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VADE MECUM ELEITORAL - Anotado e Comentado 2026
Igor Pereira Pinheiro e Kettily Ingrid de Queiroz
- Preço de tabela
- R$ 297,00
- Preço
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R$ 237,60
até 10x R$ 23,76 s/ juros
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O livro auxilia nas Eleições de 2026 com normas eleitorais, comentários, precedentes do STF, STJ e TSE e videoaulas, atualizado com Lei nº 15.358/2026
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Descrição do produto
O VADE MECUM ELEITORAL - Anotado e Comentado 2026, de Igor Pereira Pinheiro e Kettily Ingrid de Queiroz, publicado pela Editora Mizuno, atualizada com a Lei Federal nº 15.358/2026, foi desenvolvido para oferecer ao leitor uma consulta ampla, organizada e atualizada sobre o Direito Eleitoral brasileiro.
A obra reúne legislação, comentários, súmulas, precedentes jurisprudenciais e conteúdos complementares, com foco especial nas Eleições de 2026. Trata-se de um material voltado para quem precisa estudar, interpretar e aplicar o Direito Eleitoral com segurança, especialmente diante de um cenário normativo marcado por regras esparsas, resoluções específicas e forte influência da jurisprudência dos Tribunais Superiores.
📜 Sinopse
O Direito Eleitoral Brasileiro, pela importância do seu objeto de estudo, merecia do legislador pátrio uma maior atenção e, sobretudo, compromisso na sistematização de suas normas, pois o que se tem, na atualidade, é um ordenamento jurídico difuso, não raro caótico pela existência de contradições internas e, pior, ineficaz para muitos problemas da atualidade , mas sem punição pelo déficit sancionatório de vários crimes eleitorais.
Pois bem, o caráter esparso da normatividade jurídico-eleitoral prejudica – e muito – uma correta assimilação dos seus princípios, regras, categorias e o funcionamento das Instituições eleitorais, tornando árduo o caminho do aprendizado e da especialização na matéria.
Pensando nisso, resolvemos lançar uma obra que funcionasse, ao mesmo tempo e de forma complementar, como Vade Mecum Legislativo e Vade Mecum Jurisprudencial de Direito Eleitoral, com foco nas disposições de caráter constitucional, cível e criminal desta área especializada.
Para fins de didática acadêmica, foi realizada uma divisão do conteúdo em duas partes. Na primeira delas (Vade Mecum Legislativo), apresenta-se uma visão global da legislação eleitoral e da que lhe é correlata por interação constitucional e sistêmica, antecedida de explicações doutrinárias, para que os leitores possam ter, em mãos, uma verdadeira compilação lógica e orgânica de todo o ordenamento jurídico eleitoral brasileiro. Ressalta-se que boa parte da legislação existente nesta obra foi extraída diretamente do sítio eletrônico do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em que a Corte já referência, após cada dispositivo legal, julgados correlatos aos temas tratados, circunstância que otimizará a sua compreensão prática pelo leitor. Ainda nesta primeira parte, destaca-se que as principais Resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que impactam nas Eleições de 2026 foram inseridas, já com as devidas alterações ou inovações aprovadas pela Corte recentemente.
Ocorre que, para além desta primeira parte estritamente legislativa (que já não é de pequena monta, diga-se de passagem) e considerando a juridicidade/relevância dos precedentes jurisprudenciais dos Tribunais Superiores, sobretudo os de caráter vinculante, concebeu-se uma segunda parte (intitulada de Vade Mecum Jurisprudencial), em que foram separados, por eixos temáticos, todas as súmulas (vinculantes ou não), os julgados de maior importância do STF, STJ e TSE sobre Direito Eleitoral ou temas que lhes são correlatos/adjacentes, como forma de permitir uma complementação do estudo meramente legislativo.
Complementando, ressalta-se, ainda, que foram disponibilizadas videoaulas sobre temas específicos fundamentais.
Assim, pode-se dizer que o resultado final servirá como um guia seguro para quem pretende iniciar ou aprofundar os estudos, bem como aplicar na prática tudo o que é necessário para um desempenho profissional de excelência.
📌 Tópicos Abordados
Diplomas legislativos
- Constituição Federal de 1988
- Tratados e Convenções on-line Internacionais de Direitos Humanos Políticos e Direito Anticorrupção
- Leis Eleitorais
- Legislação Complementar (Administrativa, Cível e Criminal)
- Resoluções do TSE para as Eleições de 2026
- Resoluções e Recomendações CNJ/CNMP sobre função eleitoral e assuntos correlatos
- Decretos e Portarias
Súmulas e precedentes jurisprudenciais comentados
- Súmulas do STF, STJ e TSE
- Teses de Repercussão Geral (STF)
- Teses em ADI’s e ADPF’s (STF)
- Teses de Recursos Repetitivos (STJ)
- Jurisprudência em Teses do STJ
- Repositório de Decisões do TSE sobre Enfrentamento à Desinformação Eleitoral
- Enunciados da 2ª CCR/MPF
🔍 Detalhes Essenciais do Livro
O VADE MECUM ELEITORAL - Anotado e Comentado 2026 apresenta uma proposta de estudo integrada, reunindo normas eleitorais, legislação correlata e precedentes relevantes para a compreensão da matéria. A obra também está atualizada com a Lei Federal nº 15.358/2026, que instituiu o Marco Legal do Combate ao Crime Organizado no Brasil.
