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Descrição do produto

O livro Digital Offshore: Governança, Segurança e Inovação Jurídica para Empresas do Futuro, escrito por Nilo J. Mingrone e publicado pela Editora Mizuno, apresenta-se como uma obra pioneira e de grande relevância para os tempos atuais. Em um cenário de profundas transformações digitais, no qual a descentralização e a inovação jurídica se tornaram imprescindíveis para o futuro das organizações, a obra oferece uma análise estruturada e visionária sobre as companhias digitais e seus impactos.

A importância do tema

As empresas estão cada vez mais conectadas, globais e independentes. Com isso, surgem novas demandas relacionadas à governança, à segurança e à conformidade jurídica. O Digital Offshore busca fornecer ao leitor bases sólidas para compreender esses novos modelos de negócios e, principalmente, como eles irão moldar as próximas décadas no universo empresarial.

📜 Sinopse

Neste livro inovador, Nilo Mingrone escreve sobre um tema igualmente inusitado no direito brasileiro.
As companhias digitais já estão presentes no mundo e cada vez mais farão parte da nova realidade empresarial.
Se não for a primeira obra sobre esse tema no Brasil, certamente está entre uma das pioneiras.
Este é um convite para você que quer saber como as corporações farão negócios nas próximas décadas.
Entenda o que são essas companhias e como elas atuarão de forma totalmente descentralizada e independentes.

📌 Tópicos Abordados

Neste livro inovador, Nilo Mingrone escreve sobre um tema igualmente inusitado no direito brasileiro.
As companhias digitais já estão presentes no mundo e cada vez mais farão parte da nova realidade empresarial.
Se não for a primeira obra sobre esse tema no Brasil, certamente está entre uma das pioneiras.
Este é um convite para você que quer saber como as corporações farão negócios nas próximas décadas.
Entenda o que são essas companhias e como elas atuarão de forma totalmente descentralizada e independentes.

🎯 Público-Alvo

Profissionais

  • Advogados, juristas, magistrados e consultores que buscam compreender o impacto das companhias digitais no direito empresarial e societário.

Estudiosos

  • Estudantes de Direito, Administração e Ciências Contábeis que desejam aprofundar seus conhecimentos sobre inovação jurídica e governança digital.

Empresários e Gestores

  • Líderes corporativos, empreendedores e profissionais de tecnologia interessados em antecipar as tendências e desafios que moldarão as empresas do futuro.

❓ Perguntas Frequentes (FAQs)

  • O livro apresenta exemplos práticos de aplicação das companhias digitais?
    Sim. A obra inclui reflexões e cenários sobre como essas organizações poderão atuar de forma descentralizada nos próximos anos.

  • O conteúdo é voltado apenas para juristas?
    Não. Embora o enfoque jurídico seja central, a leitura é acessível também a gestores, empresários e estudantes interessados no tema.

  • O livro discute aspectos internacionais das companhias digitais?
    Sim. O autor aborda a atuação global dessas organizações e os desafios jurídicos que surgem em diferentes contextos regulatórios.

  • Há abordagem sobre inovação e segurança nas empresas digitais?
    Sim. A obra conecta governança, inovação e segurança como pilares fundamentais para compreender a relevância do Digital Offshore.

🏁 Conclusão

O livro Digital Offshore: Governança, Segurança e Inovação Jurídica para Empresas do Futuro é uma leitura indispensável para todos que desejam compreender como a digitalização e a descentralização irão transformar a forma de fazer negócios. A obra, escrita por Nilo J. Mingrone e publicada pela Editora Mizuno, antecipa tendências, apresenta reflexões críticas e oferece bases sólidas para pensar o futuro das organizações.

Ao adquirir este livro, o leitor terá acesso a um conteúdo pioneiro, capaz de ampliar sua visão sobre os rumos da governança empresarial, da inovação tecnológica e da segurança jurídica em um mundo cada vez mais conectado.



Nilo Mingrone

Graduado em Direito pela Universidade Mackenzie, pós-graduado em Direito Empresarial pela Universidade Mackenzie e pela Escola Paulista de Direito, LLM em Direito Empresarial. Mestre em Direito Empresarial pela ESEADE de Buenos Aires.

