Product Image Product Image Product Image Product Image

Descrição do produto

Uma nova perspectiva sobre a ordem econômica

A obra Por uma Livre Iniciativa Fraterna, publicada pela Editora Mizuno, propõe uma reflexão profunda e necessária sobre os fundamentos da nossa economia. Em um cenário de constantes transformações, o conceito de livre iniciativa fraterna emerge como um guia essencial para harmonizar o desenvolvimento econômico com a dignidade da pessoa humana.

Organizado por Reynaldo Soares da Fonseca, Marcelo Navarro Ribeiro Dantas e Wilson Furtado Roberto, este livro convida o leitor a repensar o papel da empresa e do Estado, oferecendo uma visão jurídica inovadora que conecta a eficiência do mercado aos valores fundamentais da nossa Constituição.

📜 Sinopse

Sobre a obra

A Constituição da República de 1988 consagrou a livre iniciativa como um dos fundamentos da ordem econômica brasileira, mas igualmente a subordinou à dignidade da pessoa humana, à justiça social e à função social da atividade econômica. Em um contexto marcado pela transformação digital, pela crescente complexidade regulatória, pelos desafios ambientais e pela internacionalização das relações econômicas, impõe-se uma nova reflexão sobre o papel da empresa e do mercado na construção de uma sociedade mais justa, inclusiva e sustentável.

Por uma Livre Iniciativa Fraterna – Regulação, Empresa e Humanismo reúne pesquisadores, magistrados, membros do Ministério Público, advogados, professores e estudiosos de diversas áreas do Direito para investigar como o princípio jurídico da fraternidade pode oferecer novos referenciais para a interpretação da ordem econômica constitucional. Longe de representar mera categoria ética, a fraternidade é apresentada como vetor hermenêutico capaz de harmonizar liberdade econômica, responsabilidade social, inovação, desenvolvimento sustentável e proteção dos direitos fundamentais.

Os estudos que compõem esta coletânea abordam temas de elevada relevância contemporânea, como governança corporativa, compliance, inteligência artificial, proteção de dados, plataformas digitais, responsabilidade social das empresas, justiça fiscal, insolvência empresarial, desenvolvimento sustentável, migração, tutela da infância, direitos humanos, políticas públicas, desjudicialização e regulação econômica, revelando a amplitude e a atualidade do debate jurídico proposto.

Resultado das atividades acadêmicas desenvolvidas no Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade Nove de Julho (UNINOVE), esta obra consolida uma comunidade científica comprometida com a construção de um Direito que reconhece a fraternidade como elemento estruturante do Estado Constitucional Democrático. Mais do que uma coletânea de artigos, o livro oferece ao leitor uma visão inovadora sobre os desafios da empresa contemporânea, propondo um modelo de livre iniciativa que alia eficiência econômica, responsabilidade institucional e humanismo jurídico.

Leitura indispensável para magistrados, membros do Ministério Público, advogados, professores, pesquisadores, estudantes e todos aqueles que acreditam que desenvolvimento econômico e promoção da dignidade humana não são objetivos incompatíveis, mas dimensões complementares de um mesmo projeto constitucional.

🤝 Autores

Adelmo José Pereira, Antonio Carlos Luz Magalhães, Bernardo Leôncio Moura Coelho, Carla Fernandes de Andrade, Carlo Diogo Salvagnini, Carlos Alberto Crispim, Carlos Cezar da Silva, Carolina de Oliveira Sant’Anna, Carolina Silva Porto, Cezar Ferrari, Clara Cardoso Machado Jaborandy, Clayton Pereira da Silva, Clesia dos Santos Barros, Cristian D. Gonçalves, Cristiane Leonel Moreira da Silva, Daniel Carnio Costa, Daniela Simone Chiaradia Santos, Danielle Nunes Marinho, Darlan Élis de Borba e Rocha, Elcimar Rodrigues Reis Bitencourt, Eliana Maria de Souza Franco Teixeira, Geralda Magella de Faria Rossetto, Gustavo Luís Teixeira das Chagas, Henrique Rabelo Quirino, Henrique Regis de Almeida Silveira, Isaias Lopes da Silva Júnior, Jamili Simões, João Carlos Leal Júnior, José Fernando Vidal de Souza, Josiane Rose Petry Veronese, Lucas Santos Fernandes, Luiza Dias Seghese, Marcello Rocha Lopes, Marcelo Benacchio, Marcelo Navarro Ribeiro Dantas, Marcilene dos Santos Andrade, Matheus Campos Chagas, Murillo Silva da Rosa, Natalia Cezario Carvalho, Neiva Márcia Chagas, Nelson Robson Costa de Souza, Paulo de Almeida Ferreira, Paulo Dias de Moura Ribeiro, Paulo Henrique de Carvalho Miguel João, Rafael Andrade de Margalho, Rafaela Silva Brito, Reynaldo Soares da Fonseca, Rodrigo Silva Rocha, Rubem Aloysio Monteiro Moreira Neto, Samantha Ribeiro Meyer Pflug Marques, Sandra Taya, Shirley da Costa Pinheiro, Soraya Mohamad Chouman, Tatiana Campos, Thiago de Lucena Motta, Thiago Gontijo Vieira, Thomás Lopes Rodrigues Borges de Lima, Tiago Scherer, Wilson Furtado Roberto, Yago Correia Lima.

🔍 Detalhes Essenciais do Livro

Aprofundamento jurídico e humanismo

Este livro é uma coletânea de estudos de alta relevância, que analisa como a livre iniciativa fraterna pode atuar como um vetor hermenêutico na interpretação das normas atuais. A obra explora temas cruciais como governança corporativa, inteligência artificial e responsabilidade social, sempre sob a ótica de um humanismo jurídico aplicado.

