Descrição do produto

O Microssistema de Tutela Coletiva: Parceirização Trabalhista - 5ª edição, de Enoque Ribeiro dos Santos, apresenta uma análise sistemática do Direito Processual Coletivo do Trabalho, com atenção especial às ações coletivas, aos direitos metaindividuais e à atuação articulada entre o Ministério Público do Trabalho e o Poder Judiciário.

📜 Sinopse

Nesta obra essencial, o leitor é convidado a dominar o microssistema processual de tutela coletiva, uma estrutura jurídica moderna que revoluciona o acesso à justiça. Indispensável para juízes, procuradores, advogados e entidades sindicais, o texto destrincha a transição da exaustiva justiça "no varejo" (ações atomizadas) para a eficiente pacificação de conflitos "no atacado" por meio das ações moleculares.
Ao aprofundar o estudo da Ação Civil Pública (ACP) e da Ação Civil Coletiva (ACC), a obra oferece um verdadeiro roteiro para o dia a dia prático dos operadores do Direito.
O autor desmistifica todas as etapas do processo, desde a condução de inquéritos e a celebração de Termos de Ajustamento de Conduta (TAC), até as complexas fases de liquidação e execução processual. Ao ensinar como evitar a pulverização de litígios individuais e o grave risco de decisões conflitantes, o manejo correto das ações moleculares otimiza a rotina forense, garantindo decisões uniformes, céleres e de amplo impacto social (efeitos erga omnes e ultra partes).
Unindo densidade teórica e aplicabilidade diária, este é o manual definitivo para quem busca efetividade na defesa dos direitos metaindividuais.

📌 Tópicos Abordados

  • Ações Coletivas/Moleculares
  • Parceria MPT/Judiciário
  • Dano Moral Coletivo

🔍 Detalhes Essenciais do Livro

O Microssistema de Tutela Coletiva: Parceirização Trabalhista - 5ª edição percorre desde a gênese e o desenvolvimento histórico das ações coletivas até os princípios aplicáveis ao microssistema processual de tutela coletiva trabalhista.

A obra examina temas como acesso à justiça, efetividade do processo coletivo, direitos difusos, coletivos e individuais homogêneos, litigância de interesse público, legitimidade, competência, prescrição, coisa julgada, tutelas de urgência, liquidação e execução.

Parceirização jurisdicional trabalhista e aplicação prática

Um dos pontos centrais da obra é a análise da parceirização jurisdicional trabalhista, incluindo seus princípios, natureza jurídica, procedimento e os papéis desempenhados pelo Poder Judiciário Trabalhista e pelo Ministério Público do Trabalho.

🎯 Público-Alvo

A obra é indicada especialmente para magistrados, membros do Ministério Público do Trabalho, advogados trabalhistas, procuradores, integrantes de entidades sindicais, professores, pesquisadores, estudantes de pós-graduação e profissionais que atuam com processos coletivos.

❓ Perguntas Frequentes (FAQs)

  • O livro aborda Ação Civil Pública e Ação Civil Coletiva?
    Sim. A obra analisa ambas de maneira detalhada, tratando de objeto, natureza jurídica, legitimidade, competência, prescrição, coisa julgada, recursos e execução.
  • O conteúdo trata de direitos difusos, coletivos e individuais homogêneos?
    Sim. Esses direitos integram a análise do microssistema de tutela processual coletiva e da litigância de interesse público.
  • A obra apresenta casos práticos?
    Sim. Há estudos de casos concretos relacionados à manutenção de empregos e serviços de saúde, demonstrando resultados da atuação conjunta entre o Ministério Público do Trabalho e a magistratura trabalhista.
  • O livro analisa dano moral coletivo?
    Sim. O tema integra o estudo da Ação Civil Pública, incluindo condenação por dano moral coletivo e critérios relacionados à indenização.

🏁 Conclusão

Uma referência para compreender e aplicar a tutela coletiva trabalhista

O Microssistema de Tutela Coletiva: Parceirização Trabalhista - 5ª edição oferece ao leitor uma visão ampla e estruturada dos fundamentos, instrumentos e desafios do processo coletivo trabalhista.

Para profissionais que trabalham com tutela coletiva, ações moleculares, Ministério Público do Trabalho e processo coletivo trabalhista, esta 5ª edição constitui uma aquisição relevante para consulta, estudo e aplicação profissional.



Enoque Ribeiro Dos Santos

Desembargador do TRT-1 Mestre em Direito pela Universidade Estadual Paulista - UNESP. Doutor e livre docente pela Faculdade de Direito Universidade de São Paulo - USP.