Especificações do produto

  • Autor(es) Nilo Mingrone
  • AssuntoCivil e Processo Civil , Digital
  • Idioma Português
  • Edição 1
  • Mês Setembro
  • Ano 2025
  • Marca Editora Mizuno
  • Tipo Impresso
  • Encadernação Brochura
  • Paginação 132
  • Formato 14x21
  • Comprimento (cm) 21
  • Largura (cm) 14
  • Altura (cm) 0,79
  • ISBN 9788577897841

Sumário

Sumário

Capítulo 1

A Digital Company como Criptoativo: Natureza Jurídica e Tributação no Brasil

1.1 Introdução

Capítulo 2

Fundamentos Históricos da Atividade Empresarial

2.1 As Origens da Atividade Empresarial

2.2 Evolução da atividade empresarial

2.2.1 Antiguidade e Idade Média

2.2.2 Idade Média e Renascimento

2.2.3 Revolução Industrial

2.2.4 Séculos XIX e XX

2.2.5 Época Contemporânea

2.3 O nascimento do conceito de empresa

2.4 Essa organização envolve

2.5 Diferença entre Empresa e Empresário

2.6 Personalidade jurídica: gênese e evolução

2.7 Origens históricas

2.8 Universitates

2.9 Corpora

2.10 Collegia

2.11 Relevância para o Direito

2.12 Formação do conceito moderno

2.13 Personalidade jurídica no Brasil

2.14 Personalidade jurídica no contexto digital

Capítulo 3

A Era Digital e o Surgimento das Empresas Offshores Digitais

3.1 A Digitalização do Empresariado e o Advento das Blockchains

3.2 Conceito e Definição de Blockchain na Estrutura das Digitals Companies

3.3 Aplicação à Digital Company

3.4 Perspectiva Jurídica

3.5 Fundamentos Jurídicos

3.5.1 Jurisprudência e Entendimento Atual

3.6 Conclusão

Capítulo 4

O Modelo “Digital Offshore”