Com o selo de qualidade da Editora Mizuno, os textos reúnem contribuições de diversos especialistas, consolidando um debate acadêmico robusto que busca equilibrar a liberdade econômica com a justiça social e a sustentabilidade.

🎯 Público-Alvo

Quem deve ler esta obra

O livro é uma leitura indispensável para magistrados, membros do Ministério Público, advogados, professores, pesquisadores e estudantes de Direito que buscam compreender as novas dinâmicas da regulação econômica e desejam aprofundar seus conhecimentos sobre o modelo de livre iniciativa fraterna no Brasil.

❓ Perguntas Frequentes (FAQs)

1. Qual é a proposta central do livro?

A obra propõe a fraternidade como um elemento estruturante do Estado Constitucional Democrático, utilizando-a para harmonizar a liberdade econômica com a responsabilidade social e os direitos fundamentais.

2. Como a obra aborda a relação entre economia e tecnologia?

O livro analisa desafios contemporâneos como inteligência artificial, plataformas digitais e proteção de dados, investigando como a regulação pode promover inovação sem abrir mão da ética e do humanismo.

3. O conteúdo é voltado apenas para a teoria jurídica?

Não. Embora possua rigor acadêmico, a obra oferece uma visão prática sobre temas como compliance, justiça fiscal, insolvência empresarial e políticas públicas, conectando a teoria à realidade da empresa contemporânea.

🏁 Conclusão

Transforme sua visão jurídica

Adquirir este livro é investir em uma compreensão avançada sobre como a livre iniciativa fraterna pode ser o alicerce para um desenvolvimento econômico mais humano e sustentável. É uma obra que desafia o leitor a enxergar o Direito como um instrumento de transformação social e equilíbrio institucional.

Garanta seu exemplar na Editora Mizuno e integre-se a este debate fundamental para o futuro do Direito e da economia no Brasil, contando com a expertise de Reynaldo Soares da Fonseca, Marcelo Navarro Ribeiro Dantas e Wilson Furtado Roberto.

Reynaldo Soares da Fonseca

Ministro do Superior Tribunal de Justiça e Professor Universitário (Universidade de Brasília e UNINOVE). 

Marcelo Navarro Ribeiro Dantas

Ministro do Superior Tribunal de Justiça. Mestre e Doutor em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Professor Titular da Universidade de Brasília – UNB. Professor Emérito da Universidade Nove de Julho – UNINOVE.

Wilson Furtado Roberto

Presidente do Instituto Juristas (Associação Brasileira de Juristas - ABJ). Advogado. Bacharel em Administração de Empresas pela Universidade Federal da Paraíba, MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas, professor, articulista, palestrante, Bacharel em Direito pelo UNIPÊ, especialista e mestre em Direito Internacional pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Foi Doutorando em Direito Empresarial pela mesma Universidade. Doutorando pela Universidade de Salamanca em Direito Privado e na Uninove. Coordenador, Organizador e Autor de diversas obras jurídicas. Fundador do escritório de advocacia Wilson Roberto Assessoria e Consultoria Jurídica, do Portal Juristas e Associado ao Godke Advogados. Foi pesquisador no Max-Planck Institut de Hamburgo. Cursou o Curso de Direito Internacional de Privado de Haia em 2009. Conselheiro Editorial da Revista Juristas, Editora Juruá, Editora Mizuno, entre outras.

Especificações do produto

  • Autor(es) Reynaldo Soares da Fonseca , Marcelo Navarro Ribeiro Dantas , Wilson Furtado Roberto
  • AssuntoHumanos , Constitucional
  • Idioma Português
  • Edição 1
  • Mês Agosto
  • Ano 2026
  • Marca Editora Mizuno
  • Tipo Impresso
  • Encadernação Brochura
  • Paginação 940
  • Formato 17x24
  • Comprimento (cm) 24
  • Largura (cm) 17
  • Altura (cm) 5,64
  • ISBN 9786561991407

Sumário

Sumário

 

A ORDEM ECONÔMICA E A LIVRE INICIATIVA SOB A ÓTICA DO PRINCÍPIO DA FRATERNIDADE: PARÂMETRO HERMENÊUTICO PARA A RESPONSABILIDADE SOCIAL DO EMPRESÁRIO

Adelmo José Pereira

1  Introdução

2  Dos fundamentos da ordem econômica brasileira: a livre iniciativa e a função social da empresa

3  O valor jurídico do Princípio da Fraternidade

4  O Princípio da Fraternidade e a responsabilidade social do empresário

5  Considerações finais

6  Referências

 

A FRATERNIDADE COMO PRINCÍPIO E A SUA APLICAÇÃO PELOS TRIBUNAIS SUPERIORES EM SUAS DECISÕES

Bernardo Leôncio Moura Coelho

1  Introdução

2  Base constitucional

3  A fraternidade como princípio jurídico

4  A fraternidade nas decisões judiciais

5  Conclusões

6  Referências

 

FUNÇÃO SOCIAL DA EMPRESA E VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA A MULHER: POSSIBILIDADES DE ATUAÇÃO EMPRESARIAL NA PROMOÇÃO DA EMPREGABILIDADE E DA AUTONOMIA ECONÔMICA

Carla Fernandes de Andrade

1  Introdução

2  Função social da empresa e o Princípio da Fraternidade

3   Ações práticas do Estado e empresas na promoção da autonomia econômica de mulheres vítimas de violência doméstica

4  Perspectivas de aprimoramento da atuação estatal e empresarial

5  Considerações finais

6  Referências

 

