artificial.

  1. O livro contém estudos sobre provas digitais?

Sim. A publicação contempla temas como cadeia de custódia, geolocalização, autenticidade das provas e utilização de tecnologias no processo judicial.

🏁 Conclusão

O livro 30 Anos da Internet Comercial no Brasil: Direito Digital – Vol. II proporciona uma visão multidisciplinar das relações entre tecnologia, legislação e jurisprudência, contribuindo para a fundamentação jurídica e o aprofundamento acadêmico.

Publicada pela Editora Mizuno, a obra reúne discussões essenciais sobre os rumos do Direito Digital brasileiro, com destaque para a proteção dos direitos fundamentais e os desafios da inteligência artificial.



Ministro Paulo Dias de Moura Ribeiro

Ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Coordenador Científico do Curso de Direito da Universidade Santo Amaro (UNISA). Professor de Pós-Graduação em Direito Processual Civil na Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo (FDSBC). Formado em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade Católica de Direito de Santos. Mestre em Direito Civil pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP). Doutor em Direito Civil pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP). Doutor honoris causa da Universidade da Amazônia. Pós-Doutor em Direito Civil pela Universidade de Lisboa.

Guilherme Veiga

Doutorando em Direito Constitucional pelo CEUB/DF. Mestre pela Universidade Católica de Pernambuco. Especialista em Direito Constitucional Internacional pela Universitá di Pisa/UNIPI, Itália. Pós-graduado em Recursos nas Cortes Superiores pelo Mackenzie de Brasília. Professor da graduação do IBMEC e da pós-gradução da Mackenzie/DF. Membro do IBDP – Instituto Brasileiro de Direito Processual. Membro da ANNEP – Associação Norte Nordeste de Professores de Processo. Membro do IAP – Instituto de Advogados de Pernambuco. Membro do IADF- Instituto dos Advogados do Distrito Federal. Advogado com intensa atuação perante o STJ e STF.

Eronides Aparecido Rodrigues dos Santos

Procurador de Justiça atuante no Ministério Público do Estado de São Paulo, Doutorando em Direito pela UNINOVE. Professor convidado e palestrante nacional e internacional, contribuiu para a elaboração do anteprojeto de lei de insolvência transnacional nos moldes da Lei Modelo da UNCITRAL, que integrou o texto do Novo Código Comercial. Integrou a Comissão de Notáveis da Câmara dos Deputados do projeto de lei do Novo Código Comercial e a Comissão do Senado Federal que analisou o projeto de lei que regulamenta a profissão de leiloeiro. Participou da Comissão Especial do Projeto de Lei nº 8.045/2010, do Senado Federal, que trata do Código de Processo Penal e da audiência pública realizada na Comissão de Desenvolvimento Econômico da Câmara dos Deputados para avaliar os efeitos práticos da Lei nº 14.112, de 24 de dezembro de 2020, que atualizou a legislação referente à recuperação judicial, à recuperação extrajudicial e à falência do empresário empresária. É coautor de livros e artigos doutrinários na área empresarial e falimentar.

Aline Gomes Caselato

Assessora do Ministro Moura Ribeiro no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Formada em Direito pela Faculdade de Direito Centro Universitário Euroamericano. Pós-Graduada lato sensu em Direito Processual Civil. Pós-graduada Lato Sensu em Direito Tributário.

Wilson Furtado Roberto

Presidente do Instituto Juristas (Associação Brasileira de Juristas - ABJ). Advogado. Bacharel em Administração de Empresas pela Universidade Federal da Paraíba, MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas, professor, articulista, palestrante, Bacharel em Direito pelo UNIPÊ, especialista e mestre em Direito Internacional pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Foi Doutorando em Direito Empresarial pela mesma Universidade. Doutorando pela Universidade de Salamanca em Direito Privado e na Uninove. Coordenador, Organizador e Autor de diversas obras jurídicas. Fundador do escritório de advocacia Wilson Roberto Assessoria e Consultoria Jurídica, do Portal Juristas e Associado ao Godke Advogados. Foi pesquisador no Max-Planck Institut de Hamburgo. Cursou o Curso de Direito Internacional de Privado de Haia em 2009. Conselheiro Editorial da Revista Juristas, Editora Juruá, Editora Mizuno, entre outras.

Especificações do produto

  • Autor(es) Ministro Paulo Dias de Moura Ribeiro , Guilherme Veiga , Eronides Aparecido Rodrigues dos Santos , Aline Gomes Caselato , Wilson Furtado Roberto
  • AssuntoCivil e Processo Civil
  • Idioma Português
  • Edição 1
  • Mês Janeiro
  • Ano 2027
  • Marca Editora Mizuno
  • Tipo Impresso
  • Encadernação Brochura
  • Paginação 917
  • Formato 17x24
  • Comprimento (cm) 24
  • Largura (cm) 17
  • Altura (cm) 5,50
  • ISBN 9786561992343

Sumário

Sumário

 

