Product Image Product Image Product Image Product Image

Descrição do produto

Uma obra de referência sobre Direito Penal e Processo Penal contemporâneos

Estudos sobre Direito Material e Processual Penal – Homenagem ao Ministro Teodoro Silva Santos reúne reflexões jurídicas de elevada densidade sobre questões centrais e atuais das ciências criminais. Publicada pela Editora Mizuno, a obra articula doutrina, jurisprudência, garantias fundamentais e desafios contemporâneos, oferecendo ao leitor uma visão ampla sobre temas que impactam diretamente a interpretação e a aplicação do Direito Penal e do Processo Penal.

📜 Sinopse

Uma vida dedicada à Justiça, um legado que inspira o Direito.

Natural de Juazeiro do Norte, no Ceará, o Ministro Teodoro Silva Santos percorreu, de forma singular, todas as etapas do sistema de Justiça brasileiro. Graduado, especialista, mestre e doutor em Direito Constitucional pela Universidade de Fortaleza (Unifor), pós-doutor pela Universidade do Minho, em Portugal, e integrante do programa de pós-doutorado da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), iniciou a carreira jurídica como Delegado de Polícia Civil em Rondônia, ingressou como Promotor de Justiça no Ministério Público do Ceará em 1993, e ali permaneceu por quase duas décadas – chegando a Procurador de Justiça, titular da 4ª Câmara Cível. Em 2011, foi nomeado Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará pelo quinto constitucional, em vaga destinada ao Ministério Público. Na Corte, presidiu a 1ª Câmara de Direito Público e exerceu a Corregedoria-Geral de Justiça no biênio 2019–2021. Atuou, ainda, como Coordenador da Comissão Permanente de Articulação Federativa e Legislativa do Conselho Nacional de Justiça para a Região Nordeste.

Em 22 de novembro de 2023, tomou posse como Ministro do Superior Tribunal de Justiça, nomeado pelo Presidente da República para a vaga decorrente da aposentadoria do Ministro Jorge Mussi. Inicialmente, integrou a Terceira Seção e a Sexta Turma, órgãos dedicados ao Direito Penal e Processual Penal, nos quais teve sua atuação marcada pela mesma coerência e dedicação que caracterizam sua vida pública. Atualmente, integra a Primeira Seção e preside a Segunda Turma de Direito Público, no biênio 2026–2028.

Ao longo dessa trajetória, jamais abandonou o magistério: é professor de Processo Penal há mais de três décadas, fundador e membro permanente da Escola Superior do Ministério Público do Ceará e professor da Escola Superior da Magistratura do Estado do Ceará, além de inúmeras universidades. É também autor de obras de referência em Direito Penal e Processual Penal.

A presente publicação reúne contribuições de destacados juristas brasileiros em homenagem a uma história profissional marcada pelo equilíbrio, pelo rigor técnico e pelo profundo respeito à dignidade da pessoa humana. Os estudos percorrem temas centrais do Direito Penal e do Direito Processual Penal, dialogando com os grandes desafios contemporâneos da ciência criminal. Mais do que uma coletânea, este livro constitui um registro de admiração e reconhecimento a um magistrado, professor e jurista que dedicou a vida à construção de uma Justiça técnica, sensível, comprometida com a Constituição e com os mais elevados ideais do Estado Democrático de Direito.

Com apresentação da Ministra Laurita Vaz, primeira mulher a exercer a presidência do Superior Tribunal de Justiça e colega de Corte do homenageado, esta obra celebra não apenas uma carreira exemplar, mas um conjunto de valores que a sustenta: ética, humanidade, compromisso institucional e dedicação ao aperfeiçoamento da Justiça brasileira.