As Empresas Transnacionais de Tecnologia (“Big Techs”) como Stakeholders no Direito Administrativo Global – DAG

Carlo Diogo Salvagnini

1  Neoconstitucionalismo e globalização

2  Governança global e o surgimento de um direito administrativo global

3  Empresas transnacionais de tecnologia (Big Techs”)

4  Formas de atuação das Big Techscomo stakeholders

5  Conclusão

6  Referências

 

A PROTEÇÃO AO TRABALHO FACE ÀS INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS E OS MARCOS REGULATÓRIOS DA ATIVIDADE EMPRESARIAL

Carolina de Oliveira Sant’Anna

1  Introdução

2  A evolução das relações de trabalho e a capacidade de adaptação do homem

3  A proteção ao trabalho face às inovações tecnológicas

4   Os impactos da IA no mercado de trabalho

5  O papel do Estado e a construção de soluções dialogadas

6  Conclusão

7  Referências

 

AUTODETERMINAÇÃO INFORMATIVA E SEUS LIMITES NO AMBIENTE VIRTUAL: OS DESAFIOS DA PROTEÇÃO DE DADOS

Cezar Ferrari

1  Introdução

2  Origem e caracterização da autodeterminação informativa

3  Evolução da autodeterminação informativa no Brasil

4  Desafios da proteção de dados no ambiente virtual

5  Em busca de um modelo material de proteção de dados

6  Conclusão

7  Referências

 

PLATAFORMAS DE APOSTAS ONLINE  E PROTEÇÃO DAS PESSOAS IDOSAS: DO COMPLIANCE REATIVO AO DEVER FRATERNO DE CUIDADO

Clara Cardoso Machado Jaborandy

Carolina Silva Porto

1  Introdução

2  Deveres fundamentais e fraternidade: bases dogmáticas para a corresponsabilidade das plataformas digitais

3  A hipervulnerabilidade digital da pessoa idosa nas plataformas de apostas online

4  A sentença tencent/pubg mobile como paradigma: do compliance reativo ao dever fraterno

5  Considerações finais

6  Referências

 

INSOLVÊNCIA EMPRESARIAL E PRINCÍPIO DA FRATERNIDADE: UMA ALTERNATIVA NO CONTEXTO DA JUSTIÇA MULTIPORTAS

Clesia dos Santos Barros  |  Yago Correia Lima

1  Introdução

2  Direito concursal nos sistemas Norte-Americano, Francês, Português e Argentina

3  Justiça multiportas, fraternidade e recuperação de empresas

4  Recuperação extrajudicial, mediação e conciliação no tabelionato de notas

5  Considerações finais

6  Referências

 

A DUE DILIGENCE NAS EMPRESAS COMO UMA EXPRESSÃO DO PRINCÍPIO DA FRATERNIDADE

Cristian D. Gonçalves  |  Jamili Simões

1  Introdução

2  Fraternidade como Princípio Jurídico Constitucional e a Ordem Econômica

Due diligence nos Direitos Humanos: instrumento de empresa socialmente responsável

4  A due diligence como expressão da fraternidade jurídica: livre iniciativa humanista nas empresas

5  Considerações finais

6  Referências

 

A FRATERNIDADE COMO PRINCÍPIO JURÍDICO: DO DIÁLOGO DA OIT À EFETIVIDADE DO TAC NO MUNDO DO TRABALHO

Cristiane Leonel Moreira da Silva  |  Matheus Campos Chagas

1  Introdução

2  Fundamentos éticos: a fraternidade como princípio jurídico

2.1  Intersubjetividade e a dimensão horizontal da alteridade

2.2  Força normativa e o resgate dos deveres fundamentais

3  A tensão da judicialização e a busca pela sustentabilidade solidária

3.1  Judicialização da política e o risco da discricionariedade

3.2  Sustentabilidade solidária e o dever de consequencialismo

4  O mundo do trabalho sob a lente da fraternidade: entre o diálogo e o retrocesso

5  Mecanismos de efetivação: o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) como instrumento fraterno

6  Conclusão

7  Referências

 

JUSTIÇA FISCAL: FRATERNIDADE, CAPACIDADE CONTRIBUTIVA E MÍNIMO EXISTENCIAL

Daniela Simone Chiaradia Santos

1  Introdução

2  O Princípio da Fraternidade como categoria jurídica

3  Da Teoria da Justiça versus a Teoria do Utilitarismo

4  Da Justiça Fiscal, da Capacidade Contributiva e do Mínimo Existencial

5  Considerações finais

6  Referências

 

A FRATERNIDADE COMO FUNDAMENTO HUMANISTA NO TRATO DO SUPERENDIVIDAMENTO

Darlan Élis de Borba e Rocha

1  Introdução

2  Livre iniciativa, ordem econômica e dignidade humana na Constituição Federal

3  O superendividamento como fenômeno da sociedade contemporânea de consumo

4  A fraternidade como fundamento humanista das relações econômicas

5  O tratamento do superendividamento como instrumento de preservação da dignidade humana e da sustentabilidade do mercado

6  Conclusão

7  Referências

 

O PRINCÍPIO DA FRATERNIDADE E O ARTIGO 93 DA LEI Nº 8.213/91: A TUTELA COLETIVA DAS PCDS NA JURISPRUDÊNCIA DO TRT DA 15ª REGIÃO