A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NO PODER JUDICIÁRIO

Afrânio Vilela

1  Homenagem à Ministra Nancy Andrighi

2  Introdução

3  Inteligência Artificial e gestão processual 

3.1  Algumas tecnologias utilizadas pelos tribunais brasileiros

4  Conclusão

5  Referências

A FORÇA NORMATIVA DO PRINCÍPIO DA COOPERAÇÃO PROCESSUAL E SEUS AVANÇOS NA PRÁTICA JUDICIÁRIA

Agamenilde Dias Arruda Vieira Dantas  |  Weully Cordeiro Costa

1  Introdução

2  O princípio da cooperação processual

2.1  Origem e fundamentos teóricos

2.2  Inserção no ordenamento jurídico brasileiro

2.3  Relação com o contraditório e a boa-fé objetiva

3  Deveres da cooperação processual

3.1  Dever de esclarecimento

3.2  Dever de consulta

3.3  Dever de prevenção

3.4  Dever de auxílio

4  A cooperação processual na jurisprudência dos Tribunais Superiores

4.1  Aplicação no âmbito do Superior Tribunal de Justiça

4.2  Aplicação no âmbito do Supremo Tribunal Federal

5  Considerações finais

6  Referências

 

CONTRATOS INTELIGENTES (SMART CONTRACTS) E A TENSÃO ENTRE AUTOMAÇÃO E A DOGMÁTICA CONTRATUAL 

Alina Rossi

1  Introdução

2  Contratos e seu conceito “clássico”

3  Contratos inteligentes (smart contracts)

3.1  Alguns desafios na implementação dos contratos inteligentes

4  Contratos-quadro

5  Desafios dos contratos no meio digital já enfrentados pelo STJ – a questão da assinatura eletrônica

6  Conclusões

7  Referências

ESCRAVIDÃO TECNOLÓGICA: O DIREITO À DESCONEXÃO E OS RISCOS DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NAS RELAÇÕES DE TRABALHO

Amaury Rodrigues Pinto Júnior  |  Platon Teixeira de Azevedo Neto

1  Introdução

2  Novas morfologias de trabalho

3  O direito à desconexão

4  Inteligência artificial e novas tecnologias nas novas relações laborais

5  Conclusão

6  Referências

NOVOS PARÂMETROS PARA O USO DE DADOS DE GEOLOCALIZAÇÃO EM PROCESSOS JUDICIAIS

Amaury Rodrigues Pinto Júnior  |  Platon Teixeira de Azevedo Neto 

1  Introdução

2  Breves considerações sobre a geolocalização no direito comparado

3  Os requisitos de validade das provas digitais em geral no direito brasileiro

4  A geolocalização pela ótica do Tribunal Superior do Trabalho

5  Conclusão

6  Referências

VAZAMENTO DE DADOS PESSOAIS: ESTUDO ANALÍTICO-JURÍDICO

Ana Cláudia Redecker

1  Introdução

2  A proteção de dados no Brasil: LGPD, princípios e definição de dados sensíveis

3  Panorama da responsabilização por vazamentos de dados

4  Análise dos Recursos Especiais nº 2.176.783/DF e 2.207.172/SP

4.1  Recurso Especial nº 2.176.783/DF. STJ. Relatora Ministra Nancy Andrighi. Julgado em 20/05/2025 

4.2  Recurso Especial nº 2.207.172/SP. STJ. Relatora Ministra Nancy Andrighi. Julgado em 05/08/2025

5  Considerações finais

6  Referências

 

A RESPONSABILIDADE CIVIL DOS PROVEDORES E A PROVA DIGITAL NO MARCO CIVIL DA INTERNET: ANÁLISE DA JURISPRUDÊNCIA DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA SOB A RELATORIA DA MINISTRA NANCY ANDRIGHI

Augusto Maciel Quaiotti  |  Nelson Maciel Quaiotti

1  Introdução

2  A tutela dos direitos da personalidade e a efetividade da jurisdição no ambiente digital

3  Os limites da responsabilização dos provedores e a interpretação do art. 19 do Marco Civil da Internet

3.1  Responsabilidade editorial e aplicação da Súmula 221/STJ ao ambiente digital

3.2  Natureza dos provedores de pesquisa e limites da responsabilidade civil no ambiente digital

4  Guarda de registros, prova digital e responsabilização no ambiente virtual

4.1  Limites do dever de guarda de dados e ausência de nexo causal na responsabilização do provedor

5  A contribuição jurisprudencial da Ministra Nancy Andrighi para o Direito Digital Brasileiro

6  Conclusão

A TRANSFORMAÇÃO DIGITAL NO JUDICIÁRIO COMO GARANTIA DE ACESSO À JUSTIÇA: ENTRE A INOVAÇÃO E A EXCLUSÃO DIGITAL

Benedito Gonçalves  |  Camile Sabino Bezerra Corrêa 

1  Introdução

2  A transformação digital do judiciário brasileiro

3  Acesso à justiça na era digital

4  A exclusão digital e a efetividade do processo eletrônico

5  Inovação tecnológica e seus limites: inteligência artificial e interoperabilidade

6  Conclusão

7  Referências

PROVAS DIGITAIS NA VISÃO DO TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO E SUA IMPORTÂNCIA PARA O CONTROLE DE JORNADA DO TRABALHADOR EXTERNO E, EM ESPECIAL, DO MOTORISTA PROFISSIONAL EMPREGADO

