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Descrição do produto

10 Anos do Código de Processo Civil, com subtítulo Estudos em Homenagem ao Professor Luiz Rodrigues Wambier, é uma obra coletiva dedicada à análise crítica da primeira década de vigência do CPC de 2015 e de seus impactos na prática jurídica brasileira. Publicado pela Editora Mizuno, o livro reúne reflexões qualificadas sobre a evolução do processo civil contemporâneo, seus avanços, desafios e perspectivas.

Organizado por Wilson Furtado Roberto, Guilherme Veiga, Lucia Mugayar, Gisele Welsch, Jones Figueirêdo Alves e Janielly Nunes e Silva, o livro presta homenagem ao Professor Luiz Rodrigues Wambier, figura central na construção doutrinária do processo civil brasileiro, especialmente nos debates sobre precedentes, tutela jurisdicional, cooperação processual, recursos e efetividade da justiça.

Para profissionais e estudiosos que buscam compreender a aplicação prática do CPC após dez anos de vigência, 10 Anos do Código de Processo Civil oferece um panorama amplo, técnico e atual sobre temas fundamentais do processo civil.

📜 Sinopse

“A presente obra coletiva, “10 Anos do Código de Processo Civil: Estudos em Homenagem ao Professor Luiz Rodrigues Wambier”, insere-se precisamente nesse esforço de balanço e projeção. (...)
Não poderia haver figura mais adequada para inspirar essa reflexão do que o professor Luiz Rodrigues Wambier, cuja produção acadêmica exerceu influência decisiva na formação de gerações de processualistas e na consolidação de institutos fundamentais do processo civil contemporâneo. Seu pensamento sempre se caracterizou pela combinação rara entre rigor dogmático, sensibilidade institucional e permanente atenção à efetividade do sistema de justiça. Ao longo de décadas, suas contribuições ajudaram a estruturar o debate sobre precedentes, tutela jurisdicional adequada, cooperação processual e racionalidade do sistema recursal. (...)
Homenagear o professor Luiz Rodrigues Wambier, portanto, é reconhecer a importância de uma tradição intelectual comprometida com a construção de um processo civil mais racional, mais democrático e mais capaz de responder às demandas de uma sociedade complexa”.
GILMAR FERREIRA MENDES
Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

“É nesse contexto que se insere a presente obra coletiva, concebida como tributo acadêmico e institucional ao Professor e Jurista Luiz Rodrigues Wambier. Homenagear o Professor Wambier é, ao mesmo tempo, reconhecer a centralidade de sua contribuição teórica e prática para a construção do processo civil contemporâneo.
Ao longo de sua trajetória, o Professor Luiz Rodrigues Wambier destacou-se pela combinação entre rigor científico, clareza didática e compromisso institucional. Sua produção doutrinária tornou-se referência na interpretação do sistema processual brasileiro, especialmente na análise dos recursos, da formação dos precedentes, da técnica decisória e da estrutura constitucional do processo. (...)
Homenagear o Professor Luiz Rodrigues Wambier, neste marco de dez anos do CPC, é reconhecer não apenas sua contribuição intelectual, mas também sua postura ética e institucional. Sua atuação sempre esteve orientada pelo compromisso com a qualidade do debate jurídico, com a formação acadêmica séria e com a busca de soluções que aproximem o processo de sua finalidade maior: a realização efetiva do direito material com justiça e racionalidade.
ALBERTO BASTOS BALAZEIRO
Ministro do Tribunal Superior do Trabalho

“O Professor Luiz Rodrigues Wambier pertence a essa rara categoria de estudiosos que não apenas analisam o direito, mas contribuem decisivamente para moldá-lo. Sua obra revela, antes de tudo, uma inquietação intelectual permanente: a busca por compreender o processo civil como instrumento de realização da justiça, e não como mero conjunto de técnicas procedimentais. (...)
Nesse sentido, sua atuação à frente de uma das mais respeitadas bancas de advocacia do país representa não apenas sucesso profissional, mas também demonstração de liderança intelectual e ética. A advocacia, em sua trajetória, nunca foi reduzida à lógica mercantil; sempre foi compreendida como função essencial à justiça, espaço de defesa de direitos e de afirmação de valores constitucionais. Tal compreensão revela um traço fundamental de sua personalidade: a coerência entre pensamento e ação. (...)
Além disso, sua personalidade evidencia valores que transcendem a dimensão intelectual. Aqueles que convivem com o Professor Luiz Rodrigues Wambier reconhecem nele um ser humano de princípios sólidos, marcado pela integridade, pela lealdade e pelo respeito ao próximo. A firmeza de convicções nunca se confundiu com rigidez; ao contrário, sempre foi acompanhada de abertura ao diálogo e disposição para aprender. Essa combinação de segurança intelectual e humildade pessoal constitui qualidade rara e admirável.
A homenagem que esta obra presta, portanto, não se dirige apenas ao jurista consagrado, mas também ao professor generoso, ao colega solidário e ao amigo leal. Trata-se de reconhecer uma trajetória construída com trabalho incessante, disciplina e paixão pelo conhecimento. Em tempos nos quais a superficialidade frequentemente ganha espaço, sua carreira reafirma o valor da dedicação prolongada e do estudo sério como caminhos legítimos para a excelência.
ALEXANDRE FREIRE
Conselheiro Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