Estudo teórico e aplicação prática
Além da compilação legislativa, o livro valoriza a interpretação prática do Direito Eleitoral, permitindo que o leitor compreenda a relação entre normas, decisões judiciais, súmulas e teses aplicáveis. Esse formato favorece tanto a consulta rápida quanto o aprofundamento acadêmico e profissional.
Conteúdo complementar
A obra conta ainda com videoaula com o autor, recurso que amplia a experiência de estudo e auxilia na compreensão de temas fundamentais do Direito Eleitoral.
🎯 Público-Alvo
Para quem busca segurança no estudo e na prática eleitoral
O livro é indicado para advogados, estudantes de graduação e pós-graduação, professores, pesquisadores, servidores públicos, assessores jurídicos, candidatos a concursos públicos e profissionais que atuam ou desejam atuar com Direito Eleitoral.
Também é uma obra relevante para quem precisa acompanhar as normas aplicáveis às Eleições de 2026, compreender a jurisprudência dos Tribunais Superiores e consultar, de forma organizada, os principais fundamentos legais e jurisprudenciais da área.
❓ Perguntas Frequentes (FAQs)
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O livro reúne legislação e jurisprudência eleitoral?
Sim. A obra combina Vade Mecum Legislativo e Vade Mecum Jurisprudencial, permitindo uma visão mais completa do Direito Eleitoral. -
O conteúdo está voltado para as Eleições de 2026?
Sim. O livro inclui Resoluções do TSE para as Eleições de 2026 e atualizações importantes para o período eleitoral. -
A obra possui comentários e anotações?
Sim. O conteúdo é anotado e comentado, contribuindo para a compreensão dos dispositivos legais, súmulas, teses e precedentes. -
O livro aborda precedentes dos Tribunais Superiores?
Sim. A obra reúne súmulas e julgados relevantes do STF, STJ e TSE, organizados por eixos temáticos. -
Há material complementar de estudo?
Sim. A obra informa a disponibilização de videoaulas sobre temas específicos fundamentais.
🏁 Conclusão
O VADE MECUM ELEITORAL - Anotado e Comentado 2026 oferece ao leitor uma base organizada para estudar, consultar e aplicar o Direito Eleitoral com maior precisão. Ao reunir legislação, comentários, precedentes, súmulas, resoluções e videoaulas, a obra entrega uma experiência de estudo completa e direcionada às exigências práticas e acadêmicas da matéria.
Para quem deseja se preparar com profundidade para as Eleições de 2026 ou atuar com mais segurança na área eleitoral, este livro representa uma aquisição estratégica e de alto valor técnico.
Igor Pereira Pinheiro
> Promotor de Justiça do MPCE (atualmente, como Promotor-Corregedor Auxiliar). > Doutorando, Mestre e Especialista em Ciências Jurídico-Políticas pela Universidade de Lisboa. > Pós-Graduado em Licitações e Contratos Administrativos. > Expert em Direito Constitucional pela Universidade de Lisboa. > Autor dos livros “Nova Lei de Improbidade Administrativa Comentada” (3ª edição, 2024); Crimes Licitatórios (3ª edição 2024); “Crimes Eleitorais e Conexos” (2ª edição 2024); “Condutas Vedadas aos Agentes Públicos em Ano Eleitoral” (5ª edição, 2024). > Co-autor do livro “Nova Lei de Licitações Anotada e Comparada” (3ª edição, 2024); “Nova Lei do Abuso de Autoridade Anotada é Comparada” (2ª edição, 2024). > Professor e Palestrante convidado de diversas Escolas do MP e da Magistratura em todo o Brasil. > Ex-Coordenador do Grupo Auxiliar da Procuradoria Regional Eleitoral do Ceará (GAPEL) e ex-membro do Grupo de Atuação Especial de Defesa do Patrimônio Público do MPCE. > Coordenador Editorial de Direito Administrativo, Direito Anticorrupção e Direito Eleitoral do Grupo Mizuno.
Kettily Ingrid de Queiroz
Mestre em Políticas Públicas e Governo pela FGV/EPPG. Especialista em Direito Penal e Processual Penal aplicados pela EBRADI. Graduada em Direito (UNIP). Integrante do Grupo de Pesquisa "Direito Constitucional Tributário em Perspectiva Crítica", registrado no Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq. É coautora e colaboradora de livros jurídicos e de políticas públicas. No Ministério Público da União é servidora efetiva e ocupa os cargos de Assessora-Chefe e Assessora-Chefe Substituta em Gabinete de Procurador da República que integra Núcleo Especializado de Combate à Corrupção.
