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Descrição do produto

A qualidade de uma investigação criminal depende diretamente da forma como as informações são obtidas, registradas e analisadas. Polícia Judiciária e Provas Dependentes da Memória: Entrevista Investigativa no Contexto Brasileiro, publicado pela Editora Mizuno, apresenta fundamentos científicos e procedimentos destinados ao aprimoramento das entrevistas investigativas no sistema de justiça brasileiro.

Organizada por Anderson Pires Giampaoli, Denis Lino, Rafael Francisco Marcondes de Moraes, Thiago Padovese Magno e William Weber Cecconello, a obra reúne 40 autores e integra conhecimentos da Psicologia do Testemunho, Direito Processual Penal e investigação criminal, demonstrando como técnicas fundamentadas em evidências podem contribuir para a obtenção de relatos mais confiáveis e a prevenção de erros judiciais.

📜 Sinopse

Trata-se de livro que aborda as entrevistas investigativas enquanto ferramenta necessária à melhor determinação dos fatos. Recordar é reconstruir, e essa reconstrução é sensível a tudo o que acontece entre o fato e o relato: ao tempo, às conversas, às imagens vistas e, de maneira muito especial, à forma como as recordações são recuperadas pelo sistema de Justiça. Não basta ouvir; é preciso saber como se ouve.

Recomendo vivamente a leitura a policiais, estudantes, professores, advogados, defensores públicos, promotores e juízes. A todos, o livro oferece algo raro: a demonstração de que a mudança já começou, e de que ela vem também de dentro das próprias instituições policiais.

Janaina Matida

Doutora em Direito pela Universitat de Girona

Professora da Pós-graduação do IDP

Advogada criminalista e consultora jurídica

✍️ Autores

Adriane Gonçalves, Alcino Ferreira de Sousa Junior, Alluska Cristieeny Justino de Sousa, Ana Paula de Bem Bittencourt Ribeiro, Anderson Pires Giampaoli, Anselmo Firmo de Oliveira Cruz, Arielle Sagrillo Scarpati, Breno Eduardo Campos Alves, Bruno Rodrigues Costa, Carla Marques Vieira, Carlos Delano Gehring Leandro de Souza, Carola Cristofolini, Carolina Nascimento Silva Aguiar, Daniela Oliveira, Denis Lino, Emanuélly Fátima Katzer, Felipe da Veiga Dias, Fernanda dos Santos Ueda, Fernando Henrique Guzzi, Francini Imene Dias Ibrahin, Gerlaine Karina A. da Silva, Isabel Dávila Lopes Borges, Jamila Jorge Ferrari, José Roberto de Oliveira Júnior, Leandro Alves Santos, Lilian Milnitsky Stein, Lorena Oliveira da Rocha, Marcia Aparecida Alves, Marcos Erico Hoffmann, Mônica Bernardes, Nilson André Farias de Oliveira, Rachel de Lima Santos, Rafael Francisco Marcondes de Moraes, Renato Jesus da Silva, Silvânia de Moura da Silva de Paula, Thayse Campos Mileski, Thiago Padovese Magno, Tiago Lustosa Luna de Araújo, Virgínia Malta de Farias, William Weber Cecconello

📌 Tópicos Abordados

  • Introdução à Entrevista Investigativa
  • Psicologia do Testemunho e Memória Humana
  • Mentalidade Investigativa
  • Planejamento e Preparação
  • Rapport
  • Relato Livre, Clarificação e Tipos de Perguntas
  • Fechamento e Avaliação da Entrevista
  • Legalidades e Tecnologia na Adoção de Técnicas de Entrevista Investigativa
  • A Evolução Histórica das Técnicas de Entrevista Investigativa: da Coerção à Humanização
  • Investigação de Homicídios: a Coleta de Informações em Fontes Humanas
  • O Depoimento Especial e a Entrevista Investigativa: um Olhar sobre a Memória e a Proteção de Crianças e Adolescentes
  • Entrevista Investigativa no Contexto Flagrancial: Desafios e Oportunidades para a Promoção de uma Investigação Justa e Eficaz
  • Entrevista Investigativa no Contexto de Inteligência Policial
  • Entrevista Investigativa de Mulheres Vítimas de Violência Doméstica e Familiar: Avanços e Desafios
  • A Entrevista Investigativa em Crimes Sexuais Praticados Contra Adultos
  • Reconhecimento de Pessoas no Processo Penal: Limites Epistêmicos, Riscos Cognitivos e Contribuições da Entrevista Investigativa no Contexto Brasileiro

🔍 Detalhes Essenciais do Livro

Ciência, metodologia e aplicação na investigação criminal

Com 16 capítulos, a obra examina a transição de métodos investigativos centrados na confissão para procedimentos orientados à obtenção de informações confiáveis e verificáveis.