Breno Medeiros  |  Nícolas Gott Araújo

1  Introdução

2  Provas digitais no processo do trabalho

3  O papel do controle de jornada no Processo do Trabalho 

4  O controle de jornada do trabalhador externo na era digital: o exemplo do motorista profissional empregado

5  Conclusão

6  Referências

 

PROTEÇÕES CONSTITUCIONAIS E JURÍDICAS DO DIREITO FUNDAMENTAL À PRIVACIDADE NO PROCESSAMENTO DE DADOS POR IA

Daniela Teixeira  |  Gabriel Teixeira

1  Considerações iniciais: a homenageada

2  Introdução

3  Coleta e processamento de dados: de Alan Turing até o big data

4  Inteligência Artificial (IA) como ferramenta de catalogação

5  A perigosa combinação entre big data e o processamento de dados por IA

6  Proteções oferecidas pela LGPD para o processamento de dados por IA

7  Artigos 1º e 2º da LGPD: alicerces básicos da proteção de dados

8  Artigos 6º e 7º da LGPD: privacidade e transparência

9  Artigos 8º e 17 da LGPD: consentimento qualificado e direitos do titular

10  A Constituição Federal de 1988, o artigo 5º e os princípios fundamentais

11  Conclusão

12  Referências

Acesso à Justiça sob a Perspectiva dos Direitos Humanos e dos Desafios do Combate ao Cyberstalking no Brasil. O paradigma da nova Lei n. 14.132/2021 para a consolidação de instrumentos judiciais e extrajudiciais de garantia da paz, segurança e instituições eficazes (ODS 16 - Agenda 2030/ONU)

Fabiana Favreto  |  Sóstenes Marchezine  |  Tadeu Jayme

1  Introdução

2  Acesso à justiça e direitos fundamentais no ambiente digital

3  Marco Civil da Internet e LGPD como instrumentos protetivos

4  ODS 16 e suas metas: a proteção integral diante da violência digital

5  Consolidação do crime de perseguição no Brasil: da Lei 14.132/2021 ao artigo 147-A do Código Penal

6  Experiência internacional comparada: proteção penal e integral contra o stalking digital

7  Jurisprudência do STJ: caso paradigmático e desafios práticos

8  Limites da resposta penal e a necessidade de uma abordagem sistêmica

9  Soluções extrajudiciais e inovação procedimental (ADR e ODR)

10  Perspectivas institucionais brasileiras e internacionais

11  Propostas de aprimoramento: integração normativa, institucional e humanitária

12  Conclusão

13  Referências

A RESOLUÇÃO ONLINE DE DISPUTAS DECORRENTES DE CONTRATOS DE ADESÃO

Fernando Brandariz

1  Introdução

2  Do contrato de adesão

3  Da especificidade do contrato de adesão

4  Resolução on-line de controvérsias

5  ODR: conceito

6  Conclusão

7  Referências

Os impactos das novas tecnologias na proteção de obras intelectuais

Gisele Truzzi  |  Beatriz Junque

1  Introdução

2  Da evolução da propriedade intelectual com o avanço da internet

3  Da criação de um novo sistema de propriedade intelectual

4  Desafios atuais da propriedade intelectual

5  Considerações finais

Os crimes informáticos na era da internet

Grégore Moreira de Moura

1  Introdução

2  Criminologia cultural e internet

3  Ondas criminosas e internet

4  IA e desafios probatórios

5  Conclusão

6  Referências 

Árvores de Decisão da Arquitetura da Auditabilidade Algorítmica. Uma Proposta Para Concretizar O Art. 20 Da Lgpd Na Era Dos Agentes Autônomos De Inteligência Artificial

Greice Fonseca Stocker  |  Juliano Pozatti Moure

1  Introdução

2  A lacuna não enfrentada: opacidade e ausência de método

2.1  O debate dominante no Brasil e o terceiro vetor que ele ignora

2.2  Do modelo isolado à cadeia de agentes: a opacidade multiplicada

2.3  A opacidade como problema jurídico, não apenas técnico

3  A resposta normativa brasileira: novas réguas, mesma lacuna metodológica

3.1  O art. 20 da LGPD: revisão e explicação como direitos sem método

3.2  PL 2338/2023 e Resolução CNJ 615/2025: novas réguas, mesma lacuna

3.3  STJ: a dogmática em formação

4  Engenharia jurídica e o deslocamento da auditabilidade

4.1  Engenharia jurídica como disciplina

4.2  Por que abrir a caixa-preta do modelo é o caminho errado

4.3  Auditabilidade do sistema, não do modelo

5  Árvores de decisão como infraestrutura técnico-jurídica

5.1  A arquitetura: árvores de decisão e modelos de linguagem orquestrados

5.2  Trilhas de auditoria, pontos de revisão humana, fluxos interpretáveis

5.3  Como esse modelo satisfaz o tripé jurídico exigido

6  Aplicação ao caso concreto e implicações

6.1  O REsp 2.135.783 sob a lente da arquitetura proposta

6.2  Implicações para controladores, reguladores e tribunais

6.3  Limites e condições de validade da arquitetura proposta

7  Conclusão

8  Referências

GEOLOCALIZAÇÃO COMO FONTE DE PROVA NA JUSTIÇA DO TRABALHO: VOLTANDO À BAILA (E À BULA)