Especificações do produto
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Autor(es) Igor Pereira Pinheiro , Kettily Ingrid de Queiroz
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AssuntoEleitoral
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Idioma Português
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Edição 1
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Mês Junho
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Ano 2026
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Marca Editora Mizuno
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Tipo Impresso
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Encadernação Brochura
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Paginação 1498
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Formato 17x24
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Comprimento (cm) 24
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Largura (cm) 17
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Altura (cm) 9,15
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ISBN 9786561990264
Sumário
Sumário
VADE MECUM LEGISLATIVO DE DIREITO ELEITORAL
PARTE I
PREMISSAS TEÓRICAS DO ORDENAMENTO JURÍDICO ELEITORAL
As Fontes Formais do Direito Eleitoral Brasileiro
PARTE II
LEGISLAÇÃO ELEITORAL BRASILEIRA
Constituição Federal de 1988
Emenda Constitucional nº 111, de 28 de Setembro de 2021
Emenda Constitucional nº 117, de 5 de Abril de 2022
Emenda Constitucional nº 133, de 22 de Agosto de 2024
Tratados e Convenções Internacionais de Direitos Humanos Políticos e Anticorrupção
Legislação Eleitoral INFRACONSTITUCIONAL
Código Eleitoral (Lei nº 4.737/1965)
Lei do Transporte de Eleitores
Lei nº 6.996/1982
Lei das Inelegibilidades
Lei dos Partidos Políticos (Lei nº 9.096/1995)
Lei das Eleições (Lei nº 9.504/97)
Código Penal (Decreto-Lei nº 3.688/1941)
Lei nº 6.999/1982
Lei nº 7.444/1985
Lei nº 9.709, de 18 de novembro de 1998
Lei nº 4.410/1964
Lei Complementar nº 78/1993
Resoluções do TribunalSuperior Eleitoral (TSE) e do Conselho Nacionalde Justiça (CNJ)
Resolução nº 21.009, de 5 de Março de 2002
Resolução nº 23.759, de 26 de Fevereiro de 2026
Resolução nº 23.753, de 26 de Fevereiro de 2026
Resolução nº 23.751, de 26 de Fevereiro de 2026
Resolução nº 23.750, de 26 de Fevereiro de 2026
Resolução nº 23.735, de 27 de Fevereiro de 2024
Resolução nº 23.677, de 16 de Dezembro de 2021
Resolução nº 23.670, de 14 de Dezembro de 2021
Resolução nº 23.600, de 12 de Dezembro de 2019
Resolução nº 23.609, de 18 de Dezembro de 2019
Resolução nº 23.608, de 18 de Dezembro de 2019
Resolução nº 23.607, de 17 de Dezembro de 2019
Resolução nº 23.605, de 17 de Dezembro de 2019
Resolução nº 23.610, de 18 de Dezembro de 2019
Resolução nº 23.596, de 20 de Agosto de 2019
Resolução nº 23.478, de 10 de Maio de 2016
Resolução nº 21.843, de 22 de Junho de 2004
Resolução nº 23.385, de 16 de Agosto de 2012
RESOLUÇÕES CRIMINAIS DO TSE
Resolução nº 23.618, de 7 de Maio de 2020
Resolução nº 23.640, de 29 de Abril de 2021
Resolução nº 23.740, de 7 de Maio de 2024
LEGISLAÇÃO COMPLEMENTAR
ADMINISTRATIVA -CÍVEL- PENAL
Lei nº 8.112/1990
Lei nº 8.350/1991
Lei nº 8.429/1992 (Lei de Improbidade Administrativa)
Resolução Conjunta nº 6, de 21 de Maio de 2020
Código de Conduta da Alta Administração Federal
Exposição de Motivos nº 37, de 18.8.2000 - Aprovado em 21.8.2000
Código de Conduta da Alta Administração Federal
Decreto nº 4.199/2002
Lei nº 12.813/2013
Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/2014)
Código de Processo Civil (Lei nº 13.105/2015)
Lei nº 14.129, de 29 de Março de 2021
Lei nº 9.613/98
Lei nº 12.850/2013
Lei nº 15.358, de 24 de Março de 2026
Portaria PGR/PGE nº 1, de 9 de Setembro de 2019
Portaria PGE nº 3, de 6 de Setembro de 2023
Portaria PGE Nº 35, de 25 de Maio de 2026
VADE MECUM JURISPRUDENCIAL DE DIREITO ELEITORAL
PARTE I
TEORIA GERAL DO DIREITO JURISPRUDENCIAL
1 - TEORIA GERAL DO DIREITO ELEITORAL JURISPRUDENCIAL
1.1 - Jurisprudência – Das fontes do Direito para um Direito Jurisprudencial
1.2 - Texto Normativo, Norma Jurídica, Precedente e Jurisprudência – Distinções Necessárias para Compreensão do Direito Jurisprudencial
1.3 - Reflexões Sobre a Hierarquia entre o Direito Positivo e o Direito Jurisprudencial
1.4 - As Condições para a Aplicabilidade do Direito Jurisprudencial
1.5 - Os Precedentes Estruturais do Direito Jurisprudencial e a Inconstitucional Reclamação Administrativa Eleitoral do TSE