✍️ Autores

Abílio Manuel Mota Veloso de Araújo, Aldo Aranha de Castro, Alessandra Lessa dos Santos, Alexandre Chini, Alexandre Dimitri Moreira de Medeiros, Alexandre Freitas Câmara, André Macedo de Oliveira, Anelise Crippa, Angélica Fraga e Sousa Fraga, Angélica Mota Cabral, Antonio Fernando Araújo Martins, Augusto Maciel Quaiotti, Benigna Araújo Teixeira Maia, Brena Késsia Simplício do Bomfim, Brunna Quiteiro Wavrik, Brunno Vasconcelos, Bruno Maranhão Fabricio, Camila Francieli Anastacio Yamakawa, Camila Salgueiro da Purificação Marques, Carla Amorelli, Cecilia Rodrigues Frutuoso Hildebrand, Celeida Maria Celentano Laporta, Celso Marins Torres Filho, Cesar Zucatti Pritsch, Clarissa Jahn Sturzbecher Costa, Clayton de Albuquerque Maranhão, Cristina Tereza Gaulia, Daiana Mendes de Arruda, Daniella Gheler Zampietro, Dulce Dias Pontes, Eneida Melo Correia de Araújo, Enzo Augusto Tidon Franco, Ester Manso Gomes, Evelyn Moreno Weck, Fernanda Antunes Marques Junqueira, Fernanda Tartuce, Fernando Ferreira Rebelo de Andrade, Fernando Natal Batista, Flavio Tartuce, Francisco Loureiro Severien, Frederico Augusto Leopoldino Koehler, Gilmar Mendes, Gisele Welsch, Guido Sumeck Carminatti, Guilherme Veiga, Hector Luiz Martins Figueira, Helena Gonçalves Lariucci, Ingrid Êmili Cavalcante de Alencar, João Eduardo De Nadal, Jones Figueirêdo Alves, José Antônio de Melo Bisneto, José Cardoso Dutra Júnior, José Henrique Mouta Araújo, José Joaquim de Oliveira Neto, Juliana Batalha Knackfuss, Leonardo de Souza Naves Barcellos, Lucas dos Santos Ribeiro da Silva, Lucia Mugayar, Luiz Antônio Guerra, Luiz Eduardo Hernandez Leite de Sousa, Luiz Felipe Guerra, Luiz Fux, Marcelo Moraes Caetano, Marcelo Navarro Ribeiro Dantas, Marcos Franco Bacelar, Marcus Aurélio de Freitas Barros, Maria do Rosário L. S. Araújo Martins, Matheus Serio Bertoldi, Michel Rodrigues Viana, Michelly Medeiros Mororó, Miguel Gomes de Azevedo, Natacha N. G. T. Gonçalves de Oliveira, Nathalia dos Santos Cunha Pereira, Nelson Maciel Quaiotti, Ney Maranhão, Osmar Mendes Paixão Côrtes, Paola de Castro Esotico, Patricia Yamasaki, Paulo Dias de Moura Ribeiro, Paulo Vitor Liporaci Giani Barbosa, Pedro Henrique Carvalho, Pedro Linhares Della Nina, Pedro Sotero Bacelar, Philippe de Oliveira Nader, Rafaela Rojas Barros, Regiane França Liblik, Renato Marchena do Prado Pacca, Reynaldo Soares da Fonseca, Rinaldo Mouzalas, Rodrigo de Abreu Pinto, Rodrigo Freitas Câmara, Tatiana de Azevedo Lahóz, Teodoro Silva Santos, Thaís Lunardon Toledo, Thiago Ferreira Cardoso Neves, Tiago Dias da Silva, Tomás Imbroisi Martins, Valter Pedroso Vitelli, Vanessa Cristina Cruz Scheremeta, Vicente Vasconcelos Coni Jr, Victor Gabriel Alcantara de Albuquerque, Vinicius Silva Lemos, Wilson Furtado Roberto, Wilson Sena Brasil, Yuri Mello de Aguiar, Zulmar Duarte de Oliveira Junior


🔍 Detalhes Essenciais do Livro

Informações para decisão de compra

10 Anos do Código de Processo Civil apresenta uma abordagem coletiva, plural e técnica sobre os principais institutos processuais consolidados ou tensionados ao longo da vigência do CPC de 2015. A obra examina temas como precedentes judiciais, fundamentação das decisões, tutela jurisdicional, recursos, execução, mediação, inteligência artificial, negócios jurídicos processuais, coisa julgada, prova digital, justiça na era digital e impactos jurisprudenciais recentes.