Guilherme Guimarães Feliciano

LACUNAS NORMATIVAS NA REGULAÇÃO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NO BRASIL: A ATUAÇÃO SUPLETIVA DAS AGÊNCIAS REGULADORAS E SEUS LIMITES CONSTITUCIONAIS

Gustavo Afonso Sabóia Vieira  |  Fabricio da Mota Alves

1  Introdução

2  A omissão legislativa como ponto de partida

3  Fundamentos constitucionais do poder normativo das agências

4  A atuação supletiva das agências reguladoras frente à Inteligência Artificial

4.1  ANPD: o art. 20 da LGPD como prenúncio normativo

4.2  ANATEL: IA em redes de telecomunicações

4.3  CADE: algoritmos e concentração de mercado

4.4  Mandatos genéricos e limites constitucionais

5  Limites constitucionais da atuação supletiva

6  Controle jurisdicional pelo STF e pelo STJ

7  Conclusão

8  Referências

Patentes Essenciais ao Padrão, Concorrência e Licenciamento: Análise Jurídica sob a Perspectiva do CADE e do Acordo TRIPS

Gustavo Augusto Freitas de Lima  |  Ana Clara Figueirêdo Duarte

1  Introdução

2  O caso Motorola/Ericsson no CADE

3  Panorama técnico e institucional segundo o caderno “Contribuições do CADE: patentes essenciais”

4  Decisões recentes do STJ e a tutela da propriedade intelectual

5  Considerações finais

6  Referências

 

DIREITO DIGITAL E O PODER JUDICIÁRIO

Humberto Martins

1  Introdução

2  A utilização da Inteligência Artificial pelos tribunais brasileiros

2.1  Trabalho do julgador x trabalho da máquina

3  Análise econômica das decisões judiciais no ambiente da economia digital

3.1  Direito, economia e sociedade

3.2  Decisões judiciais e economia digital

4  Conclusão

5  Referências 

A CADEIA DE CUSTÓDIA DA PROVA DIGITAL E SEUS REFLEXOS NO PROCESSO PENAL

João Paulo Santos Schoucair  |  Cássia Campos Almeida

1  Introdução

2  A cadeia de custódia da prova digital: conceituação, fundamentos e especificidades

3  Os efeitos da violação da cadeia de custódia: entre a inadmissibilidade e a valoração crítica

4  Análise jurisprudencial dos Tribunais Superiores e a consolidação do contraditório técnico

5  Considerações finais

6  Referências

ASPECTOS DO DIREITO AO ESQUECIMENTO: UMA ANÁLISE PÓS-TEMA 786

João Paulo Santos Schoucair  |  Yury Yoldi dos Reis

1  Introdução

2  A evolução do direito ao esquecimento e seus aspectos

3  A trajetória do Tema no Superior Tribunal de Justiça (STJ)

4  O caso Aida Curi no STF e o Tema 786

5  Direito ao esquecimento: considerações sobre seu conceito e aplicação

6  Conclusão

7  Referências

INFRAESTRUTURA DIGITAL E CONTROLE EXTERNO: A ATUAÇÃO DO TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO NA PROMOÇÃO DA INCLUSÃO DIGITAL NO BRASIL

Jorge Antonio de Oliveira Francisco

1  Introdução

2  Políticas públicas, investimentos e descontinuidades

3  O TCU e as políticas digitais: competências e precedentes

4  Concorrência, assimetrias de mercado e regulação pró-competitiva

5  Conclusão

6  Referências

RESPONSABILIDADE DAS PLATAFORMAS POR ASSÉDIO ELEITORAL DIGITAL: IMPACTOS DA JURISPRUDÊNCIA DO STF SOBRE O MARCO CIVIL DA INTERNET

José de Lima Ramos Pereira  |  Izabel Christina Baptista Queiroz Ramos

1  Introdução

2  Assédio eleitoral do trabalho e sua transposição para o ambiente digital

3  O Marco Civil da Internet e o novo paradigma inaugurado com o julgamento dos Temas 533 e 987 de repercussão geral

4  Os parâmetros para a responsabilização das plataformas por assédio eleitoral digital

5  O papel do MPT e da Tutela Coletiva na prevenção e no enfrentamento do assédio eleitoral digital

6  Considerações finais

7  Referências

A Disrupção Legal: Fintechs, Startups e a Reengenharia do Direito Empresarial na Era Digital Brasileira

