Product Image Product Image Product Image Product Image

Descrição do produto

A proteção da democracia na era digital

O Direito Eleitoral na Era da Inteligência Artificial e dos Deepfakes surge como um livro indispensável para compreender os impactos da revolução tecnológica sobre o processo democrático. Em um cenário marcado por manipulação algorítmica, microdirecionamento político e conteúdos sintéticos hiper-realistas, a integridade do voto passa a exigir novas respostas jurídicas.

Escrito por Renaldo Rodrigues Junior e Luiz Fabrício Betin Carneiro, o livro oferece uma análise técnica, crítica e atual sobre os desafios impostos pela Inteligência Artificial ao Direito Eleitoral brasileiro. Publicado pela Editora Mizuno, a obra alia profundidade acadêmica à aplicação prática, tornando-se referência estratégica para quem atua no ambiente eleitoral contemporâneo.

📜 Sinopse

Reflexão essencial sobre a autenticidade do voto

COMO GARANTIR A AUTENTICIDADE DO VOTO EM UMA ERA DE FRAUDE ALGORÍTMICA?

Se a invenção da prensa democratizou o acesso à informação, a Inteligência Artificial do século XXI democratizou a fabricação da realidade. Vivemos uma ""tempestade perfeita"": a sofisticação da IA generativa, somada à economia da atenção das redes sociais e à polarização política, criou um cenário onde a vontade do eleitor corre o risco de se tornar um produto de engenharia comportamental.

Em ""O Direito Eleitoral na Era da Inteligência Artificial e dos Deepfakes"", Renaldo R. Junior e Luiz Fabrício Betim Carneiro enfrentam o maior desafio jurídico da nossa geração. A obra disseca o fenômeno dos deepfakes e o ""dividendo do mentiroso"" — a estratégia cínica de desacreditar provas reais alegando falsidade técnica —, expondo a crise da prova que ameaça o processo eleitoral.

Mas este livro não se limita ao diagnóstico. Ele entrega a solução.

Indo além da teoria, os autores oferecem um Guia Prático de Compliance Eleitoral Digital (Parte IV), transformando a complexidade da LGPD e das resoluções do TSE em protocolos de ação imediata.

Nesta obra, você encontrará:
• O Mapa dos Riscos: A análise crítica das lacunas no Marco Civil da Internet e na legislação eleitoral frente à velocidade das Big Techs.
• A Bússola da Conformidade: Passo a passo para elaborar o Relatório de Impacto à Proteção de Dados (RIPD) e mitigar riscos de microdirecionamento abusivo.
• O Manual de Sobrevivência: Protocolos de gestão de crise para reagir a ataques de desinformação e deepfakes em tempo real.
• Transparência Ativa: Estratégias para transformar a obrigação legal em um pacto de confiança com o eleitor.

Leitura obrigatória para advogados, juízes, profissionais de marketing e candidatos que precisam navegar com segurança jurídica e ética no novo — e perigoso — território das campanhas digitais.

📌 Tópicos Abordados

Estrutura estratégica e atual

  • O Fenômeno Deepfake e a ""Crise da Verdade"" no Processo Eleitoral
    • Microdirecionamento, Vieses Cognitivos e Manipulação Algorítmica
    • O ""Dividendo do Mentiroso"" (Liar's Dividend) e os Desafios Probatórios
    • A LGPD nas Campanhas: Governança de Dados e Riscos de Cassação
    • Responsabilidade das Big Techs e o Dever de Cuidado (Duty of Care)
    • Inclui Guia Prático de Compliance Eleitoral Digital e Modelos de Gestão de Crise

🔍 Detalhes Essenciais do Livro

Conteúdo técnico com aplicação prática

O Direito Eleitoral na Era da Inteligência Artificial e dos Deepfakes apresenta abordagem estruturada em fundamentos constitucionais, lacunas legislativas e propostas normativas concretas.