1.5.1 - Repositório de Decisões do TSE Sobre Enfrentamento à Desinformação Eleitoral (resolução TSE n° 23.610/2019, Art. 9-G)
2 - SÚMULAS E PRECEDENTES JURISPRUDENCIAIS RELEVANTES DO STF, STJ E TSE SOBRE DIREITO ELEITORAL E TEMAS CONEXOS
2.1 - Princípios Eleitorais: Breve Introdução e Reflexos Jurídicos do seu Descumprimento
2.2 - Princípio Republicano: Conceito, Efeitos e Ilícitos Eleitorais Correlatos
2.2.1 - Vedação à Perpetuação de Grupo Familiar no Poder Executivo (artigo 14, §7°, CF88)
2.2.1.1 - Vedação ao “Prefeito Itinerante”
2.2.1.2 - A Ocupação do Cargo de Chefia do Podere Executivo de forma Precária, Breve e fora dos Seis Meses Anteriores ao Pleito não atrai a incidência de Inelegibilidade pelo Exercício de Terceiro Mandato Consecutivo
2.2.1.3 - Inexistência, como Regra Geral, da Inelegibilidade por “Parentesco Itinerante”
2.2.1.4 - Inelegibilidade do Filho de Presidente da República para Cargo de Vereador
2.2.1.5 - Dispensa da Desincompatibilização do Titular do Poder Executivo quando Parente seu for concorrer em outra Circunscrição Eleitoral
2.2.1.6 - Dupla Vacância do Poder Executivo: Causas Eleitorais e não Eleitorais
2.2.1.7 - Ressarcimento à União Federal dos Valores Gastos com Eleições Suplementares
2.2.1.8 - Inconstitucionalidade de Normas Estaduais e Municipais que Permitam a Reeleição ilimitada (sucessiva ou não, independente da legislatura) de Parlamentares para os Mesmos Cargos da Mesa Diretora do Poder Legislativo
2.2.1.9 - Alternância de poder nos partidos políticos
2.2.1.10 - Princípio Republicano e Responsabilização por Ilícitos
2.2.1.10.1 - Limite de Despesas com Aluguel de Veículos Automotores em 20% dos Gastos de Campanha Eleitoral
2.2.1.10.2 - Sujeição dos Dirigentes Partidários às Sanções da Lei de Improbidade Administrativa em Cumulação com a Legislação Eleitoral
2.2.1.10.3 - Princípio Republicano e Despesas Partidárias/Campanha: As Cautelas Necessárias Referentes à Contratação de Parentes de Candidatos ou Dirigentes de Partidos Políticos
2.3 - Princípio da Responsabilidade e Crimes de Responsabilidade
2.3.1 - Preliminar de Conceituação dos Crimes de Responsabilidade Enquanto Infrações Político-Administrativas (Previsão dos Artigos 29-A, §§2° e 3°; Artigo 50, §2°; Artigo 85, Caput, Todos da Constituição Federal; nas Leis Federais N°1.079/1950, N°7.106/1983 e nos Artigos 4° e 7°, do Decreto-Lei N°201/1967)
2.3.2 - O Procedimento Bicameral dos Crimes de Responsabilidade do Presidente da República e a Inexistência de Prazo para Análise pelo Presidente da Câmara dos Deputados
2.3.3 - Crimes de Responsabilidade dos Ministros de Estado Enquanto Infrações Político Administrativas Previstas na Constituição Federal de 1988 e na Lei n°1.079/1950 Relacionados com a Corrupção
2.3.4 - Crimes de Responsabilidade dos Ministros do Supremo Tribunal Federal e demais integrantes do Poder Judiciário (incluindo membros do Conselho Nacional de Justiça), bem como do Procurador-Geral da República, dos Procuradores-Gerais do Trabalho, Eleitoral e Militar, aos Prouradores-Gerais de Justiça dos Estados e do Distrito Federal e do Advogado-Geral da União, Procuradores-Gerais dos Estados e do Distrito Federal, e aos membros do Ministério Público da União e dos Estados, da Advocacia-Geral da União, das Procuradorias dos Estados e do Distrito Federal, quando no exercício de função de chefia das unidades regionais), enquanto Infrações Político-Administrativas previstas na Lei n°1.079/1950 e relacionados com a Corrupção
2.3.5 - Crimes de Responsabilidade dos Governadores de Estado e dos Secretários Estaduais Previstos na Lei n°1.079/1950 Relacionados com a Corrupção
2.3.6 - Crimes de Responsabilidade dos Prefeitos Municipais enquanto Infrações Político-Administrativas previstas no Decreto-Lei n°201/67 e relacionados com a Corrupção
2.3.7 - Crimes de Responsabilidades dos Prefeitos Municipais enquanto Infrações Penais Comuns previstas no artigo 1°, do Decreto-Lei n°201/1967
2.3.8 - A responsabilidade Política, Cível-Administrativa, Criminal e Eleitoral dos Parlamentares à Luz do Regime Jurídico-Constitucional
2.3.8.1 - Quebra de Decoro Parlamentar
2.3.8.2 - Responsabilidade por Leis de Efeito Concreto
2.3.8.3 - Imunidade Parlamentar, Abuso de Poder Político e Crimes (eleitorais ou não) Praticados no Exercício do Mandato ou a Pretexto
2.4 - Princípio da Anualidade ou Anterioridade Eleitoral (art.16, Cf/88)