Leonardo Alves Canuto

1  Introdução

2  Conceituação e características 

2.1  O fomento ao ecossistema brasileiro

3  O papel do Poder Público

4  Mobilização privada

5  Consumidores digitais como vetor de fomento

6  Tensões e desafios do ecossistema digital

6.1  Burocracia tributária

6.2  Insegurança regulatória

6.3  Judicialização trabalhista

7  Projeções futuras e novos desafios

7.1  Inteligência Artificial e Direito Empresarial

7.2  Sustentabilidade e ESG

7.3  Internacionalização e arbitragem

7.4  Criptoativos, Web3 e Tokenização

7.5  Proteção do Consumidor 4.0

8  Compliance, governança e responsabilidade empresarial

8.1  Compliance anticorrupção e antilavagem

8.2  Governança corporativa

8.3  Responsabilidade dos fundadores

9  Justiça digital e resolução de conflitos online

9.1  Plataformas de ODR (Online Dispute Resolution)

9.2  Mediação e arbitragem digital

9.3  Judiciário digital

10  Conclusão

11  Referências 

Efetividade em Rede: como os Núcleos de Justiça 4.0 podem mudar a lógica dos Processos Estruturais

Luana Steffens  |  Amália Rosa de Campos

1  Introdução

2  Os núcleos de Justiça 4.0 no contexto do microssistema de justiça digital

3  Processos estruturais: fundamentos, alcance e dinâmica no Processo Civil Contemporâneo

4  Núcleo de Justiça Digital de Processo Estrutural no âmbito da Justiça Civil

5  Considerações finais

6  Referências

A PRESUNÇÃO DE DANO MORAL POR VIOLAÇÃO DE DADOS PESSOAIS SENSÍVEIS. ESTUDO DOS RESP 2.077.278/SP E RESP 2.121.904/SP, COM FOCO NA DISTINÇÃO ENTRE DADOS SENSÍVEIS E NÃO SENSÍVEIS E SUAS CONSEQUÊNCIAS INDENIZATÓRIAS

Lucas dos Santos Ribeiro da Silva

1  Breves considerações

2  A LGPD e a tutela jurídica da pessoa: contornos da responsabilidade civil

3  Dados pessoais sensíveis: categoria diferenciada e razões da proteção reforçada

4  O dano moral in re ipsa e a aplicação jurisprudencial

5  Análise descritivo-comparativo do REsp 2.077.278/SP

6  Análise descritivo-comparativa do REsp 2.121.904/SP

7  A construção jurisprudencial da Ministra Nancy Andrighi

8  Considerações finais

9  Referências

NEURODIREITOS, ECA DIGITAL E PROTEÇÃO INTEGRAL: DESAFIOS DOS TRIBUNAIS SUPERIORES DIANTE DO NOVO PARADIGMA DE TUTELA DA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA

Luciana Sabbatine Neves

1  Introdução

2  A proteção integral e prioritária ao ECA Digital e a Governança Internacional da Proteção Integral da Infância

2.1  Neurodireitos, crianças e adolescentes na ecologia digital

2.2  Desafios aos Tribunais

3  Conclusões

4  Referências

 

COMO AS PLATAFORMAS DE INTERMEDIAÇÃO DE TRANSPORTE REMODELARAM A ECONOMIA COMPARTILHADA E GERARAM NOVOS LITÍGIOS

Luis Fernando Guerrero  |  Daniela Akemi Prado Ifuki

1  Introdução

2  Economia compartilhada na intermediação de transportes

3  Os limites da regulação estatal no transporte individual de pessoas

4  Os limites da regulação estatal no fretamento coletivo

5  Conclusão

6  Referências

LIMITES DOS NEGÓCIOS JURÍDICOS PROCESSUAIS

Luis Fernando Guerrero  |  Pedro Storino Mendes Moura

1  Introdução

2  Negócio Jurídico Processual: conceito e aplicação

3  Os limites do negócio jurídico processual

4  Conclusão

A JUSTIÇA NA ERA DIGITAL

Luiz Fux

1  Introdução

2  Itinerário da função jurisdicional e a sua moderna vocação: o fenômeno da digitalização no Poder Judiciário

3  Inteligência Artificial no Poder Judiciário

4  Justiça 4.0

5  Conclusão

6  Referências

A HERANÇA DE CONTAS E DE CONTEÚDO EM APLICAÇÕES DE INTERNET

Maria Thereza de Assis Moura  |  Daniel Marchionatti

1  Introdução

2  Bens digitais e transmissão hereditária

3  Contas e conteúdo

4  Transmissão hereditária de contas

5  Transmissão hereditária de conteúdo

6  Disposições de vontade do falecido

7  Inventário digital

8  Conclusão 

9  Referências

 

O ALCANCE DA JURISDIÇÃO BRASILEIRA SOBRE ATOS NA INTERNET: UMA ANÁLISE DO JULGAMENTO DO RESP 2.147.711/SP PELA TERCEIRA TURMA DO STJ