A obra analisa dispositivos da Constituição Federal, Marco Civil da Internet, LGPD e resoluções do TSE, demonstrando como o arcabouço jurídico atual precisa ser reinterpretado diante da inteligência artificial generativa e do uso massivo de dados.

Diferenciais competitivos da obra

  • Guia prático de compliance eleitoral digital
  • Modelos de gestão de crise reputacional
  • Protocolos de elaboração de RIPD
  • Estratégias de transparência ativa
  • Análise aprofundada sobre deepfakes e crise da prova

O livro transforma teoria em ação, oferecendo instrumentos concretos para atuação preventiva e estratégica.

🎯 Público-Alvo

Profissionais que atuam no ambiente eleitoral

O Direito Eleitoral na Era da Inteligência Artificial e dos Deepfakes é direcionado a:

  • Advogados eleitoralistas
  • Juízes e membros do Ministério Público
  • Consultores políticos e marqueteiros
  • Assessores jurídicos de partidos e campanhas
  • Gestores públicos
  • Profissionais que atuam com governança de dados

A obra também é indicada para pesquisadores, professores e estudantes de Direito interessados na interseção entre democracia, tecnologia e proteção de dados.

❓ Perguntas Frequentes (FAQs)

  • O livro aborda apenas teoria ou também apresenta soluções práticas?
    A obra combina análise doutrinária e constitucional com um Guia Prático de Compliance Eleitoral Digital, oferecendo protocolos e checklists aplicáveis.

  • O conteúdo contempla a LGPD aplicada às campanhas eleitorais?
    Sim. Há capítulo específico sobre governança de dados, RIPD, microdirecionamento e riscos de cassação.

  • O livro trata da responsabilidade das plataformas digitais?
    Sim. Analisa o dever de cuidado (duty of care) das Big Techs e discute propostas regulatórias.

  • Há estudo sobre deepfakes e prova eleitoral?
    Sim. A obra examina a crise da prova, o “dividendo do mentiroso” e os desafios probatórios diante de conteúdos sintéticos.

🏁 Conclusão

Segurança jurídica para campanhas na era da IA

Em um ambiente em que algoritmos moldam narrativas e a manipulação digital desafia a autenticidade do voto, O Direito Eleitoral na Era da Inteligência Artificial e dos Deepfakes oferece clareza, técnica e estratégia.

A obra proporciona ao leitor instrumentos para atuar com responsabilidade, prevenir riscos jurídicos e estruturar campanhas digitais em conformidade com a legislação vigente. Trata-se de leitura fundamental para quem deseja compreender e enfrentar os desafios da democracia no século XXI.

Ao adquirir este livro da Editora Mizuno, você investe em conhecimento jurídico atualizado, análise crítica aprofundada e ferramentas práticas que fortalecem a integridade do processo eleitoral.



Renaldo R. Júnior

Advogado. Mestre em Educação pela Universidade Tuiuti do Paraná. Especialista em Direito do Trabalho pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná – PUC/PR, em Direito Eleitoral pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais – PUC/MG, em Direito Constitucional pela Faculdade Damásio de Jesus, em Licitações e Contratos Administrativos pelo Centro Universitário UniBrasil e em Direito Público pela Faculdade Legale. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade de Taubaté – UNITAU. Professor universitário nas áreas de Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito do Trabalho, Direito Eleitoral e Gestão Pública. Coordenador do Núcleo de Educação a Distância, do Instituto Superior de Educação e do Núcleo de Pós-Graduação do Centro Universitário do Vale do Ribeira – UNIVR. Procurador Jurídico da Câmara Municipal de Ilha Comprida/SP e Procurador Institucional Auxiliar da UNIVR. Autor de diversas obras acadêmicas nas áreas jurídica e de gestão pública. Integrante do Grupo de Pesquisas em Políticas Públicas e Gestão da Educação da Universidade Tuiuti do Paraná. Com sólida atuação no Direito Público e experiência na docência superior, tem se dedicado ao estudo das reformas estruturantes do Estado brasileiro, com ênfase na modernização do sistema fiscal. É autor de artigos acadêmicos, pareceres e materiais didáticos voltados à simplificação e à justiça fiscal, contribuindo para o debate jurídico e contábil sobre os impactos da reforma tributária no Brasil.