2.4.1 - A “Lei Antifacção” e sua Parcial Violação ao Princípio da Anualidade Eleitoral
2.5 - Princípio da Moralidade Eleitoral
2.5.1 - A Inelegibilidade pela Prática dos Atos de Improbidade Administrativa
2.5.2 - O impedimento às Candidaturas de Pessoas (Condenadas ou não) Apoiadas/Financiadas por Grupos Criminosos
2.6 - Princípio do In Dubio Pro Sufráfio
2.7 - Princípio da Separação dos Poderes
2.7.1 - Tese em Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) Sobre Separação de Poderes e Concessão de Indulto Presidencial a Pessoa Específica
2.8 - Princípio da Primazia do Combate à Corrupção nas Eleições
2.8.1 - Breve Introdução
2.8.2 - A impossibilidade de Aplicação do Princípio da Insignificância aos Ilícitos Relacionados com Práticas Corruptas nas Eleições
2.8.2.1 - Inaplicabilidade do Princípio da Insignificância aos Casos de Doação Acima do Limite
2.8.2.2 - Condutas Vedadas aos Agentes Públicos em Ano Eleitoral: Inaplicabilidade da Cumulação Automática das Sanções e Impossibilidade de Aplicação da Insignificância
2.8.2.3 - Atos de Improbidade Administrativa e Inaplicabilidade do Princípio da Insignificância
2.8.2.4 - Crimes Eleitorais e Inaplicabilidade do Princípio da Insignificância
2.8.2.5 - A indisponibilidade das Ações Eleitorais (Cíveis ou Criminais) Voltadas para o Combate à Corrupção nas Eleições
2.8.3 - Princípio da Consensualidade Punitiva: Aspectos Gerais e sua Aplicação Moderada na Seara Eleitoral à Luz da Primazia do Combate à Corrupção
2.8.3.1 - Acordos Cíveis-Eleitorais: Validação Jurisprudencial pelo STF e Aplicação Moderada
2.8.3.2 - Acordos Criminais na Justiça Eleitoral
2.8.3.2.1 - Premissa Teórica Estruturante: O contexto da Impunidade Criminal Eleitoral no Brasil
2.8.3.2.2 - Crimes de Combate à Corrupção nas Eleições: Uma Cortina de Fumaça Legislativa
2.8.3.2.3 - A Desatualização Normativa e as Assimetrias Sancionatórias dos Vários Crimes de Corrupção nas Eleições
2.8.3.2.4 - A Consensualidade Penal Limitada como Solução Sistêmica para a Máxima Efetividade Possível dos Crimes de Corrupção nas Eleições
2.8.4 - A Amplitude do Combate à Corrupção nas Eleições: Para Além da Simples Repressão à Corrupção nas Eleições e a Máxima Competência da Justiça Eleitoral na Prevenção/Repressão aos Ilícitos
2.8.5 - A Possibilidade da Decretação do Afastamento das Funções Públicas nas Ações Eleitorais Cíveis Cassatórias
2.8.6 - A inconstitucionalidade Formal e Material dos “Atos Concertados” no Âmbito dos Tribunais Eleitorais
2.9 - Princípio da Vedação ao Retrocesso (Anticorrupção e Eleitoral)
2.9.1 - Breve Introdução ao Direito Fundamental Anticorrupção
2.9.2 - A Supralegalidade dos Tratados e Convenções Internacionais Anticorrupção e a Proibição de Retrocesso (Tutela Mínima Anticorrupção)
2.10 - O Princípio da Liberdade Política: Premissas Gerais
2.10.1 - O Regime Jurídico dos Pré-Candidatos
2.10.2 - Interpretação Sobre os Direitos dos Pré-Candidatos
2.10.2.1 - A Necessidade de Interpretação Ampliativa do art.36-A, da lei 9.504/97
2.10.3 - Critérios Utilizados pelo TSE para a Configuração da Propaganda Eleitoral Antecipada
2.10.4 - Critérios do TSE para a Configuração da Propaganda Eleitoral Antecipada Negativa
2.10.5 - A Vedação ao Impulsionamento Negativo na Pré-Campanha
2.10.6 - Inexistência de Marco Temporal Objetivo para a Caracterização da Propaganda Eleitoral Antecipada (Ilícito Permanente)
2.10.7 - Distinção feita pelo TSE entre Críticas aos Adversários (Comportamento Permitido) e Falas Caracterizadoras de “hate speech”
2.10.8 - Pré-Candidatos Agentes Públicos e o Direito à “Prestação de Contas” nas Redes Sociais
2.10.8.1 - Premissa Inicial: Pode Prestar Contas nos Perfis Exclusivamente Privados dos Agentes Públicos, desde que não haja qualquer Espécie de Vinculação com os Perfis Institucionais e Promoção Pessoal/Benefício Pessoal
2.10.8.2 - Não pode usar Bens Públicos Inacessíveis aos Opositores, como Gabinetes, Tribunas Parlamentares ou Mesmo Ambientes Fechados com Participação de Agentes Públicos Em Horário de Expediente
2.10.8.3 - Assim, pode usar a Imagens de Bens Públicos ou Mesmo Espaços Públicos Acessíveis a Todos, sem que haja Ilegalidade
2.10.8.4 - Autorizar, fazer ou Permitir o uso a Publicidade Institucional para fins de Promoção Pessoal de Agente Público pode Configurar Abuso de Poder, mas Representa Ipso Facto Conduta Vedada e Ato de Improbidade Administrativa
2.10.8.5 - A Possibilidade de Ação/Representação Eleitoral em Desfavor de Pré-Candidato pelo Benefício Decorrente da Prática de Conduta Vedada a Agente Público em Ano Eleitoral