Entre seus diferenciais, destaca-se a apresentação do modelo PEACE, que organiza a entrevista investigativa em etapas de planejamento, engajamento, relato, fechamento e avaliação.

O conteúdo também analisa falsas memórias, vieses cognitivos, perguntas sugestivas, reconhecimento de pessoas e registro audiovisual, relacionando esses elementos à preservação da qualidade probatória e ao respeito aos direitos fundamentais.

Outro aspecto relevante é a aplicação das técnicas em situações concretas, incluindo investigações de homicídios, violência doméstica, crimes sexuais e depoimentos de crianças e adolescentes.

🎯 Público-Alvo

Polícia Judiciária e Provas Dependentes da Memória: Entrevista Investigativa no Contexto Brasileiro é direcionado a delegados, investigadores, escrivães, agentes policiais, peritos, psicólogos forenses, advogados criminalistas, defensores públicos, membros do Ministério Público, magistrados, professores, pesquisadores e estudantes de Direito.

A publicação também contribui para a formação policial e o aperfeiçoamento de profissionais envolvidos na coleta, interpretação e avaliação de provas dependentes da memória.

❓ Perguntas Frequentes (FAQs)

  1. O que são provas dependentes da memória?

São elementos probatórios fundamentados em recordações humanas, como relatos de vítimas, testemunhas e investigados, cuja confiabilidade pode ser influenciada por fatores cognitivos e pela condução da entrevista.

  1. O livro apresenta o modelo PEACE de entrevista investigativa?

Sim. A obra examina suas etapas e demonstra como planejamento, construção de rapport, relato livre e avaliação podem qualificar a obtenção de informações.

  1. Como a obra aborda as falsas memórias?

Apresenta fundamentos da Psicologia do Testemunho e explica como sugestões, vieses e outras interferências podem modificar recordações e comprometer a precisão dos relatos.

  1. O conteúdo contempla situações práticas de investigação?

Sim. São examinadas aplicações em homicídios, prisões em flagrante, violência doméstica, crimes sexuais, depoimento especial e inteligência policial.

  1. O livro trata do reconhecimento de pessoas?

Sim. Analisa os limites da memória humana, os riscos de identificações equivocadas e a importância de procedimentos científicos e juridicamente adequados.

🏁 Conclusão

Polícia Judiciária e Provas Dependentes da Memória: Entrevista Investigativa no Contexto Brasileiro oferece conhecimentos relevantes para compreender os limites da memória e aperfeiçoar os procedimentos de coleta de informações na investigação criminal.

Ao aproximar ciência, prática policial e garantias fundamentais, a publicação contribui para decisões mais fundamentadas, investigações tecnicamente qualificadas e maior segurança na produção probatória.

Adquira seu exemplar na Editora Mizuno e aprofunde seus conhecimentos sobre entrevistas investigativas e provas dependentes da memória no sistema de justiça brasileiro.



 

Anderson Pires Giampaoli

Doutorando em Direito Processual Penal pela Universidade de São Paulo (USP). Mestre em Direito Probatório pela Universidade de Barcelona (Espanha). Especialista em Bases do Raciocínio Probatório pela Universidade de Girona (Espanha). Professor da Academia de Polícia Doutor Coriolano Nogueira Cobra (ACADEPOL). Membro do Grupo de Professores Supervisores em Entrevista Investigativa do Laboratório de Ensino e Pesquisa em Cognição e Justiça (GPS-CogJus). Membro do Grupo de Pesquisa O novo Direito Probatório: Fundamentos Epistêmicos, Processuais e Sociais. Associado do Instituto Brasileiro de Direito e Raciocínio Probatório (IBDRP). Docente integrante da iniciativa Provas Dependentes da Memória e Polícia Judiciária: ciência em prol do sistema de justiça, da Academia de Polícia Doutor Coriolano Nogueira Cobra (ACADEPOL), vencedora do 21 Prêmio Innovare 2024 na categoria Justiça e Cidadania. Delegado de Polícia do Estado de São Paulo.