4.1 O que é uma Empresa Offshore Digital?

4.2 Características de uma Digital Offshore Company

4.3 Base Legal e Reflexão Jurídica

4.4 D.A.O. como uma Empresa Offshore Digital

4.5 Estrutura de uma DAO como Offshore Digital

4.6 Exemplo Real: A DAO da The DAO (2016)

4.7 Comparativo: Offshore Tradicional vs. Digital Offshore

4.8 Offshore Tradicional

4.8.1 Localização e Jurisdição

4.8.2 Governo Corporativo e Estrutura

4.8.3 Tecnologia

4.8.4 Tributação

4.8.5 Exemplos de Uso

4.8.6 Digital Offshore

4.8.6.1 Localização e Jurisdição

4.8.6.2 Governo Corporativo e Estrutura

4.8.6.3 Tecnologia

4.8.6.4 Tributação

4.8.6.5 Exemplos de Uso

4.9 Vantagens e desafios legais

4.9.1 A Tributação dos Criptoativos no Brasil e sua Aplicação às Digital Companies

4.9.2 Conceito de Criptoativo segundo a Receita Federal

4.9.3 Obrigatoriedade de Declaração

4.9.4 Digitals Companies como Criptoativos

4.9.5 Tributação das Digitals Companies

4.9.6 Posicionamento da CVM e Bacen

4.9.7 Tendências Legislativas

Capítulo 5

Segurança Jurídica e Governança Corporativa Digital

5.1 Segurança Jurídica em Ambientes Empresariais Virtuais

5.1.1 Como formalizar e reconhecer empresas digitais?

5.2 Contratos inteligentes e reconhecimento jurídico

5.3 O que Podemos Imaginar como Possíveis Soluções

5.4 Normas internacionais, tratados e “sandbox” regulatórios

Capítulo 6

Blindagem Patrimonial e Gestão de Riscos Digitais

6.1 Proteção contra acesso de terceiros não autorizados

6.2 Uso de multi-signature wallets, chaves privadas e smart escrow

6.3 Estruturas de compliance digital

6.3.1 Governança digital interna

6.3.2 Política de backup e custódia segura

6.4 Proteção Contra Acesso de Terceiros Não Autorizados

6.5 Uso de Multi-signature Wallets, Chaves Privadas e Smart Escrow

6.6 Estudo de caso

6.7 Estruturas de Compliance Digital

6.8 Cláusula de compliance automatizado

6.9 Casos Reais de Litígios Envolvendo Segurança Digital Empresarial

6.10 Tendência brasileira

Capítulo 7

Responsabilidade das Empresas Digitais Frente a Credores e ao Estado

7.1 O Princípio da Responsabilidade Patrimonial no Direito Brasileiro

7.2 Empresas Digitais, Blockchain e Responsabilidade Objetiva

7.3 Fraude Contra Credores e a Desconsideração da Personalidade Jurídica Digital

7.4 Jurisprudência relevante

7.5 Tributos e Obrigações Trabalhistas

7.6 Normas aplicáveis

7.7 Responsabilidade Limitada ou Ilusão Jurídica?

Capítulo 8

Tendência Global: Anonimato de Investidores e o Papel dos Administradores

8.1 A Ascensão do Anonimato em Estruturas Empresariais Digitais

8.2 O Princípio da Transparência e o “Ultimate Beneficial Owner” (UBO)

8.3 O Papel dos Administradores

8.3.1 Responsabilidade Civil e Penal

8.3.2 Fundamentos legais

8.4 Sandbox Regulatório

8.4.1 Um Caminho para Equilíbrio

8.4.2 Repressão ao Anonimato Abusivo

8.4.3 Jurisprudência

Capítulo 9

Jurisprudência Relevante: Blockchain e Personalidade Jurídica

9.1 Brasil

9.1.1 Reconhecimento e Limites da Atuação de Plataformas Digitais

9.1.2 Importância

9.1.3 Estados Unidos

9.1.3.1 DAO’s e responsabilidade de membros

9.1.4 Europa

9.1.4.1 Responsabilidade algorítmica e smart contracts

Capítlo10

Modelos Contratuais para Governança e Blindagem Digital

10.1 Cláusula de Constituição Digital de Sociedade (Digital Incorporation Clause)

10.2 Cláusula de Pagamento em Criptoativos (Crypto Payment Clause)

10.3 Cláusula de Blindagem Patrimonial com Multi-assinatura (Smart Escrow e Multisig Clause)

10.4 Cláusula de Foro Arbitral Digital (Digital Arbitration Clause)

10.5 5. Cláusula de Responsabilidade dos Administradores Digitais

Capítulo 11

A Nova Centralidade da Responsabilidade do Administrador na Era das Digitals Companies

11.1 Proposta Teórica: Transferência Progressiva da Responsabilidade para os Administradores

11.2 Impactos Positivos Esperados

11.3 Estrutura Recomendada do Curso

11.4 O Papel das Digitals Companies e da Governança Programada

11.5 Conclusão

Capítulo12

Casos Práticos de Litígios e Estratégias Jurídicas em Ambientes Digitais

12.1 Litígios Tributários: Reconhecimento da Digital Company como sujeito passivo

12.2 Litígios Trabalhistas e Comerciais: Inexistência de vínculo e responsabilidade limitada

12.3 Conflitos sobre Governança: Fraude de administradores e abuso de controle

Capítulo13

Regulação Internacional, Compliance e Sandbox para Empresas Digitais

13.1 Regulação Internacional: Cooperação, Transparência e Jurisdição

13.2 Compliance e Due Diligence para Empresas Digitais

13.3 Sandboxes Regulatórios e Jurisprudência Internacional

13.4 Testes com proteção jurídica

13.5 Ambiente colaborativo com reguladores

13.6 Validação para posterior expansão global

13.7 Reconhecimento jurídico funcional das DAOs como entes negociais no Brasil

13.8 Presunção de existência jurídica baseada em smart contracts e blockchain

13.9 Responsabilidade tributária solidária de validadores e oracles de redes públicas

13.10 Reconhecimento do token societário como título jurídico autônomo equiparado a ação ou quota

13.11 Criação de personalidade jurídica digital condicional (via hash + smart contract validado em cartório ou e-notariado)

13.12 Tendência Geral

13.13 Impactos jurídicos e econômicos da proposta

13.14 Comparativo internacional

13.15 Proposta legislativa modelo

13.16 Conclusão

Capítlo14

O Futuro da Personalidade Jurídica Digital e Propostas de Regulação Brasileira7

14.1 Contratos inteligentes com efeito vinculante

14.2 Personalidade jurídica automática via blockchain

14.3 Descentralização com responsabilidade clara (via chaves privadas e delegações)

14.4 Propostas de Regulação no Brasil

14.5 Benefícios da Reforma

Capítulo15

Reconhecimento Jurídico Funcional das Empresas Digitais no Brasil5

15.1 Introdução: O vácuo jurídico diante da inovação tecnológica

15.2 Tese Central: Personalidade Jurídica Digital Condicional e Funcional

15.3 Fundamento jurídico-constitucional e civilista

15.4 Reconhecimento Funcional e Presunção de Existência Jurídica Digital

15.5 Criação de modelo híbrido: Personalidade jurídica digital condicional

15.6 Impactos jurídicos e econômicos da proposta

15.7 Comparativo internacional

15.8 Proposta legislativa modelo

15.9 Conclusão

Capítulo16

Conclusão Final – O Brasil e a Oportunidade Estratégica da Economia Digital Global9

16.1 A necessidade de um novo marco para a economia digital

16.2 Por que o Brasil deve atrair e abrigar digital companies

16.3 Redução de custos como política de Estado

16.4 O dever de vanguarda do legislador brasileiro

Glossário de Termos em Língua Estrangeira

REFERÊNCIAS