Elcimar Rodrigues Reis Bitencourt

1  Introdução

2  O Princípio Constitucional da Fraternidade

3  O bloco de constitucionalidade, os tratados internacionais e a engenharia de cotas do artigo 93 da Lei nº 8.213/91

4  Análise das Ações Civis Públicas no TRT da 15ª Região

5  A jurisprudência do TRT da 15ª Região frente ao paradigma fraterno

6  Conclusão

7  Referências

 

A LIVRE INICIATIVA FRATERNA: A RESPONSABILIDADE SOCIAL DA EMPRESA À LUZ DO PRINCÍPIO CONSTITUCIONAL DA FRATERNIDADE

Gustavo Luís Teixeira das Chagas

1  Introdução: o paradoxo e o terceiro princípio

2  A livre iniciativa constitucionalmente conformada

2.1  A liberdade de empreender como liberdade condicionada

2.2  A função social da propriedade e da empresa

2.3  A dignidade como vetor teleológico e o impasse da responsabilidade social

3  A fraternidade: humanismo, eclipse e redescoberta normativa

3.1  Raízes humanistas: da philia ao reconhecimento universal

3.2  O eclipse e a substituição pela solidariedade

3.3  Fraternidade, solidariedade e caridade: a distinção decisiva

3.4  A redescoberta: do Preâmbulo à jurisprudência

4  Por uma livre iniciativa fraterna: funções e deveres

4.1  As três funções do princípio fraterno

4.2  A superação do voluntarismo e da dicotomia público-privado

4.3  A função social relida: do limite negativo ao vetor positivo

4.4  Os deveres empresariais derivados do princípio fraterno

4.5  Limites e a ética da corresponsabilidade

5  Considerações finais

6  Referências

 

PRINCÍPIO DA FRATERNIDADE E A PROTEÇÃO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE: INTERFACES COM A DISCIPLINA DO ECA DIGITAL (LEI Nº. 15.211/2025) E DO TEMA 987 DO STF

Henrique Rabelo Quirino

1  Introdução

2  O princípio da fraternidade como norma jurídica

3  A proteção da criança e do adolescente e o valor social da fraternidade

4  O ECA Digital (Lei nº. 15.211/2025) e o Tema 987 do STF: a opção pela proteção

5  Considerações finais

6  Referências

 

LIVRE INICIATIVA E FRATERNIDADE: OS LIMITES DA AUTONOMIA CONTRATUAL NAS RELAÇÕES COM O TRANSPORTADOR AUTÔNOMO DE CARGAS

Henrique Regis de Almeida Silveira

1  Introdução

2  Livre iniciativa, ordem econômica e fraternidade

2.1  A livre iniciativa na Constituição Federal de 1988

2.2  A fraternidade como princípio jurídico e vetor interpretativo da ordem econômica

3  O transportador autônomo de cargas e a autonomia contratual

3.1  O regime jurídico do TAC na Lei nº 11.442/2007

3.2  A posição do Supremo Tribunal Federal e a segurança jurídica das relações contratuais

4  Os limites da autonomia contratual à luz da fraternidade

4.1  Livre iniciativa e proteção da dignidade humana

4.2  Fraternidade, função social da atividade econômica e equilíbrio contratual

5  Conclusão

6  Referências

 

SERVIÇOS NOTARIAIS E REGISTRAIS COMO EXPRESSÃO DA LIVRE INICIATIVA FRATERNA: DESJUDICIALIZAÇÃO, SEGURANÇA JURÍDICA E PREVENÇÃO DE LITÍGIOS

Isaias Lopes da Silva Júnior

1  Introdução

2  Livre iniciativa fraterna, acesso à justiça e ordem constitucional econômica

3  Serviços notariais e registrais como porta extrajudicial do sistema multiportas: função preventiva, segurança jurídica e desjudicialização

4  O papel jurídico dos serviços notariais e registrais como expressão da fraternidade

5  Conclusão

6  Referências

 

ESTADO SOCIOAMBIENTAL FRATERNO: PROPOSTA DE INDICADORES FRATERNOS PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

José Fernando Vidal de Souza  |  Soraya Mohamad Chouman

1  Introdução

2  Fraternidade como categoria jurídica constitucional

2.1  Fraternidade: o seu ressurgimento

2.2  Fraternidade como princípio jurídico-constitucional

2.3  Dimensões normativas do princípio da fraternidade

3  Estado socioambiental fraterno: uma proposta constitucional

3.1  Evolução do Estado de Direito: do Liberal ao Socioambiental Fraterno

3.2  Características estruturantes do Estado Socioambiental Fraterno

4  Métricas de fraternidade para políticas públicas ambientais

4.1  Crítica aos atuais dos indicadores de sustentabilidade

4.2  Proposta de indicadores fraternos

5  Considerações finais

6  Referências

 

A FRATERNIDADE E O PLANEJAMENTO URBANÍSTICO DAS CIDADES: QUAL O ESPAÇO DA CRIANÇA?