Denis Lino

Doutor em Psicologia Cognitiva na Universidade Federal de Pernambuco, Doutorado Sanduíche na University of Portsmouth. Mestre em Investigative and Forensic Psychology pela University of Liverpool, Graduado em Psicologia pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), Pesquisador do Laboratório de Ensino e Pesquisa em Cognição e Justiça (CogJus). Autor do livro “Criminal Profiling - Perfil Criminal: Análise do Comportamento na Investigação Criminal” (2021) e organizador do livro “Psicologia Investigativa: Teoria e Prática” (2023).

Rafael Francisco Marcondes de Moraes

Delegado de Polícia do Estado de São Paulo. Doutor e Mestre pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP). Professor da Academia de Polícia “Dr. Coriolano Nogueira Cobra” (ACADEPOL). Graduado pela Faculdade de Direito de Sorocaba (FADI). Pesquisador Associado do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-USP). Docente integrante da iniciativa “Provas Dependentes da Memória e Polícia Judiciária: ciência a serviço da melhoria do sistema de justiça criminal”, da Academia de Polícia “Dr. Coriolano Nogueira Cobra” (ACADEPOL), vencedora do 21º Prêmio Innovare na categoria Justiça e Cidadania. Integrante do Grupo de Professores Supervisores em Entrevista Investigativa do Laboratório de Ensino e Pesquisa em Cognição e Justiça (GPS-CogJus).

Thiago Padovese Magno

Mestre em Estudos Jurídicos, com ênfase em Direito Internacional, pela Must University, especialista em Direitos Humanos e Segurança Pública no Brasil pela Academia de Polícia “Dr. Coriolano Nogueira Cobra” (Acadepol) e graduado em Direito pela Universidade Bandeirante de São Paulo. Investigador de Polícia de Classe Especial da Polícia Civil do Estado de São Paulo, é professor concursado da Acadepol, na cadeira de Investigação Policial, e professor da Academia de Polícia Militar do Barro Branco. Também atua como professor convidado em instituições voltadas à formação e ao aperfeiçoamento profissional. Integra o Grupo de Professores Supervisores de Técnicas de Entrevista Investigativa do Laboratório de Ensino e Pesquisa em Cognição e Justiça (GPS-Cogjus) e participa da iniciativa Provas Dependentes da Memória e Polícia Judiciária, vencedora do 21º Prêmio Innovare, em 2024. Exerce, ainda, a função de diretor do Departamento Jurídico da Associação dos Investigadores de Polícia do Estado de São Paulo (Aipesp).

William Weber Cecconello

Doutor e Mestre em Psicologia, com ênfase em Cognição Humana pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul/University of Portsmouth. Professor de Psicologia e Professor Colaborador do Programa de Pós Graduação em Direito da Atitus e Coordenador do Laboratório de Ensino e Pesquisa em Cognição e Justiça (CogJus).

Especificações do produto

  • Autor(es) Anderson Pires Giampaoli , Denis Lino , Rafael Francisco Marcondes de Moraes , Thiago Padovese Magno , William Weber Cecconello
  • AssuntoPenal e Processo Penal
  • Idioma Português
  • Edição 1
  • Mês Outubro
  • Ano 2026
  • Marca Editora Mizuno
  • Tipo Impresso
  • Encadernação Brochura
  • Paginação 333
  • Formato 16x23
  • Comprimento (cm) 23
  • Largura (cm) 16
  • Altura (cm) 2,00
  • ISBN 9786561991421

Sumário

Sumário

CAPÍTULO 1
Introdução à Entrevista Investigativa
William Weber Cecconello | Lilian Milnitsky Stein

CAPÍTULO 2
Psicologia do Testemunho e Memória Humana
Mônica Bernardes | Lilian Milnitsky Stein
1. Introdução
2. Funcionamento e Tipos de Memória
3. Variáveis que Afetam a Memória: estimativa e de sistema
4. Limites da Codificação e do Armazenamento na Memória
5. Falsas Memórias
6. Trauma e Memória
7. Conclusão
8. Referências

CAPÍTULO 3
Mentalidade Investigativa
Denis Lino | Emanuélly Fátima Katzer | Felipe da Veiga Dias
1. Introdução
2. Vieses Cognitivos na Investigação e no Interrogatório Policial
2.1 Como o Viés de Confirmação Afeta a Investigação
2.2 Mentalidade investigativa e pensamento baseado em hipóteses
3. A Tentativa de Detectar Mentiras pela Linguagem não Verbal
3.1 Mitos sobre a detecção de mentiras
3.2 Observação de comportamento
3.3 Polígrafo
3.4 Microexpressões Faciais
3.5 Movimento dos olhos
3.6 Considerações gerais sobre a detecção de mentiras por meio da linguagem não verbal
4. Conclusão
5. Referências