Luiz Fabrício Betin Carneiro

Advogado. Especialista em Direito Eleitoral pela UNICURITIBA (Faculdade de Direito de Curitiba), em Direito Administrativo pelo Instituto de Direito Romeu Felipe Bacellar e em Gestão Pública pela Universidade Estadual de Ponta Grossa – UEPG. Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito de Curitiba. Especialista em Governança Pública, atuou como Conselheiro de Administração na Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina – APPA (2017/2019) e como Conselheiro Fiscal da Fomento Paraná (2014/2018), além de assessorar diversos órgãos dos poderes Executivo e Legislativo em âmbitos estadual e municipal. Com mais de 17 anos de experiência, possui sólida atuação nas searas consultiva e contenciosa do Direito Público, com ênfase em Empresas Estatais, contratos administrativos e defesa de agentes políticos e pessoas jurídicas perante o Poder Judiciário e o Tribunal de Contas do Estado do Paraná. No âmbito do Direito Eleitoral, atua desde 2008 como consultor de agremiações partidárias, focado na estruturação estratégica de campanhas e na preparação de candidaturas. Dedica-se a oferecer soluções jurídicas para instituições em ambientes regulados, garantindo segurança institucional, articulação política e governança estratégica.

Especificações do produto

  • Autor(es) Renaldo R. Júnior , Luiz Fabrício Betin Carneiro
  • AssuntoDiversos , Filosofia
  • Idioma Português
  • Edição 1
  • Mês Fevereiro
  • Ano 2026
  • Marca Editora Mizuno
  • Tipo Impresso
  • Encadernação Brochura
  • Paginação 206
  • Formato 16x23
  • Comprimento (cm) 23
  • Largura (cm) 16
  • Altura (cm) 1,24
  • ISBN 9788577899029

Sumário

Sumário

Apresentação

O Direito Eleitoral na era da Inteligência Artificial e dos Deepfakes

Prefácio

A bússola jurídica na tempestade perfeita da desinformação

Introdução

P A R T E I

Fundamentos constitucionais sob ameaça

Capítulo 1

O voto como pilar do Estado Democrático de Direito

1.1 A soberania popular e o sufrágio universal na Constituição de 1988

1.2 A liberdade do voto: a necessidade de uma consciência livre e informada

1.3 A Inteligência Artificial como vetor de risco à autenticidade da vontade do eleitor

1.4 A exploração de vieses cognitivos: da persuasão legítima à manipulação comportamental

1.5 Exemplos práticos: a IA em ação nas eleições recentes

CAPÍTULO 2

Direitos fundamentais em rota de colisão

2.1 Liberdade de expressão vs. direito à informação veraz: limites e ponderações na arena digital

2.1.1 A “Liberdade de Expressão” dos algoritmos: quem é o emissor da mensagem recomendada?

2.2 O direito à privacidade e a proteção de dados pessoais (art. 5º, X, XII e LXXIX, da CF/88)

2.3 O princípio da isonomia: a desigualdade de armas na guerra algorítmica

2.3.1 Assimetria informacional: o desequilíbrio entre campanhas “Data-Driven” e a fiscalização tradicional

P A R T E II

O arsenal jurídico atual e suas lacunas

CAPÍTULO 3

A legislação eleitoral frente à revolução digital

3.1 O abuso de poder na Era da IA: reinterpretando o abuso de poder econômico e o uso indevido dos meios de comunicação social (LC n. 64/90)