Trata-se de uma publicação especialmente relevante para quem acompanha a evolução do Direito Processual Civil e deseja compreender como o CPC de 2015 vem sendo interpretado na doutrina, nos tribunais e na prática forense. A homenagem ao Professor Luiz Rodrigues Wambier confere à obra um caráter acadêmico e institucional, reunindo estudos que dialogam com sua contribuição para o processo civil brasileiro.

🎯 Público-Alvo

O livro é indicado para advogados, magistrados, membros do Ministério Público, defensores públicos, professores, pesquisadores, estudantes de pós-graduação e profissionais que atuam com Direito Processual Civil.

Também é uma obra recomendada para bibliotecas jurídicas, grupos de pesquisa, escritórios de advocacia e operadores do Direito que desejam aprofundar a análise sobre os dez anos do Código de Processo Civil de 2015, com foco em jurisprudência, doutrina, prática processual e tendências futuras.

🏁 Conclusão

10 Anos do Código de Processo Civil é uma contribuição relevante para quem deseja compreender, com profundidade e visão crítica, os caminhos percorridos pelo processo civil brasileiro desde a entrada em vigor do CPC de 2015.

Ao reunir estudos de diferentes perspectivas, a obra permite ao leitor acompanhar debates fundamentais sobre efetividade, segurança jurídica, precedentes, jurisdição, recursos, execução e novas tecnologias aplicadas ao sistema de justiça.

Para quem busca atualização qualificada e uma leitura sólida sobre o processo civil contemporâneo, este livro representa uma aquisição estratégica para estudo, consulta e aprimoramento profissional.



Wilson Furtado Roberto

Presidente do Instituto Juristas (Associação Brasileira de Juristas - ABJ). Advogado. Bacharel em Administração de Empresas pela Universidade Federal da Paraíba, MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas, professor, articulista, palestrante, Bacharel em Direito pelo UNIPÊ, especialista e mestre em Direito Internacional pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Foi Doutorando em Direito Empresarial pela mesma Universidade. Doutorando pela Universidade de Salamanca em Direito Privado e na Uninove. Coordenador, Organizador e Autor de diversas obras jurídicas. Fundador do escritório de advocacia Wilson Roberto Assessoria e Consultoria Jurídica, do Portal Juristas e Associado ao Godke Advogados. Foi pesquisador no Max-Planck Institut de Hamburgo. Cursou o Curso de Direito Internacional de Privado de Haia em 2009. Conselheiro Editorial da Revista Juristas, Editora Juruá, Editora Mizuno, entre outras.

Guilherme Veiga

Doutorando em Direito Constitucional pelo CEUB/DF. Mestre pela Universidade Católica de Pernambuco. Especialista em Direito Constitucional Internacional pela Universitá di Pisa/UNIPI, Itália. Pós-graduado em Recursos nas Cortes Superiores pelo Mackenzie de Brasília. Professor da graduação do IBMEC e da pós-gradução da Mackenzie/DF. Membro do IBDP – Instituto Brasileiro de Direito Processual. Membro da ANNEP – Associação Norte Nordeste de Professores de Processo. Membro do IAP – Instituto de Advogados de Pernambuco. Membro do IADF- Instituto dos Advogados do Distrito Federal. Advogado com intensa atuação perante o STJ e STF.

Lucia Mugayar

Advogada. Especialista em Direito Processual Civil e Arrematação de Imóveis em Leilão. Presidente da Comissão Especial de Leilões do CFOAB.

Gisele Welsch

Pós-doutora pela Universidade de Heidelberg - Alemanha. Mestre e Doutora em Processo Civil pela PUCRS. Advogada com atuação nos tribunais superiores. Professora PPGD do IDP Brasília.

Jones Figueirêdo Alves

Desembargador emérito do Tribunal de Justiça de Pernambuco. Mestre em Ciências Jurídicas pela Faculdade de Direito de Lisboa. Integra a Academia Brasileira de Direito Civil, membro do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM) e membro fundador do Instituto Brasileiro de Direito Contratual (IBDCont). Advogado, Consultor e parecerista.

Janielly Nunes e Silva

Graduada pela Universidade Católica de Pernambuco. Especialista em Processo Civil pela Faculdade Luiz Mário Moutinho. Mestranda no Programa de Pós- graduação da Universidade Católica de Pernambuco. Ex-técnica Fazendária da Prefeitura de Olinda. Ex-servidora pública da JFPE. Advogada. Membra da Associação Brasileira Elas no Processo.