Josiane Rose Petry Veronese  |  Carlos Alberto Crispim

1  Introdução: compreendendo a categoria da Fraternidade: dimensão relacional e jurídica

2  Por uma cidade acolhedora para a criança

3  A fraternidade como fundamento jurídico da cidade inclusiva e a corresponsabilidade urbana na Agenda 2030

4  Considerações finais

5  Referências

 

EMPRESAS E DIREITOS HUMANOS EM ECONOMIAS PERIFÉRICAS: FRATERNIDADE CONSTITUCIONAL E OS LIMITES MATERIAIS DO DESENVOLVIMENTO NO BRASIL

Lucas Santos Fernandes

1  Introdução

2  A condição periférica latino-americana: estrutura, dependência e imperialismo

3  Rentismo, financeirização e a desindustrialização brasileira

4  O Princípio da Fraternidade e o risco do uso ornamental: crítica à leitura episódica dos Direitos Humanos

5  Fraternidade como projeto: soberania, planejamento e a necessidade de uma economia política do desenvolvimento

6  Alienação e consciência crítica da materialidade

7  Conclusão

8  Referências

 

A FRATERNIDADE JURÍDICA NA CRISE DA EMPRESA: O PARADIGMA CONSENSUAL DA LEI Nº 14.112/2020 NO DIREITO DA INSOLVÊNCIA

Marcello Rocha Lopes

1  Introdução

2  O direito da insolvência: do dualismo pendular ao paradigma da função social

3  A Fraternidade como categoria jurídica no constitucionalismo brasileiro

4  O regime consensual da Lei nº 14.112/2020: os artigos 20-A a 20-D e o diálogo sistêmico

5  Fraternidade jurídica, alteridade e os limites da reforma

6  Conclusão

7  Referências

 

A TERCEIRA VIA DA LEX MERCATORIA, UMA NOVA FACE: A INTEGRAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS E O CAPITAL HUMANO COMO MOTORES DO BEM-ESTAR TRANSNACIONAL

Marcelo Benacchio  |  Tatiana Campos

1  Introdução

2  A evolução da lex mercatoria: do pragmatismo medieval ao déficit de governança do Século XX

3  O capital humano de Gary Becker: a pessoa como centro do ciclo de bem-estar econômico

4  A lex mercatoria contemporânea: as capacidades de Sen e Nussbaum como condição de legitimidade

5  Conclusão

6  Referências

 

FRATERNIDADE, POLÍTICAS PÚBLICAS E RESPONSABILIDADE SOCIAL DAS EMPRESAS

Marcelo Navarro Ribeiro Dantas

1  Premissa metodológica: por que reconectar o Direito à fraternidade?

2  A fraternidade na teoria das dimensões dos direitos fundamentais: história, polissemia e distinção da solidariedade

3  A fraternidade como princípio constitucional implícito: do esquecimento à juridicidade

4  Fraternidade e políticas públicas: da gestão técnica à expressão normativa de escolhas éticas

5  A fraternidade e a responsabilidade social das empresas: do art. 170 da CF aos instrumentos internacionais de due diligence

6  Compliance, ESG e a fraternidade como vetor de governança corporativa

7  Fraternidade e Direito Penal Econômico: entre a garantia e a efetividade

8  A teoria crítica do capitalismo, a sociedade de risco e os limites do paradigma fraternitário

9  Governança multinível e integração dos sistemas: políticas públicas como resposta sistêmica

10  Síntese: a fraternidade entre a utopia normativa e o projeto concreto

11  Referências

 

GOVERNANÇA TECNOLÓGICA FRATERNA: A FRATERNIDADE COMO PARADIGMA REGULATÓRIO DAS TECNOLOGIAS EMERGENTES

Marcilene dos Santos Andrade

1  Introdução

2  A fraternidade como categoria jurídica e princípio estruturante da ordem constitucional

2.1  A fraternidade na tradição constitucional contemporânea

2.2  O princípio constitucional da fraternidade

2.3  Da fraternidade como princípio à fraternidade como modelo de organização social

3  A reorganização tecnológica do poder na sociedade informacional

4  Governança tecnológica fraterna: fundamentos de um novo paradigma regulatório

5  Inteligência Artificial e governança climática: um estudo de caso da governança tecnológica fraterna

6  Considerações finais

7  Referências

 

A CONSTITUIÇÃO CONECTADA: INTERFACES ENTRE DEMOCRACIA, INTERNET E LIBERDADES FUNDAMENTAIS

Natalia Cezario Carvalho

1  Introdução

2  Entre o constitucionalismo clássico e digital

3  A Constituição conectada e o novo ecossistema digital

4  Democracia e participação digital

5  Liberdades fundamentas e seus desafios no ambiente digital

6  Considerações finais

7  Referências

 

FRATERNIDADE CONSTITUCIONAL E TRANSPARÊNCIA DOS DADOS INFERIDOS NAS PLATAFORMAS DIGITAIS

Paulo de Almeida Ferreira

1  Introdução

2  Fraternidade Constitucional e Sociedade Informacional

3  Dados inferidos e assimetria informacional

4  A vulnerabilidade informacional como fundamento dos deveres fraternos

5  Conclusões

6  Referências

 

“MINHA CASA, MINHA VIDA”. QUESTÃO DE HUMANISMO

Paulo Dias de Moura Ribeiro  |  Daniela Simone Chiaradia Santos

1  Apresentação

2  O REsp nº 2.116.861/AL

3  A solução proposta

4  O voto condutor que acolheu o inconformismo

5  Conclusões

6  Referências

 

O ESTADO DE COISAS INCONSTITUCIONAL NA ESFERA PENAL E A JUSTIÇA RESTAURATIVA COMO RESPOSTA CONCRETIZADORA DO PRINCÍPIO DA FRATERNIDADE