2.10.8.6 - “Lives” Eleitorais em Bens Públicos
2.11 - Princípio da Inércia
2.11.1 - (In)Aplicabilidade no Exercício do Poder de Polícia e Limites à Atividade Probatória do Juiz(a) Eleitoral
2.11.2 - Princípio da Inércia e a (In)Aplicabilidade no Registro de Candidaturas
2.12 - Princípio da Ampla Defesa e Acesso aos Procedimentos Investigatórios
2.13 - Princípio da Demanda
2.14 - Princípio da Independência das Instâncias
2.14.1 - O Trancamento Imediato da Ação de Improbidade Administrativa por Conta da Absolvição no Juízo Criminal (Comum/Eleitoral)
2.14.2 - Inviabilidade da Justiça Eleitoral Decidir Sobre o Acerto de Julgados de Outras Instâncias que Impliquem em Inelegibilidade 1001
2.14.3 - Impossibilidade de Rediscussão no Registro de Candidatura a Filiação Partidária Decidida em Processo Autônomo 1001
2.14.4 - Impossibilidade da Justiça Eleitoral Declarar a Prescrição Executória de Pena Imposta pela Justiça Comum 1001
2.15 - Vedação à Provas Ilícitas e quebra de Sigilo Fiscal pelo Ministério Público Eleitoral 1002
2.16 - Princípio da Intranscendência da Pena na Execução de Multa Eleitoral 1010
3 - COMPETÊNCIA E IMPEDIMENTOS 1011
3.1 - A Competência Cível da Justiça Eleitoral 1011
3.1.1 - Princípios do Juiz e do Promotor Natural 1017
3.1.2 - Premissas Gerais e Causas Legais de Impedimento/Suspeição
3.2 - Execução das Penas
3.3 - Retificação de Dados Cadastrais
3.4 - Anulação de Débito por Multa Eleitoral
3.5 - Inexistência de Impedimento dos Ministros do STF para Julgar Causas na Corte Referentes à decisões do TSE
4 - INELEGIBILIDADES
4.1 - Por Parentesco
4.1.1 - Inelegibilidade Reflexa pelo Parentesco
4.1.2 - Dissolução da Sociedade ou Vínculo Conjugal
4.2 - A Desincompatibilização (Fática e Formal) Como Impeditiva da Inelegibilidade
4.3 - Inelegibilidade para Presidente e Vice-Presidente da República
4.4 - Casos de Municípios Desmembrados e ainda não Instalados
4.5 - Analfabetismo
4.6 - Improbidade Administrativa e Inelegibilidade
4.7 - Desaprovação de Contas e Inelegibilidade
4.8 - (IN)Elegibilidade de Membros do Ministério Público
4.9 - Prazos de Início e Duração
4.9.1 - Em casos de Abuso de Poder Econômico ou Político
4.9.2 - Em casos de Condenação Criminal
4.9.3 - Outras Condenações
4.10 - Possibilidade de Suspensão da Inelegibilidade por Decisão Individual de Juiz
4.11 - A Revogação da Suspensão da Inelegibilidade não Acarreta o Indeferimento Automático do Registro ou a Cassação do Mandato
4.12 - Prescrição na Justiça Criminal Comum e Subsistência da Inelegibilidade
4.13 - Inelegibilidade Superveniente e Recurso Contra a Expedição de Diploma
5 - SUSPENSÃO DE DIREITOS POLÍTICOS
5.1 - O termo final é o Cumprimento ou Extinção da Pena Criminal
6 - FILIAÇÃO PARTIDÁRIA
6.1 - Filiação Partidária e Candidaturas Avulsas
6.2 - Ficha de Filiação Partidária e Condição de Elegibilidade
6.3 - Filiação Partidária e Dupla Vacância da Chefia do Poder Executivo
6.4 - Desfiliação Partidária e Perda do Mandato de Cargo Majoritário
7 - REGISTRO DE CANDIDATURAS
7.1 - Direito de Preferência na Variação Nominal
7.2 - CNH e Deferimento do Pedido de Registro
7.3 - Pagamento de Multa Eleitoral Antes do Julgamento do Pedido de Registro
7.4 - Matérias Indiscutíveis no Pedido de Registro
7.5 - Início do Prazo para Recorrer
7.6 - Legitimidade Recursal
7.7 - Litisconsórcio
7.8 - Juntada de Documento no Recurso
7.9 - Alterações Supervenientes
7.10 - Cômputo dos Votos de Candidatos apenas com Registro de Candidatura Deferido ou Apreciado
8 - LITISCONSÓRCIO EM AÇÕES CASSATÓRIAS
8.1 - Hipóteses Obrigatórias
8.2 - Litisconsórcio Facultativo
8.3 - Inexistência de litisconsórcio Obrigatório
9 - PROPAGANDA ELEITORAL -
9.1 - O uso de Outdoors no Contexto Político-Eleitoral da (Pré)-Campanha
9.2 - Não é todo Outdoor que configura Propaganda Eleitoral Antecipada: As situações de “Indiferentes Eleitorais”
9.3 - Dados Objetivos que Permitem Inferir o Caráter Eleitoreiro de Outdoor
9.4 - Responsabilidade dos Políticos Beneficiários pelos Artefatos Publicitários
9.5 - Efeito Visual de Outdoor por Banner em Palanque de Campanha
9.6 - Efeito Visual de Outdoor em Veículos Automores e Dispensa do Laudo de Constatação
10 - FILIAÇÃO PARTIDÁRIA
11 - PRESTAÇÃO DE CONTAS
12 - RECURSOS E AÇÕES AUTÔNOMAS
12.1 - Tempestividade
12.2 - Inadmissibilidade Recursal
12.3 - Contrarrazões
12.4 - Recurso Ordinário