Especificações do produto

  • Autor(es) Wilson Furtado Roberto , Guilherme Veiga , Lucia Mugayar , Gisele Welsch , Jones Figueirêdo Alves , Janielly Nunes e Silva
  • AssuntoCivil e Processo Civil
  • Idioma Português
  • Edição 1
  • Mês Junho
  • Ano 2026
  • Marca Editora Mizuno
  • Tipo Impresso
  • Encadernação Brochura
  • Paginação 1453
  • Formato 17x24
  • Comprimento (cm) 24
  • Largura (cm) 17
  • Altura (cm) 6,55
  • ISBN 9786561990271

Sumário

Sumário

 

Apresentação

Prefácio

 

HONORÁRIOS DE SUCUMBÊNCIA E O CPC/15: UMA DÉCADA DE TENSÃO ENTRE LEI E JURISPRUDÊNCIA

Abílio Manuel Mota Veloso de Araújo

 

REFLEXÕES SOBRE OS 10 ANOS DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL: A ETERNA BUSCA PELA EFETIVIDADE DA TUTELA JURISDICIONAL EXECUTIVA

Aldo Aranha de Castro

1  Introdução

2  10 Anos de Código de Processo Civil e a concretização do acesso à justiça

3  Atipicidade das medidas executivas

4  Cumprimento de sentença: um olhar à luz do CPC/2015 e a questão da competência e dos honorários

5  Necessidade de averbação e fraude à execução

6  Desjudicialização da execução – utopia ou realidade a ser aplicada no Brasil?

7  Considerações

8  Referências

 

A MODULAÇÃO DE EFEITOS NO DIREITO BRASILEIRO E SEUS REFLEXOS

Alessandra Lessa dos Santos

1  Introdução

2  Referências

 

O DIREITO E A LINGUAGEM COMO GUARDIÕES DAS NOVAS EXPECTATIVAS SOCIAIS: ESTUDO EM HOMENAGEM AO JURISTA LUIZ RODRIGUES WAMBIER

Alexandre Chini  |  Marcelo Moraes Caetano

1  Introdução: O direito em uma análise interdisciplinar com a linguística e a filologia: formalismo e materialismo; fontes materiais e fontes formais; fato, valor e norma

2  Sobre normas desgastadas: a normose do preconceito e suas resoluções nos aparatos normativos da língua e do direito

3  A língua portuguesa como norma do direito: o problema no CPC de 1973 e a solução no Novo CPC de 2015 – dez anos depois

4  Considerações finais: direito e língua como meios e finalidades

5  Referências

 

DESAFIOS CONTEMPORÂNEOS À JUSTIÇA DESPORTIVA ORDINÁRIA BRASILEIRA: A JURISDIÇÃO DO STJD DO FUTEBOL PARA ALÉM DA FUNÇÃO DE CONTROLE OU AUTOADMINISTRAÇÃO

Alexandre Dimitri Moreira de Medeiros

1  Considerações iniciais

2  Análise da qualidade da fundamentação das decisões do Tribunal Pleno do STJD e a identificação da ratio decidendi

3  Investigação da existência e da aplicação de mecanismos de distinguishing e overruling no âmbito do STJD

4  Avaliação do impacto da autonomia do sistema desportivo na aplicação do stare decisis e no direito de defesa

5  Considerações finais

6  Referências

 

TUTELAS PROVISÓRIAS EM APELAÇÃO

Alexandre Freitas Câmara  |  Rodrigo Freitas Câmara

1  Introdução

2  Breves considerações sobre a tutela provisória no Processo Civil Brasileiro

3  Breves considerações sobre a apelação no Processo Civil Brasileiro

4  Atribuição de efeito suspensivo à apelação como tutela de urgência cautelar

5  A atribuição de efeito suspensivo à apelação como tutela da evidência

6  A tutela antecipada em apelação recebida com efeito suspensivo

7  Competência para conhecer do requerimento de tutela provisória em sede de apelação e recurso cabível da decisão sobre tal requerimento

8  Conclusão

9  Referências

 

IMPACTOS DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL DE 2015 NAS AÇÕES LOCATÍCIAS

Alexandre Freitas Câmara  |  Thiago Ferreira Cardoso Neves

1  Introdução

2  O Código de Processo Civil e os microssistemas legislativos

3  As inovações processuais da Lei do Inquilinato

  1. a) A não interrupção da tramitação dos processos nas férias forenses
  2. b) Competência do foro da situação da coisa para apreciação e julgamento da causa
  3. c) Valor da causa correspondente a 12 (doze) vezes o valor do aluguel
  4. d) Citação, intimação ou notificação por meio postal
  5. e) Efeito apenas devolutivo do recurso de apelação

4  Os impactos do advento do Código de Processo Civil de 2015

5  Conclusão

 