Mariana Almofrey Nogueira

1  Introdução

2  Conceito de jurisdição sob a perspectiva das relações jurídicas na internet

3  O julgamento do REsp 2.147.711/SP

4  O alcance da jurisdição brasileira sobre atos na internet

5  Conclusão

6  Referências

A COMPETÊNCIA PARA JULGAMENTO DE CRIMES PRATICADOS EM AMBIENTE VIRTUAL NA JURISPRUDÊNCIA DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA

Messod Azulay Neto

1  Introdução: 30 anos de internet comercial e a Ministra Nancy Andrighi

2  Crimes cibernéticos: regulação internacional de uma (nova) realidade

3  Regras comuns de competência: (in)suficiência para resolver os problemas sobre crimes cibernéticos

4  A jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça 

4.1  Discriminação por redes sociais: Conflito de Competência 205.569-SP, 2024

4.2  Ransomware (Extorsão Digital): Conflito de Competência 197.032-AM, 2023

4.3  Crimes de pornografia infantil praticados por meio da internet

5  Conclusão

6  Referências

OS LIMITES DA COMPETÊNCIA REGULATÓRIA DA ANATEL SOBRE PROVEDORES DE APLICAÇÃO: UMA ANÁLISE DA NATUREZA JURÍDICA DOS MARKETPLACES E DO CONFLITO COM O REGIME DE RESPONSABILIDADE CIVIL

Newton Pereira Ramos Neto  |  Renata Fonseca Ferrari

1  Introdução

1.1  Contextualização e problematização

1.2  Hipóteses e metodologia

2  A natureza jurídica dos provedores de internet e as fronteiras regulatórias

2.1  Serviços de Telecomunicações vs. Serviços de Valor Adicionado (SVA)

2.2  Provedores de Conexão vs. Provedores de Aplicação sob o MCI

2.3  O risco da dispersão regulatória e o princípio da legalidade

3  Marketplaces, responsabilidade civil e o conflito de competências

3.1  A dinâmica operacional e a impossibilidade de fiscalização prévia

3.2  O microssistema de responsabilidade civil segundo o STF

3.3  Poder de Polícia Administrativo vs. Responsabilidade Civil

4  O descompasso administrativo frente à realidade digital e a resolução jurisprudencial do conflito de competências

4.1  A ineficiência regulatória ante os novos modelos de negócio e a observância dos precedentes

4.2  A irrazoabilidade sancionatória e a primazia do microssistema civil

5  Conclusão

6  Referências

A COMPETÊNCIA PARA JULGAMENTO DOS CRIMES CONTRA A HONRA PRATICADOS NAS REDES SOCIAIS

Otávio Augusto de Almeida Toledo

1  Uma homenagem à Ministra Nancy Andrighi

2  A competência no Processo Penal

3  A consumação dos crimes contra a honra praticados na internet segundo o STJ

4  A competência dos crimes contra a honra praticados na internet segundo o STJ

5  Critérios para fixação de competência da Justiça Federal ou na Justiça Estadual

6  Crimes de racismo, xenofobia e LGBTFOBIA

7  Conclusão

A Proteção da Intimidade e o Tratamento dos Dados Pessoais de Saúde Frente à Inteligência Artificial

Paulo Salvador Ribeiro Perrotti

1  Introdução

2  Fundamentos jurídicos e a evolução normativa

3  O papel da Inteligência Artificial na saúde e nas empresas: inovação, desafios à intimidade e a regulação sobre dados de saúde mental, NR-1, ISO 45003

4  A gestão de coleta de dados sensíveis e dos riscos psicossociais: abordagens metodológicas

5  Desafios éticos, técnicos e regulatórios na Era da Inteligência Artificial

6  Protagonismo da ISO 45003 e do PGR na promoção de ambientes saudáveis

7  Considerações finais

8  Referências

SOLUÇÃO DE CONFLITOS NA ERA DIGITAL: O PAPEL DAS ODR PARA UMA JUSTIÇA MAIS EFICIENTE

Rennan Thamay  |  Leonardo Peteno Magnusson

1  Introdução

2  Jurisdição no Estado Constitucional de Direito

3  Eficiência: diretrizes da prestação jurisdicional

4  Online Dispute Resolution: inovação tecnológica e acesso à justiça

5  Conclusão

6  Referências

 

IDONEIDADE EPISTÊMICA DE PROVAS PRODUZIDAS MEDIANTE O USO DE FERRAMENTAS DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL GENERATIVA E A RACIONALIDADE DA PERSECUÇÃO PENAL

Reynaldo Soares da Fonseca  |  Ana Paula Martini Tremarin

1  Introdução

2  A produção da prova mediante ferramentas de Inteligência Artificial, epistemologia jurídica e limites cognitivos da tecnologia

3  A decisão do Superior Tribunal de Justiça no HC n. 1.059.475/SP e a inadmissibilidade da prova produzida por ferramenta de inteligência artificial generativa