12.5 - Recurso Especial Eleitoral e Reexame de Fatos
12.6 - Esgotamento das Instâncias Ordinárias e Recurso Especial Eleitoral
12.7 - Recurso Especial por Dissídio Jurisprudencial
12.8 - Recurso Especial contra Acórdão sobre Medida Liminar
12.9 - Recurso contra a Expedição de Diploma (RCED)
12.10 - Mandado de Segurança
12.10.1 - (Im)Possibilidade de Mandado de Segurança contra Decisão Recorrível
12.10.2 - Mandado de Segurança e Decisão Transitada em Julgado
12.10.3 - Incompetência do TSE
12.11 - Impossibilidade do Ajuizamento de Reclamação para Descumprimento de Consulta ou Ato Normativo do TSE
12.12 - Ação Rescisória
13 - MULTA ELEITORAL E ASTREINTES
14 - FRAUDE À COTA DE GÊNERO
15 - PARTIDOS POLÍTICOS
15.1 - Possibilidade de Showmícios ou Eventos Assemelhados não Remunerados para fins de Arrecadação para Campanhas Cleitorais
15.2 - Responsabilidade dos Partidos Políticos por Atos dos seus (Pré)-Candidatos: Aplicabilidade limitada do artigo 96, § 11, da lei 9.504/97
15.2.1 - Tese fixada pelo TSE sobre Propaganda Eleitoral
15.2.2 - Tese fixada pelo TSE sobre Condutas Vedadas aos Agentes Públicos em Ano Eleitoral
16 - RESPONSABILIZAÇÃO CIVIL DOS PROVEDORES DE APLICAÇÃO DE INTERNET PELA PRÁTICA DE CRIMES EM SUAS PLATAFORMAS E O DEVER DE REMOÇÃO DE CONTEÚDOS
17 - ILÍCITOS ELEITORAIS CÍVEIS
18 - ILÍCITOS CÍVEIS ELEITORAIS CASSATÓRIOS
18.1 - Abuso de Poder: Conceituação, Características Gerais, Sanções e Efeitos Judiciais
18.1.1 - Abuso de Poder Político
18.1.2 - Abuso de Poder Econômico
18.1.3 - Abuso por Utilização de Veículos ou Meios de Comunicação
18.1.4 - A Polêmica do Abuso de Poder Religioso
18.1.5 - Fraude à Cota de Gênero como Abuso de Poder
18.1.6 - Condutas Vedadas aos Agentes Públicos em Ano Eleitoral
18.1.6.1 - Condutas Vedadas aos Agentes Públicos em Ano Eleitoral e Sua Caracterização como Ato de Improbidade Administrativa
18.1.6.1.1 - Quadro-Resumo das Condutas Vedadas e Atos de Improbidade Administrativa: Teoria e Prática
18.1.6.2 - Características das Condutas Vedadas aos Agentes Públicos em Ano Eleitoral
18.1.6.2.1 - Legalidade Estrita
18.1.6.2.2 - Especialidade Normativa em Relação ao Abuso de Poder Político
18.1.6.2.3 - Especialidade Normativa em Relação ao Abuso de Poder Político. - Finalidade Eleitoral Presumida (Regra Geral)
18.1.6.2.4 - Ilícito de Mera Conduta (Potencialidade Presumida) e não Cumulatividade Automática das Sanções
18.1.6.2.5 - Responsabilidade Objetiva, Individual e Progressiva dos Infratores na Aplicação da Multa
18.1.6.2.6 - Imprescindibilidade do Elemento Subjetivo da Conduta (culpa ou dolo) para a Condenação à Sanção de Cassação do Registro ou do Diploma
18.1.6.2.7 - Incidência Temporal Variável e Prazo Decadencial Uniforme
18.1.6.2.8 - Incidência em todos os Níveis Federativos, salvo as Exceções Expressas em Lei
18.1.6.2.9 - Necessidade da Participação de, pelo menos, um Agente Público (De Direito ou De Fato)
18.1.7 - Captação Ilícita de Sufrágio
18.1.8 - Captação e Gastos Ilícitos em Campanha
19 - O MINISTÉRIO PÚBLICO ELEITORAL E OS PROCEDIMENTOS INVESTIGATÓRIOS CÍVEIS
19.1 - Visão Geral
19.2 - O Poder de Investigação do Ministério Público
19.2.1 - O Poder Investigatório Cível Administrativo e Eleitoral
19.2.1.1 - Notícia de Fato (NF)
19.2.2 - Procedimento Preparatório Eleitoral (PPE)
20 - CRIMES E PROCESSO PENAL ELEITORAL
20.1 - Crimes Eleitorais em Espécie
20.1.1 - Inexistência de bis in idem na Apuração do ato de Improbidade Administrativa e Crime Eleitoral de “Caixa 2” (art.350, CE)
20.1.2 - “Caixa 3” também é Crime Eleitoral
20.1.3 - Doação de Campanha Eleitoral por quem é Beneficiário de Programa Assistencial do Governo não configura Crime Eleitoral
20.1.4 - Crimes Eleitorais na Jurisprudência do TSE
20.2 - Competência da Justiça Eleitoral
20.3 - Critérios para a Fixação do Foro por Prerrogativa
20.3.1 - Competência do STJ para Julgar Crimes (Eleitorais ou não) Praticados pelas Autoridades Elencadas no art.105, I, “a”, da CF/88
20.3.2 - Natureza “comum” dos Crimes Eleitorais para fins de Fixação do Foro por Prerrogativa de Função e a Inexistência de Competência Criminal Originária do TSE
20.3.3 - Quadro-Resumo da Competência Criminal da Justiça Eleitoral
20.4 - Investigações Criminais Eleitorais (Inquéritos Policiais e Procedimentos Investigatórios Criminais)
20.4.1 - O Poder Investigatório Autônomo do Ministério Público
20.4.1.1 - A Autonomia do Ministério Público para Criar Grupos Investigativos Especializados, cuja Atuação Depende da Anuência do Promotor Natural