A MEDIAÇÃO FAMILIAR E A OBRIGATORIEDADE DA PRESENÇA DO ADVOGADO NAS SESSÕES: ANÁLISE DAS DECISÕES DOS TRIBUNAIS DE JUSTIÇA DA REGIÃO SUL DO BRASIL

Anelise Crippa  |  Rafaela Rojas Barros

1  Introdução

2  Ações de família e mediação

3  Papel do advogado nas sessões de mediação

4  Decisões dos Tribunais de Justiça da região sul do Brasil

5  Considerações finais

6  Referências

 

A EVOLUÇÃO DA TUTELA ANTECIPADA NO CPC/2015: EFETIVIDADE, PROPORCIONALIDADE E OS NOVOS PARADIGMAS DA URGÊNCIA PROCESSUAL

Angélica Fraga e Sousa Fraga

1  Introdução

2  Evolução histórica da tutela antecipada

3  Estrutura dogmática da tutela antecipada no CPC/2015

4  Consolidação jurisprudencial após uma década

5  Proporcionalidade, reversibilidade e limites

6  Tutela antecipada, empresas e governança

7  Perspectivas futuras da urgência processual

8  Conclusão

 

ARTIGO 489 DO CPC/2015: ENTRE A PROMESSA NORMATIVA E A RESISTÊNCIA JURISPRUDENCIAL

Angélica Mota Cabral  |  Celso Marins Torres Filho

1  Introdução

2  A consolidação jurisprudencial do art. 489

2.1  A interpretação pelos Tribunais Superiores

2.2  A exigência de enfrentamento dos argumentos relevantes

2.3  A fundamentação per relationem

2.4  A aplicação dos incisos V e VI: precedentes e súmulas

3  Os desafios práticos na aplicação do art. 489

3.1  As resistências iniciais e as dificuldades estruturais

3.2  Os paradoxos da implementação: entre a alegação estratégica e a prolixidade defensiva

4  A recepção doutrinária e o debate sobre a efetividade do dispositivo

5  Transformações na qualidade das decisões judiciais: avanços, limites e perspectivas

6  A produção acadêmica e a construção do conhecimento sobre o art. 489

7  Conclusão

8  Referências

 

TUTELAS PROVISÓRIAS NO CPC/2015: AVANÇOS, DESAFIOS E PERSPECTIVAS APÓS DEZ ANOS DE VIGÊNCIA

Antonio Fernando Araújo Martins  |  Maria do Rosário Lima dos Santos Araújo Martins

Dedicatória

1  Introdução

2  Fundamentos e natureza jurídica das tutelas provisórias

3  Avanços doutrinários e jurisprudenciais nas tutelas provisórias (2015–2025)

3.1  O fortalecimento do contraditório e da fundamentação das decisões

3.2  A estabilização da tutela antecipada e sua aplicação prática

3.3  A compatibilidade das tutelas provisórias com o sistema de precedentes

3.4  Tutela provisória e direitos fundamentais

4  Desafios e controvérsias atuais na aplicação das tutelas provisórias

4.1  A tensão entre efetividade e segurança jurídica

4.2  A banalização das tutelas de urgência

4.3  A dificuldade de distinção entre tutela antecipada e cautelar

4.4  O impacto da tutela provisória em políticas públicas e direitos coletivos

4.5  O risco de decisões contraditórias e a multiplicidade de tutelas

5  Perspectivas futuras e tendências das tutelas provisórias no Processo Civil Brasileiro

5.1  A influência da transformação digital e da inteligência artificial

5.2  A consolidação de uma cultura de precedentes e previsibilidade

5.3  O diálogo entre as tutelas provisórias e os meios autocompositivos

5.4  A expansão das tutelas provisórias para o processo coletivo e estrutural

5.5  A necessidade de educação processual e ética judicial

6  Conclusão e considerações finais

7  Referências

8  Nota biográfica dos autores

 

A AUTOCOMPOSIÇÃO COMO EXPRESSÃO DA DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA NAS DEMANDAS FAMILIARES

Augusto Maciel Quaiotti  |  José Antônio de Melo Bisneto

1  Introdução

2  A dignidade da pessoa humana no ordenamento jurídico brasileiro

3  A valorização da autocomposição no CPC/2015

4  A judicialização das relações familiares e seus reflexos

5  A autocomposição como instrumento de efetivação da dignidade nas demandas familiares

6  Conclusão

7  Referências

 

PRECEDENTES JUDICIAIS E SEGURANÇA JURÍDICA NO CPC/2015: AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE PRECEDENTES OBRIGATÓRIOS E SEUS DESAFIOS INTERPRETATIVOS

Augusto Maciel Quaiotti  |  Nelson Maciel Quaiotti

1  Introdução

2  O sistema de precedentes judiciais no CPC/2015

3  O Incidente de Assunção de Competência (IAC) como precedente obrigatório

4  Estudo de caso: IAC nº 0018952-81.2019.8.17.9000 do TJPE

5  Desafios interpretativos do sistema de precedentes

6  Conclusão

7  Referências

 