Especificações do produto

  • Autor(es) Enoque Ribeiro Dos Santos
  • AssuntoTrabalho e Processo do Trabalho
  • Idioma Português
  • Edição 5
  • Mês Setembro
  • Ano 2026
  • Marca Editora Mizuno
  • Tipo Impresso
  • Encadernação Brochura
  • Paginação 456
  • Formato 16x23
  • Comprimento (cm) 23
  • Largura (cm) 16
  • Altura (cm) 2,74
  • ISBN 9786561991148

Sumário

Sumário


Introdução
1. Justificativa
2. Delimitação do tema
3. Métodos e técnicas de pesquisa


Capítulo I
Gênese e Desenvolvimento Histórico e Social das Ações Coletivas
1. O Microssistema de tutela coletiva na Constituição Federal de 1988
2. Gênese e evolução histórica das ações moleculares
3. Da evolução da tradição romano-germânica às ações moleculares
3.1 Antecedentes do direito romano e anglo-saxão
3.2 As class actions do sistema norte-americano


Capítulo II
Princípios Aplicáveis no Microssistema Processual de Tutela Coletiva Trabalhista
1. Noção de princípio
2. Princípios gerais do direito
3. A distinção entre normas e princípios
4. Princípios jurídicos e direitos humanos fundamentais
4.1 Direitos humanos e direitos humanos fundamentais
5. Princípios do microssistema processual de tutela coletiva
5.1 Princípio do acesso à justiça
5.2 Princípio do interesse jurisdicional no conhecimento do mérito do processo coletivo
5.3 Princípio da máxima prioridade da tutela jurisdicional coletiva
5.4 Princípio da disponibilidade motivada da ação coletiva
5.5 Princípio da presunção da legitimidade ad causam ativa pela afirmação do direito
5.6 Princípio da não taxatividade da ação coletiva
5.7 Princípio do máximo benefício da tutela jurisdicional coletiva
5.8 Princípio da máxima efetividade do processo coletivo
5.9 Princípio da máxima amplitude da tutela jurisdicional coletiva
5.10 Princípio da obrigatoriedade de atuação do Ministério Público
5.11 Princípio da universalidade da jurisdição e da primazia da tutela coletiva adequada
5.12 Princípio da participação
5.13 Princípio do ativismo ou protagonismo judicial
5.14 Princípio da ampla informação da demanda à sociedade
5.15 Princípio da extensão subjetiva da coisa julgada secundum eventum litis e princípio do transporte in utilibus
5.16 Princípio do microssistema jurisdicional de tutela coletiva
5.17 Princípio da adequada representação dos legitimados
5.18 Princípio da isonomia real


Capítulo III
Litigância de Interesse Público e os Direitos Metaindividuais Objeto do Microssistema de Tutela Processual Coletiva
1. Desenvolvimento da política de litigação de interesse público
2. Litigação de interesse público sob a égide da Constituição Federal de 1988
2.1 Ações coletivas para a defesa de direitos e interesses individuais
2.2 Ações coletivas para a defesa de direitos e interesses difusos ou coletivos
2.3 Ações coletivas para a defesa da constitucionalidade das leis e afirmação de direitos em face da Constituição