Paulo Henrique de Carvalho Miguel João

1  Introdução

2  O estado de coisas inconstitucional: origem e delineamento conceitual

2.1  A construção colombiana e os pressupostos do litígio estrutural

2.2  O reconhecimento do estado de coisas inconstitucional pelo STF: a ADPF 347/DF

2.3  O Plano Pena Justa e o processo estrutural como resposta institucional

3  A Fraternidade como norma-princípio: para além da retórica moral

4  A dimensão empírica da crise prisional brasileira

5  O cárcere como negação da Fraternidade: a falência do paradigma retributivo

5.1  A crítica estrutural ao paradigma penal clássico

5.2  Fraternidade, alteridade e a supressão do outro

6  A justiça restaurativa como resposta fraterna ao estado de coisas inconstitucional

6.1  Fundamentos teóricos e normativos

6.2  Justiça restaurativa e justiça penal negociada: uma distinção necessária

6.3  A justiça restaurativa como política judiciária: do juiz sentenciante ao juiz facilitador

6.4  Experiências concretas: APAC e círculos restaurativos

6.5  O ano da Justiça Restaurativa e o avanço institucional

6.6  A justiça restaurativa como paradigma complementar e suas implicações para o sistema penal

7  Considerações finais

8  Referências

 

FRATERNIDADE, SUSTENTABILIDADE E O ESTADO SOCIOAMBIENTAL DE DIREITO

Rafael Andrade de Margalho

1  Introdução

2  Fraternidade e fundamento constitucional

3  Constituição sustentável e equidade intergeracional

4  Agenda 2030 e ODS

5  Extrafiscalidade socioambiental

6  Conclusão

7  Referências

 

A FRATERNIDADE NO CONSTITUCIONALISMO DIGITAL: ENTRE ALGORITMOS, DADOS E DIGNIDADE HUMANA

Reynaldo Soares da Fonseca

1  O retorno da fraternidade ao centro do constitucionalismo

2  Inteligência artificial e os riscos para o processo democrático

3  A inteligência artificial e os limites da prova penal

4  Proteção de dados e autodeterminação informativa

5  O papel constitucional da fraternidade

6  Referências

 

O COMPLIANCE E O PRINCÍPIO DA FRATERNIDADE: UMA NOVA DIMENSÃO NAS ESTRUTURAS DOS PROGRAMAS DE INTEGRIDADE

Rodrigo Silva Rocha

1  Introdução

2  Breve evolução histórica do compliance: Da regulação de mercado à governança global

3  Desenvolvimento normativo e institucional dos programas de compliance

4  Evolução dos programas de compliance para programas de integridade: a visão da OCDE

5  O Princípio da Fraternidade como fundamento axiológico e normativo

6  Conclusão

7  Referências

 

TALENTOS FEMININOS SILENCIADOS E LIVRE INICIATIVA FRATERNA: POR UMA EXTERIORIZAÇÃO POSSÍVEL

Shirley da Costa Pinheiro  |  Neiva Márcia Chagas

1  Introdução

2  Entre mito e realidade: os mecanismos de silenciamento das mulheres

3  Do silenciamento à invisibilização dos talentos femininos

4  Fraternidade, livre iniciativa e exteriorização dos talentos femininos

5  Considerações finais

6  Referências

 

PROVA PENAL E INTERVENÇÃO ESTATAL NA ATIVIDADE ECONÔMICA: QUANDO ESTÁ PROVADO O DELITO TRIBUTÁRIO?

Thiago de Lucena Motta

1  Introdução

2  A prova da autoria: domínio funcional do fato e impossibilidade de presunção

3  A prova da materialidade: independência de instâncias e a função do lançamento tributário

4  Conclusão

5  Referências

 

FRATERNIDADE E A DESJUDICIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA POR MEIO DE ONLINE DISPUTE RESOLUTION (ODR)

Thiago Gontijo Vieira

1  Introdução

2  Crise do modelo adjudicatório e Estado Multiportas

2.1  Modelo adjudicatório estatal

2.2  Judicialização massiva, hiperjudicialização e impactos no ambiente de negócios

2.3  Pluralismo decisório e Estado Multiportas

3  Fraternidade e o Estado Multiportas

3.1  Fraternidade como fundamento constitucional da desjudicialização

3.2  Acesso à ordem jurídica justa e cultura da pacificação

3.3  ODR como instrumento de desjudicialização fraterna

4  Conclusão

5  Referências

 

A UTILIZAÇÃO DE INSTRUMENTOS NEGOCIAIS NA CRIMINALIDADE EMPRESARIAL TRANSNACIONAL: FORTALECIMENTO DO PODER ESTATAL OU SINTOMA DE SUA INSUFICIÊNCIA PERSECUTÓRIA?

Thomás Lopes Rodrigues Borges de Lima

1  Globalização e soberania: da centralidade territorial aos fluxos transnacionais

2  Soberania estatal e poder corporativo na globalização: desafios jurídicos da atuação transnacional das empresas

3  A justiça penal negociada como resposta à insuficiência estatal no enfrentamento da criminalidade empresarial complexa

4  Caminhos para a superação da dependência estatal de instrumentos negociais no enfrentamento da criminalidade empresarial complexa

5  Considerações finais

6  Referências

 

GARANTISMO TRIBUTÁRIO COMO VETOR DE DESENVOLVIMENTO DE UMA SOCIEDADE LIVRE, JUSTA E SOLIDÁRIA

Tiago Scherer

1  Introdução

2  Liberdade e desenvolvimento

3  Direito Tributário Garantista e justiça social

4  Garantias tributárias e livre iniciativa na sociedade democrática

5  Conclusões

6  Referências

 