🤝 Autores

Alexandre Chini, Alexandre Miguel, Ana Cláudia Gomes Leite, Ana Flávia Borges Paulino, Antonio Baptista Gonçalves, Antonio Carlos Ferreira, Antonio Henrique Graciano Suxberger, Antônio Rodolfo Franco Mota Veloso, Benedito Gonçalves, Bruno Leonardo Câmara Carrá, Camile Sabino Bezerra Corrêa, Caroline Argolo Roque Araujo, Caroline Zanin Martins, Carolline Scofield Amaral, Celso Marins Torres Filho, Cesar Asfor Rocha, César Jatahy, Clarissa Somesom Tauk, Daniel Ribeiro Lagos, Daniele Maranhão, Denise Sá Vieira Carrá, Diego Medeiros, Diego Rangel Araujo, Eduardo Morais da Rocha, Elthon José Gusmão da Costa, Eunice Pereira Amorim Carvalhido, Fabio Francisco Esteves, Fabio Rodrigo Peresi, Fábio Roque Araújo, Felipe Resende Sabino, Felix Araújo Neto, Fernanda Mathias de Souza Garcia, Fernando Luiz Ximenes Rocha, Fernando Parente, Filipe Maia Broeto, Flávia Piovesan, Francisco Bezerra Cavalcante, Francisco José de Castro Rezek, Francisco Rezek, Frederico Leandro Gomes, Gisele Chaves Sampaio Alcântara, Guilherme Guimarães Feliciano, Guilherme Veiga, Gustavo Favero Vaughn, Gustavo Raposo Pereira Feitosa, Henrique Jorge Holanda Silveira, Humberto Martins, Italo Farias Braga, J. Afrânio Vilela, Jacinto Nelson de Miranda Coutinho, Jhonny Mirko Arrueta Camelo Junior, João Everardo Matos Biermann, João Paulo de Moura Gonet Branco, João Paulo Santos Schoucair, Jorge Antônio de Oliveira, Jorge Cruz de Carvalho, Júlia Akamine Hiray, Juliana Maria Borges Mamede, Julliana Jarczun, Laurita Hilário Vaz, Lenio Streck, Leonardo Roscoe Bessa, Lorena Danielly Nóbrega de Almeida, Lucas Carli Cavassin, Lucas Guimarães Ocampos, Luciana Lóssio, Luiz Eduardo Camargo Outeiro Hernandes, Marcelo Moraes Caetano, Marcelo Neves Rezende, Marcelo Roseno de Oliveira, Marcelo Veiga Vieira, Marcos Brayner, Marcos Olavo Marques Ferreira Lima, Maria Cristine Lindoso, Maria Elizabeth Rocha, Marina Gabriela Silva Nogueira Soares, Matheus Teodoro Ramsey Santos, Mauro Campbell Marques, Messod Azulay Neto, Nádia Gomes Sarmento, Nathalia A. M de Menezes Ferreira, Nestor Eduardo Araruna Santiago, Paulo Gustavo Gonet Branco, Piero Oliveira Barbacovi, Pierpaolo Cruz Bottini, Rafael V. de Araújo Pereira, Raimundo Araújo Neto, Raimundo Nonato Silva Santos, Reis Friede, Renata Alvino, Renato de Mello Jorge Silveira, Reynaldo Soares da Fonseca, Ricardo de Souza Silva, Ricardo Lewandowski, Roberta Simões Nascimento, Roberto Rosas, Roberto Victor Pereira Ribeiro, Rodrigo Aiache Cordeiro, Rodrigo Badaró, Rodrigo Esteves Santos Pires, Sebastião Reis Júnior, Sérgio Augusto Furtado Neto Viana, Tamiris Gonçalves Almeida, Thiago Silva Santos, Thimotie Aragon Heemann, Tiago Dias da Silva, Ulisses Rabaneda, Valéria Calente, Valter Pedroso Vitelli, Vicente Braga, Virgínia A. de Oliveira Morais da Rocha, Vitoria Colli, Viviane Ferreira Mundim, William Axl Leite de Oliveira Lima, Wilson Furtado Roberto.

🔍 Detalhes Essenciais do Livro

Estudos sobre Direito Material e Processual Penal e os grandes debates contemporâneos

A obra examina questões como juiz das garantias, cadeia de custódia, provas digitais, Tribunal do Júri, Acordo de Não Persecução Penal, colaboração premiada, prisão cautelar, reconhecimento de pessoas, sistema carcerário, crimes tributários e empresariais, justiça restaurativa, organizações criminosas, novas tecnologias, inteligência artificial e garantias fundamentais.

🎯 Público-Alvo

Para estudo, pesquisa e atuação jurídica especializada

A obra é indicada para advogados criminalistas, magistrados, membros do Ministério Público, defensores públicos, delegados, servidores do sistema de Justiça, professores, pesquisadores, estudantes de graduação e pós-graduação e demais profissionais interessados no aprofundamento do Direito Penal e do Processo Penal.

❓ Perguntas Frequentes (FAQs)

  • Qual é o principal enfoque do livro?
    A obra reúne estudos sobre Direito Penal material e Processual Penal, relacionando fundamentos constitucionais, jurisprudência, garantismo e problemas contemporâneos da justiça criminal.
  • O livro aborda jurisprudência do STJ?
    Sim. Diversos capítulos analisam decisões, entendimentos e construções jurisprudenciais do Superior Tribunal de Justiça sobre temas relevantes do Direito Penal e do Processo Penal.
  • A obra trata de provas digitais e novas tecnologias?
    Sim. Há estudos específicos sobre prova eletrônica, cadeia de custódia digital, função hash, inteligência artificial e os impactos das novas tecnologias no Processo Penal.
  • O livro aborda o juiz das garantias?
    Sim. O tema é examinado sob perspectivas constitucionais, regulatórias, práticas e jurisprudenciais, incluindo discussões sobre sistema acusatório e imparcialidade judicial.
  • Há capítulos sobre justiça penal negociada?
    Sim. A obra aborda Acordo de Não Persecução Penal, colaboração premiada, consensualidade penal e outros institutos relacionados à justiça negocial.