Capítulo IV
Instrumentos Processuais do Microssistema Jurídico de Tutela Coletiva
1. A importância da ação civil pública na litigação de interesse público no Brasil
2. A importância das demais ações coletivas na litigação de interesse público no Brasil
3. Ação civil pública
3.1 Denominação
3.2 Objeto da ação civil pública
3.3 Natureza jurídica
3.4 Obrigações de fazer, não fazer e de suportar
3.5 Cominação de multas e astreintes na ação civil pública
3.6 Condenação pelos danos genericamente causados
3.6.1 Condenação por dano material e moral
3.7 Fixação do quantum satis da indenização por dano moral coletivo
3.8 Cumulação de obrigações de fazer, não fazer e condenação em pecúnia
3.9 Legitimidade ativa para o ajuizamento da ação civil pública
3.10 Representatividade adequada e pertinência temática
3.11 Legitimidade passiva
3.12 Litisconsórcio passivo
3.13 Assistência
3.14 Colegitimados
3.15 Interessados individuais
3.16 Competência material
3.17 Competência funcional territorial
3.18 Competência territorial funcional e a OJ (Orientação Jurisprudencial) n. 130 da SDI-II do Tribunal Superior do Trabalho
3.19 Prescrição nas ações civis públicas
3.20 Antecipação dos efeitos da tutela
3.21 Alcance e efeitos da coisa julgada
3.21.1 Coisa julgada
4. Ação civil coletiva
4.1 Conceito
4.2 Natureza jurídica da ação civil coletiva
4.3 Objeto da ação civil coletiva
4.4 Fungibilidade das ações coletivas
4.5 Diferenciação entre ação civil coletiva e consórcio multitudinário
4.6 Legitimidade ativa
4.7 A legitimidade do Ministério Público do Trabalho para a defesa dos direitos individuais homogêneos
4.8 Litisconsórcio ativo
4.8.1 Dos colegitimados
4.8.2 Dos trabalhadores individuais
4.9 Legitimidade passiva
4.10 Competência
4.10.1 Competência material e funcional
4.10.2 Competência territorial
4.11 Prescrição
4.12 Reconvenção
4.13 Revelia
4.14 Renúncia e transação na ação civil coletiva
4.15 Litispendência
4.16 Assistência
4.16.1 Assistência dos colegitimados e de trabalhadores isolados
4.17 Tutelas de urgência na ação civil coletiva
4.18 Sentença genérica
4.19 Coisa julgada erga omnes e secundum eventum litis
4.20 Recursos
4.21 Desistência e renúncia do recurso
4.22 Execução em sede de ação civil coletiva
4.23 Espécies de execução
4.24 Juízo competente para a execução
4.25 Preferência dos créditos provenientes das ações civis coletivas
5. Dissídio coletivo de trabalho
5.1 Negociação coletiva de trabalho
5.2 A Emenda Constitucional n. 45/2004 e reflexos no poder normativo
5.3 O “comum acordo” (§ 2º do art. 114 da Constituição Federal)
5.4 Limites do poder normativo pelos tribunais do trabalho
5.5 Limite mínimo
5.6 Limite máximo
5.7 O papel do Ministério Público do Trabalho nos dissídios coletivos
5.8 Dissídio coletivo ajuizado pelo Ministério Público do Trabalho
5.9 Sentença normativa
5.10 Dissídio coletivo de greve de servidores públicos estatutários
5.11 Antecipação dos efeitos da tutela
5.12 Coisa julgada formal e material na sentença normativa
6. Ação de cumprimento
6.1 Conceito
6.2 Natureza jurídica da ação de cumprimento
6.3 Competência
6.4 Objeto da ação de cumprimento
6.5 Coisa julgada
6.5.1 Coisa julgada erga omnes
6.5.2 Coisa julgada secundum eventum litis
6.5.3 Coisa julgada rebus sic stantibus
6.6 Litispendência da ação de cumprimento coletiva com a ação individual
7. Ação anulatória (de nulidade) de cláusula ou de acordo ou convenção coletiva de trabalho
7.1 Denominação
7.2 Natureza jurídica
7.3 Objeto
7.4 Legitimidade ativa
7.5 Legitimidade passiva
7.6 Competência material para julgamento das ações anulatórias
7.7 Competência hierárquica ou funcional para julgamento das ações anulatórias
7.8 Reflexos processuais da decisão judicial

Capítulo V
Parceirização Jurisdicional Trabalhista
1. Origem
2. Conceito
3. Outras formas de parceria do parquet (Parquet) laboral
4. Princípios da parceirização jurisdicional trabalhista
4.1 Princípio do acesso ao sistema de justiça
4.2 Princípio da participação pelo processo e no processo
4.3 Princípio da tutela coletiva adequada
4.4 Princípio da boa-fé e cooperação das partes e de seus procuradores
4.5 Princípio do ativismo judicial
4.6 Princípio da flexibilização da técnica processual
4.7 Princípio da intervenção do Ministério Público em casos de relevante interesse social
4.8 Princípio da razoabilidade ou da proporcionalidade
5. Natureza Jurídica do fenômeno da parceirização jurisdicional trabalhista
6. Procedimento
6.1 Competência material e funcional
6.2 Iniciativa e provocação da jurisdição
6.3 Designação de audiência preliminar
6.4 Diligências e diagnóstico econômico-financeiro do reclamado
6.5 Designação de audiência com todos os interessados
6.6 Responsabilidade dos sócios e nomeação do gestor/administrador judicial
6.7 Reunião ou cumulação de processos atomizados
6.8 Comissão de gestão compartilhada e limitação do poder diretivo do empregador
6.9 Garantias do passivo trabalhista
6.9.1 Responsabilidade solidária dos sócios
6.9.2 Teoria ultra vires societatis
6.9.3 Responsabilidade da administração pública direta
6.10 Habilitação de credores trabalhistas
6.11 Rateio de créditos trabalhistas
6.12 Prestação de contas à comissão de gestão compartilhada
6.13 Requisição de informações e repasse de verbas
6.14 Celebração de acordo, conciliação judicial ou decisão judicial
7. O objeto material da parceirização jurisdicional trabalhista
8. O papel do poder judiciário trabalhista
9. O papel do Ministério Público do Trabalho
10. Estudos de casos concretos
10.1 O caso da conservação de empregos e manutenção de serviços de saúde em Cascavel, Estado do Paraná
10.1.1 Descrição do caso
10.1.2 Natureza dos direitos constitucionais em litígio
10.1.3 Eficácia da atuação conjunta do Ministério Público do Trabalho e da magistratura do trabalho
10.2 O caso da reabertura de hospital em Foz do Iguaçu
10.2.1 Descrição do caso
10.2.2 Natureza dos direitos e interesses
10.2.3 Eficácia da ação do Ministério Público e da magistratura trabalhista


Conclusões


Referências