4  Conclusão 

5  Referências 

ASSINATURA ELETRÔNICA E VULNERABILIDADE DIGITAL: A PROTEÇÃO DO IDOSO ANALFABETO NOS CONTRATOS BANCÁRIOS À LUZ DO PROJETO DO NOVO CÓDIGO CIVIL

Roberto Carvalho Veloso  |  Leonardo Marques Pereira

1  Introdução

2  O idoso analfabeto como sujeito vulnerável nos contratos bancários com assinatura digital

3  A hipervulnerabilidade do idoso analfabeto reconhecida pela jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça

4  A regulamentação dos contratos digitais e das assinaturas eletrônicas no projeto do Novo Código Civil

4.1  A regulamentação dos contratos digitais e assinaturas no projeto de lei do Novo Código Civil

4.2  Implicações das previsões legais para o consumidor vulnerável

5  Considerações finais

6  Referências

A BLOCKCHAIN E A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL COMO FERRAMENTAS DE APRIMORAMENTO DA CADEIA DE CUSTÓDIA DA PROVA PENAL

Rodrigo Casimiro Reis

1  Introdução 

2  A cadeia de custódia dos vestígios de prática delitiva

2.1  A cadeia de custódia dos vestígios digitais

3  Os benefícios da utilização da blockchain na cadeia de custódia da prova digital

4  A utilização da Inteligência Artificial na cadeia de custódia da prova digital

5  Considerações finais

6  Referências

 

O PRINCÍPIO DA PRIMAZIA DA RESOLUÇÃO DO MÉRITO.AVANÇOS E ENTRAVES À SUA CONCRETIZAÇÃO

Rosangela Lucia Martins

1  O acesso à justiça e o direito ao exame do mérito

2  O princípio da primazia do julgamento do mérito como norma fundamental do processo civil e suas regras de aplicação

3  O artigo 1003, §6º, do CPC - feriado local, a comprovação imediata e a jurisprudência do STJ

4  O excesso de judicialização, os critérios de avaliação de desempenho dos magistrados e seus impactos

5  Conclusão

6  Referências

A PRIMAZIA DO JULGAMENTO DE MÉRITO E A SUPERAÇÃO DA CULTURA FORMALISTA

Sérgio Ludmer  |  Vitória Santos Macêdo da Rocha

1  Introdução

2  A atual perspectiva do direito processual inaugurada com a Constituição de 1988

3  Primazia do julgamento de mérito

4  Jurisprudência defensiva

5  Considerações finais

6  Referências

ANTES DE BUDAPESTE, JÁ BUDAPESTE: A CONSTRUÇÃO PRETORIANA DO DIREITO DIGITAL NO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. A JURISPRUDÊNCIA VISIONÁRIA DA MINISTRA NANCY ANDRIGHI E SUA CONVERGÊNCIA COM AS DIRETRIZES DA CONVENÇÃO SOBRE O CIBERCRIME DO CONSELHO DA EUROPA

Simone dos Santos Lemos Fernandes

1  Introdução

2  A importância dos instrumentos internacionais reguladores do espaço cibernético, especialmente da Convenção de Budapeste, como balizadores dos ordenamentos jurídicos na esfera digital

3  As diretrizes da Convenção sobre responsabilidade e cooperação dos provedores

3.1  A definição de provedor de serviços

3.2  Poderes processuais sobre dados

3.3  Salvaguardas

4  A construção pretoriana da Ministra Nancy Andrighi

4.1  O caso paradigmático: REsp 1.193.764/SP (j. 14.12.2010)

4.2  A consolidação: REsp nº 1.186.616/MG (j. 23.08.2011) e REsp nº 1.308.830/RS (j. 08.05.2012)

4.3  O caso Xuxa Meneghel e os provedores de pesquisa: REsp nº 1.316.921/RJ (j. 26.06.2012)

4.4  O dever de identificação e a guarda de registros: REsp nº 1.398.985/MG (j. 19.11.2013)

4.5  A indicação do URL e a especificação técnica da ordem judicial: Reclamação nº 5.072/AC

4.6  Porta lógica de origem e identificação no IPv4/IPv6: REsp nº 1.777.769/SP (j. 05.11.2019) e REsp nº 2.170.872/SP (j. 18.03.2025)

5  A Convenção como confirmação da intuição pretoriana

6  Conclusão

7  Referências

O USO DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL SOB A ÓTICA DA RESERVA DE HUMANIDADE E SUPERVISÃO HUMANA

Talita Musembani

1  Introdução

2  Breve digressão teórica: da subsunção mecânica ao humanismo valorativo

3  O pensamento de Nancy Andrighi: o olhar do juiz e a empatia

4  A Resolução 615/2025 do CNJ: o marco da reserva de humanidade

5  Limites éticos e riscos da automação

6  Conclusão

7  Referências 

IDENTIFICAÇÃO DO USUÁRIO NA INTERNET E TUTELA JURISDICIONAL EFETIVA: PROVA DIGITAL, MARCO CIVIL E LIMITES DA PRIVACIDADE NA JURISPRUDÊNCIA DO STJ