🏁 Conclusão

Uma leitura estratégica para atualização e aprofundamento jurídico

Estudos sobre Direito Material e Processual Penal – Homenagem ao Ministro Teodoro Silva Santos oferece um amplo panorama das principais discussões que movimentam as ciências criminais contemporâneas. A diversidade temática, a presença de importantes juristas e a análise de questões relacionadas à jurisprudência dos Tribunais Superiores tornam a obra especialmente relevante para atualização profissional, pesquisa acadêmica e fundamentação jurídica.

Fernanda Mathias de Souza Garcia

Doutoranda em Direito, Regulação e Políticas Públicas pela Universidade de Brasília (UnB) desde 2024 e Mestre na mesma área pela instituição (2019–2021). Graduada em Direito pelo Centro Universitário de Brasília (UniCEUB) em 2000, onde atua como professora desde 2003, encontrando-se atualmente licenciada. É especialista em Direito Administrativo pela Universidade Católica de Brasília (UCB). Concluiu, em 2002, o Corso di Perfezionamento in Diritto dell'Integrazione e Unificazione del Diritto nel Sistema Giuridico Romanistico (Diritti Europei e Diritto Latinoamericano), pela Università degli Studi di Roma “Tor Vergata”, Itália. Autora do livro Herança Digital: o Direito Brasileiro e a Experiência Estrangeira, atualmente em sua segunda edição, bem como de diversos artigos publicados em livros e periódicos nacionais e internacionais. Assessora de Ministro no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Wilson Furtado Roberto

Presidente do Instituto Juristas (Associação Brasileira de Juristas - ABJ). Advogado. Bacharel em Administração de Empresas pela Universidade Federal da Paraíba, MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas, professor, articulista, palestrante, Bacharel em Direito pelo UNIPÊ, especialista e mestre em Direito Internacional pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Foi Doutorando em Direito Empresarial pela mesma Universidade. Doutorando pela Universidade de Salamanca em Direito Privado e na Uninove. Coordenador, Organizador e Autor de diversas obras jurídicas. Fundador do escritório de advocacia Wilson Roberto Assessoria e Consultoria Jurídica, do Portal Juristas e Associado ao Godke Advogados. Foi pesquisador no Max-Planck Institut de Hamburgo. Cursou o Curso de Direito Internacional de Privado de Haia em 2009. Conselheiro Editorial da Revista Juristas, Editora Juruá, Editora Mizuno, entre outras.

Tiago Dias

Juiz de Direito (TJ-CE). Juiz Auxiliar no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Doutorando em Direito Constitucional e Mestre em Direito pela Universidade de Fortaleza (UNIFOR). Graduado em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), com pós-graduações lato sensu em Ciências Criminais e em Direito Constitucional e MBA em Gestão e Inovação no Poder Judiciário. Foi juiz auxiliar da Presidência do TRE-CE (2023-2025) e supervisor do Laboratório de Inovação, Inteligência e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável do TRE-CE (2023-2025). Criador do Software Proteção na Medida (TJCE- 2021). Premiado no Ideathon AMB 2021. Vencedor do Prêmio Anamatra de Direitos Humanos 2022. Vencedor do Prêmio CNJ Juíza Viviane do Amaral 2023 (modalidade produção acadêmica).

Clarissa Somesom Tauk

Juíza de Direito do Tribunal de Justiça de São Paulo. Juíza auxiliar da Corregedoria Nacional de Justiça. Secretária-Geral do Fórum Nacional de Recuperação Empresarial e Falências (FONAREF/CNJ). Doutora em Direito Empresarial pela Uninove.

Guilherme Veiga

Doutorando em Direito Constitucional pelo CEUB/DF. Mestre pela Universidade Católica de Pernambuco. Especialista em Direito Constitucional Internacional pela Universitá di Pisa/UNIPI, Itália. Pós-graduado em Recursos nas Cortes Superiores pelo Mackenzie de Brasília. Professor da graduação do IBMEC e da pós-gradução da Mackenzie/DF. Membro do IBDP – Instituto Brasileiro de Direito Processual. Membro da ANNEP – Associação Norte Nordeste de Professores de Processo. Membro do IAP – Instituto de Advogados de Pernambuco. Membro do IADF- Instituto dos Advogados do Distrito Federal. Advogado com intensa atuação perante o STJ e STF.

Julliana Jarczun

Advogada atuante nas áreas de Direito Eleitoral, Penal e Tribunais Superiores, graduada em Direito pela Universidade Candido Mendes (UCAM), com pós-graduação lato sensu em Direito Penal, Processo Penal e Criminologia pela Universidade Gama Filho. Possui formação complementar pela Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (EMERJ) e pela Fundação Escola Superior do Ministério Público (FEMPERJ). Foi Assessora Jurídica do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro entre 2009 e 2019, com destacada atuação junto ao IV Juizado Especial Criminal. É mediadora judicial certificada pelo CNJ, Mediadora Sênior do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro e autora de artigos e obras jurídicas, incluindo livro sobre a influência do Novo CPC e da Lei de Mediação nos Juizados Especiais Criminais. Fundadora do escritório Jarczun Advogados, é Conselheira Titular da OAB/RJ (triênio 2021–2024), membro da Comissão de Processo Penal (2022–2024) e Presidente da Comissão de Relações Institucionais da OAB/RJ perante o STJ no triênio 2025–2027.