CAPÍTULO 4
Planejamento e Preparação
Denis Lino | Emanuélly Fátima Katzer
1. Introdução
2. Estruturação do Plano de Entrevista
3. Obtenção de Informações na Entrevista Investigativa
4. Uso Estratégico de Evidências
5. Preparação do Ambiente e Registro da Entrevista
6. Conclusão
7. Referências

CAPÍTULO 5
Rapport
Arielle Sagrillo Scarpati | Mônica Bernardes
1. Introdução
2. Efeitos da Ausência de Rapport
3. Delimitação Conceitual do Rapport
4. Rapport na Etapa de Engajar e Explicar
5. Utilizando o Rapport ao Longo da Entrevista Investigativa
6. Conclusão
7. Referencias

CAPÍTULO 6
Relato Livre, Clarificação e Tipos de Perguntas
Mônica Bernardes | Lilian Milnitsky Stein
1. Introdução
2. Relato Livre na Entrevista Investigativa
3. Perguntas na Entrevista Investigativa
3.1 Perguntas adequadas
3.2 Perguntas inadequadas na Entrevista Investigativa
4. Conclusão
5. Referências

CAPÍTULO 7
Fechamento e Avaliação da Entrevista
William Weber Cecconello | Lilian Milnitsky Stein
1. Introdução
2. Etapas do Fechamento
2.1 Revisão do relato e verificação da compreensão
2.2 Explicação dos próximos passos
2.3 Encerramento respeitoso e preservação do Rapport
3. Avaliação da Entrevista Após o Fechamento
3.1 Avaliação do Desempenho do Entrevistador
3.2 Limitações da Autoavaliação e Necessidade de Supervisão
4. Fechamento, Avaliação e Aprimoramento Contínuo
5. Conclusão
6. Referências

CAPÍTULO 8
Legalidades e Tecnologia na Adoção de Técnicas de Entrevista Investigativa
Rafael Francisco Marcondes de Moraes | Isabel Dávila Lopes Borges |
Marcia Aparecida Alves | Felipe da Veiga Dias | Nilson André Farias de Oliveira
1. Introdução
2. Estado da Arte das Provas Dependentes da Memória
3. Presidência da Investigação Policial e a Figura do Entrevistador
4. Emprego de Videoconferência nas Audiências Policiais
5. Gravação Audiovisual de Entrevistas no Local dos Fatos
6. Conclusão
7. Referências

CAPÍTULO 9
A Evolução Histórica das Técnicas de Entrevista Investigativa: da Coerção à Humanização
Marcos Erico Hoffmann | Rachel de Lima Santos | Virgínia Malta de Farias
1. Introdução
2. Da Coerção à Cooperação: a ascensão da entrevista investigativa
3. Evolução Histórica da Entrevista Investigativa no Brasil: contexto constitucional, penal e processual
3.1 Evolução Legislativa:
3.2 Formação policial e padronização de procedimentos
4. Conclusão
5. Referências

CAPÍTULO 10
Investigação de Homicídios: a Coleta de Informações em Fontes Humanas
Alcino Ferreira de Sousa Junior | Breno Eduardo Campos Alves | Anselmo Firmo de Oliveira Cruz
1. Introdução
2. Os Desafios da Investigação de Homicídios no Brasil
3. A Entrevista Investigativa como Resposta Estratégica aos Desafios
4. Da Perpetuidade do Elemento de Prova na Investigação de Homicídios
5. Conclusão
6. Referências

CAPÍTULO 11
O Depoimento Especial e a Entrevista Investigativa: um Olhar sobre a Memória e a Proteção de Crianças e Adolescentes
Ana Paula de Bem Bittencourt Ribeiro | Adriane Gonçalves | Fernanda dos Santos Ueda | Renato Jesus da Silva
1. Introdução
2. Conceito e Fundamentos do Depoimento Especial
3. O Depoimento Especial como Prova Dependente da Memória
4. A Função Cognitiva da Memória em Crianças e Adolescentes
5. Protocolos e Falta de Homogeneidade
6. Conclusão
7. Referências