OS 10 ANOS DA INSTITUCIONALIZAÇÃO DA MEDIAÇÃO  NO CPC/15: REFLEXÕES E ENTENDIMENTOS JURISPRUDENCIAIS

Benigna Araújo Teixeira Maia

1  Introdução

2  Breve contextualização legislativa

3  Jurisprudências sobre mediação

4  Desafios práticos e perspectivas futuras da mediação no sistema de justiça brasileiro

5  Conclusão

6  Referências

 

ENTRE A NORMA E A CULTURA DECISÓRIA: UMA ANÁLISE CRÍTICA DOS 10 ANOS DO ART. 489, §1º, DO CPC

Brunna Quiteiro Wavrik  |  Brunno Vasconcelos

1  Introdução

2  O dever de fundamentação no modelo constitucional do CPC

3  O artigo 489 do CPC: estrutura, inovações e expectativas do legislador

4  A persistência da fundamentação aparente e seus efeitos

5  Perspectivas após 10 anos: entre norma, cultura e institucionalidade

6  Conclusão

7  Referências

 

DEZ ANOS DA REGRA DO JULGAMENTO ESTENDIDO: O ESTADO DA ARTE DA TÉCNICA PROCESSUAL

Camila Francieli Anastacio Yamakawa  |  Vanessa Cristina Cruz Scheremeta

1  Introdução

2  Noções gerais sobre o artigo 942 do CPC

3  A natureza jurídica e a amplitude do julgamento estendido

4  O julgamento ampliado e os embargos de declaração 

5  O julgamento ampliado e o agravo interno

6  Sustentação oral na ampliação do quórum

7  O julgamento ampliado e o juízo de retratação dos arts. 1.030, II, E 1.040, II, do CPC

8  Conclusão

 

HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS NO CUMPRIMENTO DE SENTENÇA: UMA ANÁLISE À LUZ DOS 10 ANOS DO CPC/2015 E DAS SÚMULAS 517 E 519 DO STJ

Camila Salgueiro da Purificação Marques  |  Paola de Castro Esotico

1  Introdução

2  Evolução normativa e jurisprudencial dos honorários no cumprimento de sentença

2.1  O silêncio do CPC/1973 e a lacuna interpretativa

2.2  O tratamento conferido pelo CPC/2015

2.3  A compatibilidade das Súmulas nºs 517 e 519 do STJ

3  Análise crítica da jurisprudência

3.1  Delimitação da metodologia utilizada para levantamento da jurisprudência

3.2  Críticas e conclusões sobre a jurisprudência analisada

4  Considerações finais

5  Referências

 

A COLABORAÇÃO NO PROCESSO CIVIL E O PRINCÍPIO DO CONTRADITÓRIO, SOB A ÓTICA DO CPC 2015

Carla Amorelli

1  Introdução

2  A dialeticidade do processo

3  O dever de consulta previsto no artigo 10 do CPC

4  Considerações finais

5  Referências

 

IGUALDADE MATERIAL DE GÊNERO NO PROCESSO E OS 10 ANOS DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL

Cecilia Rodrigues Frutuoso Hildebrand

1  Introdução

2  Da igualdade material de gênero no Processo Civil

3  Sistema normativo que garante a igualdade processual de gênero

4  O protocolo para julgamento com perspectiva de gênero do CNJ como instrumento de viabilizar a igualdade processual de gênero

5  Considerações finais

6  Referências

 

PROCESSO ESTRUTURAL E MEDIAÇÃO: A CONSENSUALIDADE COMO TÉCNICA DE SUPERAÇÃO DA DESCONFORMIDADE INSTITUCIONAL

Celeida Maria Celentano Laporta  |  Helena Gonçalves Lariucci

1  Introdução ao processo estrutural

2  Processo estrutural jurídico brasileiro

2.1  O estado de desconformidade estrutural

2.2  Consensualidade e a mediação

3  Mediação como ferramenta transformadora nos processos estruturais

4  Instituições públicas e privadas e a ambiencia com à mediação

5  Conclusão

6  Referências

 

O SISTEMA DE PRECEDENTES NO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL DE 2015: A SUPERAÇÃO DO POSITIVISMO JURÍDICO PARA A GARANTIA DE ESTABILIDADE E ISONOMIA NAS DECISÕES JUDICIAIS

Cesar Zucatti Pritsch  |  Fernanda Antunes Marques Junqueira  |  Ney Maranhão

1  Para refletir: afinal, o que é precedente?

1.1  O obiter dictum e a ratio decidendi: breves noções

1.2  A força hermenêutica variável dos precedentes

1.3  Precedente com eficácia vinculante (binding authority) no common law e as diferentes cargas de eficácia no sistema brasileiro

1.4  Técnicas de confronto e de superação dos precedentes

1.5  As teses como o ponto de partida e não como o ponto de chegada do processo hermenêutico precedencial – um manifesto contra a abstrativização

2  Referências

 

STANDARDS PROBATÓRIOS E LIQUIDAÇÃO DE SENTENÇA

Clayton de Albuquerque Maranhão  |  Bruno Maranhão Fabricio

1  Introdução

2  Breves premissas sobre a concepção racionalista da prova

2.1  O que são standards probatórios?

3  Considerações sobre liquidação de sentença e a atividade probatória que a envolve: distinção com a fase de conhecimento (stricto sensu)?