Especificações do produto

  • Autor(es) Fernanda Mathias de Souza Garcia , Wilson Furtado Roberto , Tiago Dias , Clarissa Somesom Tauk , Guilherme Veiga , Julliana Jarczun
  • AssuntoPenal e Processo Penal
  • Idioma Português
  • Edição 1
  • Mês Agosto
  • Ano 2026
  • Marca Editora Mizuno
  • Tipo Impresso
  • Encadernação Brochura
  • Paginação 1320
  • Formato 17x24
  • Comprimento (cm) 24
  • Largura (cm) 17
  • Altura (cm) 7,92
  • ISBN 9786561991360

Sumário

Sumário

 

CRIMES CONTRA A HONRA: A LINGUAGEM HUMANA DISCIPLINADA PELO CÓDIGO PENAL

Alexandre Chini  |  Marcelo Moraes Caetano

1  Introdução: O direito em uma análise interdisciplinar com a linguística e a filologia: formalismo e materialismo; fontes materiais e fontes formais; fato, valor e norma

2  Sobre normas desgastadas: a normose do preconceito e suas resoluções nos aparatos normativos da língua e do direito

3  Reflexões sobre a linguagem e a vida em coletividade

4  Considerações finais: direito e língua como meios e finalidades

5  Referências

 

DIREITO PENAL COMPARADO E TENDÊNCIAS INTERNACIONAIS: MODELOS, GARANTIAS, JUIZ DE GARANTIAS E DESAFIOS CONTEMPORÂNEOS

Alexandre Miguel

1  Introdução

1.1  Homenagem ao Ministro Teodoro Silva Santos

2  Desenvolvimento

2.1  Sistemas penais contemporâneos: análise comparativa estrutural

2.1.1  Modelo anglo-saxão (common law)

2.1.2  Modelo continental europeu (civil law)

2.1.3  Sistemas híbridos e experiências latino-americanas

2.2  Tendências internacionais em Direito Penal Material

2.2.1  Expansionismo penal x minimalismo penal

2.2.2  Criminalização de novas condutas (cibernéticas, ambientais, econômicas)

2.2.3  Descriminalização e alternativas penais

2.2.4  Responsabilidade penal da pessoa jurídica: panorama comparado

2.3  Tendências em Direito Processual Penal

2.3.1  Justiça negocial e acordos processuais

2.3.2  Processo penal e tecnologias digitais

2.3.3  Garantias fundamentais em perspectiva comparada

2.4  O juiz de garantias em perspectiva comparada

2.4.1  O desenho normativo brasileiro

2.4.2  Investigating judge e juge d’instruction em sistemas estrangeiros

2.4.3  Comparação estrutural

2.4.4  Juiz de garantias e imparcialidade: análise dogmática

3  Conclusão

4  Referências

 

ADMINISTRADOR DE FATO E ADMINISTRADOR DE DIREITO NOS CRIMES EMPRESARIAIS: LIMITES DA IMPUTAÇÃO PENAL À LUZ DA JURISPRUDÊNCIA DO STJ

Ana Cláudia Gomes Leite

1  Introdução

2  Governança corporativa e a figura do administrador

2.1  Distinção entre Sócio, Acionista e Administrador

2.2  Administrador de Direito vs. Administrador de Fato

2.3  Delegação de funções e responsabilidades

3  A imputação penal nos crimes empresariais

3.1  Teoria do Domínio do Fato e o “Domínio da Organização”

3.2  Autoria Direta, Mediata e Coautoria em Estruturas Complexas

3.3  Omissão imprópria e o administrador como “garante de vigilância”

3.4  O problema da “Cegueira Deliberada” (Willful Blindness)

4  Análise jurisprudencial do STJ

4.1  Crimes tributários: a Súmula 430 e o limite da responsabilidade objetiva

4.2  Crimes ambientais: dupla imputação e exigência de nexo causal

4.3  Crimes falimentares: dolo específico como barreira

5  Desafios probatórios e defesa

5.1  Meios de prova: a construção do nexo causal

5.2  Compliance Criminal como tese de ausência de dolo

5.3  Vedação à responsabilidade objetiva (princípio da culpabilidade)

6  Conclusão

7  Referências

 

CONSIDERAÇÕES SOBRE AS ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS E O SISTEMA PENITENCIÁRIO BRASILEIRO

Ana Flávia Borges Paulino

 

FEMINICÍDIO, ENDURECIMENTO PENAL E O TRIBUNAL DO JÚRI

Antonio Baptista Gonçalves

1  A violência contra a mulher em números

2  Vinte anos de um endurecimento penal continuado

3  Feminicídio como crime autônomo

4  Tribunal do Júri e o machismo contra a mulher:  legítima defesa da honra

5  Feminicídio e seus efeitos no Tribunal do Júri

6  Conclusão

7  Referências

 

O INSTITUTO DO INDICIAMENTO NO PROCESSO PENAL BRASILEIRO E SUA INTERPRETAÇÃO PELO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA

Antonio Carlos Ferreira  |  Carolline Scofield Amaral

 

A IMPLEMENTAÇÃO DO JUIZ DAS GARANTIAS NO PROCESSO PENAL BRASILEIRO: ASPECTOS CONSTITUCIONAIS, REGULATÓRIOS E PRÁTICOS

Benedito Gonçalves  |  Camile Sabino Bezerra Corrêa

1  Introdução

2  A natureza jurídica do juiz das garantias

3  Parâmetros constitucionais e a decisão do Supremo Tribunal Federal

4  A regulamentação pelo Conselho Nacional de Justiça

5  Exceções e controvérsias interpretativas

6  Panorama atual da implementação nos tribunais brasileiros

7  Relevância institucional e perspectivas futuras

8  Considerações finais

9  Referências

 

A PROVA ELETRÔNICA NO PROCESSO PENAL BRASILEIRO: INTEGRIDADE, AUTENTICIDADE E DESAFIOS CONTEMPORÂNEOS

Bruno Leonardo Câmara Carrá  |  Denise Sá Vieira Carrá

1  Introdução: a era digital e as transformações probatórias

2  Fundamentos constitucionais da prova eletrônica

3  As características específicas da prova eletrônica e seus desafios procedimentais

4  A jurisprudência do STJ e a consolidação de padrões de integridade probatória

5  Padrões internacionais e perspectiva comparada

6  Os desafios da prova eletrônica armazenada no exterior

7  Integridade, autenticidade e diferenciação técnico-jurídica

8  Análise crítica e perspectivas de desenvolvimento

9  Considerações finais

10  Referências

 

A TUTELA PENAL NO SISTEMA DE INSOLVÊNCIA: CRIMES FALIMENTARES SOB A PERSPECTIVA DA FUNÇÃO SOCIAL DA EMPRESA E DO CAPITALISMO HUMANISTA

Clarissa Somesom Tauk  |  Caroline Zanin Martins

Introdução: uma homenagem à jurisprudência garantista

1  Parte I – fundamentos constitucionais e valorativos do direito penal contemporâneo

2  Parte II – intersecções entre Direito Penal Econômico e Direito Empresarial

3  Parte III – crimes falimentares e a função social da empresa: uma leitura humanista

3.1  O bem jurídico tutelado: para além do patrimônio dos credores

3.2  Análise dos principais tipos penais falimentares

3.3  O elemento subjetivo e a distinção entre fraude e má gestão

3.4  Jurisprudência do STJ: critérios de tipificação e garantismo

4  A Reforma da Lei 11.101/2005 e seus reflexos na esfera penal

5  Conclusão: síntese propositiva e homenagem à visão jurisprudencial do Ministro Teodoro Silva Santos

6  Referências

 

REFLEXÕES SOBRE A PRISÃO

Daniel Ribeiro Lagos

1  Apresentação

2  A compreensão difícil da prisão como instituição pública

2.1  O estabelecimento prisional e os comandos legais e constitucionais – uma difícil equação

3  A busca da chave do problema prisional

4  Questão prisional e o surgimento das organizações criminosas

5  Prisão pública ou privada?

6  Personalidade individual e coletiva

7  Considerações finais

8  Referências

 

ENTRE A EFICIÊNCIA ARRECADATÓRIA E AS GARANTIAS PENAIS PROCESSUAIS: A TENSÃO ENTRE O ART. 42 DA LEI 9.430/1996 E A CADEIA DE CUSTÓDIA DA PROVA

Daniele Maranhão

1  Introdução

2  A contribuição do Ministro Teodoro Silva Santos para a compreensão das garantias processuais penais

2.1  A cadeia de custódia e a integridade probatória como dogma

2.2  A Teoria da Perda de uma Chance Probatória

2.3  O Juiz das Garantias e a imparcialidade estrutural

3  A presunção-ficção de sonegação na aplicação do art. 42 da Lei 9.430/1996

3.1  A mecânica da presunção legal e a inversão do ônus da prova

3.2  A tensão com o Art. 43 do CTN: Fato Gerador ou Ficção de Renda?

3.3  Da presunção administrativa à “presunção de sonegação”: o abismo entre o ilícito fiscal e o penal

4  O desprezo pela possibilidade de reprodução probatória e auditoria na fase administrativa: a questão das “planilhas”

4.1  O caso do Acórdão 2202-011.520: planilhas versus extratos originais

4.2  O isolado voto vencido (quanto à nulidade)

4.3  Impactos na esfera penal: a ruptura da cadeia de custódia

5  Conclusões

6  Referências

 

ÉTICA NAS ARTES MARCIAIS E REPROVABILIDADE DA CONDUTA PENAL DO PRATICANTE DE LUTAS À LUZ DA JUSRISPRUDÊNCIA DO STJ

Elthon José Gusmão da Costa

1  Introdução

2  A responsabilidade do professor de artes marciais na formação de alunos

3  A obscuridade no acórdão do AREsp n. 2.053.119/SC

4  Considerações finais

5  Referências

 