Virgínia Afonso de Oliveira Morais da Rocha  |  Eduardo Morais da Rocha

1  Introdução

2  A arquitetura jurídica da identificação do usuário no Marco Civil da Internet

3  A construção jurisprudencial do STJ: da relevância técnica da porta lógica à definição dos deveres informacionais dos provedores

4  Tutela jurisdicional efetiva versus proteção da privacidade: critérios de equilíbrio

5  Conclusão

6  Referências

CERTIFICADO DE PAGAMENTO POR SERVIÇO AMBIENTAL DE PRESERVAÇÃO FLORESTAL EMITIDO A PARTIR DE SENSORIAMENTO REMOTO À LUZ DA LEGISLAÇÃO BRASILEIRA

Yanara Pessoa Leal  |  Talden Farias

1  Introdução

2  As imagens de satélite como dado científico

3  As imagens de satélite como prova

4  Do certificado como instrumento econômico da  política ambiental

5  Considerações finais

6  Referências

 

DO NOTICE AND TAKEDOWN AO DEVER DE CUIDADO: A RECONFIGURAÇÃO DA RESPONSABILIDADE CIVIL DAS PLATAFORMAS NO DIÁLOGO ENTRE STJ E STF

Marcello Andrade Santos  |  Saulo Medeiros da Costa Silva

1  Introdução

2  O paradigma jurisprudencial pré-Marco Civil: o REsp 1.323.754/RJ e a lógica da reação diligente

3  O Marco Civil da Internet e a reconfiguração legislativa da responsabilidade dos provedores

4  As críticas ao sistema do judicial notice and takedown instituído pelo MCI

5  A reabertura constitucional do sistema pelo STF: o Tema 987

6  Do notice and takedown ao dever de cuidado: sentido e limites da reconfiguração

7  Conclusão

8  Referências

O PACING PROBLEM BRASILEIRO NA REGULAÇÃO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Raquel Xavier Vieira Braga  |  Guilherme Veiga

1  Notas introdutórias em homenagem à Ministra Nancy Andrighi

2  Introdução

3  Fundamentos da regulação econômica diante de revolução tecnológica

4  Análise do Projeto de Lei da Regulação da IA em tramitação 

5  Conclusão 

6  Referências

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL, TRABALHO E DIGNIDADE HUMANA: ENTRE A “CLASSE INÚTIL” DE HARARI E A ÉTICA INFORMACIONAL DE LUCIANO FLORIDI

Luciano Floridi

1  Introdução

2  A “classe inútil” e o problema da obsolescência humana em Harari

2.1  O diagnóstico: automatização, inempreabilidade e ruptura civilizatória

2.2  Limites analíticos e tensões internas

3  Floridi e a ética informacional da Inteligência Artificial

3.1  A filosofia da informação e o conceito de infosfera

3.2  Os cinco princípios éticos para a IA e suas implicações para o trabalho

3.3  A recusa do determinismo tecnológico

4  Trabalho, reconhecimento e sentido existencial

4.1  O trabalho como categoria filosófica e política

4.2  Mediação algorítmica, reconhecimento e assimetrias de poder

5  Mercado de trabalho, evidências empíricas e limites do fatalismo tecnológico

5.1  A realidade brasileira: exposição, complementaridade e vulnerabilidade

5.2  Tarefas, e não empregos: a contribuição de Acemoglu e Restrepo

5.3  O futuro do trabalho como objeto de deliberação democrática

5.4  A institucionalização da governança informacional no Brasil: a ANPD, o novo Marco Civil e a figura do encarregado de dados

6  Conclusão

7  Referências

CIBERCRIMES, ATAQUES CIBERNÉTICOS, A CONVENÇÃO DE BUDAPESTE 

E A NECESSIDADE DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL

Antonio Baptista Gonçalves

1  Introdução

2  Cibercrimes e ataques cibernéticos

3  Cibercrimes, educação, capacitação e funcionários

4  Cooperação internacional nos tribunais superiores

5  Conclusão

6  Referências

PROMPT INJECTION NAS DEMANDAS JUDICIAIS. CONCEITO, FUNDAMENTOS E O LIMITE ENTRE FRAUDE PROCESSUAL E PROVA PERICIAL

Thiago Massicano  |  João Vinícius Manssur

1  Violação ao binômio segurança jurídica e segurança da informação e a quebra do contrato cognitivo do processo

2  Como detectar? E quem certifica a influência?

3  Questões éticas: deveres da advocacia

4  O primeiro caso brasileiro: a sentença da 3ª Vara do Trabalho de Parauapebas (TRT-8)

5  Considerações finais

6  Referências

TRANSAÇÃO FISCAL COMO MEIO ALTERNATVO DE SOLUÇÃO DE CONFLITOS ENTRE O FISCO E A RECUPERANDA

Luiz Eduardo Trindade Leite

1  Transação tributária

2  Estoque do contencioso tributário nacional

3  Os benefícios da transação fiscal na recuperação judicial

4  Jurisprudência relevante e posicionamento dos Tribunais Superiores

5  Conclusão

6  Referências