MIGRAÇÃO E FRATERNIDADE

Wilson Furtado Roberto

1  Introdução

2  Migração e fraternidade no constitucionalismo contemporâneo

2.1  Mobilidade humana no Século XXI

2.2  A fraternidade como categoria jurídica

2.2.1  Caso Cédric Herrou e o princípio da fraternidade

2.3  Direitos Humanos e Proteção Internacional dos Migrantes

3  Marco jurídico brasileiro e as Políticas Públicas

3.1  A Lei de Migração (Lei nº 13.445/2017)

3.2  A operação acolhida e a resposta humanitária brasileira

4  Conclusão

5  Referências

 

EMPRESA, MERCADO E DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA: A AUTODETERMINAÇÃO COMO VETOR DE UMA LIVRE INICIATIVA FRATERNA E SOCIALMENTE RESPONSÁVEL

Nelson Robson Costa de Souza

1  Introdução

2  A autodeterminação como princípio vetor de um direito empresarial humanista

2.1  Autodeterminação e autonomia privada: uma distinção fecunda

2.2  Regra-princípio de abrangência ampla e o livre desenvolvimento da personalidade

2.3  As quatro dimensões da autodeterminação e seus reflexos na atividade empresarial

3  Empresa, mercado e estado: as esferas de soberania e o equilíbrio entre regulação e autorregulação

3.1  A teoria das esferas de soberania de Kuyper e Dooyeweerd

3.2  O mercado, seus limites e a intervenção legítima do Estado

3.3  A assimetria nos contratos empresariais e os critérios de Flume e Hönn

4  Livre iniciativa, responsabilidade social e fraternidade: a autorregulação como expressão ética da autodeterminação empresarial

4.1  Os desafios da sociedade da informação e o risco da heterodeterminação

4.2  A autorregulação como autolimitação ética: ESG, códigos de conduta e negociação para o bem comum

4.3  Autodeterminação, igualdade e a jurisprudência: um diálogo qualificado

5  Considerações finais

6  Referências

 

DEMOCRACIA FRATERNAL, PRIVACIDADE E PROTEÇÃO DE DADOS PESSOAIS NA ERA DIGITAL: O CONSTITUCIONALISMO DIGITAL CONTEMPORÂNEO À LUZ DO PRINCÍPIO JURÍDICO DA FRATERNIDADE

Murillo Silva da Rosa

1  Introdução

2  O Princípio Jurídico da Fraternidade no constitucionalismo brasileiro

2.1  Da retórica revolucionária à juridicidade constitucional

2.2  Distinção entre fraternidade e solidariedade

2.3  Os quatro elementos caracterizadores do princípio

2.4  A fraternidade na jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça

3  Constitucionalismo digital e proteção de dados como direito fundamental

3.1  Contornos do constitucionalismo digital

3.2  Da jurisprudência cautelar do STF à Emenda Constitucional 115/2022

3.3  Autodeterminação informativa: origem e contornos

4  Limites do consentimento e proteção do consumidor no comércio eletrônico

4.1  A crise do paradigma consensualista

4.2  Diálogo das fontes entre a LGPD e o CDC

4.3  Dark patterns e hipervulnerabilidade algorítmica

4.4  Decisões automatizadas e o direito de revisão: o REsp 2.135.783/DF

5  A Fraternidade como chave interpretativa da proteção de dados

5.1  Privacidade como bem coletivo e condição da democracia

5.2  A dívida fraternal na civilização tecnológica

5.3  Limites do paradigma fraternal: a crítica do capitalismo de vigilância

6  Considerações finais

7  Referências

 

FRATERNIDADE COMO VETOR ESTRUTURANTE DO COMPLIANCE EMPRESARIAL BRASILEIRO

Rafaela Silva Brito  |  Eliana Maria de Souza Franco Teixeira  |  Sandra Taya

1  Introdução

2  A Fraternidade como dimensão dos direitos fundamentais

2.1  A redescoberta do princípio da fraternidade no constitucionalismo contemporâneo

2.2  Fraternidade, direitos fundamentais e a superação da racionalidade individualista

2.3  Fraternidade como fundamento da cogovernança e da governança colaborativa

Compliance empresarial brasileiro: da legalidade à integridade e à governança fraterna

3.1  Programa de integridade: contexto normativo e função institucional

3.2  Ética, integridade e governança como tríade estruturante

3.3  A cogovernança como paradigma contemporâneo da governança empresarial?

4  Responsabilidade socioambiental, direitos humanos e sustentabilidade: a dimensão fraterna do compliance

4.1  Ampliação do conteúdo material

4.2  Sustentabilidade, ESG e responsabilidade compartilhada

4.3  Direitos humanos, função social da empresa e cogovernança

5  Governança fraterna: articulação entre fraternidade e compliance

5.1  O ponto de equilíbrio entre liberdade e igualdade

5.2  Cultura ética e efetividade do programa

5.3  Legitimidade, credibilidade e efetividade

6  Considerações finais

7  Referências

 

O ACORDO DE NÃO PERSECUÇÃO CIVIL E A PRESERVAÇÃO DA EMPRESA: CONSENSUALIDADE, SEGURANÇA JURÍDICA E FUNÇÃO SOCIAL DA ATIVIDADE ECONÔMICA

João Carlos Leal Júnior

1  Introdução

2  A consensualidade na tutela da probidade administrativa: fundamentos e evolução do Acordo de Não Persecução Civil

3  Segurança jurídica e atividade empresarial nas relações com o Poder Público

4  O Acordo de Não Persecução Civil como instrumento de preservação da empresa e concretização da função social da atividade econômica

5  Conclusão

6  Referências

 

LIMITES DA ATUAÇÃO REGULATÓRIA DO JUÍZO RECUPERACIONAL EM FACE AS ATRIBUIÇÕES E COMPETÊNCIAS DAS AGÊNCIAS REGULADORAS NACIONAIS