Standards probatórios e liquidação de sentença

4.1  Afirmativa: os standards probatórios estão presentes na decisão que determina a necessidade de liquidação de sentença

4.2  Reflexões: qual o grau de suficiência probatória que deve ser exigido em uma liquidação de sentença?

5  Referências

 

A INSUFICIÊNCIA DE RECURSOS E O DIREITO FUNDAMENTAL À GRATUIDADE DE JUSTIÇA: UMA ANÁLISE DOS FUNDAMENTOS DE DECISÕES JUDICIAIS

Cristina Tereza Gaulia  |  Hector Luiz Martins Figueira

1  Introdução

2  Assistência jurídica gratuita e gratuidade de justiça – ontem e hoje

3  Análise da insuficiência de recursos para o pagamento das custas nos dias atuais

4  A jurisprudência e as divergências de entendimento

5  Considerações finais

6  Referências

Sites consultados

 

CUMPRIMENTO DE SENTENÇA NO NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL BRASILEIRO DE 2015

Daiana Mendes de Arruda

1  Conceito

2  Inovações trazidas pelo novo código de processo civil

3  Requisitos para o cumprimento de sentença

4  Fases do cumprimento de sentença

4.1  Requerimento para início da fase

4.2  Intimação do devedor para pagamento

4.3  Prazo para cumprimento

5  Conclusão

6  Referências

 

SELEÇÃO DE RECURSOS REPRESENTATIVOS DA CONTROVÉRSIA NOS TRIBUNAIS DE ORIGEM E A RACIONALIZAÇÃO DO SISTEMA BRASILEIRO DE PRECEDENTES

Dulce Dias Pontes  |  Guilherme Veiga  |  Wilson Furtado Roberto

1  O crescente estímulo à seleção de recursos extraordinários e especiais como representativos da controvérsia

2  Seleção de recursos representativos da controvérsia: impactos

3  Um “olhar novo”: a necessidade de selecionar recurso admissível 

4  Teses repetitivas em questões que levariam a inadmissão: uma realidade

5  A remessa obrigatória aos Tribunais Superiores nos casos de juízo de retratação refutado

6  Conclusão

7  Referências

 

A INDEPENDÊNCIA JUDICIAL E O PRINCÍPIO CONSTITUCIONAL DA RAZOÁVEL DURAÇÃO DO PROCESSO

Eneida Melo Correia de Araújo

1  Introdução

2  A independência judicial – breves notas

3  Linhas históricas dos documentos internacionais

4  O princípio constitucional da razoável duração do processo: exigência e responsabilidade advindas da independência judicial

5  Considerações finais

6  Referências

 

DECÊNIO DO NOVO CPC: UMA ANÁLISE OBJETIVA SOBRE O SISTEMA DE PRECEDENTES VINCULANTES NO PROCESSO CIVIL BRASILEIRO

Ester Manso Gomes

1  Introdução

2  Evolução histórica dos precedentes e o marco zero pelo CPC/2015

3  Fundamentos normativos dos precedentes obrigatórios no CPC/2015 (arts. 926 a 928), e os avanços conquistados

3.1  A identificação do precedente: entre a ratio decidendi e o obiter dictum

3.2  Dinâmica e adaptabilidade do sistema: distinguishing e overruling

4  Limites e patologias na prática: cenário e desafios a enfrentar

5  Conclusão

6  Referências

 

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL GENERATIVA NO PODER JUDICIÁRIO E DEVIDO PROCESSO LEGAL

Evelyn Moreno Weck

1  Introdução

2  Breve contextualização sobre questões operacionais envolvendo a IA generativa

3  Riscos associados à IA generativa

4  Normatização para o uso de IA generativa pelo Poder Judiciário: Resolução CNJ n.º 615

5  Garantia ao devido processo legal como medida de governança algorítmica no Poder Judiciário. As disposições da Resolução CNJ n.º 615

6  Considerações

7  Referências

 

DIVÓRCIO E EXTINÇÃO DE UNIÃO ESTÁVEL NO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL: ANÁLISE ATUALIZADA FRENTE AO TEMA N. 1.053 DO STF, ÀS ALTERAÇÕES DA RESOLUÇÃO N. 35 DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA E AO PROJETO DE REFORMA DO CÓDIGO CIVIL