ENTRE O VITIMÁRIO E O VITIMOLÓGICO: A VÍTIMA COMO POLICY TAKER E OS RISCOS DE SUA CLIENTELIZAÇÃO NO BRASIL

Eunice Pereira Amorim Carvalhido  |  Antonio Henrique Graciano Suxberger

1  Introdução

2  O giro vitimológico: evolução crítica e consolidação normativa internacional

2.1  A virada internacional: ONU/1985, soft law e o redesenho global do tratamento da vítima

3  O giro vitimário: agressor, punição e riscos de instrumentalização

4  O cenário vitimológico brasileiro: bases normativas, políticas públicas e déficits estruturais

5  A vítima como policy taker: fundamentos conceituais e implicações institucionais

6  Pilares da resposta estatal vitimológica: proteção, prevenção de danos e reparação integral

7  Considerações finais

8  Referências

 

ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO PENAL (ANPP) NO PROCESSO PENAL BRASILEIRO: FUNDAMENTOS, LIMITES E LEGITIMAÇÃO INSTITUCIONAL A PARTIR DA JUSTIÇA PENAL NEGOCIADA E DA JURISPRUDÊNCIA DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA

Fabio Rodrigo Peresi  |  Vitoria Colli  |  Valéria Calente

1  Justiça penal negociada no Brasil: fundamentos teóricos, processo legislativo e dilemas estruturais

2  O Acordo de Não Persecução Penal no ordenamento jurídico brasileiro: fundamentos, limites e tensões estruturais

2.1  Requisitos objetivos e subjetivos do ANPP e seus limites normativos

2.2  A confissão formal como requisito e seus problemas estruturais

2.3  Discricionariedade do Ministério Público e a necessidade de contenção normativa

2.4  Fundamentação da recusa do acordo e ônus argumentativo do órgão acusatório

2.5  Controle judicial do ANPP: entre homologação formal e controle material de legalidade

2.6  Execução do acordo e a persistência do ônus institucional: fiscalização judicial e efeitos do cumprimento

2.7  ANPP e a dignidade penal mínima: alternativa à pena ou expansão de controle penal?

3  O papel do Superior Tribunal de Justiça na construção das balizas do acordo de Não Persecução Penal

4  Conclusão

Stalking: os Impactos dE UMa Violência Invisível SOBRE A LIBERDADE E PRIVACIDADE e seus desafios probatórios

Felix Araújo Neto  |  Rafael Vasconcellos de Araújo Pereira

1  Introdução

2  Fundamentação teórica. Conceito de stalking

3  Resultados e discussão. O stalking no Código Penal Brasileiro

4  Desafios probatórios: fragilidades e nulidades na demonstração do crime de stalking

5  Considerações finais

6  Referências

 

A COMPENSAÇÃO PENAL DECORRENTE DA PRIVAÇÃO DE LIBERDADE EM CONDIÇÕES DEGRADANTES: ANÁLISE DA JURISPRUDÊNCIA DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA À LUZ DAS DELIBERAÇÕES DA CORTE IDH

Fernando Luiz Ximenes Rocha  |  Marcelo Roseno de Oliveira

1  Introdução

2  As deliberações da Corte IDH sobre o Caso do Instituto Penal Plácido de Sá Carvalho/RJ

3  A relevância da jurisprudência do STJ sobre o Caso do Instituto Penal Plácido de Sá Carvalho: aplicação do princípio pro personae e o controle de convencionalidade

4  As dificuldades para a ampliação da compensação penal no Direito Brasileiro: reflexões sobre o “espírito hermenêutico” que deve guiar o judiciário nacional

5   Considerações finais

6  Referências

 

CRIMES INFORMADOS PELA IMPRENSA: RESPONSABILIDADE E FUNÇÃO SOCIAL

Fernando Parente

1  Introdução

2  Imprensa na sociedade

3  O papel da imprensa e sua regulamentação legal

4  Cobertura dos crimes pela imprensa

5  Violência na mídia para além do crime

6  Mídia como quarto poder?

7  Modo de atuação da imprensa em relação ao crime

8  Consequência desse modus operandi são os movimentos de Lei e Ordem

9  Modo correto de atuação dos mass media

10  Responsabilidade social da imprensa e função social da informação

11  Conclusão

12  Referências

 

TRIBUNAL DO JÚRI: DESAFIOS E PERSPECTIVAS

Francisco Bezerra Cavalcante

1  Introdução

2  Historicidade

2.1  Origem do Tribunal do Júri, suas raízes históricas e difusão pelo mundo

2.2  Origem do Tribunal do Júri no Brasil, sua evolução e atual positivação

3  Da organização estrutural e os princípios basilares

3.1  Da composição, estruturação e obrigatoriedade de participação dos jurados

3.2  O papel do juiz-presidente

3.3  Os princípios norteadores

4  Os desafios da atividade judicante enquanto juiz-presidente do Tribunal do Júri

4.1  A pressão midiática x leiguice técnica dos jurados

4.2  Perspectivas: retórica, plenitude de defesa e limites constitucionais

5  Conclusão

6  Referências

 