3.1.1 O desafio da prova em mídias sociais e aplicativos de mensagens: a “caixa-preta” da viralização privada

3.2 Propaganda eleitoral: das formas tradicionais à impulsão por algoritmos

3.3 As Resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como resposta imediata: análise crítica

3.4 O rastro do dinheiro digital: desafios na prestação de contas e fiscalização de gastos com IA e dados

3.5 Estudos de Caso: ações judiciais sobre IA e desequilíbrio eleitoral

CAPÍTULO 4

Leis extravagantes e sua aplicação no cenário eleitoral

4.1 O Marco Civil da Internet (Lei n. 12.965/2014) e a responsabilidade dos provedores

4.2 A Lei Geral de Proteção de Dados (Lei n. 13.709/2018): O Tratamento de Dados Pessoais por Partidos e Candidatos

4.2.1 O consentimento do titular e o legítimo interesse no jogo político

4.2.2 A governança de dados na prática eleitoral: a obrigatoriedade do Encarregado de Proteção de Dados (DPO) em partidos e campanhas

4.2.3 Desafios de implementação: Relatórios de Impacto (RIPD), políticas de privacidade e a gestão de requisições de titulares

4.2.4 A interface entre a ANPD e a Justiça Eleitoral

4.3 O Direito Penal e os crimes contra a honra potencializados por deepfakes

4.3.1 A pulverização da autoria e a responsabilidade penal em cascata

P A R T E III

Desafios contemporâneos e propostas de futuro

CAPÍTULO 5

O fenômeno deepfake: a morte da prova e a crise da verdade

5.1 A natureza jurídica do conteúdo sintético: entre a sátira e a fraude

5.2 O ônus da prova em ações de impugnação: como provar a falsidade em tempo hábil?

5.2.1 O “Dividendo do Mentiroso” (Liar’s Dividend)

5.3 Soluções regulatórias: rotulagem obrigatória e “marcas d’água” digitais

CAPÍTULO 6

A regulação das plataformas digitais (Big Techs)

6.1 O papel das plataformas como editores ou meros intermediários

6.1.1 A economia da atenção como causa-raiz: como o modelo de negócios das plataformas incentiva a polarização

6.2 Transparência algorítmica: o direito do eleitor de saber por que vê o que vê

6.2.1 Transparência da propaganda paga vs. transparência do conteúdo orgânico

6.3 O dever de cuidado (duty of care) e a responsabilidade civil das plataformas

6.3.1 O “Quebra-Circuito” (Circuit Breaker)

CAPÍTULO 7

Caminhos para o futuro: propostas legislativas e institucionais

7.1 Propostas de lege ferenda: o que mudar na legislação brasileira?

7.2 O fortalecimento da justiça eleitoral: a necessidade de perícia técnica e cooperação internacional

7.2.1 Alianças Estratégicas

7.3 A literacia midiática e a educação digital como política de Estado

CAPÍTULO 8

Guia de compliance para campanhas digitais éticas e seguras

8.1 Checklist de conformidade à LGPD para comitês eleitorais

8.2 Boas práticas na contratação de ferramentas de IA e agências de marketing 

8.3 Gestão de crise reputacional

8.4 Transparência ativa

CAPÍTULO 9

Mapeamento de riscos e planejamento estratégico (fase pré-campanha)

9.1 Elaborando o Relatório de Impacto à Proteção de Dados (RIPD) para o uso de IA

9.2 Due Diligence na contratação de ferramentas e agências: cláusulas contratuais essenciais

9.3 Construindo a Política de Privacidade e os Termos de Uso do ecossistema digital da campanha

CAPÍTULO 10

Guia de operações e boas práticas (fase de campanha) 

10.1 Checklist de conformidade à LGPD para o dia a dia dos comitês

10.2 Protocolo de Gestão de Requisições de Titulares (Direitos dos Eleitores)

10.3 Transparência ativa: como comunicar o uso de IA e dados ao eleitorado

10.4 Plano de resposta a incidentes: o que fazer em caso de vazamento de dados ou ataque reputacional com deepfakes

CAPÍTULO 11

Encerramento e pós-eleição 

11.1 O descarte seguro de dados pessoais: procedimentos e evidências

11.2 A prestação de contas digital: declarando gastos com tecnologia e dados

11.3 Lições aprendidas: como transformar a experiência em ativo para futuros pleitos

Conclusão

Referências