Fernanda Tartuce  |  Flavio Tartuce

1  Visão geral das regras sobre ações de família no CPC

2  Procedimentos extrajudiciais de divórcio e dissolução da união estável. Questões polêmicas e necessidade de reforma da lei

3  Proposta de inclusão do divórcio pós-mortem no projeto de reforma do código civil

4  Propostas de inclusão na lei do divórcio unilateral ou impositivo

5  Referências

 

AÇÃO RESCISÓRIA PARA ADEQUAÇÃO À MODULAÇÃO DE EFEITOS À LUZ DA JURISPRUDÊNCIA DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

Fernando Ferreira Rebelo de Andrade  |  Victor Gabriel Alcantara de Albuquerque

1  Introdução

2  O sistema de precedentes e a coisa julgada: fundamentos de uma tensão estrutural

2.1  Precedentes obrigatórios e a coisa julgada

2.2  A ação rescisória tradicional e o óbice da Súmula 343/STF

3  A modulação de efeitos como elemento constitutivo da norma jurisprudencial

4  A via processual da harmonização: a ação rescisória fundada no Art. 535, § 8º, do CPC.

5  Para além da rescisória: a cessação automática dos efeitos da coisa julgada (Temas 881 e 885 da Repercussão Geral)

6  Conclusão

7  Referências

 

A APURAÇÃO DE HAVERES NA DISSOLUÇÃO PARCIAL DE SOCIEDADES: O PROBLEMA DOS ATIVOS INTANGÍVEIS

Francisco Loureiro Severien  |  José Joaquim de Oliveira Neto

1  Introdução

2  Dissolução parcial e apuração de haveres do sócio no direito brasileiro. Uma construção jurisprudencial

3  Métodos para a avaliação dos haveres do sócio

4  Apuração de haveres antes e depois do CPC/15

5  Uma crítica da orientação exclusivista do STJ em matéria de apuração de haveres. Da insuficiência do critério exclusivamente patrimonial e da ideia de dissolução total ficta

6  Conclusão

7  Referências

 

PRIMEIRAS REFLEXÕES SOBRE A CONFIGURAÇÃO DA LITIGÂNCIA DE MÁ-FÉ NA POSTULAÇÃO CONTRA PRECEDENTES VINCULANTES

Frederico Augusto Leopoldino Koehler

1  Introdução

2  Qual artigo de lei prevê a configuração da litigância de má-fé em caso de postulação irrefletida contra precedentes vinculantes?

3  A interposição de recurso em hipótese de cabimento prevista expressamente no ordenamento afasta a punição por litigância de má-fé?

4  A mera alegação de distinção ou superação pela parte interessada exclui, por si só, a litigância de má-fé?

5  Conclusão

6  Referências

 

O AMICUS CURIAE COMO INSTRUMENTO DE ABERTURA DO PROCESSO CONSTITUCIONAL

Gilmar Mendes

1  Introdução

2  O amicus curiae como modalidade de intervenção de terceiros no processo civil brasileiro

3  Funções e fundamentos do amicus curiae no processo constitucional

4  Intervenção de terceiros e amicus curiae no Supremo Tribunal Federal

5  Participação de amicus curiae, do Ministério Público e de outros interessados no incidente de inconstitucionalidade perante os Tribunais

6  Conclusão

7  Referências

 

PRECEDENTES QUALIFICADOS NO STJ E SISTEMAS DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: CRITÉRIOS E LIMITES

Gisele Welsch

1  Introdução

2  Cenário institucional atual do STJ e busca de racionalidade numérica

3  O uso de ferramentas de inteligência artificial pelo STJ: agrupamento e identificação dos repetitivos (Athos e Sócrates) e a análise da admissibilidade (Logos)

4  Considerações finais

5  Referências

 

ELEMENTOS ESTRUTURAIS DA COISA JULGADA SOBRE QUESTÃO PREJUDICIAL NOS SISTEMAS JUDICIAIS

Guilherme Veiga  |  Wilson Furtado Roberto

1  Notas ao homenageado

2  Introdução

3  Conceito de coisa julgada sobre questão prejudicial (collateral estoppel)

4  A coisa julgada sobre a questão prejudicial no direito português

5  A coisa julgada sobre a questão prejudicial no direito espanhol

6  A coisa julgada sobre a questão prejudicial no direito italiano

7  A coisa julgada sobre questão prejudicial Modelo de Regras Europeias de Processo Civil (ELI/UNIDROIT)

7.1  A coisa julgada sobre questão prejudicial e a Regra 149 (2) do Modelo de Regras Europeias de Processo Civil (ELI/UNIDROIT)

8  A coisa julgada sobre a questão prejudicial no direito norte americano (collateral estoppel)

9  Conclusão

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