Daniel Carnio Costa  |  Rubem Aloysio Monteiro Moreira Neto

1  Introdução

2  Agências brasileiras

3  Juízo recuperacional

4  Conclusão

5  Referências

 

FRATERNIDADE E PRÁTICA EMPRESARIAL: A LIVRE INICIATIVA, A INTELIGÊNCIA FRATERNA E A PROTEÇÃO INTEGRAL EM FACE DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ERA DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Geralda Magella de Faria Rossetto

1  Introdução: tempos escritos pela Inteligência Artificial

2  A Fraternidade como princípio constitucional implícito, categoria e hermenêutica na regulação da livre iniciativa: limites e possibilidades para uma empresa com atuação fraternal

3  Desafios, dilemas e riscos contemporâneos no ambiente digital: a proteção integral de crianças e adolescentes em revista 

4  Proteção quíntupla como meta de planejamento e prática de iniciativa fraterna da empresa em face de crianças e adolescentes

5  Considerações finais: tempos moldados pela inteligência fraterna

6  Referências

 

FRATERNIDADE CONSTITUCIONAL, POLÍTICAS PÚBLICAS E RESPONSABILIDADE SOCIAL DA EMPRESA: O PAPEL DOS TRIBUNAIS DE CONTAS NA GARANTIA DA EFETIVIDADE DO INTERESSE PÚBLICO

Carlos Cezar da Silva  |  Antonio Carlos Luz Magalhães

1  Introdução

2  O Princípio da Fraternidade

2.1  Elementos caracterizadores: relacionalidade, inclusividade e reciprocidade

2.2  A densidade normativa na Constituição de 1988: o constitucionalismo fraternal

3  Políticas públicas como expressão normativa do ideal fraterno

3.1  Governança multinível e solidariedade federativa

3.2  O ciclo das políticas públicas e o papel da avaliação

4  Responsabilidade social empresarial e o paradigma do capitalismo humanista

4.1  Responsabilidade social empresarial e o paradigma do capitalismo humanista

4.2  Implicações práticas: ESG, Compliance e a redução de desigualdades

5  O papel dos Tribunais de Contas na garantia da efetividade do interesse público

5.1  Auditoria operacional: o instrumento da efetividade social

5.2  Consensualismo e o Termo de Ajustamento de Gestão (TAG)

5.3  Avaliação de políticas públicas e a Norma NBASP 9020

5.4  Atuação indutora em prol de grupos vulneráveis e desenvolvimento regional

6  Conclusão

7  Referências

 

FRATERNIDADE, MORADIA E O REGISTRO DE IMÓVEIS: A DIGNIDADE PROMOVIDA PELA TITULAÇÃO

Luiza Dias Seghese

1  Introdução

2  Desenvolvimento

2.1  O Princípio da Fraternidade como vetor jurídico dos direitos sociais

2.1.1  A doutrina de Reynaldo Soares da Fonseca e a fraternidade constitucional

2.1.2  A concretização da Dignidade Humana pela habitação segura

2.2  A Segurança Jurídica e a Regularização Fundiária Urbana (REURB)

2.2.1  A função social da propriedade e a visão de Marcelo Navarro Ribeiro Dantas

2.2.2  Desjudicialização e eficácia administrativa no registro de imóveis

2.2.3  REURB Social (REURB-S) como mecanismo de inclusão da população vulnerável

2.3  O registro de imóveis como instrumento de cidadania e pacificação social

2.4  Convergências entre a campanha da fraternidade 2026 e a prática registral

2.4.1  A moradia além do valor de troca econômica

2.4.2  Prevenção de conflitos coletivos pela titulação oficial

2.4.3  Rompimento do ciclo geracional da pobreza pela transmissão patrimonial legítima

3  Conclusão

4  Referências

 

A FUNÇÃO SOCIAL FRATERNA DA EMPRESA NA ORDEM CONSTITUCIONAL BRASILEIRA

Clayton Pereira da Silva  |  Samantha Ribeiro Meyer Pflug Marques

1  Introdução

2  A pessoa jurídica na ordem constitucional brasileira

3  Função social da empresa: alcance e insuficiência dogmática

4  O princípio constitucional da fraternidade como fonte de deveres

5  Considerações finais

6  Referências

 

DO DUELO AO DIÁLOGO: O PRINCÍPIO DA FRATERNIDADE COMO FUNDAMENTO DA JUSTIÇA PENAL NEGOCIADA

Natalia Cezario Carvalho  |  Thomás Lopes Rodrigues Borges de Lima

1  Introdução

2  Fraternidade processual: desafios contemporâneos e a legitimação dos mecanismos negociais

3  A crise do processo penal tradicional e o surgimento da justiça negociada

4  A sindicabilidade judicial no âmbito da justiça penal negociada

5  O encontro da justiça negociada com a fraternidade: harmonização e desafios no processo penal

6  Considerações finais

7  Referências

 

FEDERALISMO E FRATERNIDADE: O PRINCÍPIO CONSTITUCIONAL DA FRATERNIDADE COMO VETOR DE COOPERAÇÃO NO FEDERALISMO BRASILEIRO

Danielle Nunes Marinho

1  Introdução

2  Federalismo e fraternidade na história: da associação política ao constitucionalismo fraternal

3  O federalismo brasileiro na Constituição de 1988: autonomia, cooperação e solidariedade constitucional

4  Federalismo fraternal, Estado fiscal e desafios contemporâneos: dívida fraternal, política compensatória e civilização tecnológica

5  Conclusão

6  Referências