COOPERAÇÃO JUDICIÁRIA INTERNACIONAL EM MATÉRIA PENAL

Francisco José de Castro Rezek  |  Francisco Rezek

 

IMPACTOS DA CONVENÇÃO INTERAMERICANA CONTRA O RACISMO, A DISCRIMINAÇÃO RACIAL E FORMAS CORRELATAS DE INTOLERÂNCIA NO DIREITO CIVIL, ADMINISTRATIVO, PENAL E DO TRABALHO: ALGUMAS APROXIMAÇÕES REFLEXIVAS

Guilherme Guimarães Feliciano  |  Fabio Francisco Esteves

1  Introdução

2  A integração das normas internacionais ao sistema normativo local

3  Aspectos civis da Convenção Interamericana contra o Racismo, a Discriminação Racial e Formas Correlatas de Intolerância

4  O Direito Administrativo e as exigências antidiscriminátorias da Convenção

5  O Direito Penal na Convenção Interamericana contra o Racismo, a Discriminação Racial e Formas Correlatas de Intolerância

6  As relações laborais sob as lentes da Convenção Interamericana contra o Racismo, a Discriminação Racial e Formas Correlatas de Intolerância

7  Considerações finais

8  Referências

 

ENTRE A LEI E A CLEMÊNCIA: O QUESITO GENÉRICO, O PRINCÍPIO DA CORRELAÇÃO E A ATA DE JULGAMENTO COMO BALIZA PARA O CONTROLE DA ABSOLVIÇÃO NO TRIBUNAL DO JÚRI

Henrique Jorge Holanda Silveira  |  Marcos Olavo Marques Ferreira Lima

1  Introdução

2  O quesito genérico e a necessidade de um Fio de Ariadne

3  O Princípio da Correlação como critério de controle da decisão absolutória

3.1  Cenário 1: a defesa estritamente técnica e o Controle da Racionalidade Probatória

3.2  Cenário 2: a invocação expressa da clemência e a soberania plena

3.3  Cenário 3: o vazio argumentativo e a nulidade por quebra da dialética

4  A jurisprudência do STF à luz do critério da correlação

4.1  A rejeição da irrecorribilidade absoluta: o recurso da acusação é cabível

4.2  A validade da clemência condicionada: a ata de julgamento como critério central

4.3  Os limites constitucionais da clemência

4.4  O impasse do controle das decisões metajurídicas e a tradição da clemência

4.5  A recepção do Tema 1.087 pelo Superior Tribunal de Justiça: a consolidação do Princípio da Correlação

4.6  Reflexões sobre a responsabilidade social do Júri e o papel do Juiz Presidente

5  Conclusão

6  Referências

 

A JUSTIÇA RESTAURATIVA E A BUSCA PELA CONSCIENTIZAÇÃO FUTURA

Humberto Martins

1  Introdução

2  Justiça Restaurativa

2.1  Elementos conceituais

2.2  Propósito da Justiça Restaurativa

2.3  Diretrizes

3  A escolha pela Justiça Restaurativa

3.1  O pensamento de Aersten

3.2  O macroprincípio da fraternidade

3.3  O acesso à Justiça e os meios consensuais solução de controvérsia

4  Conclusão

5  Referências

 

GARANTISMO NAS DECISÕES DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA: UMA ANÁLISE QUANTI-QUALITATIVA

Italo Farias Braga  |  Antônio Rodolfo Franco Mota Veloso  |  Nestor Eduardo Araruna Santiago

1  Introdução

2  Ativismo e garantismo, uma distinção necessária

3  A metodologia utilizada e os resultados da análise das decisões do Superior Tribunal de Justiça

3.1  Análise de dados

3.2  Afinal, o STJ utiliza corretamente a Teoria do Garantismo?

4  Conclusão

5  Referências

 

CÓDIGO DE PROCESSO PENAL E OS DESAFIOS DA SOCIEDADE DIGITAL

  1. Afrânio Vilela

1  Comentários em homenagem ao Ministro Teodoro Silva Santos

2  Introdução

3  O ambiente histórico da Codificação de 1941

4  Transformações tecnológicas e impactos no Processo Penal

5  Conclusão

6  Referências

 

AS CONSEQUÊNCIAS DA QUEBRA DA CADEIA DE CUSTÓDIA NA JURISPRUDÊNCIA DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA E DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO CEARÁ

João Everardo Matos Biermann

1  Introdução

2  Conceito e tratamento legislativo da cadeia de custódia

3  Princípios processuais penais diretamente relacionados com a cadeia de custódia

4  Finalidades da cadeia de custódia

5  Consequências da quebra da cadeia de custódia segundo o Superior Tribunal de Justiça e o Tribunal de Justiça do Estado do Ceará

6  Conclusão

7  Referências

 