CAPÍTULO 12
Entrevista Investigativa no Contexto Flagrancial: Desafios e Oportunidades para a Promoção de uma Investigação Justa e Eficaz
Fernando Henrique Guzzi | Carlos Delano Gehring Leandro de Souza | José Roberto de Oliveira Júnior | Silvânia de Moura da Silva de Paula
1. Introdução
2. A Prisão em Flagrante como Ambiente de Decisão em Situações Adversas
3. Benefícios da Coleta de Provas Dependentes da Memória Imediatamente Após o Evento
4. A Entrevista Investigativa como Oportunidade
5. Conclusão
6. Referências

CAPÍTULO 13
Entrevista Investigativa no Contexto de Inteligência Policial
Bruno Rodrigues Costa | Alluska Cristieeny Justino de Sousa | Leandro Alves Santos
1. Inteligência, Investigação e Entrevista: distinções conceituais, aplicações e limites no contexto da segurança pública
2. Definição de Entrevista de Inteligência
3. Estrutura da Entrevista de Inteligência
4. Construção e Manutenção do Rapport
5. Comparativo Entre o Modelo Peace e e Entrevista de Inteligência
6. Conclusão
7. Referências


CAPÍTULO 14
Entrevista Investigativa de Mulheres Vítimas de Violência Doméstica e Familiar: Avanços e Desafios
Anderson Pires Giampaoli | Carola Cristofolini | Carolina Nascimento Silva Aguiar | Daniela Oliveira | Francini Imene Dias Ibrahin | Jamila Jorge Ferrari
1. Introdução
2. O Fenômeno Criminal da Violência Doméstica e Familiar no Brasil
3. A Quaestio Facti e a Persecução Penal: contribuições da Epistemologia e da Psicologia do Testemunho
4. Entrevista Investigativa em Situações de Violência Doméstica e Familiar: aplicações e desafios
4.1 Vieses na condução da entrevista investigativa com mulheres vítimas
4.2 Etapas da Entrevista Investigativa com mulheres vítimas
4.3 Obtenção de relatos de eventos repetidos
5. Avanços Institucionais
5.1 Polícia Civil de São Paulo
5.2 Polícia civil do Pará
6. Entrevista Investigativa no Contexto de Violência Doméstica e Familiar: análise de um caso concreto
6.1 Contextualização do caso Vitória
6.2 Aplicação das técnicas de entrevista investigativa
6.3 Desdobramentos e resultados observados
7. Conclusão
8. Referências

CAPÍTULO 15
A Entrevista Investigativa em Crimes Sexuais Praticados Contra Adultos
Thayse Campos Mileski | Tiago Lustosa Luna de Araújo | Gerlaine Karina A. da Silva | Lorena Oliveira da Rocha | Carla Marques Vieira
1. Introdução
2. Mitos do Estupro, Reações da Vítima e Sua Influência na Obtenção de Informações
3. Modus Operandi dos Autores de Crimes Sexuais
4. Subnotificação nos Crimes Sexuais
5. Entrevista Investigativa com Vítimas de Crimes Sexuais
6. Entrevista Investigativa com Testemunhas de Crimes Sexuais
7. Entrevista Investigativa com Investigados de Crimes Sexuais
8. Conclusão
9. Referências

CAPÍTULO 16
Reconhecimento de Pessoas no Processo Penal: Limites Epistêmicos, Riscos Cognitivos e Contribuições da Entrevista Investigativa no Contexto Brasileiro
Thiago Padovese Magno | William Weber Cecconello
1. Introdução
2. O Reconhecimento de Pessoas no Processo Penal Brasileiro
2.1 Conceito, função probatória e controvérsias
2.2 Previsão legal e regulamentações institucionais
2.3 Jurisprudência crítica e parâmetros do STJ
2.4 Reconhecimento e Ônus Epistêmico: risco de erro e presunção de inocência
3. Desafios Cognitivos e Práticos da Prova de Reconhecimento
3.1 A falibilidade da memória humana e o problema da contaminação
3.2 Viés confirmatório, sugestão e outras distorções cognitivas
3.3 Deficiências operacionais e ausência de cadeia de custódia da memória
3.4 Obstáculos enfrentados por policiais civis na prática investigativa
4. A Entrevista Investigativa como Ferramenta de Qualificação Epistêmica do Reconhecimento
4.1 Descrição de rostos e o reconhecimento
4.2 Técnicas de entrevista investigativa aplicadas ao reconhecimento de pessoas: perguntas abertas e entrevista cognitiva
4.3 Registro audiovisual, avaliação e accountability
5. Conclusão
6. Referências