20.4.2 - A Necessidade de Controle Judicial desde a Abertura até o Fim
20.4.3 - Necessidade de Autorização Judicial para Abertura de Investigação Criminal contra Autoridade que Possua Foro por Prerrogativa de Função
20.4.3.1 - Nulidades pelo Desrespeito à Supervisão do Tribunal Competente
20.4.3.2 - A (IM)possibilidade de Diligências Prévias
20.4.4 - A Possibilidade das Guardas Municipais Atuarem na Prevenção e Repressão aos Crimes Eleitorais
20.4.5 - Denúncia Anônima, Investigação Criminal, Prisão em Flagrante e Medidas Invasivas
20.4.6 - O Dever de Diligência nas Requisições e Manifestações de Prorrogação das Investigações Criminais
20.4.7 - Possibilidade da Realização de Diligências Investigativas Enquanto Pendente o Pedido de Prorrogação da Investigação Criminal
20.4.8 - Declínio de Atribuição
20.4.9 - Arquivamento das Investigações Criminais Eleitorais
20.4.10 - Desarquivamento das Investigações Criminais
20.4.11 - Trancamento das Investigações Criminais Eleitorais
20.4.12 - Prorrogações Sucessivas e Duração Razoável das Investigações Criminais Eleitorais
20.4.13 - Legalidade de “Operações” Ostensivas às Vésperas do Processo Eleitoral
20.4.14 - Prisões em Período Eleitoral
20.4.14.1 - Cumprimento e Expedição de Mandados de Prisão contra Eleitores e Candidatos
20.4.14.2 - Constitucionalidade da Prisão Temporária para o Crime de Associação Criminosa e Requisitos para a sua Decretação
20.4.14.3 - Regimes Prisionais: Prerrogativas Legais
20.4.14.3.1 - O Regime Prisional do Presidente da República e demais Chefes do Poder Executivo
20.4.14.3.2 - O Regime Prisional dos Parlamentares Federais, Estaduais e Municipais
20.4.14.3.3 - O Regime Prisional dos Advogados
20.4.14.3.4 - O Regime Prisional dos Juízes e Membros do Ministério Público
20.5 - Legitimidade Ativa da Ação Penal Eleitoral
20.6 - O Rito Processual Penal Eleitoral
20.6.1 - Rito Processual Parcialmente Derrogado pelo Código de Processo Penal
21 - CRIMES CONEXOS DAS ZONAS ELEITORAIS ESPECIALIZADAS
(RESOLUÇÃO TSE n°23.618/2021)
21.1 - Aspectos Preliminares da Zonas Eleitorais Especializadas
21.2 - Análise Jurisprudencial dos Crimes de Competência das Zonas Especializadas
21.2.1 - Crimes Associativos
21.2.1.1 - Associação Criminosa (artigo 288 do Código Penal)
21.2.1.2 - Organização Criminosa (Lei nº 12.850/2013)
21.2.1.3 - A necessidade de Medidas Cautelares Penais para a Captura de Maiores Elementos de Prova dos Crimes Associativos e a Questão da Contemporaneidade
21.2.2 - Crimes Contra a Administração Pública de Competência das Zonas Eleitorais Específicas
21.3 - Conceito de Funcionário Público Para Fins Penais
21.3.1 - Concurso de Pessoas nos Crimes contra a Administração Pública
21.4 - Rito Processual especial dos crimes funcionais
21.5 - Efeitos da condenação e perda do cargo
21.6 - Jurisprudência em Teses do Superior Tribunal de Justiça e crimes contra a Administração Pública
21.7 - Crime de Peculato
21.8 - Peculato Apropriação
21.8.1 - Peculato-Desvio
21.8.2 - Peculato-Furto
21.8.3 - Peculato-culposo
21.8.4 - Cabimento de prisão, medidas cautelares e acordos
21.8.5 - Aplicação do Princípio da Consunção
21.8.6 - Aplicação do Princípio da Insignificância
21.8.7 - Dosimetria da Pena
21.9 - Crime de Concussão
21.9.1 - Cabimento de prisão, medidas cautelares e acordos
21.9.2 - Aplicação do Princípio da Consunção
21.9.3 - Aplicação do Princípio da Insignificância
21.9.4 - Dosimetria da Pena
21.10 - Crime de Advocacia Administrativa
21.10.1 - Cabimento de prisão, medidas cautelares e acordos
21.10.2 - Aplicação do Princípio da Consunção
21.10.3 - Aplicação do Princípio da Insignificância
21.10.4 - Dosimetria da Pena
21.11 - Crime de Corrupção Passiva
21.11.1 - Cabimento de prisão, medidas cautelares e acordos
21.11.2 - Aplicação do Princípio da Consunção
21.11.3 - Aplicação do Princípio da Insignificância
21.11.4 - Dosimetria da Pena
21.12 - Crime de Corrupção Ativa
21.12.1 - Cabimento de prisão, medidas cautelares e acordos
21.12.2 - Aplicação do Princípio da Consunção
21.12.3 - Aplicação do Princípio da Insignificância
21.12.4 - Dosimetria da Pena
22 - Crime de Lavagem de Dinheiro - Lei n.º 9.613/1998
22.1 - Visão Geral do Instituto
22.2 - Previsões Normativas Internacionais e Nacionais
22.2.1 - Cabimento de prisão, medidas cautelares e acordos
22.2.2 - Aplicação do Princípio da Consunção
22.2.3 - Aplicação do Princípio da Insignificância
22.2.4 - Dosimetria da Pena