DIREITO PENAL CONSENSUAL E JUSTIÇA SOCIAL

João Paulo de Moura Gonet Branco  |  Paulo Gustavo Gonet Branco

1  Introdução

2  Direito Penal Consensual

3  Características e função da Justiça Penal Consensual

4  Acordo de Não Persecução Penal

5  Conclusão

6  Referências

 

O PAPEL DO TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO NOS ACORDOS DE LENIÊNCIA: CONTROLE EXTERNO, CONSENSUALISMO E EFICIÊNCIA NA ORDEM ADMINISTRATIVA CONTEMPORÂNEA

Jorge Antônio de Oliveira

1  Introdução

2  O papel constitucional do TCU e a evolução de sua relação com os acordos de leniência

3  A Instrução Normativa TCU nº 95/2024: estrutura, limites e racionalidade na atuação da Corte

4  Consensualismo, custos de transação e a contribuição da SecexConsenso para a atuação do TCU nos acordos de leniência

5  Conclusão

6  Referências

 

FRAGILIDADE EPISTÊMICA E RECONHECIMENTO DE PESSOAS: ANÁLISE DA JURISPRUDÊNCIA DO TJCE À LUZ DO TEMA 1.258 DO STJ E DO PROTOCOLO NACIONAL DE RECONHECIMENTO DE PESSOAS

Jorge Cruz de Carvalho  |  Lucas Guimarães Ocampos

1  Introdução

2  Verdade por aproximação, standard probatório e dupla função da forma no Processo Penal

3  O reconhecimento de pessoas como prova de elevada fragilidade epistêmica

4  A matriz normativa do reconhecimento de pessoas

4.1  A jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça e a consolidação do Tema Repetitivo 1.258

4.2  O Protocolo Nacional de Reconhecimento de Pessoas como densificação técnico-operacional da matriz normativa

5  A jurisprudência do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará à luz da matriz epistêmica e probatória

5.1  Relativização das formalidades do procedimento de reconhecimento de pessoas

5.2  Exigência de rigor procedimental no reconhecimento de pessoas

6  Conclusão

7  Referências

 

GARANTIAS FUNDAMENTAIS NO PROCESSO PENAL: ENTRE A CONTENÇÃO DO PODER PUNITIVO, A CRISE DO SISTEMA ACUSATÓRIO E A INSTRUMENTALIZAÇÃO DO PROCESSO PENAL

Julliana Jarczun  |  Tamiris Gonçalves Almeida

1  Introdução: o processo penal entre garantismo e instrumentalização

2  Teoria das garantias fundamentais no processo penal: dimensão estrutural e função contramajoritária

3  Presunção de inocência e o paradigma da culpabilidade antecipada

4  Sistema acusatório e a crise da imparcialidade judicial

5  Medidas cautelares e a antecipação da pena: entre a instrumentalidade e o desvio de finalidade

6  Considerações finais

7  Referências

 

AS GARANTIAS PROCESSUAIS PENAIS E O EXCESSO DE PRAZO NA PRISÃO CAUTELAR “FUNDAMENTADA” NA GRAVIDADE DO DELITO: UMA HOMENAGEM AO MINISTRO TEODORO SILVA SANTOS

Lenio Streck

1  Introdução: la ley es como la serpiente; solo pica al descalzos

2  A “gravidade do delito” como fundamento para a prisão cautelar: o velho problema do criterialismo

3  Excesso de prazo: uma questão de princípio – e de proporcionalidade

4  O Habeas Corpus nº 765.942/RS

5  Conclusão

6  Referências

 

REFLEXÕES CRÍTICAS SOBRE O DIREITO PENAL DO CONSUMIDOR: CRIMES SOCIETÁRIOS E SUJEITOS ATIVO E PASSIVO NAS INFRAÇÕES PENAIS CONTRA AS RELAÇÕES DE CONSUMO

Leonardo Roscoe Bessa

1  Introdução

2  Conceito e referências históricas do Direito Penal do Consumidor

3  Código Penal e proteção ao consumidor

4  Crimes societários e responsabilidade penal

5  Sujeitos ativo e passivo dos crimes contra as relações de consumo

6  Referências

 

O DELITO DE LESÃO CORPORAL NO CONTEXTO DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA A MULHER: CONTRIBUTOS DO STJ ANTES E DEPOIS DA PROMULGAÇÃO DO PACOTE ANTIFEMINICÍDIO

Lucas Carli Cavassin  |  Thimotie Aragon Heemann

1  Introdução

2  Trajetória histórica do crime de lesão corporal e qualificadora: quando o delito é cometido no contexto de violência doméstica contra a mulher

3  Materialidade do crime de lesão corporal cometido em contexto de violência doméstica e familiar: a posição do Superior Tribunal de Justiça

4  Inconstitucionalidade da tese jurídica conhecida como “legítima defesa da honra” (ADPF 779) e extensão aos casos de lesão corporal cometida em contexto de violência doméstica: a posição do Superior Tribunal de Justiça

5  Lesão corporal cometida em contexto de violência doméstica, indulto e pacote antifeminicídio: a posição do Superior Tribunal de Justiça

6  Conclusão

7  Referências

Ler Sumário Completo